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Mundo

Cerca de 30% dos infectados em países europeus foram hospitalizados

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Segundo o relatório do ECDC, o número de casos da covid-19 em toda a Europa “está aumentando rapidamente”.

Cerca de 30% das pessoas contagiadas até hoje pelo novo coronavírus nos países da União Europeia (UE), Islândia, Liechtenstein e Noruega foram hospitalizadas, das quais 4% apresentavam sinais de doença grave.

De acordo com um relatório divulgado hoje pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças (ECDC, na sigla inglesa), mais de 200 mil pessoas foram infectadas até hoje pela doença provocada por um novo coronavírus (SARS-CoV-2) na Europa. O número de mortes é acima de 10 mil.

Este total inclui os 27 estados-membros da UE, Islândia, Liechtenstein e Noruega – que integram o Espaço Econômico Europeu (EEE) -, além do Reino Unido.

O documento publicado sublinha que, de acordo com as informações disponíveis, “30% dos casos diagnosticados” da covid-19 nos países da UE/EEE “foram hospitalizados” – excluindo os casos registrados no Reino Unido.

O estudo acrescenta que, entre os países da UE/EEE, 4% dos casos confirmados de contágio pela doença covid-19 apresentavam sinais de “doença grave”.

Segundo o relatório do ECDC, o número de casos da covid-19 em toda a Europa “está aumentando rapidamente” e a seguir “uma trajetória semelhante à que foi observada em Hubei [a província chinesa onde foi descoberto o SARS-CoV-2]”, entre o final de janeiro e o início de fevereiro, e na Itália, entre o final de fevereiro e o início de março.

O Centro Europeu de Prevenção e Controle das Doenças dá também conta de que o risco de doença grave associada à covid-19 na Europa é “atualmente considerado moderado” para a generalidade da população e “muito alto” para pessoas mais velhas ou com doenças crônicas.

O risco de disseminação comunitária a nível nacional em todos estes países, durante as próximas semanas, também é considerado moderado, se houver medidas de mitigação da propagação da pandemia eficazes.

Contudo, a proliferação do novo coronavírus poderá ser “muito alta” se forem implementadas “medidas de mitigação insuficientes”.

Já o risco de a capacidade dos sistemas de saúde dos países europeus ser excedida é considerado alto.

O continente europeu, com cerca de 240.000 infectados, é aquele onde está surgindo atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 7.503 mortos em 74.386 casos registrados até hoje.

A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registrando 3.434, entre 47.610 casos de infecção.

Em Portugal, há 43 mortes, mais 10 do que na véspera (+30,3%), e 2.995 infecções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que registra 633 novos casos em relação a terça-feira (+26,8%).

Por Notícias ao Minuto

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Ajuda para aéreas será ‘próxima grande coisa’ nos EUA, diz Mnuchin

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O secretário ainda previu que a economia americana pode reabrir no final de maio, após paralisação para reduzir o contágio de coronavírus

Osecretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, revelou na manhã desta quinta-feira, 9, que um pacote de ajuda para empresas aéreas será a “próxima grande coisa” a ser lançada pelo governo dos Estados Unidos.

Em entrevista à emissora CNBC, Mnuchin comentou com otimismo o novo pacote de estímulos lançado nesta manhã em conjunto com o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que deve ampliar em mais US$ 2,3 trilhões a liquidez nos EUA.

Ainda assim, ressaltou que o governo deve precisar de mais dinheiro para apoiar as pequenas empresas.

O secretário ainda previu que a economia americana pode reabrir no final de maio, após paralisação para reduzir o contágio de coronavírus.

Por Folhapress

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Ciclone destruiu 70% das casas do arquipélago de Vanuatu

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ciclone Harold devastou cerca de 70% de todas as casas e edifícios da segunda cidade mais populosa de Vanuatu, Luganville, segundo a Cruz Vermelha local. Ainda não foram registrados mortos ou feridos porque as comunicações ainda estão cortadas nas 83 ilhas do arquipélago de Vanuatu, país do Oceano Pacífico com cerca de 276.000 habitantes.

Após a passagem na segunda-feira do ciclone de nível 5, a categoria mais alta, com rajadas de vento até 235 quilômetros por hora, as autoridades começaram a realizar voos de reconhecimento sobre as áreas mais afetadas e tiraram imagens da destruição causada pelo fenômeno natural.

“Muitas casas e plantações foram destruídas e muitas pessoas perderam tudo”, disse a secretária-geral da Cruz Vermelha de Vanuatu, Jacqueline de Gaillande.

As autoridades locais também alertaram que os efeitos do ciclone podem comprometer as medidas implementadas para prevenir infecções da covid-19, naquele que ainda é um dos poucos países do mundo no qual ainda não foi registrado qualquer caso.

O ciclone Harold também deixou um rasto de destruição e causou inundações na quarta-feira nas Fiji, onde mil pessoas estão em abrigos instalados pelo Governo.

