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Belmonte: Assista a Sessão da CMSJB desqta quinta-feira(18) onde houve a eleição da nova mesa diretora

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Assista a Sessão da Câmara municipal de São José do Belmonte-PE, realizada na noite desta quinta-feira(18), onde houve a eleição da nova mesa diretora para o biênio 2019/2020.

Na ocasião o vereador Zeca do Carmo foi eleito o novo presidente da casa legislativa.

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Mundo

Taxa de suicídios entre crianças e jovens de 10 a 24 anos cresce pelo décimo ano consecutivo nos EUA

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Desde o início da década, o suicídio tira mais vidas nessa faixa etária do que o homicídio entre a população dos Estados Unidos; especialistas brasileiras dizem que geração atual de jovens é mais solitária e menos resiliente.

Após dez anos consecutivos de alta, a taxa de mortalidade por suicídio nos Estados Unidos, considerando a faixa etária que abrange desde as crianças de 10 anos até os jovens de 24, ultrapassou pela primeira vez a marca dos dois dígitos. Em 2017, o país registrou 10,6 suicídios a cada 100 mil habitantes. Em comparação, a taxa de homicídios caiu após dois anos de alta, e ficou em 7,9 por 100 mil habitantes.

Naquele ano, 6.769 moradores dos EUA nessa faixa etária tiraram suas vidas – 517 deles tinham entre 10 e 14 anos. Os dados foram publicados nesta semana pelo Centro Nacional de Estatísticas da Saúde (NCHS, na sigla em inglês).

No Brasil, os dados mais recentes são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que estima que, em 2018, 11.314 pessoas de todas as idades cometeram suicídio. A taxa média nacional é de 5,4 a cada 100 mil habitantes. Considerando a população mais nova, entre 2000 e 2012 o aumento foi de 65% entre pré-adolescentes de 10 a 14 anos e de 45% entre adolescentes de 15 a 19. O Ministério da Saúde estimou que, em 2016, o país tenha registrado um caso de suicídio a cada 46 minutos.

Suicídio x homicídio

O estudo com dados específicos dos Estados Unidos foi feito pelas pesquisadoras Sally C. Curtin e Melonie Heron, da Divisão de Estatísticas Vitais do NCHS. Segundo elas, “a taxa de suicídio entre pessoas de 10 a 24 anos ficou estável entre 2000 e 2007, e depois aumentou 56% entre 2007 e 2017“, de 6,8 para 10,6 a cada 100 mil habitantes.

Os dados foram analisados também entre os três grupos que compõem essa parcela demográfica: as crianças e pré-adolescentes de 10 a 14 anos, os adolescentes de 15 a 19 anos e os jovens de 20 a 24 anos.

As pesquisadoras ressaltaram que as taxas de suicídio são mais altas que as de homicídios em todos os três grupos dentro dessa faixa etária, e é atualmente a segunda causa de morte mais frequente em todos eles.

No caso dos adolescentes e dos jovens, o homicídio está em terceiro lugar na lista de motivos que mais matam. Já entre as crianças de até 14 anos, a taxa de homicídios caiu 18% desde 2000, e atualmente é a quinta principal causa de morte – as demais causas de morte são, por exemplo, as doenças ou acidentes. Em 2017, 178 pessoas com idade entre 10 e 14 anos foram vítimas de homicídio no país.

Geração da solidão

Segundo especialistas brasileiras em suicidologia consultadas pelo G1, os números não são necessariamente surpreendentes porque acompanham uma tendência de vários anos.

“[O número] não surpreende, mas ele choca, de a gente poder pensar por que crianças dessa idade estão pensando em morrer”, afirmou Karen Scavacini, cofundadora do Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção do Suicídio.

O fato de que a taxa de homicídio seja mais baixa entre as crianças, ou esteja em declínio em um país desenvolvido como os Estados Unidos, também segue uma tendência já esperada – a violência urbana costuma ser mais alta entre adolescentes e jovens, por exemplo.

A psicóloga Karina Okajima Fukumitsu, especialista em prevenção e posvenção ao suicídio, explica que, “quando queremos compreender os processos destrutivos, devemos atentar para a direção da agressividade, ou seja, quando a agressividade se volta contra si, o suicídio acontece. E, quando a agressividade se volta para fora, os homicídios acontecem”.

Se essa autodestruição afeta as gerações mais jovens, Karina diz que isso vai no contrafluxo do desenvolvimento humano. “A gente pensa que a criança e o adolescente seriam o futuro da nação, como a gente normalmente fala. O suicídio é uma morte que afronta o instinto de sobrevivência que teoricamente um adolescente poderia ter.”

