A deputada protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo pedindo investigação contra o apresentador por declarações feitas durante seu programa no SBT.
O documento foi encaminhado ao Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância do Ministério Público de São Paulo. Na representação, a parlamentar solicitou a abertura de inquérito policial e a prisão do apresentador.
Foi eleita para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, enfrentando resistência de partidos do Centrão e de setores da direita. Na mesma noite, durante programa exibido pelo SBT, Ratinho comentou a eleição e questionou o fato de a comissão ser presidida por uma mulher trans.
O apresentador declarou que, em sua opinião, o cargo deveria ser ocupado por uma mulher cisgênero. Em outro momento do programa, Ratinho afirmou que "para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias".