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Após saber de propinas, Datena desiste de disputar Prefeitura e vai sair do PP

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“Não posso permanecer em um partido que tomou mais de R$ 300 milhões da Petrobras”, afirmou o jornalista.

O apresentador de rádio e TV José Luiz Datena, que havia sido anunciado como pré-candidato a prefeito de São Paulo pelo PP nas eleições municipais deste ano, afirmou que desistiu da disputa na manhã desta segunda-feira (18).

Durante o seu programa na rádio Bradesco Esportes FM, que pertence ao grupo Bandeirantes, Datena anunciou que não disputará a eleição municipal de 2016 e deixará o PP, partido ao qual se filiou no ano passado.

De acordo com a Folha de S. Paulo, um dos motivos para a decisão foi a descoberta de uma denúncia contra o partido. “Não posso permanecer em um partido que tomou mais de R$ 300 milhões da Petrobras”, destacou Datena.

O apresentador se referia a informações divulgadas neste domingo (17) com acusações contra o PP. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, declarou que o esquema de corrupção sustentado pelo PP na Petrobras, desviou R$ 357,9 milhões dos cofres da estatal, entre 2006 e 2014 –161 atos de corrupção em 34 contratos, 123 aditivos contratuais e quatro transações extrajudiciais.

“Desisti por causa das novas denúncias de corrupção ligando o partido a que me filiei com o objetivo de específico de me candidatar. Lembrei do que meus pais diziam: ‘Dizem com quem andas e te direi quem és'”, disse Datena ao UOL depois do programa.

A publicação destaca ainda que o PP e seus integrantes já eram investigados pela operação Lava Jato antes do apresentador se filiar ao partido.

Além disso, Datena citou outro motivo para justificar sua decisão. A suposta realização de eleições prévias dentro do PP para definir o nome do candidato a prefeito do partido. A jornalista Mônica Bérgamo havia refereido em sua coluna na Folha, que o jornalista teria de disputar com o ex-prefeito da capital Paulo Maluf a indicação. “Jamais disputaria uma prévia eleitoral com [Paulo] Maluf. Preferia uma disputa com o Marcola [um dos líderes do PCC].”

“Acreditei que seria possível ajudar a cidade, mas o cenário político só piora, com denúncias cada vez mais cabeludas. Ele [Maluf] é o candidato ideal para o momento de hoje”, disse Datena ao UOL.

O jornalista afirmou que já comunicou as decisões de desistir da pré-candidatura e de se desfiliar ao deputado estadual Delegado Olim, seu amigo, cotado para ser o vice na chapa. Só faltava avisar o deputado federal Guilherme Mussi, presidente do diretório estadual do PP, com quem Datena deve conversar ainda nesta segunda.

Brasil

Natura diz estar em ‘negociações avançadas’ para fechar acordo de compra da Avon

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A Natura afirmou nesta quarta-feira (22) estar “em discussões avançadas” com a Avon, após a imprensa internacional ter noticiado que a companhia brasileira fechou acordo para comprar o controle do grupo norte-americano.

Em comunicado ao mercado, a Natura confirmou que o acordo envolve a “aquisição de Avon” e que a operação em negociação envolve troca de ações que “resultaria na combinação de seus negócios, operações e das bases acionárias” das duas empresas.

Segundo publicou o Financial Times nesta quarta-feira, citando fontes próximas do assunto, a Natura vai comprar a Avon em um acordo todo em ações que avalia o grupo norte-americano em mais de US$ 2 bilhões.

A Reuters já havia publicado na semana passada que a Natura estava perto de fechar acordo para a aquisição da rival.

De acordo com o Financial Times, a Natura vai controlar cerca de 76% do grupo combinado e o restante será detido pelos acionistas da Avon.

O valor de mercado da multinacional listada na bolsa de Nova York é de US$ 1,42 bilhão. Com a notícia, as ações da Avon sobem mais de 16% em Wall Street, destaca o Valor Online. Somente neste ano, as ações avançaram 110%.

Complexidade ao modelo de negócios

Segundo analistas do BTG Pactual, a transação vai adicionar complexidade ao modelo de negócios da Natura, uma vez que a empresa já está enfrentando a recuperação dos negócios da The Body Shop, destaca a agência Reuters.

Apesar disso, os analistas Luiz Guanais e Gabriel Savi, do BTG, afirmaram que dada a similaridade dos modelos de negócios de ambas as empresas, altamente expostos a venda direta, “sinergias potenciais podem surgir”.

“Assumindo um valor implícito de mercado da Avon de US$ 2 bilhões, isso poderia implicar em um prêmio de 70% sobre o fechamento das ações da Avon na véspera, o que resultaria em um valor de R$ 21,5 bilhões para a Natura e uma participação de 28% dos acionistas da Avon na nova companhia combinada”, escreveram os analistas do BTG em nota a clientes.

Já Henara Matache, analista do Brasil Plural, também vê “uma série de desafios relacionados ao apelo da marca Avon e às suas operações logísticas”, já que a companhia norte-americana “passou por tempos difíceis em todos os seus principais mercados e pode precisar de investimentos para revitalizar suas operações em todo o mundo, ao mesmo tempo em que a Natura têm que manter o seu plano de reestruturação em curso para a marca The Body Shop”.

Apesar disso, Matache afirmou em nota a clientes que as sinergias que podem resultar da combinação das duas empresas “devem superar o lado negativo dos investimentos necessários e contribuir diretamente com o objetivo maior da companhia de se tornar uma marca verdadeiramente global”. Por G1

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Anac é contrária à mudança de norma sobre arma em voos

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A agência informou que atualmente segue os padrões estipulados internacionalmente sobre o assunto

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) se posicionaram de forma contrária à mudança nas regras relativas ao embarque de pessoas armadas nos aviões.