As especialistas dizem que o suicídio é um fenômeno influenciado por uma série de fatores, e por isso não é simples reduzi-lo a uma única explicação. Porém, no caso da geração atual de crianças, adolescentes e jovens adultos, alguns fatores poddem ser o isolamento e falta de vínculos sociais, o uso excessivo e negativo da tecnologia e o preconceito que a saúde mental ainda sofre na sociedade, refletido também na falta de políticas públicas.

No caso dos adolescentes e jovens, o uso abusivo de álcool e drogas também é citado, pois eles podem potencializar transtornos mentais.

“Não posso generalizar para todos os jovens, mas, se a gente olhar essa geração como um todo, tem muitos jovens que não veem sentido em viver”, afirmou Karen Scavacini, do Vita Alere. “Isso é muito grave, eles não entendem o porquê de a gente precisar passar por tristeza, porque a gente passa por coisas difíceis, e não têm esperança de que possa mudar.”

Karina Fukumitsu, que neste ano colaborou na elaboração da “Campanha nacional de prevenção ao suicídio e à automutilação de crianças, adolescentes e jovens”, do governo federal, diz que é “imprescindível” ampliar a conscientização para o problema de saúde pública e das redes de cuidados a vários grupos de pessoas. Não só as que tentam suicídio, mas também “aos sobreviventes, enlutados pelos suicídios e às pessoas que apresentam comportamento autolesivo”, com planos de intervenção nos núcleos de assistência.

Para ampliar o número de profissionais qualificados para lidar com o fenômeno do suicídio, as duas especialistas lançaram, neste ano, os dois primeiros cursos de especialização em prevenção ao suicídio no Brasil.

Ligação gratuita

O CVV é uma associação civil sem fins lucrativos que trabalha com prevenção ao suicídio, por meio de voluntários que dão apoio emocional a todas as pessoas que querem e precisam conversar. Eles recebem treinamento adequado e não precisam ter formação em psicologia. Todas as ligações são sigilosas.

As ligações de prevenção de suicídio feitas para o Centro de Valorização da Vida (CVV), por meio do número 188, passaram a ser gratuitas para todo o Brasil desde 2018, após assinatura de um convênio com o Ministério da Saúde.

Por Ana Carolina Moreno, G1

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Poupança ‘antiga’ rende 6,17% e bate outros investimentos conservadores

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A caderneta de poupança “velha” vale para quem mantém o dinheiro aplicado desde antes de 3 de maio de 2012

Em um mundo com Tesouro Direto, CDB, LCA, LCI, CRA, CRI e toda essa sopa de letrinhas, a concorrência ficou dura para a “vovozinha” dos investimentos conservadores, a caderneta de poupança. Para quem tem dinheiro aplicado na poupança e ainda está sujeito às regras antigas do investimento – que mudaram há pouco mais de sete anos -, o produto está ficando cada vez mais atraente nesse momento de cortes na Selic, a taxa básica de juros.

A caderneta de poupança “velha” vale para quem mantém o dinheiro aplicado desde antes de 3 de maio de 2012, quando passaram a valer as novas regras de rentabilidade. A mudança entrou em vigor para proteger os demais títulos e fundos, como o Tesouro Direto, todos indexados à Selic.

A poupança até então trilhava caminho próprio, com margem fixa de 0,5% ao mês, acrescida da Taxa Referencial (TR). Após as mudanças, todas as vezes que os juros básicos caíssem abaixo de 8,5% ao ano, o retorno ficaria em 70% da Selic, mais TR.

Para se ter uma ideia do que é ter uma poupança velha na cesta de investimentos, a variação do Certificado de Depósito Interbancário (CDI) em 12 meses foi de 6,19% – só que o investidor precisa pagar ao menos 15% de IR no resgate. Já a caderneta antiga chegou a 6,17% no mesmo período, livres de tributos.

Na comparação com opções de renda fixa, ela paga o equivalente a um CDB com retorno líquido de 120% de CDI. A reportagem pesquisou os CDBs à venda na plataforma do Yubb e não achou nenhuma opção parecida. No site do Tesouro Direto, o IPCA + 2045, rende 6,2% ao ano, mas é preciso descontar 15% de IR no saque.

“Não existe em lugar nenhum um produto melhor do que a poupança velha nem no mercado nem aqui no banco”, afirma o diretor de investimentos do Itaú Unibanco, Cláudio Sanches. “Quem tem essa poupança, não deve se desfazer desse dinheiro”, afirma.

O Banco Central (BC) não informa quanto de dinheiro está hoje aplicado na poupança velha. Sanches, contudo, estima que a proporção gire em torno de 20%, ou cerca de R$ 165,4 bilhões. O saldo total da poupança hoje é de R$ 827 bilhões.

Para os especialistas, quem tem esse investimento sabe de seu potencial e não mexe nos recursos. “Aqui no Itaú, dos R$ 125 bilhões administrados da poupança, R$ 20 bilhões são de caderneta velha. São pessoas mais velhas, às vezes com valores altos. Eles não sacam esse dinheiro”, diz Sanches.

