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Covid já ultrapassou os 380 mil mortos e infectou mais de 6,4 milhões

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Os países com mais mortes nas últimas 24 horas são o Brasil, com 1.262 novas mortes, os Estados Unidos (1.052) e o México (470).

pandemia do novo coronavírus já matou 382.016 pessoas e infectou mais de 6,4 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP, às 19:00 GMT de hoje, baseado em dados oficiais dos países. De acordo com os dados recolhidos pela agência noticiosa francesa, hoje 6.440.940 casos de infecção foram oficialmente diagnosticados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro passado na província chinesa de Wuhan, dos quais pelo menos 2.768.700 são agora considerados curados.

Porém, a AFP avisa que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infecções, já que alguns países estão testando apenas casos graves que levam a internamento hospitalar, outros usam o teste como uma prioridade para o rastreamento e muitos estados pobres têm capacidade limitada de rastreamento.

Desde a contagem realizada na terça-feira, 4.753 novas mortes e 120.242 novos casos ocorreram em todo o mundo.

Os países com mais mortes nas últimas 24 horas são o Brasil, com 1.262 novas mortes, os Estados Unidos (1.052) e o México (470).

Os Estados Unidos, que tiveram a sua primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de óbitos e de casos, com 106.696 mortes para 1.841.471 casos.

Pelo menos 463.868 pessoas foram declaradas curadas até hoje pelas autoridades norte-americanas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Reino Unido, com 39.728 óbitos e 279.856 casos, a Itália, com 33.601 mortes (233.836 casos), o Brasil, com 31.199 mortes (555.383 casos) e a França, com 29.021 mortes. (188.674 casos).

Entre os países mais atingidos, a Bélgica continua sendo o que apresenta maior número de mortos face à sua população, com 82 óbitos por cada 100.000 habitantes, seguido pelo Reino Unido (59), Espanha (58), Itália (56) e Suécia (45).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizava hoje oficialmente um total de 83.021 casos (1 novo entre terça-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes (0 novas) e 78.314 curas.

A Europa totalizava hoje 180.875 mortes e 2.201.170 casos, os Estados Unidos e o Canadá 114.154 mortes (1.933.881 casos), a América Latina e Caribe 55.510 mortes (1.104.571 casos), a Ásia 17.391 óbitos (598.331 casos), o Oriente Médio 9.900 mortes (434.110 casos), África 4.555 mortes (160.282 casos) e a Oceania 131 mortes (8.599 casos).

Esta avaliação foi realizada usando dados coletados pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A AFP alerta que devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os números de aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

Portugal, com 1.447 mortes registradas e 33.261 casos confirmados é o 24.º país do mundo com mais óbitos e o 29.º em número de infecções.

Por Notícias ao Minuto

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Maduro firma acordo e diz que vai respeitar resultado da eleição na Venezuela

Oito dos dez candidatos assinaram o acordo.

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A quase um mês da eleição presidencial na Venezuela, o ditador Nicolás Maduro assinou nesta quinta-feira (20) um documento em que se compromete a respeitar o resultado do pleito. O texto não foi endossado por Edmundo González, o principal candidato da oposição, que o descreveu como uma “imposição unilateral” e voltou a lançar dúvidas sobre a lisura do processo.

“O que quer que o juiz eleitoral diga, amém”, disse Maduro após a assinatura. “Chega de sabotagem contra o nosso país, chega de conspirações. A Venezuela quer tranquilidade.”

O chefe do CNE (Conselho Nacional Eleitoral), Elvis Amoroso, considerado próximo ao chavismo, leu o acordo durante cerimônia. O texto menciona “a vontade absoluta de reconhecer os resultados emitidos pelo poder eleitoral” e uma competição em “clima de respeito, paz e participação democrática”.

Oito dos dez candidatos assinaram o acordo. Maduro foi o último; os outros sete se definem como opositores, embora sejam acusados de serem colaboradores do regime.

Foto Reuters

Por Folhapress

           

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Mundo

Israel bombardeia campo de refugiados em Gaza definido como “zona segura”

A agência, citada pela EFE, informou que a operação israelense resultou em pelo menos sete mortes.

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O Exército israelense bombardeou hoje o campo de refugiados de Al Mawasi na Faixa de Gaza, previamente designado como “zona segura”, após uma ofensiva em Rafah, no sul do enclave, segundo a agência de notícias palestina Wafa.

A agência, citada pela EFE, informou que a operação israelense resultou em pelo menos sete mortes.

Fontes palestinas, também citadas pela EFE, indicaram que o Exército israelense está pressionando Al Mawasi a partir do norte, enquanto avança no bairro ocidental de Tal al Sultan em Rafah, conseguindo assim cercar a cidade completamente.

Apesar das críticas de organizações humanitárias sobre a localização desse campo de refugiados próximo à costa de Gaza, composto por tendas improvisadas e sem serviços básicos, milhares de palestinos se dirigiram para lá, fugindo dos constantes ataques militares israelenses em Rafah.