De acordo com o decreto, passa a ser de responsabilidade dos Ministérios da Defesa e da Justiça estabelecer as normas de segurança para controlar o embarque de passageiros armados – o que pode resultar em novas normas e permissões para o porte de armas nos voos. Hoje, a atribuição é da Anac.

A agência informou que atualmente segue os padrões estipulados internacionalmente sobre o assunto. As regras atuais da Anac estabelecem que o embarque de passageiro portando arma de fogo se restringe a agentes públicos que, cumulativamente, possuam porte de arma por razão do ofício e necessitem comprovadamente ter acesso a ela.

A necessidade de acesso à arma só se justifica em casos de escolta de autoridade, passageiro custodiado ou se uma operação for prejudicada se arma e munições forem despachadas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Estadão Conteúdo

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Decreto de Bolsonaro que regulamenta uso e porte de armas no país libera compra de fuzil por qualquer cidadão

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Documento permite que as pessoas consigam comprar arma produzida pela Taurus. Fuzil T4 foi criado em 2017 e se enquadra em novas especificações.
O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro que regulamenta o porte e posse de armas no país permitirá a qualquer cidadão comprar um fuzil.

A compra do fuzil passou a ser possível a partir da nova classificação estabelecida pelos responsáveis pelo decreto. No documento, se aumenta em até quatro vezes o valor do poder de fogo de armas que podem ser adquiridas pelos civis.

A nova classificação inclui o fuzil T4, arma usada por forças táticas militares e produzida no Brasil pela empresa Taurus.

A Taurus confirmou ao Jornal Nacional que só espera a regulamentação do decreto para vender o T4 para civis. A empresa diz que já tem uma fila de duas mil pessoas querendo comprar o armamento na versão semiautomática. E que as armas poderiam ser entregues em até três dias depois da compra.

De acordo com o decreto, a arma poderá ser comprada por qualquer brasileiro.

Isso vai ser possível porque o decreto do governo federal, com novas regras para a posse e porte de armas no Brasil, mudou a classificação do armamento que passa a ser de uso permitido.

“O T4 é um fuzil de assalto, de uso militar policial. A versão que vai estar disponível para o civil não tem essa opção de rajada. É tiro a tiro. E essa, sim, se o cidadão cumprir todos os quesitos legais vai poder ter um desse em casa”, explicou Benê Barbosa, especialista em armas e integrante do Movimento Brasil Livre.

A medição do poder de fogo de uma arma é feita pela quantidade de energia liberada no momento do disparo, a energia cinética.

Até antes da assinatura do decreto, os brasileiros só podiam comprar armas com energia cinética até 407 joules. Isso se refere a revólveres, de calibres 32 e 38, e pistolas de calibre 380.

O decreto sobe o limite para o uso de armas com 1.620 joules, ou seja, quatro vezes mais do que é estabelecido atualmente.

O T4, fabricado no Brasil, de calibre 5.56, tem força cinética de 1.320 joules.

Com isso, passam a ser permitidas pistolas de calibre ponto 40 — hoje autorizadas apenas para forças policiais —, as pistolas nove milímetros (de uso de policiais federais) e de calibre 45 (empregado pelos militares do Exército).

Armas autorizadas antes do decreto

  • Revólveres, de calibre 32 e 38
  • Pistolas de calibre 380

Armas liberadas com o decreto

  • Pistola de calibre ponto 40
  • Pistola nove milímetros
  • Pistola de calibre 45
  • Carabinas semiautomáticas
  • Fuzil T4

O Jornal Nacional pediu, desde sexta-feira (17), uma posição ao Ministério da Defesa e ao Palácio do Planalto.

O Ministério da Defesa não se pronunciou. Às 18h46 desta segunda-feira (20), o ministério pediu que a reportagem procurasse a Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC), organização militar do Exército que fiscaliza a produção e o comércio de material bélico.

Até o momento, não houve resposta.

No sábado (18), o Palácio do Planalto informou em nota que o fuzil é de uso restrito e, por isso, o cidadão não consegue comprá-lo.

Decreto questionado na Justiça

O jurista e especialista em armas Fabrício Rebelo afirma que o decreto permite a venda do fuzil para o cidadão comum.

“Por esses critérios que estão agora trazidos no decreto, esse fuzil, em sua configuração semiautomática, está enquadrado de acordo com as informações do próprio fabricante, que é quem informa a energia produzida pelo disparo, ele está enquadrado como de uso permitido”, explicou.

O decreto das armas está em vigor desde o início de maio. Ainda não há um cronograma para regulamentação, mas, desde que foi anunciado, o decreto dividiu opiniões.

O Ministério Público Federal, em Brasília, pediu a suspensão do decreto. Atualmente, existem três ações contra o decreto na Justiça Federal e três no Supremo Tribunal Federal (STF).

Grupos que defendem o uso de armas pela população aprovam a venda de fuzil para civis.

“O criminoso nunca teve nenhum problema em adquirir nenhum tipo de arma e nenhum tipo de calibre, ou seja, ele não sofria nenhum tipo de restrição. O cidadão e até mesmo o policial, esse sim sempre sofreu esse tipo de restrição, porque ele não tinha acesso ao armamento condizente com o armamento que o criminoso tem acesso. Então, eu acho extremamente positivo por essa equiparação de forças”, analisa Benê Barbosa.

O coordenador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) diz que a venda de fuzil é um problema grave para a segurança pública.

“A venda de fuzis para população civil é uma medida extrema, que não existe em quase nenhum país no mundo, com exceção dos Estados Unidos, que representa um risco para a população na medida em que essas armas têm maior poder de destruição. Vai inclusive na contramão dos esforços feitos durante muito tempo para tentar retirar os fuzis das ruas brasileiras”, comenta Ignácio Cano.

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