Um médico foi alvo de críticas e acabou sendo considerado homofóbico após se recusar a emitir um atestado médico redigido em linguagem neutra. O caso gerou ampla repercussão nas redes sociais e reacendeu o debate sobre os limites da atuação profissional, liberdade de expressão e as demandas relacionadas à identidade de gênero no sistema de saúde.
De acordo com relatos, o profissional teria afirmado que segue as normas da língua portuguesa e os padrões adotados pelos conselhos médicos, o que motivou a negativa. Entidades e ativistas ligados à causa LGBTQIA+ classificaram a atitude como discriminatória, alegando que a recusa desrespeita a identidade do paciente.
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