Apenas 65.000 das 1,4 milhões de pessoas deslocadas permanecem nesta cidade do sul do enclave, próximo à fronteira com o Egito, informou a agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA). Outras dezenas de milhares estão distribuídas entre Al Mawasi, Kan Younes (sul) e Deir al Balah (centro), entre outros locais.

A pressão das Forças Armadas israelenses sobre Al Mawasi sugere uma nova retirada em massa em um território onde 1,7 milhões de pessoas já estão deslocadas, enfrentando uma grave crise humanitária.

“Nos últimos meses na Faixa de Gaza, aproximadamente 67% das instalações de saneamento e infraestrutura de água foram destruídas ou danificadas”, alertou hoje a UNRWA na rede social X. “À medida que as doenças continuam a se espalhar e a temperatura aumenta, a falta de higiene e a desidratação ameaçam a saúde das pessoas em toda a Faixa de Gaza”, acrescentou a agência da ONU.

O escritório de direitos humanos da ONU também denunciou em um relatório publicado hoje a “repetida violação dos princípios fundamentais das leis de guerra” pelos ataques israelenses contra a população civil, que “podem implicar uma acusação de crimes contra a humanidade”.

Em entrevista a um canal de televisão israelense, o porta-voz do Exército israelense, contra-almirante Daniel Hagari, afirmou que “a ideia de destruir o Hamas é ilusão”, pois o movimento islamita palestino, que controla Gaza desde 2007, é “um conceito”. “Está enraizado no coração das pessoas. Quem pensa que podemos eliminar o Hamas está enganado”, acrescentou.

Hagari sugeriu como alternativa “promover algo que o substitua”, declarações que contradizem o objetivo anunciado pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de “destruir o Hamas” como condição para o fim do atual conflito.

O gabinete do primeiro-ministro, em comunicado posterior, contestou veladamente as declarações de Hagari, indicando que “Netanyahu definiu como um dos objetivos da guerra a destruição das capacidades militares e governamentais do Hamas. Em consequência, o Exército está comprometido com isso”.

O conflito em curso na Faixa de Gaza foi desencadeado pelo ataque do grupo Hamas em solo israelense em 7 de outubro de 2023, que causou cerca de 1.200 mortes e levou ao sequestro de duas centenas de reféns, segundo autoridades israelenses.

Desde então, Tel Aviv lançou uma ofensiva na Faixa de Gaza que já provocou mais de 37 mil mortes e mais de 85 mil feridos, de acordo com autoridades do enclave palestino, controladas pelo Hamas. Estima-se que 10 mil palestinos ainda estejam soterrados nos escombros após cerca de oito meses de guerra, que também está desencadeando uma grave crise humanitária.

O conflito causou quase dois milhões de deslocados, mergulhando o enclave palestino em uma grave crise humanitária, com mais de 1,1 milhões de pessoas em uma “situação de fome catastrófica”, o maior número já registrado pela ONU em estudos sobre segurança alimentar no mundo.

Na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental, ocupados por Israel, pelo menos 520 palestinos foram mortos pelas forças israelenses ou por ataques de colonos desde 7 de outubro.

Foto Lusa

Por Notícias ao Minuto

           

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Mundo

Equador sofre apagão nacional por falhas de transmissão

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O Equador passou por um apagão nessa quarta-feira (19), que deixou o país com cerca de 18 milhões de habitantes sem energia, incluindo o sistema de metrô da capital. As autoridades trabalham para reparar as linhas de transmissão defeituosas, informou o governo.

“Há uma falha em linha de transmissão que provocou desconexão em cascata e por isso não há eletricidade em escala nacional”, disse o ministro de Obras Públicas, Roberto Luque, em publicação na rede X.

Luque também é o ministro interino de Energia do país.

Uma testemunha da Reuters afirmou que houve confusão nas ruas da capital Quito, com os semáforos parando de funcionar.

Operações no sistema de metrô de Quito também foram paralisadas. “Devido a uma falha geral no sistema nacional interconectado de energia elétrica, a operação do Metrô de Quito está interrompida enquanto os sistemas são reiniciados e verificados”, informou o sistema de metrô no X.

Em abril, o presidente equatoriano, Daniel Noboa, declarou estado de emergência e anunciou planos de cortes de eletricidade.

Embora o país sul-americano sofra com uma seca que está afetando a geração de energia hidroelétrica, fortes chuvas durante o fim de semana forçaram as autoridades a tirar três usinas hidrelétricas de funcionamento.

As chuvas do fim de semana provocaram um deslizamento de terra que matou pelo menos 17 pessoas e deixou 19 feridas. O desastre levou o oleoduto privado OCP a suspender operações e declarar emergência.

Fonte: Agência Brasil

           

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