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Esporte

Ronaldo ganha a 5ª Bola de Ouro e iguala-se a Messi como maior vencedor.

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Sem surpresas. Cristiano Ronaldo ganhou a Bola de Ouro pela quinta vez na carreira, em cerimônia realizada nesta quinta-feira.

Dessa forma, o português, que tinha sido eleito o melhor jogador do mundo pela publicação também em 2008, 2013, 2014 e 2016, iguala-se a Lionel Messi como o maior vencedor na história. Michel Platini, Johan Cruyff e Marco van Basten aparecem na sequência com três troféus cada.

Vale destacar que duas das vezes que Ronaldo foi eleito – em 2013 e 2014 – o prêmio era unificado com o da Fifa. Hoje, eles são distribuídos separadamente, sendo que Ronaldo foi escolhido o melhor em 2017 também pela Fifa.

Na última temporada, o camisa 7 foi um dos principais responsáveis para que o Real Madrid conquistasse o título da Uefa Champions League e do Campeonato Espanhol. Contando as duas competições, mais a Copa do Rei e o Mundial de Clubes, o português fez 46 partidas em 2016-17, tendo somado 42 gols e 11 assistências.

O grande momento de Ronaldo na última temporada foi a final da Champions em Cardiff (País de Gales), na qual marcou duas vezes na goleada por 4 a 1 sobre a Juventus, assegurando a segunda conquista consecutiva do torneio. O meia-atacante terminou como artilheiro da competição com 12 gols.

No ano passado, o primeiro desde a separação da premiação da Fifa, o português ficou em primeiro com 745 pontos, mais do que o dobro dos 316 de Lionel Messi. Antoine Griezmann (198) completou o pódio.

O pódio, desta vez, só teve mudança no terceiro lugar, com Neymar entrando na vaga do francês.

Veja a lista dos 30 melhores jogadores do mundo em 2017, segundo a premiação da France Football:

1 – Cristiano Ronaldo (Real Madrid)
2 – Lionel Messi (Barcelona)
3 – Neymar (Barcelona/Paris Saint-Germain)
4 – Gianluigi Buffon (Juventus)
5 – Luka Modric (Real Madrid)
6 – Sergio Ramos (Real Madrid)
7 – Kylian Mbappé (Monaco/Paris Saint-Germain)
8 – N’Golo Kanté (Chelsea)
9 – Robert Lewandowski (Bayern de Munieu)
10 – Harry Kane (Tottenham)
11 – Edinson Cavani (Paris Saint-Germain)
12 – Isco (Real Madrid)
13 – Luis Suárez (Barcelona)
14 – Kevin de Bruyne (Manchester City)
15 – Paulo Dybala (Juventus)
16 – Marcelo (Real Madrid)
17 – Toni Kroos (Real Madrid)
18 – Antoine Griezmann (Atlético de Madrid)
19 – Eden Hazard (Chelsea)
20 – David De Gea (Manchester United)
21 – Pierre-Emerick Aubameyang (Borussia Dortmund)
21 – Leonardo Bonucci (Juventus/Milan)
23 – Sadio Mané (Liverpool)
24 – Radamel Falcao (Monaco)
25 – Karim Benzema (Real Madrid)
26 – Jan Oblak (Atlético de Madrid)
27 – Mats Hummels (Bayern de Munique)
28 – Edin Dzeko (Roma)
29 – Philippe Coutinho (Liverpool)
29 – Dries Mertens (Napoli).

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Destaque

Eduardo Baptista pede demissão e deixa o comando do Sport

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Com ambiente conturbado, o treinador deixa o clube com apenas 40 dias de trabalho e apenas uma vitória conquistada em oito jogos.

