O procurador-geral da República pediu o arquivamento de inquérito contra o dono de uma rede social. As investigações foram iniciadas em abril de 2024 para apurar se o bilionário havia ordenado que representantes da plataforma no Brasil desrespeitassem decisões judiciais.
As apurações foram instauradas por ordem de um ministro do Supremo Tribunal Federal que entendeu que as declarações do empresário na plataforma instigavam a desobediência e obstrução à Justiça. No entanto, o procurador-geral afirmou que não foram encontrados elementos que comprovassem uma conduta dolosa da plataforma para atentar contra o Judiciário brasileiro.
Representantes do X no Brasil informaram que o empresário não ordenou o desbloqueio de perfis e que a plataforma cumpriu mais de uma centena de ordens de bloqueio. A empresa se comprometeu a cumprir as decisões emanadas do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral.
Para o procurador-geral, foram esgotadas as investigações e não foram encontradas provas suficientes para confirmar as suspeitas. O procurador-geral considerou que as investigações foram feitas e não foram encontradas provas suficientes para confirmar as suspeitas. O procurador-geral afirmou que não foram encontrados elementos que comprovassem uma conduta dolosa da plataforma para atentar contra o Judiciário brasileiro.