O advogado Fábio Hastenteufe, de Venâncio Aires (RS), tem 33 anos e é dono de uma dessas cadernetas antigas. Ele começou a poupança aos 4 anos, como presente dos pais. Sabe que todo e qualquer dinheiro que tirar de lá não terá o mesmo ganho na renda fixa. “Não quero colocar minha mão nesse dinheiro. É uma grande vantagem hoje em dia”, diz.

Caso Hastenteufe tivesse sacado o aplicação para realocar o valor em um CDB de 100% de CDI logo em 2012, hoje teria um retorno acumulado de 84,1% em juros compostos. Com a poupança, essa rentabilidade é de 65,04%.

No entanto, o planejador financeiro José Raymundo de Faria Júnior, da Planejar, diz que isso não vem ao caso. “Daqui pra frente a Selic vai cair mais, pode chegar a 4%, e a diferença da poupança velha para os outros produtos crescerá ainda mais.”

Investimento ‘pop’

Atualmente, a poupança nova, que é a caderneta aberta a todos os investidores atualmente, rende 3,85% ao ano, ou pouco mais do que a inflação, que está na casa dos 3,42% ao ano, segundo o último Boletim Focus do BC. A tendência é de queda constante nesse índice, já que se espera um novo corte da Selic no dia 30 de outubro.

“Como produto, existem atualmente no mercado, opções mais sofisticadas, tão seguras quanto a caderneta, que exigem um investimento inicial pequeno, mas que buscam uma rentabilidade melhor, e possuem liquidez imediata”, afirma a professora de economia da ESPM Paula Sauer.

A professora, no entanto, pondera para a importância da caderneta como porta de entrada para o universo dos investimentos. Segundo a Anbima, 8 entre 10 investidores são adeptos da poupança. “A caderneta, como ‘avó’ dos investimentos, criou em muitos brasileiros o bom hábito de poupar. Em outras palavras: deixar de consumir para guardar dinheiro.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

POR ESTADAO CONTEUDO

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Trio ganha Nobel de Economia 2019 por pesquisas que ajudam combate à pobreza

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Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer desenvolveram métodos que permitem ações mais eficazes para melhorar saúde infantil e o desempenho escolar.

O americano nascido na Índia Abhijit Banerjee, a franco-americana Esther Duflo e Michael Kremer, também dos Estados Unidos, foram premiados nesta segunda-feira (14) com o Nobel de Economia por seus trabalhos no combate à pobreza.

O trio foi premiado “por sua abordagem experimental para aliviar a pobreza global”, afirmou o júri. “As descobertas da pesquisa dos premiados melhoraram drasticamente nossa capacidade de combater a pobreza na prática”, acrescentou em comunicado a Academia Real de Ciências da Suécia

Os 3 são pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e da Universidade de Harvard, nos EUA.

Veja alguns dos destaques do Nobel de Economia 2019:

  • Esther Duflo, de 46 anos, é a 2ª mulher e a pessoa mais jovem a receber o Nobel de Economia;                                
  • Segundo a Academia, as pesquisas do trio mostram que o problema da pobreza pode ser mais facilmente enfrentado dividindo-o em questões menores e mais precisas em áreas como educação e saúde;                              
  • Como resultado direto de um dos estudos, mais de 5 milhões de crianças se beneficiaram na Índia de programas de aulas de reforço na escola;

As pesquisas premiadas

Segundo o juri, os estudos e novas abordagens desenvolvidas pelo trio permitiram, por exemplo, ações mais eficazes para melhorar a saúde infantil e o desempenho escolar, como reformas educacionais que adaptam o ensino às necessidades dos alunos.

“Como resultado direto de um de seus estudos, mais de 5 milhões de crianças indianas se beneficiaram de programas eficazes de aulas de reforço nas escolas. Outro exemplo são os pesados ​​subsídios para cuidados de saúde preventivos que foram introduzidos em muitos países”, afirmou o comitê do Nobel, destacando ainda que as pesquisas “têm um grande potencial para melhorar ainda mais a vida das pessoas em pior situação do mundo”.

Os pesquisadores mostraram, por exemplo, em seus experimentos que as pessoas mais pobres são extremamente sensíveis a uma elevação de preço nos gastos em cuidados de saúde preventivos. Em outra pesquisa, mostraram que as taxas de vacinação triplicaram nas aldeias que foram selecionados aleatoriamente para ter acesso a clínicas móveis.

“Os laureados mostraram como o problema da pobreza global pode ser resolvido dividindo-o em uma série de perguntas menores – mas mais precisas – nos níveis individual ou de grupo. Eles então respondem cada uma delas usando um experimento de campo especialmente projetado. Em apenas 20 anos, essa abordagem tem reformulou completamente a pesquisa no campo conhecido como economia do desenvolvimento”, explicou o comitê do Nobel.

