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Cinema é Arte: O Regresso

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12 Indicações ao Oscar 2016

Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Maquiagem, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, melhores efeitos visuais, Melhor design de produção, Melhor Montagem, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som.

O épico do diretor Alejandro Gonzales Inarritu em todos os aspectos é sublime, a história do caçador de peles que foi deixado para morrer por seus companheiros no início do século XIX e que volta em busca de vingança aos que o abandonaram num dos lugares mais inóspitos da Terra.

Vamos começar pelo começo: A performance de Leonardo Dicaprio beira o brilhantismo, dai seu favoritismo ao maior prêmio do cinema mundial, já ganhou o Globo de Ouro, o Screen Actors Guild Awards, aqui ele testou testou seus limites,  tanto físico como psicológico, as provações que ele passa através de seu personagem são realmente terríveis, a sobrevivência tem aqui um preço muito alto. A cena do Urso é sem dúvida alguma uma das cenas mais fortes e viscerais que eu já vi em toda minha vida. A cada tomada, cada momento de dor, de desespero, de ossos e de lacerações levaram a plateia a loucura. Esse com certeza foi seu melhor papel em toda sua carreira. Recentemente ele disse em uma entrevista: ” Eu mergulhei naqueles rios, naquelas correntezas, eu quase congelei naquele rigoroso inverso, eu me arrastei de verdade por aquelas planícies congeladas, eu carreguei em Meus ombros aquelas peles extremamente pesadas, quis sentir tudo o que ele sentiu”. Sim esse filme foi baseado numa história real.

Outro triunfo desse épico foi sua trilha sonora sombria, densa, por diversas vezes ela divide a cena com Dicaprio com tamanha maestria que chega a rivalizar com esse monstro. Tom Hardy que faz o antagonista, medonho, tirano, sedento de sangue e também no melhor papel de sua carreira, também merece o Oscar na categoria que fora indicado. As paisagens belíssimas, selvagens, intocadas ainda pelas mãos humanas e por suas lentes também é um verdadeiro deleite e assombro nesse filme. São quase 3 horas de exibição, mais não enfadam, em momento algum você não consegue piscar devido as sequências intermináveis, detalhadas, um verdadeiro show de cores espetaculares da natureza criada pelas mãos de Deus no melhor estilo desse visionário diretor.

Agora me permitam falar do cineasta mexicano que está conquistando Hollywood, hoje ao lado de diretores como J.J. Abrams, Peter Jackson, Steven Spielberg ele dos mais rentáveis e admirados cineastas em atividade. Alejandro Gonzales Inarritu está concorrendo ao Oscar pela segunda vez consecutiva, ganhou no ano passado pelo excelente Birdman. Das cenas que ele fez dos bastidores desse filme fez um documentário e dentre seus comentários a respeito da experiência de realizar esse filme ele disse: “Quando o Leo caiu daquele precipito com o cavalo eu estava com ele, quando usamos os efeitos especiais da cena com o urso por motivos óbvios é claro eu estava com o Leo em cada sacudida que ele levou entre os dentes daquela fera”.

A experiência que eu passei realmente valeu a pena pois hoje eu assisti a um épico como a muito tempo não via nas telas do cinema. Recomendo demais. Deixem a folia de lado por um momento e vão conferir essa obra-prima que com certeza arrebatará todos os grandes prêmios a que fora indicada.

Nota 10.

Por Antonio Felipe

Colunista de cinema do Blog do Silva Lima

Brasil

Mesmo com decisão judicial, Prefeitura deixa tarifa de ônibus a R$ 4,30

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Gestão Bruno Covas (PSDB) alega ter começado a adotar medidas para cumprir decisão liminar, mas que ‘isso não pode ser feito de forma imediata em razão da complexidade do sistema’

Mesmo com decisão judicial que determinou a suspensão imediata da tarifa, o valor de R$ 4,30 continua a ser cobrado nos ônibus da cidade de São Paulo nesta sexta-feira, dia 15. A Prefeitura diz já ter recorrido da decisão, que prevê o retorno da tarifa anterior, de R$ 4.

A decisão é liminar e foi expedida na noite de quarta-feira, 13, atendendo a uma ação aberta pela Defensoria Pública. Em nota, a gestão Bruno Covas (PSDB) diz ter começado a adotar providências para cumprir a determinação, mas justifica que “não pode ser feito de forma imediata em razão da complexidade do sistema”.

De acordo com o município, a reversão da decisão é necessária “para que não ocasione aumento do subsídio concedido às empresas de ônibus com recursos da população da cidade”. A gestão alega que a cobrança da tarifa de R$ 4 levaria a uma retirada de R$ 576 milhões do orçamento da Saúde, da Educação, da zeladoria, além de impactar outros serviços “ou mesmo a suspensão da circulação dos ônibus na cidade por até 25 dias neste ano”.

A Prefeitura ainda afirma que a decisão tem um “enorme impacto orçamentário e financeiro” e “desarruma severamente o planejamento orçamentário da municipalidade e trará incalculáveis prejuízos ao povo de São Paulo”.

O aumento de R$ 0,30 (ou 7,5%) começou a valer em 7 de janeiro e ficou acima da inflação acumulada desde o último aumento, em 7 de janeiro do ano passado. Com o reajuste, a integração passou a custar R$ 0,52 a mais, saindo de R$ 6,96 para R$ 7,21.