O ciclone dirige-se agora para Tonga, mas a sua categoria deverá ser mais baixa.

Na semana passada, o ciclone Harold causou 27 mortos nas Ilhas Salomão, na sequência de um naufrágio de um navio de passageiros.  (POR NOTÍCIAS AO MINUTO)

 

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Sanders desiste da corrida democrata; Biden deve enfrentar Trump

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Biden deve enfrentar Trump na eleição presidencial norte-americana

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O senador Bernie Sanders, 78, anunciou nesta quarta (8) que desistiu de tentar ser o candidato democrata nas eleições presidenciais dos EUA de 2020.

A decisão veio após mais uma derrota, desta vez nas primárias de Wisconsin. Sanders perdeu para Joe Biden, que deve ser o rival de Donald Trump na votação de novembro.

Sanders foi o último competidor de peso a desistir em uma corrida que começou com mais de 20 nomes, no ano passado.Ele apostou na imagem de nome de fora do sistema -embora atue na política desde os anos 1980. Sua principal bandeira é a redução da desigualdade social. Ele defende posições consideradas radicais nos EUA, como que o Estado ofereça educação e saúde gratuitas para todos, que aumente a taxação sobre bilionários e reforce a regulação do setor financeiro.

Sua postura teve apelo especialmente sobre os jovens. Ele se juntou a um movimento progressista que ganhou força no Partido Democrata após as eleições legislativas de 2018 e que tentou levar a legenda mais para a esquerda.

Os EUA vivem uma boa fase de crescimento e de baixo desemprego -ao menos antes da chegada do novo coronavírus-, mas a renda das famílias não avança da mesma forma. Com isso, casos de pessoas que não conseguem pagar a própria casa ou enfrentam problemas graves com gastos de saúde se multiplicam. O ressentimento de quem se sente ficando para trás foi bem explorado por Trump em 2016, e havia a expectativa de que Sanders poderia se conectar com esse público.

Para o cientista político Leandro Consentino, professor do Insper, a derrota de Sanders demonstra um certo cansaço dos eleitores com o radicalismo. “Parte do eleitorado democrata rejeitou contrapor Trump com outro Trump do lado de cá”, avalia.

Consentino aponta também que Sanders teve dificuldade para provar a viabilidade de suas propostas, e que sofreu desgaste ao disputar a posição de nome progressista com a senadora Elizabeth Warren.

No início das primárias, em fevereiro, o senador despontou como favorito e venceu em dois estados: New Hampshire e Nevada. Mas, na etapa seguinte, na Carolina do Sul, Biden começou a arrancada que o levou à vitória: ele venceu naquele estado apostando no voto dos eleitores negros.

Em seguida, o ex-vice de Obama foi o grande vencedor da Super Terça, em 3 de março, quando 14 estados foram às urnas ao mesmo tempo. Sanders, no entanto, conquistou a Califórnia e mais cinco estados, o que lhe deu fôlego para seguir com a campanha enquanto outros nomes de peso, como Elizabeth Warren e Michael Bloomberg, desistiram.

Biden recebeu apoio de quase todos os desistentes importantes, como Bloomberg e Pete Buttigieg, além de governadores e prefeitos. Sanders teve endosso de apenas dois ex-pré-candidatos, incluindo o prefeito de Nova York, Bill de Blasio.

Depois da Super Terça, a disputa democrata virou um duelo entre Biden e Sanders. Mas a campanha presidencial em si ficou em segundo plano com o avanço do coronavírus. Comícios e eventos com os candidatos foram desmarcados, e algumas primárias, adiadas.

O ápice do duelo foi um debate na TV no último dia 16 , mas os dois preferiram falar mais para suas bases e o resultado acabou sendo um empate, na visão de analistas. Vantagem para Biden, que estava ganhando.

Filho de judeus, Sanders nasceu no Brooklin, em Nova York, em 1941. Nos anos 1960, formou-se em Ciência Política na Universidade de Chicago. Na cidade, ele se envolveu no movimento pelos direitos civis, que sacudiu os EUA naquela década.

Na década de 1970, Sanders se tornou ativista contra a Guerra do Vietnã e tentou ser governador de Vermont, estado para o qual se mudou, por duas vezes.

A primeira vitória eleitoral veio em 1981, quando foi eleito prefeito de Burlington. Depois, foi deputado federal (1991-2007) e senador (desde 2007). No Congresso, virou um símbolo por questionar cortes em programas sociais e guerras, mas aprovou poucos projetos.

Embora não faça parte do Partido Democrata, Sanders disputou as primárias presidenciais também em 2016. Naquela eleição, ele também ficou em segundo lugar, perdendo a nomeação para Hillary Clinton. No entanto, a disputa foi mais longa: ela só obteve a vitória em junho.

Um dos fatores que levaram a ex-primeira dama a vencer naquele ano foi justamente o apoio dos negros, que também não foram atraídos pelo discurso de Sanders.

Por Folhapress

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