A Copa do Mundo de 2026 está prestes a culminar com a grande final programada para o dia 19 de julho, às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos. A disputa será entre as seleções da Espanha e da Argentina, e o time que garantir a vitória receberá um prêmio de US$ 50 milhões, o que equivale a cerca de R$ 255 milhões, a maior quantia já oferecida na história do torneio.
Além do campeão, outras seleções também serão beneficiadas com prêmios variados, que são definidos com base nos resultados obtidos durante a competição. A FIFA estabeleceu uma tabela de valores progressivos, onde quanto mais alto for o desempenho do time, maior será a recompensa. Para o vice-campeão, o prêmio será de US$ 33 milhões, aproximadamente R$ 168 milhões. Já o terceiro lugar, que será ocupado pela Inglaterra, garantirá US$ 29 milhões, cerca de R$ 148 milhões, enquanto a França, que terminará em quarto, receberá US$ 27 milhões, ou R$ 138 milhões.
As seleções que forem eliminadas nas quartas de final também terão sua parte, com um prêmio de US$ 19 milhões (R$ 97 milhões) para cada uma das quatro equipes: Noruega, Bélgica, Marrocos e Suíça.
Para as seleções que não avançarem além das oitavas de final, a recompensa será de US$ 15 milhões (R$ 76 milhões) cada, e entre elas estão México, Colômbia, Brasil, EUA, Portugal, Canadá, Egito e Paraguai.
As equipes que caírem na fase de grupos receberão US$ 9 milhões (R$ 46 milhões) cada. Entre os times que não conseguirão avançar estão Irã, Coreia do Sul, Turquia, Escócia, Uruguai, Arábia Saudita, República Tcheca, Nova Zelândia, Qatar, Curaçao, Panamá, Jordânia, Haiti, Uzbequistão, Tunísia e Iraque.
Além dos prêmios por desempenho, a FIFA também disponibilizou um valor de US$ 1,5 milhão para cada equipe, destinado a cobrir os custos de preparação para o torneio. Essa quantia adicional é parte do investimento da entidade para garantir que as seleções tenham suporte adequado durante a competição.