A segunda passagem de Eduardo Baptista pelo Sport chegou ao fim. A gota d’água foi a derrota para o Palmeiras, por 1 a 0, na Ilha do Reito, no último domingo. Ele pediu demissão depois da partida e a oficialização deve ocorrer na tarde desta segunda-feira. Com ele, sai o auxiliar técnico Gustavo Bueno.
Eduardo Baptista teve apenas 40 dias de trabalho nesta sua segunda passagem pelo Sport. Neste período, o time não rendeu: em oito partidas, acumulou uma vitória (que foi diante do lanterna Paraná), um empate e seis derrotas. O Leão é o 19º colocado na Série A, com 24 pontos. Ao todo, foram 16,6% de aproveitamento.
Eduardo Baptista começou a carreira de treinador no Sport, em 2014. Foi campeão da Copa do Nordeste e do Campeonato Pernambucano no mesmo ano. Depois, se transferiu para o Fluminense e passou por Ponte Preta, Palmeiras, Atlético-PR, voltou à Ponte Preta e, por último, estava no Coritiba. Quando saiu do Leão, na sua primeira passagem, Eduardo deixou o clube com 53% de aproveitamento acumulados em 127 jogos, com 55 vitórias, 35 empates e 37 derrotas. (Do GE)

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Esporte

Prêmio de melhor do mundo será entregue pela Fifa nesta segunda

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Os finalistas são Luka Modric, Mohamed Salah e Cristiano Ronaldo, atual vencedor.

Desde 2008, sete jogadores tentaram quebrar o domínio de Cristiano Ronaldo e Lionel Messi no prêmio de melhor do mundo entregue pela Fifa. Fernando Torres, Xavi, Iniesta, Ribéry, Neuer, Neymar e Griezmann entraram na relação dos três finalistas, mas não venceram.

Nesta segunda (24), será a vez de Luka Modric, 33, e Mohamed Salah, 26. Eles concorrem com Cristiano Ronaldo, 33, na final do The Best, como a entidade que organiza o futebol rebatizou o troféu de melhor jogador da temporada a partir de 2016.

É a melhor chance para acabar com o duopólio Messi-Ronaldo. Cada um foi eleito cinco vezes desde 2008. O argentino não foi indicado nesta temporada. O português venceu a última Champions League com o Real Madrid (ESP), mas teve atuação apagada na final.

Na Copa do Mundo da Rússia, se destacou na fase de grupos, com quatro gols. Mas sua seleção foi eliminada diante do Uruguai nas oitavas de final do torneio.

Modric, também do Real Madrid, foi o coração da Croácia, que surpreendeu e chegou à final do Mundial. O meia foi eleito o melhor do torneio.

Salah fez 44 gols (mesma quantidade de Cristiano Ronaldo) em temporada que o Liverpool (ING) chegou à decisão da Champions.

“Se eu não ganhar, não muda nada. O que importa para mim é o coletivo. Ganhar o prêmio não é algo que me deixe obcecado”, disse Modric.

O croata pode ser considerado favorito. Isso, por si só, já é uma surpresa. Seria a primeira vez, desde 2006, que a Fifa entregaria o prêmio para um jogador que não é atacante ou meia-atacante. Naquele ano, apoiado pelo título mundial da Itália, o zagueiro Fabio Cannavaro venceu.

Existe um movimento pela renovação. Tanto que após a divulgação dos nomes dos três finalistas, jogadores históricos como o goleiro Peter Schmeichel e o atacante Nwankwo Kanu defenderam a vitória de Modric.

“As atuações que ele teve no Mundial foram fantásticas. As pessoas estão um pouco cansadas de todo ano ser Cristiano Ronaldo ou Messi, apesar de serem jogadores espetaculares”, afirma Schmeichel.

É a segunda vez nos últimos dez anos que o português ou o argentino ficam fora da final. Em 2010, os indicados foram Messi, Xavi e Iniesta.

Para ironizar a ausência de Griezmann, o Atlético de Madri (ESP) publicou nas redes sociais foto do atacante com os troféus que conquistou neste ano: Supercopa da Europa, Liga Europa e Copa do Mundo.

“Talvez existam jogadores com mais marketing, com mais nome, mas Modric merece esse prêmio”, opinou o zagueiro Sergio Ramos, também do Real Madrid, no que pode ser visto como uma estocada em Cristiano Ronaldo, que foi para a Juventus em uma contratação de 100 milhões de euros (R$ 487 milhões).

