Na noite de 16 de junho de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do Partido Republicano, se cumprimentaram durante um evento social em Évian-les-Bains, na França. No entanto, não houve discussão sobre as tarifas que têm gerado tensão entre os dois países.
O encontro ocorreu na cúpula do G7, onde Trump inicialmente passou por Lula sem cumprimentá-lo antes da foto oficial do evento. Para a imagem, o presidente brasileiro ficou ao lado do chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, enquanto Trump posou ao lado do anfitrião, Emmanuel Macron, que representa o partido Renascimento.
A interação entre os líderes, embora cordial, não abordou as recentes propostas de tarifas que o governo dos EUA planeja aplicar sobre produtos provenientes do Brasil. O Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) justificou a medida alegando que o Brasil estaria adotando práticas comerciais desleais.
Essas tensões comerciais, que aumentaram nas últimas semanas, refletem um clima de incerteza nas relações bilaterais entre Brasil e EUA. O contexto se torna ainda mais relevante considerando a posição de Lula e a busca de sua administração por um comércio mais justo e equilibrado no cenário internacional.
A ausência de diálogo sobre tarifas durante o evento social levanta questionamentos sobre a disposição dos líderes em resolver as divergências comerciais. O encontro entre Lula e Trump foi amplamente coberto pela mídia, destacando a expectativa de que discussões mais profundas fossem realizadas no âmbito do G7, mas isso não se concretizou.