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Sobe para cinco número de mortos em passagem do Florence nos EUA

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As vítimas teriam morrido após o desabamento de uma casa, em Wilington, no estado americano.

imprensa da Carolina do Norte divulgou a morte de cinco pessoas após a passagem do furacão Florence, que chegou à costa leste dos Estados Unidos com ventos de até 1590 km/h nesta sexta-feira (14). As vítimas, que seriam uma criança e a mãe dela, teriam morrido após o desabamento de uma casa, em Wilington, no estado americano.

De acordo com informações do G1, o Centro Nacional de Furacões dos EUA informou que Florence está a cerca de 55 km a leste-nordeste do balneário de Myrtle Beach, na Carolina do Sul, com ventos máximos sustentados de 120 km/h. Ainda segundo a reportagem, os efeitos da chuva devem durar entre 24 horas e 36 horas, afirmou a agência de emergências.

Vítimas

Até o momento, o número de mortos subiu para cinco, de acordo com agências de notícias. As vítimas são um homem, que estaria conectando um gerador, uma mulher e seu filho, que estavam numa casa atingida por uma árvore, uma quarta vítima que sofreu um ataque cardíaco e não pode ser socorrida por conta de bloqueios nas estradas e a última um idoso de 77 anos que morava na cidade de Kinston, segundo a rede de TV americana CNN.

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Trump diz que México vai pagar por muro na fronteira

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Trump assinou no fim de novembro o novo acordo de livre comércio com o vizinho e com o México, que vai substituir o tratado anterior, o Nafta

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (13) que com o novo acordo comercial com o México, seu governo terá dinheiro suficiente para construir um muro na fronteira entre os dois países.

Trump assinou no fim de novembro o novo acordo de livre comércio com o vizinho e com o México, que vai substituir o tratado anterior, o Nafta, alvo comum de ataques do presidente.

“Eu sempre disse, ‘de um jeito ou de outro, o México vai pagar pelo muro'”, escreveu os americanos nas redes sociais, lembrando de uma de suas promessas de campanha. “Isso nunca mudou. O nosso novo acordo com o México (e canadá), o USMCA, é tão melhor que o velho, custoso e antiamericano Nafta que apenas com o dinheiro que vamos economizar, o MÉXICO JÁ ESTÁ PAGANDO PELO MURO!”.

Na quarta-feira (12), o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, informou que falou por telefone com Trump sobre a questão da imigração, mas que os dois não conversaram sobre o muro.

“Hoje nós conversamos por telefone com o presidente Donald Trump. Em termos respeitosos e simpáticos, falamos sobre a questão da imigração e da possibilidade de um programa conjunto para o desenvolvimento e a criação de emprego na América Central e no nosso país”, relatou.

Nesta quinta (13), a Casa Branca confirmou a conversa e disse que os presidentes falaram sobre “o relacionamento positivo entre os dois países”.

“Eles discutiram a necessidade de lidar com a imigração ilegal proveniente da América Central para os Estados Unidos, abordando os fatores que impulsionam a imigração, como insegurança e estagnação econômica”, disse o comunicado.

Com custo estimado de US$ 5 bilhões (R$ 19,4 bilhões), o muro serviria para combater a imigração ilegal, segundo Trump, mas enfrenta oposição dos democratas. O Congresso americano até o momento só aceitou liberar US$ 1,3 bilhão (R$ 5 bilhões) para a construção, o que irritou o presidente.

Trump chegou a bater boca na terça (11) durante uma reunião na Casa Branca com os líderes democratas no Congresso, o senador Chuck Schumer e a deputada Nancy Pelosi. O encontro tentava resolver o impasse sobre o orçamento do próximo ano, que precisa ser aprovado até o dia 21 de dezembro para impedir uma paralisação do governo.

A paralisação do governo ocorre quando o Congresso não consegue chegar a um acordo sobre o orçamento. Algumas agências federais precisam descontinuar funções não essenciais até a próxima legislação de financiamento ser aprovada e virar lei.

O impasse acontece exatamente porque o presidente não aceita que um orçamento que não inclua a verba necessária para o muro, o que os democratas se negam a fazer. “Se nós não tivermos segurança na fronteira, nós vamos paralisar o governo. Esse país precisa de segurança na fronteira”, afirmou Trump na ocasião.

Por Folhapress.

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Justiça dos EUA condena ex-advogado de Trump a 3 anos de prisão

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Michael Cohen foi sentenciado por crimes que incluem evasão fiscal e o pagamento de dinheiro para silenciar mulheres que pudessem comprometer a campanha de Trump às presidenciais de 2016.

O ex-advogado do presidente norte-americano, Donald Trump, Michael Cohen, foi condenado nesta quarta-feira (12) a três anos de prisão por um juiz de Nova York por acusações de evasão fiscal, falso testemunho sobre a relação do presidente com russos e violação da lei eleitoral por ter comprado o silêncio de duas mulheres por ordem de Trump para não o prejudicar a campanha presidencial de 2016.

O juiz William Pauley III afirmou que o fato de Cohen ter fechado acordo de delação premiada “não apaga os crimes que cometeu” e ainda disse que o advogado “parece ter perdido o senso de moral”. O ex-funcionário de Trump se declarou culpado das acusações e disse que sua “lealdade cega” ao presidente norte-americano o fez sentir-se no dever de acobertar seus “malfeitos”. Trump, no entanto, pediu uma sentença pesada ao ex-funcionário, classificado por ele como “mentiroso”.

