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Fiscalização do TCDF e CGU avalia qualidade do asfalto na Estrada Parque Guará

Em uma ação conjunta, TCDF e CGU realizam fiscalização em obras da Estrada Parque Guará, visando garantir a qualidade do asfalto utilizado. Técnicos coletaram...

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) promoveu uma fiscalização técnica especial nas obras de pavimentação da Estrada Parque Guará (EPGU), com o intuito de verificar a qualidade do asfalto aplicado sob a responsabilidade do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

A inspeção, realizada no dia 4 de julho de 2026, foi conduzida pela Secretaria de Fiscalização de Infraestrutura (Seinfra) do TCDF, em colaboração com a Controladoria-Geral da União (CGU). Uma característica importante dessa ação foi a execução de ensaios laboratoriais pela Coordenadoria de Estudos e Análises Tecnológicas (CEAT), que faz parte da Seinfra.

Para assegurar a durabilidade e segurança do novo pavimento da EPGU, os técnicos coletaram amostras na pista e avaliaram quatro indicadores fundamentais. Os critérios incluíram a espessura do asfalto, a compactação do solo e do asfalto, o teor de ligante e a resistência à tração. Esses testes são essenciais para evitar o surgimento precoce de buracos e garantir que o pavimento suporte o intenso fluxo de veículos que utiliza a via diariamente.

A fiscalização na EPGU marca o retorno das análises laboratoriais pelo TCDF, aumentando a capacidade técnica da Corte de Contas no controle e auditoria de grandes obras rodoviárias no Distrito Federal. Com a utilização de equipamentos de teste, a equipe técnica do tribunal pode fundamentar suas decisões em evidências científicas e laboratoriais, superando as abordagens tradicionais de auditoria documental e vistoria visual.

De acordo com o TCDF, as análises laboratoriais são fundamentais para a identificação de falhas estruturais internas que não são visíveis a olho nu. Essa abordagem ajuda a evitar desperdícios de recursos públicos e assegura que o DER-DF cobre das empreiteiras a correção de defeitos antes da conclusão dos contratos. A auditoria focou no Contrato nº 37/2025, que após a inclusão de termos aditivos, apresenta um valor atualizado de R$ 16,4 milhões.

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