Um levantamento realizado pela AtlasIntel indica que Abelardo de la Espriella, do partido Defensores de la Patria, lidera as intenções de voto para o segundo turno das ELEIÇÕES presidenciais na COLÔMBIA, com 50,3%. O candidato Ivan Cepeda, do Pacto Histórico e apoiado pelo atual presidente Gustavo Petro, aparece com 42,6% das preferências. A pesquisa, divulgada na terça-feira (2 de junho de 2026), foi feita nos dias 1º e 2 de junho, entrevistando 2.030 pessoas em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança alcança 95%.
No total, 2,9% dos entrevistados afirmaram que ainda não decidiram em quem votar, enquanto 3,7% têm a intenção de votar em branco e 0,5% indicaram que votarão nulo. O segundo turno está agendado para 21 de junho de 2026, e a disputa se intensifica à medida que os candidatos se preparam para o confronto decisivo.
Abelardo de la Espriella, de 47 anos e advogado, nunca havia disputado cargos eletivos anteriormente. Seu discurso é influenciado por figuras como Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, Nayib Bukele, de El Salvador, e Javier Milei, da Argentina. Por outro lado, Ivan Cepeda, de 63 anos, é filósofo e senador, tendo uma trajetória marcada por sua luta pelos direitos humanos e por ser filho de Manuel Cepeda Vargas, um senador assassinado em 1994.
A direita colombiana começou a se mobilizar após o primeiro turno, realizado em 31 de maio. Paloma Valencia, do Centro Democrático, declarou seu apoio a Espriella, e o ex-presidente Álvaro Uribe também manifestou sua intenção de votar no candidato da direita no segundo turno.
A posição do centro político pode desempenhar um papel crucial na disputa. Sergio Fajardo, do movimento Dignidade e Compromisso, que terminou em quarto lugar, informou que seu grupo irá refletir antes de tomar uma decisão sobre o apoio no segundo turno. Essa eleição representa uma importante polarização entre as forças políticas da COLÔMBIA, com Espriella buscando consolidar a direita contra Cepeda, que representa a continuidade do governo atual.