O cantor espanhol Julio Iglesias desabafou após ser acusado de agressão sexual e tráfico humano por duas ex-funcionárias. De acordo com a imprensa da Espanha, as mulheres relataram ter sofrido assédio e intimidação quando trabalhavam para o artista em 2021. O famoso se pronunciou e negou ter praticado qualquer crime.
Se manifestou
Julio Iglesias publicou um comunicado em seu perfil no Instagram. “Com profundo pesar, respondo às acusações feitas por duas pessoas que trabalharam anteriormente em minha casa”, começou. “Nego ter abusado, coagido ou desrespeitado qualquer mulher”, seguiu ele.
O cantor afirmou sentir uma “grande tristeza” com as declarações das duas mulheres. “Essas acusações são absolutamente falsas e me causam grande tristeza. Nunca senti tamanha maldade, mas ainda tenho forças para revelar toda a verdade e defender minha dignidade contra uma ofensa tão grave.”
Ao encerrar, ele agradeceu o carinho de fãs e seguidores. “Não posso me esquecer das muitas pessoas queridas que me enviaram mensagens de carinho e lealdade; nelas encontrei grande conforto”, disse.
Deixamos o melhor para o final. Poucos sabem, mas entre o fim dos anos 1950 e o começo dos anos 1960 foi goleiro do Real Madrid Castilla, o time B do badalado clube madrilenho. A carreira no futebol foi interrompida por um acidente automobilístico em 1962, que comprometeu a coluna do então arqueiro. As lesões também afetaram as pernas do espanhol, que só conseguiu voltar a andar dois anos depois, em 1964. Durante a recuperação, Iglesias contou com a ajuda de uma enfermeira que o presenteou com um violão para que ele recuperasse a destreza das mãos. O resto, meus amigos, é história…
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Julio Iglesias
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O que dizem as ex-funcionárias?
De acordo com os relatos, Iglesias teria pressionado as duas a manter relações sexuais. Elas descrevem episódios de penetração, apalpamentos, tapas, além de abusos físicos e verbais. As mulheres afirmam ainda que foram submetidas a insultos e humilhações de forma recorrente durante a jornada de trabalho.
A denúncia aponta para fatos que podem configurar “tráfico de pessoas para fins de trabalho forçado e servidão”, além de “diversos crimes contra a liberdade e a integridade sexual”, como assédio e agressão sexual.
O documento também menciona lesão corporal e violações aos direitos trabalhistas, em razão da imposição de condições consideradas abusivas.