Pobreza no mundo

“Apesar das recentes melhorias dramáticas, uma das questões mais urgentes da humanidade é a redução da pobreza global, em todas as suas formas”, afirmou o comitê do Nobel em comunicado, lembrando que mais de 700 milhões de pessoas ainda vivem com rendimentos extremamente baixos.

Quem são os premiados

Abhijit Banerjee
Nasceu em 1961 em Mumbai, na Índia. Em 1988, ele conseguiu o título de Ph.D. pela Universidade de Harvard, em Cambridge, nos Estados Unidos. Ele é professor de Economia da Ford Foundation no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos EUA.

Esther Duflo
Nasceu em 1972 em Paris, na França. Ela obteve o título de Ph.D. em 1999 do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos EUA. É a segunda mulher e a pessoa mais jovem a receber o Nobel de Economia.

Michael Kremer
Nasceu nos EUA, em 1964. Obteve o título de Ph.D em 1992 na Universidade de Harvard, nos EUA. É professor de Sociedades em Desenvolvimento na Universidade de Harvard, nos EUA.

Os 3 economistas compartilharão o prêmio de 9 milhões de coroas suecas, ou US$ 1 milhão (R$ 3,85 milhões).

O prêmio de Economia, oficialmente chamado de “Prêmio do Banco da Suécia em Ciências Econômicas em memória de Alfred Nobel”, foi criado em 1968. A homenagem não fazia parte do grupo original de cinco prêmios estabelecidos pelo testamento do industrialista sueco Alfred Nobel, criador da dinamite. Os outros prêmios Nobel (Medicina, Física, Química, Literatura e Paz) foram entregues pela primeira vem em 1901.

O Nobel de Economia é o último concedido este ano. Os prêmios de Medicina, Física, Química, Literatura e Paz foram anunciados na semana passada.

Vencedores do Nobel de 2019

Paz:Abiy: Ahmed Ali, primeiro-ministro da Etiópia, foi premiado por sua iniciativa decisiva para resolver o conflito de fronteira com a vizinha Eritreia, no leste da África

LiteraturaOlga Tokarczuk ganhou o prêmio referente ao ano de 2018, quando a academia cancelou a premiação após um escândalo sexual. Já Peter Handke levou o deste ano.

QuímicaJohn B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino foram premiados pelo desenvolvimento de baterias de íons de lítio.

FísicaJames Peebles, suíços Michel Mayor e Didier Queloz foram premiados por suas contribuições para a compreensão do universo e pela descoberta do primeiro planeta fora do Sistema Solar que orbita uma estrela semelhante ao Sol.

MedicinaWilliam Kaelin, Gregg Semenza e Sir Peter Ratcliffe ganharam o prêmio pelo estudo sobre como as células detectam e se adaptam à disponibilidade de oxigênio.

Últimos ganhadores do Nobel de Economia

2018: William D. Nordhaus e Paul M. Romer (EUA), por seus estudos sobre economia sustentável e crescimento econômico a longo prazo.

2017: Richard Thaler (Estados Unidos), por sua pesquisa sobre as consequências dos mecanismos psicológicos e sociais nas decisões dos consumidores e dos investidores.

2016: Oliver Hart (Reino Unido/Estados Unidos) e Bengt Holmström (Finlândia), por suas contribuições à teoria dos contratos.

2015: Angus Deaton (Reino Unido/Estados Unidos) por seus estudos sobre “o consumo, a pobreza e o bem-estar”.

2014: Jean Tirole (França), por sua “análise do poder do mercado e de sua regulação”.

2013: Eugene Fama, Lars Peter Hansen e Robert Shiller (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre os mercados financeiros.

2012: Lloyd Shapley e Alvin Roth (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre a melhor maneira de adequar a oferta e a demanda em um mercado, com aplicações nas doações de órgãos e na educação.

2011: Thomas Sargent e Christopher Sims (Estados Unidos), por trabalhos que permitem entender como acontecimentos imprevistos ou políticas programadas influenciam os indicadores macroeconômicos.

2010: Peter Diamond, Dale Mortensen (Estados Unidos) e Christopher Pissarides (Chipre/Reino Unido), um trio que melhorou a análise dos mercados nos quais a oferta e a demanda têm dificuldades para se acoplar, especialmente no mercado de trabalho.

2009: Elinor Ostrom e Oliver Williamson (Estados Unidos), por seus trabalhos separados que mostram que a empresa e as associações de usuários são às vezes mais eficazes que o mercado.

2008: Paul Krugman (Estados Unidos), por seus trabalhos sobre o comércio internacional.

Por Darlan Alvarenga, G1

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