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Assembleia Geral da ONU marcada pela Covid, o clima e tensões diplomáicas

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Começa nesta terça-feira uma Assembleia Geral da ONU que será marcada pela pandemia da Covid-19, a mudança climática e as tensões diplomáticas dos Estados Unidos com a França e a China. Diferentemente do ano passado, o evento é celebrado de forma híbrida, presencial e remota. Apesar de as autoridades sanitárias de Nova York terem dito que o encontro estava sujeito às regras para espaços fechados, o titular da Assembleia Geral, Abdulla Shahid, disse depois que para participar bastava declarar não ser portador do vírus.

Seguindo a tradição, o primeiro a falar será o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro. Também foi anunciada a presença no evento dos presidentes de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e da Venezuela, Nicolás Maduro, apesar de Washington oferecer uma recompensa de 15 milhões de dólares por sua captura por acusações de terrorismo e tráfico de drogas.

Foto: POOL/Getty Images/AFP

Por Diário de Pernambuco

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Arábia Saudita resiste aos apelos para cortar investimentos em petróleo

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Tal movimento poderia exacerbar o atual aumento dos preços da energia

A Arábia Saudita está pressionando outros produtores de petróleo a apresentarem uma frente unida nas negociações climáticas, que começam no final deste mês, e se opor aos crescentes pedidos de redução do investimento em combustíveis fósseis. Tal movimento poderia exacerbar o atual aumento dos preços da energia.

Os sauditas, junto com os principais aliados produtores de petróleo, incluindo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+), está argumentando publicamente que qualquer pedido de redução de investimentos em novos desenvolvimentos de petróleo e gás natural, endossado na cúpula do clima das Nações Unidas, que começa em 31 de outubro na Escócia, pode levar a preços mais altos e aumentar a diferença entre países ricos e pobres.

Os países produtores de petróleo emergiram como um grupo formidável que está resistindo ao que eles descrevem como uma pressão irrealista das nações ricas para limitar o investimento em combustíveis fósseis como forma de reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

A Agência Internacional de Energia (IEA, da sigla em inglês), um grupo que monitora as questões de energia e cujos membros incluem grande parte do mundo desenvolvido, disse em maio que os governos e as empresas deveriam parar imediatamente de investir no desenvolvimento de petróleo e gás se o mundo quiser alcançar emissões de carbono zero até 2050.

Por Estadão Conteúdo

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Rainha Elizabeth retoma atividades após passar noite no hospital

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A rainha Elizabeth 2ª, 95, passou a noite entre quarta (20) e quinta-feira (21) hospitalizada, mas já retornou ao Castelo de Windsor nesta quinta e está em bom estado, disse o Palácio de Buckingham, em nota.

“Seguindo recomendação médica para repousar por alguns dias, a rainha foi ao hospital na tarde desta quarta para exames preliminares e retornou ao Castelo de Windsor no horário do almoço de hoje [quinta], e está em bom estado”, diz o texto do palácio.

Uma pessoa próxima à monarquia ouvida pela agência de notícias Reuters disse que a rainha ficou no hospital por questões práticas e que sua equipe médica adotou uma abordagem cautelosa. Ela já retornou ao trabalho na tarde desta quinta, assumindo atividades leves.

Devido à recomendação médica, Elizabeth 2ª cancelou uma viagem oficial à Irlanda do Norte, nesta quarta, onde estava previsto um encontro com a população, incluindo alunos da escola de Hillsborough, que recentemente foi oficialmente renomeada para Hillsborough Real, segundo o jornal britânico The Guardian.

A rainha também planejava participar de uma missa em Armagh nesta quinta para celebrar o centenário da fundação da Irlanda do Norte.

A saúde de Elizabeth 2ª tem chamado a atenção da mídia local recentemente. Na última semana, ela foi vista usando uma bengala pela primeira vez em um grande evento público ao participar de celebração do centenário da Legião Real Britânica.

