A reportagem foca nos efeitos da política migratória dos Estados Unidos sobre os envolvidos no torneio. Um dos casos destacados é o do árbitro somaliano Omar Abdulkadir Artan, que, segundo a publicação, foi interrogado por cerca de 11 horas e, em seguida, teve sua entrada negada, sendo forçado a retornar à Somália.
Além de Artan, o L’Équipe menciona outros incidentes que afetaram membros de seleções. O atacante Aymen Hussein, principal jogador da equipe iraquiana, ficou detido por 7 horas nos trâmites migratórios antes de ser liberado. Outro episódio notável foi o de um fotógrafo da seleção iraquiana, que teve seu visto negado ao chegar aos Estados Unidos e foi deportado de volta para Bagdá.
A situação da seleção do Irã também foi abordada na reportagem. Inicialmente, os jogadores iranianos tinham autorização para permanecer nos Estados Unidos apenas durante os dias de suas partidas, obrigando-os a deixar o país logo após os jogos. Contudo, em 9 de junho, foi informado que a equipe poderia entrar no território americano um dia antes de cada compromisso, o que representa uma leve alteração nas condições estabelecidas anteriormente.