A companhia destacou que possui controles rigorosos e mecanismos de segurança para prevenir abusos. Contas privadas e perfis pertencentes a usuários com menos de 18 anos são automaticamente excluídos do sistema. Usuários adultos com contas públicas têm a opção de desativar a participação nesse recurso com apenas alguns cliques.
A Meta também se comprometeu a tomar medidas contra qualquer conteúdo que infrinja seus Padrões da Comunidade. Em testes realizados, foi verificado que o chatbot não consegue gerar montagens ultrarrealistas de figuras públicas, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro. O robô sugere que suas capacidades estão limitadas a caricaturas.
A entidade de direitos digitais Foxglove alertou sobre os danos causados por imagens alteradas por inteligência ARTIFICIAL sem o consentimento dos usuários, citando casos ocorridos no último ano. Para evitar problemas, os usuários podem ajustar suas configurações de privacidade, permitindo que apenas seguidores aprovados vejam e interajam com suas publicações, além de impedir que desconhecidos reutilizem suas imagens.
Além do Muse Image, a Meta também está desenvolvendo um novo modelo de vídeo chamado Muse Video. No último ano, a empresa investiu bilhões de dólares no aprimoramento de sua infraestrutura de inteligência ARTIFICIAL e na contratação de especialistas para acompanhar a concorrência com gigantes como Google, OpenAI e Anthropic.
Com a crescente preocupação em torno da ética na utilização de inteligência ARTIFICIAL, a Meta se posiciona como uma empresa que busca garantir a segurança e a privacidade dos usuários, mesmo diante da inovação tecnológica.