Anteriormente, ela havia usado o item de apoio em 2003 e 2004 após uma operação no joelho, mas esta foi a primeira vez que utilizou para seu conforto e não por um motivo médico específico. No entanto, como o evento foi realizado na Abadia de Westminster, acredita-se o terreno irregular na área externa do edifício pode ter colaborado para a decisão.

Além disso, a equipe médica de Elizabeth 2ª recomendeu que ela deixasse de ingerir álcool diariamente, segundo a revista Vanity Fair. Segundo a publicação, a rainha gosta de beber, quase todas as noites, um dry martini. O conselho faria parte da prepraração do Jubileu de Platina, no ano que vem, quando ela completa 70 anos no trono.

Apesar das preocupações e da idade, a rainha recusou o título de “Oldie of the Year” (velho do ano), concedido por uma revista do Reino Unido a membros das gerações mais velhas que contribuíram com a sociedade.

“A majestade acredita que uma pessoa é tão velha quanto se sente, assim como acredita que não atende aos critérios para aceitar [o prêmio] e espera que se encontre um destinatário mais digno”, escreveu Tom Laing-Baker, secretário da rainha, em carta ao escritor Gyles Brandreth, que preside a premiação.

A revista The Oldie organiza o prêmio há 29 anos e já concedeu o título ao marido de Elizabeth 2ª, o príncipe Philip, morto em abril, aos 99 anos.

Por;Notícia ao Minuto

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Boris Johnson é acusado de negligência por aumento de casos da Covid

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Só nesta semana, o Reino Unido registrou, por duas vezes, quase 50 mil novos casos diários de covid-19

O governo de Boris Johnson está sendo acusado pelo sindicato dos médicos do Reino Unido de ser “deliberadamente negligente” no combate de uma nova onda da pandemia de covid-19.

Só nesta semana, o Reino Unido registrou, por duas vezes, quase 50 mil novos casos diários de covid-19, superando a situação na maior parte da Europa. Após o governo suspender quase todas as restrições contra a disseminação do coronavírus, as taxas de hospitalizações e mortes não diminuem substancialmente desde o verão.

“O governo tirou o pé do freio, dando a impressão de que a pandemia ficou para trás e que a vida voltou ao normal”, disse a Associação Médica Britânica (BMA, na sigla em inglês).

“É uma negligência intencional do governo de Westminster não tomar qualquer ação adicional para reduzir a propagação da infecção, como o uso obrigatório de máscara, distanciamento físico e requisitos de ventilação em ambientes de alto risco, particularmente em espaços internos lotados”, diz o documento. “Essas são medidas que são a norma em muitas outras nações.”
Projeção de 100 mil casos diários no inverno

De acordo com a CNN, o secretário de Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, admitiu na quarta-feira (20) que os casos diários podem chegar a 100 mil neste inverno, mas disse que o governo não implementaria suas medidas do Plano B “neste momento”.

“Graças ao programa de vacinação, sim, a ligação entre casos e hospitalizações e mortes enfraqueceu significativamente. Mas não está interrompida”, disse Javid em entrevista coletiva. “Esta pandemia não acabou”, acrescentou.

O Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) também divulgou um alerta, sobre o aumento de casos de covid-19 no Reino Unido. Quase 140 mil pessoas morreram vítimas do coronavírus no país, o pior número de mortos na Europa Ocidental e o oitavo maior globalmente.

Volta de restrições

Um alto funcionário do Departamento de Saúde britânico pediu nesta quarta o retorno de algumas restrições contra a covid-19 no país, como o uso de máscaras em espaços fechados, após o aumento de contágios, hospitalizações e mortes, uma opção descartada no momento pelo governo Boris Johnson.

“Já estamos em uma situação na qual as coisas provavelmente devem piorar em duas ou três semanas. Por isso, nós temos que agir de maneira imediata”, declarou ao canal Sky News Matthew Taylor, diretor da NHS.

Se o país não adotar medidas, insistiu, a pressão sobre o sistema de saúde aumentará com a chegada do inverno, um período considerado tenso para os hospitais mesmo antes da pandemia.

Por Folhapress

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