Não que o português seja carta fora do baralho. Vencedor nos últimos três anos, Ronaldo foi o principal responsável pelo Real Madrid ter se tornado uma dinastia no futebol europeu nos últimos anos. Das últimas cinco Champions League, venceu quatro.

Seus defensores podem alegar (com razão) que sem ele, é bem possível que Portugal sequer tivesse chegado às oitavas de final do Mundial.

Em campo, Ronaldo mantém estatística superior a 40 gols por temporada desde 2010. A ausência de Messi pode tê-lo tornado o voto padrão de técnicos e capitães de seleções e jornalistas que formam o colégio eleitoral do prêmio.

Se a tendência for manter a escolha em homens de ataques com muitos gols na temporada, a chance de Salah passa a ser real. Ele é quem tem mais jogos por seu clube (Liverpool) entre os finalistas e foi o craque da equipe que teve o contra-ataque mais mortal do futebol europeu.

“Ele está no mesmo nível de Ronaldo e Modric”, opinou Javier Aguirre, técnico do Egito, seleção que pode ter sido o calcanhar de Aquiles do atacante na votação.

O Egito perdeu as três partidas da Copa do Mundo. Salah fez apenas um gol. 

 

Da Folhapress.

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Esporte

Classificado, Brasil vira sobre a Bélgica no Mundial

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Resultado serve mais para dar confiança à equipe

Está encerrada a segunda fase do Mundial de vôlei masculino. Depois de ver a Bélgica abrir vantagem no placar, a seleção brasileira conseguiu a vitória de virada por 3 sets a 2 neste domingo (23), em Bolonha, na Itália.

O resultado serve mais para dar confiança à equipe, que já estava classificada para a terceira fase do torneio. Antes do jogo, o Brasil tinha quatro pontos de vantagem para os belgas, segundos colocados, e não seriam alcançados de maneira alguma.

As seis equipes garantidas na próxima etapa serão sorteadas em dois grupos; a seleção pode ter em seu caminho os times de Estados Unidos, Itália, Polônia, Rússia e Sérvia.

Em relação à equipe que o técnico Renan Dal Zotto costuma escolher, o líbero Thales foi o único a iniciar a partida contra os belgas. Sem suas principais peças, o Brasil sofreu em quadra durante metade da partida e viu os belgas abrirem vantagem no primeiro set, fechado em 25 a 22.

A segunda parte foi mais equilibrada. Embora tenha começado com desafio da Bélgica, a arbitragem reviu o lance e confirmou o ponto da seleção brasileira. Os primeiros momentos davam esperança ao Brasil, mas os europeus conseguiram a virada por 25 a 23.

Ao ver a seleção abrir um placar de 16 a 13 no terceiro set, Renan Dal Zotto sentiu necessidade de alertar sua equipe; afinal, os brasileiros chegaram a abrir 16 a 12 no set anterior, mas deram espaço para o crescimento belga.

“O set anterior estava 16 a 12 para a gente. Sem dar mole! Sangue nos olhos até o final, não vamos dar mole”, avisou o treinador. Ele tinha razão, já que a Bélgica logo encostou em 17 a 16 com bomba de Van Der Dries. Mas um ace de Douglas fechou o set em 25 a 19 para o Brasil.

O que parecia perdido se transformou em caminho para a virada. No quarto set, a seleção brasileira saiu na frente com bons bloqueios – destaque para Maurício Souza, que subiu bem três vezes seguidas – e não teve dificuldade para fazer 25 a 15.

O tie-break teve início com ponto da Bélgica, mas o Brasil logo mostrou que não estava para brincadeira e abriu quatro de vantagem. Um ace de Douglas levou o placar a 12 a 8. Sem levantador brasileiro na quadra, o match point veio no saque de Evandro: 15 a 12.

Para efeitos de comparação, a seleção brasileira de Renan Dal Zotto obteve 12 pontos de bloqueio em todo o jogo; os belgas fizeram cinco.

Por Folhapress.

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