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Política

Cineasta brasileiro denuncia prisão política de Lula no Festival de Berlim

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O cineasta Helvécio Marins Jr, diretor do filme “Querência”, denunciou neste sábado (9) a prisão política do ex-presidente Lula (PT) no Festival Internacional de Cinema de Berlim. 

Durante a exibição de estreia de seu filme, o diretor pediu “Lula livre” e afirmou que a prisão do ex-presidente é “uma das mais absurdas do mundo”. 

“É uma vergonha para nós brasileiros. Lula é o maior e melhor presidente da história do Brasil”, afirmou. 

O diretor lembrou ainda à plateia presente que está em curso uma campanha pela indicação de Lula ao Prêmio Nobel da Paz.  

“Peço para que todo mundo apoie”, disse.  

O cineasta citou ainda, em seu discurso, a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada no ano passado no Rio de Janeiro. 

“Marielle presente!”, exclamou.

Assista:

#LulaLivre no Festival Internacional de Cinema de Berlim

A prisão política, arbitrária e sem provas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi denunciada nesta sexta-feira (8) pelo diretor mineiro Helvécio Marins Jr, durante a estreia internacional do seu filme Querência, que integra o 69º Festival Internacional de Cinema de Berlim, o Berlinale. Vestido com uma camisa em homenagem ao ex-presidente, Helvécio falou sobre a indicação de Lula ao prêmio Nobel da Paz e protestou em defesa da liberdade do maior presidente que o Brasil já teve. #LulaLivreJá

Publicado por Instituto Lula em Sábado, 9 de fevereiro de 2019

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Política

Acordo entre Maia e Bolsonaro adia pacote anticrime de Moro

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Ideia é priorizar a votação da reforma da Previdência na Câmara

Câmara pode deixar para o segundo semestre a discussão sobre o pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. O presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou a membros da bancada da bala ter acertado com o presidente Jair Bolsonaro adiar a tramitação da proposta e só criar uma comissão para analisá-la em até 90 dias.

A ideia é priorizar a votação da reforma da Previdência na Câmara, que nas contas dos parlamentares deve ir a votação entre junho e julho. Maia e o governo avaliam que a análise conjunta pode atrapalhar as discussões das mudanças nas aposentadorias. A interpretação contraria a avaliação de Moro ao apresentar o projeto, no mês passado. Na ocasião, disse que as duas propostas “não eram incompatíveis”.

Em um movimento que vai retardar a análise do pacote anticrime, o presidente da Câmara também decidiu juntá-lo a um outro projeto que também prevê medidas contra o crime organizado e foi discutido por juristas no ano passado. A proposta foi supervisionada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

Segundo a reportagem apurou, a equipe de Moro não considera a junção das propostas como problema. Na pasta de Moro, a expectativa era da tramitação em conjunto à da Previdência e, até, com a possibilidade de ir ao plenário antes da proposta da equipe da economia. Interlocutores do ministro afirmaram à reportagem desconhecer o acordo e avaliaram que a tramitação da proposta não atrapalha a Previdência.

O pacote anticrime enviado pelo ministro, porém, é mais duro do que plano discutido por Moraes. O atual pacote, no geral, prevê o aumento da população carcerária, enquanto o discutido pelo ministro do STF visava reduzir o número de detentos. Entretanto, é mais transigente com organizações criminosas e não cita crime de corrupção eleitoral, o caixa 2.

A proposta de Moraes está parada na Câmara aguardando a criação de comissão temporária para analisar o projeto. Para discutir a fusão das duas propostas, Maia informou ao presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, Capitão Augusto (PR-SP), que vai formar um grupo de estudo com “quatro ou cinco deputados” para analisar os projetos.

“Não vejo um atraso. Há pontos da proposta do ministro Moraes que nos interessam. Se a gente sentir que pode atrasar, separamos de novo”, disse Capitão Augusto. “Entendo que elas podem caminhar juntas. Tenho conversado com o presidente (Bolsonaro) sobre isso. Semana que vem vamos montar o grupo para avaliar os próximos passos.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Estadão Conteúdo

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Política

Flexibilização do porte de arma é ‘barbárie’, diz Rodrigo Maia

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Presidente da Câmara ironizou quem defendeu o armamento de professores em sala de aula: “Pelo amor de Deus”

presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, se pronunciou sobre o massacre ocorrido em uma escola pública na cidade de Suzano (SP), nesta quarta-feira (13).

Ao lamentar a tragédia, ele se posicionou contra a flexibilização do porte de arma e chegou a ironizar quem estava defendendo que se os professores deveriam trabalhar armados.

“O porte não deve ser tão liberado assim. O que eu espero é que alguns não comecem a dizer que se os professores estivessem armados ia resolver o problema, pelo amor de Deus”, disse Maia.

Ele foi questionado sobre as posições dos senadores Major Olímpio e Flávio Bolsonaro, que atribuíram a tragédia a um suposto fracasso do estatuto do desarmamento, e reiterou o que já havia dito.

“Eu não sei, porque estava em reunião até agora. Quem falou, juro que não estava sabendo, peço que essas pessoas pensem um pouquinho nas vítimas dessa tragédia e compreendam que o monopólio da segurança pública é do Estado, não é responsabilidade do cidadão. Se o Estado não está dando segurança, a responsabilidade é dos gestores da segurança pública. Já não basta o debate sobre posse, mas agora um pedido desse que não é posse, é discussão sobre porte em área urbana, aí nós passamos para uma proposta de barbárie no nosso Brasil, que não deve avançar”, afirmou o presidente da Câmara.

Por Notícias ao Minuto

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Política

Governo corta 21 mil cargos e gratificações

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A medida faz parte do pacote de metas para os primeiros 100 dias de governo do presidente Jair Bolsonaro

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo federal publicou nesta quarta-feira (13) decreto que extingue 21 mil cargos, funções comissionadas e gratificações no serviço público federal.Com o corte, a economia anual para os cofres públicos é estimada em R$ 195 milhões. A medida faz parte do pacote de metas para os primeiros 100 dias de governo do presidente Jair Bolsonaro.

Na prática, a maior parte dos cargos extintos não vai gerar demissão de trabalhadores. Isso porque muitas vagas são uma espécie de adicional pago ao servidor público que passa a exercer determinada função.

De acordo com o decreto, publicado no Diário Oficial da União, eventuais ocupantes das vagas ficam automaticamente dispensados ou exonerados.O governo não informou qual o número de postos que já estava desocupado.

O documento também não traz exatamente as áreas atingidas pelos cortes.Hoje, a administração federal tem cerca de 120 mil cargos em comissão, funções e gratificações. O decreto estabelece a extinção de 17,5 mil postos. Desse total, 5.100 serão eliminados imediatamente.

Outras 12,4 mil deixarão de existir em 31 de julho.O texto ainda barra ocupação de outras 3,5 mil vagas na administração federal -1.500 de imediato, 2.000 em 30 de abril e outras 4.000 em 31 de julho.

Por Folhapress

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