Parâmetro legal

“Como o município não demonstrou haver embasamento contratual para o reajuste atacado, nesta fase inicial conclui-se não haver respaldo fático ou legal para se determinar os reajustes de tarifa”, determinou a juíza Carolina Martins Clemêncio Duprat Cardoso, da 11ª Vara da Fazenda Pública, ao conceder a liminar. Ela argumenta que “não há parâmetro legal ou contratual para o reajuste”.

A juíza entendeu, ainda, que não houve acesso prévio do Conselho Municipal de Transportes e Trânsito (CMTT) à edição da portaria dos estudos técnicos que embasaram o reajuste. “Referidos estudos foram publicados no Diário Oficial no mesmo dia em que a portaria objeto da lide, o que corrobora a falta de publicidade e de atendimento da norma que impôs a participação popular em se tratando de política de mobilidade urbana. Ausente, assim, requisito procedimental de validade da edição da portaria.”

A decisão lembra que o transporte público municipal opera com base em contratos emergenciais desde 2013. A prática de dispensa de licitação, no entanto, “se justifica em situações de flagrante excepcionalidade, tais como guerras, perturbações da ordem, calamidade pública, ou ainda em situações de emergência”, conforme a Lei de Licitações.

Dessa forma, no entendimento da juíza, “não há margem legítima para que se admitam reajustes dentro do prazo dos respectivos contratos emergenciais, sem motivação suficiente a justificar a ocorrência de situação excepcionalíssima”.

O contrato de concessão para empresas de ônibus que teve início em 2003 e terminou em 2013. No dia 5 de fevereiro, a Prefeitura recebeu os envelopes com as propostas para a licitação de ônibus na cidade. Dos 32 lotes, apenas um teve mais de um proposta. Em todos os outros, as propostas foram feitas por empresas que já atuam na cidade. A licitação é a maior de transporte público da história do País, com contratos estimados em R$ 71 bilhões para o prazo de 20 anos.

(Por Brasil ao minuto)

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80% dos juízes apoiam prisão em 2ª instância, diz AMB

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Uma pesquisa realizada pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) revela que 80% dos juízes brasileiros apoiam a prisão após condenação em 2ª instância. Os dados foram divulgados no jornal Folha de S.Paulo.

O estudo “Quem somos. A magistratura que queremos” foi coordenado pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Luis Felipe Salomão, e pela vice-presidente institucional da AMB, Renata Gil.

A pesquisa ouviu 4.000 magistrados, entre os quais ministros de tribunais superiores e do STF (Supremo Tribunal Federal). A Corte debaterá o tema em 10 de abril e o assunto é abordado no pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Se for declarada a inconstitucionalidade da prisão em 2ª instância, a decisão invalidaria qualquer alteração tentada por lei ordinária. Por outro lado, se a decisão for a de manter a execução da pena após a 2ª instância, uma lei ordinária nesse sentido poderia trazer mais harmonia jurídica.

PLEA BARGAIN TEM ALTA APROVAÇÃO

A pesquisa também apurou a aceitação dos magistrados sobre o plea bargain. A aprovação dos juízes de 1º grau é de 89%, enquanto a dos de 2º chega a 92,2%. Ambos condicionam a medida à participação do Judiciário nas negociações. O sistema é defendido pelo ministro Sérgio Moro.

O plea bargain permite ao Ministério Público propor acordo de não persecução penal para crimes com pena máxima inferior a 4 anos. Para isso, é necessário que o acusado faça a devolução dos bens obtidos com o crime, o pagamento de multa e que sejam cumpridas outras condições, como prestação de serviços para a comunidade.

(Por PE notícias)

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80% dos juízes apoiam prisão em 2ª instância, diz AMB

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Uma pesquisa realizada pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) revela que 80% dos juízes brasileiros apoiam a prisão após condenação em 2ª instância. Os dados foram divulgados no jornal Folha de S.Paulo.

O estudo “Quem somos. A magistratura que queremos” foi coordenado pelo ministro do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Luis Felipe Salomão, e pela vice-presidente institucional da AMB, Renata Gil.

A pesquisa ouviu 4.000 magistrados, entre os quais ministros de tribunais superiores e do STF (Supremo Tribunal Federal). A Corte debaterá o tema em 10 de abril e o assunto é abordado no pacote anticrime do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Se for declarada a inconstitucionalidade da prisão em 2ª instância, a decisão invalidaria qualquer alteração tentada por lei ordinária. Por outro lado, se a decisão for a de manter a execução da pena após a 2ª instância, uma lei ordinária nesse sentido poderia trazer mais harmonia jurídica.

PLEA BARGAIN TEM ALTA APROVAÇÃO

A pesquisa também apurou a aceitação dos magistrados sobre o plea bargain. A aprovação dos juízes de 1º grau é de 89%, enquanto a dos de 2º chega a 92,2%. Ambos condicionam a medida à participação do Judiciário nas negociações. O sistema é defendido pelo ministro Sérgio Moro.

O plea bargain permite ao Ministério Público propor acordo de não persecução penal para crimes com pena máxima inferior a 4 anos. Para isso, é necessário que o acusado faça a devolução dos bens obtidos com o crime, o pagamento de multa e que sejam cumpridas outras condições, como prestação de serviços para a comunidade.

(Por Folha de São Paulo)

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