Os crimes de Cohen incluem sonegação fiscal de US$ 1,4 milhão em sua companhia de táxis em Nova York, além de falso testemunho ao Congresso norte-americano sobre as datas das negociações das empresas do mandatário norte-americano para a construção de uma “Trump Tower” em Moscou. Cohen havia dito que as tratativas teriam terminado em janeiro 2016 quando, na verdade, só cessaram em junho, após as eleições primárias do partido republicano que definiram Trump como candidato à presidência.

Cohen também acobertou os casos extraconjugais do magnata republicano com a atriz pornô Stormy Daniels e a ex-coelhinha da Playboy, Karen McDougal, que receram milhares de dólares para manter segredo sobre as relações. O objetivo seria evitar um possível escândalo sexual que pudesse prejudicar a corrida de Trump à Casa Branca. (Por ANSA)

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May vence votação e continua no cargo de primeira-ministra britânica

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Apesar da contestação interna, Theresa May ainda se mantém como líder do Partido Conservador

primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, saiu vitoriosa, na noite desta quarta-feira (12), de um desafio a sua condição de líder do Partido Conservador imposto por seus correligionários, o que lhe dá um alento após uma sequência de fracassos.

Para derrubar a moção de desconfiança por 200 votos a 117, entretanto, a chefe de governo precisou dar uma cartada alta.

Em reunião a portas fechadas com seu campo, anunciou que não pretendia estar à frente da legenda em 2022, quando devem acontecer as próximas eleições gerais -se não houver antecipações, o que é relativamente comum na política britânica.

Segundo a imprensa britânica, a sinalização foi recebida com alívio pelos parlamentares mais ariscos a May e tristeza pelos mais alinhados. Mas os dois lados teriam sido pegos de surpresa pela notícia.

A consulta interna sobre a liderança conservadora acontece sempre que um comitê do partido recebe no mínimo 48 cartas de parlamentares questionando a capacidade do(a) atual chefe de fileira de seguir na posição.

O responsável por esse colegiado afirmou na manhã de quarta que o piso numérico, equivalente a 15% da bancada, havia sido atingido.

No caso de May, o que um contingente robusto de colegas “tories” (como são conhecidos os conservadores britânicos) critica é a forma como ela conduziu as negociações com a União Europeia (UE) para o “brexit”, o desligamento do Reino Unido do bloco continental.

O “divórcio” foi decidido em plebiscito realizado em junho de 2016 e deve se concretizar em 29 de março de 2019. Uma fase de transição que em grande parte mantém intacto o statu quo da relação vai até o fim de 2020 (com possibilidade de extensão).

Para a ala que defende uma ruptura mais radical com a UE, May se apequenou nas conversas com seus homólogos europeus e, com isso, o Reino Unido continuará submetido a normas e legislações coletivas das quais o voto majoritário no “leave” (sair) pretendia libertá-lo.

O principal ponto de atrito é o dispositivo que prevê a instauração temporária de uma zona aduaneira reunindo UE e Reino Unido após o “brexit”, caso não seja encontrada outra solução para o não fechamento da fronteira entre a República da Irlanda (que faz parte do bloco europeu) e a Irlanda do Norte (integrante do Reino Unido).

O que todos querem é evitar reacender as disputas no Norte entre unionistas (pró-Londres) e nacionalistas (partidários de uma só e grande Irlanda), que deixaram alguns milhares de mortos e estão apaziguadas há 20 anos, desde a assinatura de um acordo entre as partes.

A facção mais eurocética do Partido Conservador, porém, teme que a zona tarifária comum vire um arranjo permanente, uma “armadilha” europeia visando a minar os diferenciais competitivos de um país então recém-“alforriado” do fardo legal, trabalhista e ambiental da UE. O grupo acha que Londres não saberá ou não terá meios de se desvencilhar da arapuca.

Antes da vitória desta quarta, Theresa May acumulou reveses nas últimas semanas. Quando anunciou a conclusão das conversas com a União Europeia, em meados de novembro, viu ao menos cinco de seus ministros abandonarem o barco por se negarem a defender os termos do texto acordado.

Com o documento logo referendado por líderes europeus, a primeira-ministra iniciou a “operação-charme” doméstica, mas a empreitada não surtiu efeito. Na segunda (10), véspera da votação do acordo pelo Parlamento britânico, antevendo uma derrota humilhante, o governo tirou o item da pauta legislativa.

Adiada a sessão parlamentar, May embarcou num “tour” europeu com escalas em Haia, Berlim e Bruxelas, esta sede da governança europeia. Queria mais garantias de que a união aduaneira seria um recurso extremo – e que, se eventualmente tivesse de ser utilizado, vigoraria por tempo curto, limitado.

Ouviu de todos os interlocutores que não havia margem para emendas aos textos aprovados (tanto o acordo para saída do Reino Unido quanto a mais sucinta declaração política sobre as linhas mestras da relação futura entre as partes). Cruzou de volta a Mancha sem ter o que oferecer ao coro de descontentes, que se avolumava.

Por Folhapress.

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