Conecte-se Conosco

Saúde

50% dos diabéticos morre devido a infarto ou AVC, diz pesquisa

Publicado

em

diabetes

Campanha da Sociedade Brasileira de Diabetes alerta sobre as consequências potencialmente fatais do diabetes.

De acordo com a International Diabetes Federation (IDF), 50% dos óbitos em pacientes diabéticos se devem a problemas cardiovasculares, como infarto e AVC. No entanto, somente 3% desses indivíduos temem as consequências cardíacas da doença, segundo uma pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Diabetes, em parceria com o Ibope Inteligência.

Para conscientizar a população sobre o problema, a SBD lançou a campanha Diabetes sem Complicações, veiculada nas redes sociais da instituição. Um vídeo informativo com o casal de artistas Flávia Alessandra e Otaviano Costa – os embaixadores da campanha — traz informações sobre os cuidados necessários para evitar o impacto nocivo do diabetes sobre os rins e o coração.

Até 40% dos indivíduos com diabetes desenvolvem problemas nos rins, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Além disso, esses pacientes apresentam um risco de duas a quatro vezes maior de morrer devido a uma doença cardiovascular, como infarto e AVC.

Metade dos pacientes, aproximadamente, não está ciente dessas potenciais consequências, cujo surgimento poderia ser prevenido ou, pelo menos, adiado com um controle adequado do diabetes, segundo revelou a pesquisa Diabetes sem Complicações, que acaba de ser realizada pela SBD, em parceria com o Ibope e com o apoio das farmacêuticas Boehringer Ingelheim e Eli Lilly.

O levantamento teve a participação de 600 internautas, sendo 145 pacientes com diabetes, de cidades como São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE). Os resultados demonstraram que as alterações cardiovasculares e renais, embora sejam potencialmente fatais, não estão entre as principais preocupações:

– Menos da metade dos entrevistados (42%) citou as doenças cardíacas como as consequências mais relevantes— e, mesmo entre os diabéticos, elas só foram mencionadas por 56%.

– O comprometimento dos rins também não está entre os temores mais frequentes. Ele foi destacado por, somente, 55% dos participantes e 72% dos diabéticos, especificamente.

– Quando questionados sobre o maior medo em relação ao diabetes, apenas 6% pontuaram “ter alguma doença renal”; 3%%, “ter alguma doença cardíaca”; e 21%, “morrer”. A maioria teme a amputação de algum membro (32%) e ficar cego (32%).

– 18% dos pacientes não sabem o tipo de diabetes que têm e 39% declararam sofrer do tipo I — porcentagem superior à estimativa de prevalência da SBD, que é de 5% a 10%.

– Mais de 1/4 dos entrevistados (28%) acreditam que o diabetes é uma doença exclusivamente de idosos, revelando desconhecimento sobre o fato de que ela pode acometer, inclusive, crianças e jovens.

Saúde

Como saber se você está bebendo água de menos ou em excesso?

Publicado

em

A hidratação adequada é essencial para o bom funcionamento do organismo, influenciando desde a digestão até a regulação da temperatura corporal. No entanto, muitas pessoas não sabem avaliar se estão consumindo a quantidade ideal de líquidos ao longo do dia.

A nutricionista Devon Wagner, em entrevista à Prevention, destaca que a ingestão adequada de água é fundamental para diversas funções do corpo, incluindo a digestão, a saúde da pele, o funcionamento dos rins e o equilíbrio da temperatura corporal.

Mas como identificar se você está hidratado corretamente? O médico Eric Adkins, também citado pela Prevention, recomenda observar a cor da urina como um dos principais indicadores de hidratação.

Urina amarela escura ou alaranjada: pode ser um sinal de desidratação, indicando que o corpo precisa de mais água para manter suas funções essenciais.

Urina muito clara ou transparente: pode indicar excesso de hidratação, o que pode levar à diluição de eletrólitos essenciais, como sódio e potássio.
Urina amarelo-claro ou palha: este é o tom ideal, sugerindo um nível adequado de hidratação.

Além da cor da urina, outros sinais de desidratação incluem fadiga, tontura, dores de cabeça, boca seca e pele ressecada. O consumo recomendado de água pode variar de pessoa para pessoa, mas a média diária para adultos gira em torno de dois a três litros, dependendo do clima, nível de atividade física e outros fatores individuais.

Para garantir uma hidratação adequada, especialistas recomendam beber água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede, e evitar o consumo excessivo de bebidas com cafeína ou açúcares, que podem comprometer o equilíbrio hídrico do corpo.

Foto Shutterstock

Por Notícias ao Minuto

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo

Saúde

Diabetes proporciona desenvolvimento de superbactérias, aponta pesquisa

Publicado

em

Os efeitos que a diabetes causa no organismo humano podem proporcionar o desenvolvimento mais rápido de bactérias super resistentes a antibióticos, sugere pesquisa publicada na última quarta-feira (12). A conclusão é um indicativo da importância do tratamento dessa condição crônica, além de acender um alerta para entender se outras doenças também podem causar efeito parecido nas bactérias.

A bactéria analisada foi a Staphylococcus aureus. Ela representa um grande risco no problema de saúde global de bactérias super resistentes a antibióticos. Além disso, esse patógeno afeta especialmente pessoas com diabetes, já que causa contínuas infecções na pele e tecidos moles desses pacientes. Depois disso, o patógeno pode entrar na corrente sanguínea, levando a quadros mais graves e, potencialmente, ser fatal.

Para analisar a resistência dessa bactéria em um cenário de diabetes, os pesquisadores induziram a condição crônica em camundongos. Um segundo grupo de animais foi mantido sem o distúrbio associado à insulina. Então, os cientistas realizaram testes com a bactéria nesses animais e os antibióticos, mas eles tiveram uma surpresa.

Segundo Brian Conlon, professor associado na Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, e um dos autores do estudo publicado na Science Advances, os pesquisadores não esperavam que houvesse uma evolução tão rápida da resistência.

“Esperávamos que os medicamentos funcionassem de forma diferente, com certeza, mas esperávamos mais no nível de eficácia, não no nível de evolução da resistência [aos antibióticos]. Então isso foi uma surpresa”, diz Conlon.

A ideia da pesquisa partiu do interesse em entender por que antibióticos às vezes não funcionam adequadamente. O pesquisador explica que a taxa de mortalidade associada às bactérias Staphylococcus é de 20% mesmo com a existência de antibióticos para esse patógeno.

Conlon trabalha nessa área de estudo, analisando a falha no tratamento de antibióticos, para possivelmente encontrar formas de melhorar esses remédios. “Há coisas no corpo humano que fazem os antibióticos funcionarem razoavelmente bem. Gostamos de olhar para isso como uma oportunidade para talvez modular a resposta imune e fazer os medicamentos funcionarem melhor”, explica.

Testes e mais testes foram feitos para averiguar os resultados iniciais. Eles continuavam o mesmo: o principal problema não era que a diabetes proporcionou uma falha no efeito dos antibióticos, mas sim que essa condição aumentava as chances de desenvolvimento de bactérias superresistentes.

Dois fatores explicam essa conclusão da pesquisa. O primeiro deles é a falta de controle imunológico em pacientes com doenças como diabetes. Nesse cenário, a proliferação do patógeno é mais rápida, proporcionando um maior risco do aparecimento de bactérias superresistentes.

Mas isso não explica especificamente o caso da diabetes. “Uma vez que esse mutante resistente [aos medicamentos] é visto em um diabético, ele simplesmente cresce como um incêndio sob pressão antibiótica e assume toda a infecção. Enquanto que, em um ambiente de infecção normal, eles não se expandem nem perto da velocidade que eles fazem em diabéticos”, afirma Conlon.

Por isso, os pesquisadores trabalharam mais em cima dos resultados iniciais e observaram o segundo fator que explica o imbróglio: a glicose. A substância é importante para o rápido desenvolvimento desses patógenos no organismo humano.

Por isso, em pessoas com diabetes, a disponibilidade de glicose por conta da condição crônica tende a ser maior, principalmente sem o tratamento adequado. Desse modo, a doença também aumenta as chances do proliferação das bactérias resistentes. Essa premissa é ainda mais relevante no caso da Staphylococcus aureus.

“Staphylococcus ama glicose. Durante a infecção, ele realmente luta com o hospedeiro pela glicose […] e quer colocar em suas mãos o máximo de glicose possível, mas nem sempre está disponível. O hospedeiro sequestra a glicose muito bem às vezes. Mas em um diabético, isso não é possível”, explica Conlon.

O pesquisador afirma que a conclusão do estudo mostra a importância de se olhar para doenças crônicas, como HIV, a fim de entender se elas também proporcionam um ambiente proliferador de bactérias super resistentes. No caso dele e de seus cole

Foto Shutterstock

Por Folhapress

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo

Saúde

Como aliviar os sintomas de uma infecção urinária: dicas de especialista

Publicado

em

As infecções urinárias são conhecidas pelos sintomas desconfortáveis e, muitas vezes, debilitantes, como dores intensas. “É um tipo de dor intrusiva e difícil de ignorar”, explica a médica Anne Ackerman, citada pela Self. Segundo a especialista, essas infecções ocorrem quando bactérias entram no trato urinário pela uretra, podendo atingir a bexiga.

O tratamento geralmente inclui antibióticos, mas é possível aliviar os sintomas com outras medidas. Confira as recomendações de especialistas:

Dicas para aliviar os sintomas da infecção urinária

Tome um analgésico de venda livre

A urologista E. Ann Gormley sugere o uso de medicamentos como ibuprofeno, que ajudam a reduzir a inflamação e a dor.

Hidrate-se bastante
Beber muita água é essencial. Segundo a médica Kecia Gaither, isso ajuda a eliminar as bactérias da bexiga e a diluir a urina, aliviando o desconforto.

Use sacos de água quente
Colocar um saco de água quente sobre a área dolorida pode ajudar a relaxar os músculos e minimizar a dor, recomenda Anne Ackerman. Outra opção é tomar um banho quente de imersão para aliviar o desconforto.

Pratique meditação e exercícios de respiração
Técnicas de relaxamento podem ser eficazes no manejo da dor crônica associada às infecções urinárias.

Cuidados adicionais

Se você estiver enfrentando sintomas de infecção urinária, não deixe de procurar orientação médica. O diagnóstico correto e o tratamento adequado são essenciais para evitar complicações.

Foto  Shutterstock

Por Notícias ao Minuto

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo
Propaganda

Trending