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Política

CPI vai pedir prisão preventiva e apreensão de passaporte de Marconny Faria

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O advogado Marconny Nunes Ribeiro Albernaz de Faria faltou ao depoimento desta quinta-feira (02.08) na CPI da Pandemia, e o comando da comissão de inquérito informou que vai pedir a prisão preventiva e a apreensão do passaporte para evitar que ele fuja do Brasil.

Marconny Faria chegou a apresentar um atestado para não comparecer. Mas na quarta-feira (01.08), de acordo com o presidente Omar Aziz (PSD-AM), o médico que o atendeu entrou em contato para informar ter desconfiado de que o paciente estivesse mentindo.

Diante disso, o profissional de saúde iria avaliar com o departamento jurídico do Hospital Sírio-Libanês a possibilidade de cancelar o atestado.

— O Marconny  pode ter ido lá pedir um atestado sem citar a CPI. O médico disse que forneceu 20 dias só para fins laborais. Não quero aqui julgar o médico, mas um trabalhador comum pode estar morrendo que nunca vai ter 20 dias de folga. Queremos saber do doutor em que exame ele se baseou para dar 20 dias de folga para o cara. Espero que tenhamos uma resposta — afirmou Omar.

‘Senhor dos lobbies’

O vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse que, desde quarta-feira (1º), a Polícia do Senado está à procura da testemunha e já estava determinada a escolta policial para que ela comparecesse ao Senado.

Randolfe e outros senadores da CPI apontam Marconny não só como lobista da Precisa Medicamentos, empresa que atuou como intermediária no contrato da vacina indiana Covaxin, mas de outros negócios irregulares no Ministério da Saúde.

— Marconny não é o senhor do lobby da Precisa Medicamentos. Ele é o senhor de todos os lobbies. É dele a arquitetura ideal de como burlar um processo licitatório — afirmou Ranfolfe.

Para o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), Marconny tinha ligação “com todas as vertentes dessa roubalheira toda”. Segundo ele, a CPI cumpriu papel fundamental de investigação de uma quadrilha que tomava conta do Ministério da Saúde há anos, também em outros governos.

— Eles não têm mais o que dizer. Diante do volume de informações que esta comissão tem, entraram na fase do cinismo e estão preferindo sumir, correr, se internar em hospital; mas vamos continuar esclarecendo tudo. Ele era operador da Precisa, mas não só. Desde junho de 2020 que setores da PF e do MP sabem do papel do Marconny e isso foi ocultado. Eles continuaram e, por isso, deu no que deu: nesse morticínio e nessa crise política.

Depois do debate inicial dos senadores, Omar suspendeu a reunião.

Acusações 

A negociação para a compra da vacina indiana Covaxin não é o único fato a ser esclarecido pela CPI. Os parlamentares querem informações também sobre pelo menos dois outros assuntos: a participação de Marconny na venda de testes contra a covid-19 ao governo federal e qual a relação dele com integrantes da família do presidente Jair Bolsonaro. As informações são da Agência Senado.

Por Nill Junior

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Política

‘Tudo é homofobia, tudo é feminismo’, ironiza Bolsonaro sobre punição a Maurício Souza

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reagiu à decisão do Minas Tênis Clube de punir o atleta de vôlei Maurício Souza por publicações homofóbicas nas redes sociais. Minutos antes de participar de entrevista na emissora Jovem Pan News, Bolsonaro, ao ouvir a notícia sobre o afastamento do jogador, afirmou: “Puta que o pariu, impressionante né? Tudo é homofobia, tudo é feminismo”.

A cena foi transmitida nas redes sociais de Bolsonaro.

Pressionado por seus patrocinadores, o Minas resolveu afastar o central de 33 anos do elenco. Segundo a agremiação, Souza terá de pagar uma multa e se retratar antes de ser reintegrado -mas não terá seu contrato rescindido, como muitos queriam.

Há duas semanas, o jogador manifestou seu descontentamento com o anúncio da DC Comics de que o novo Super-Homem, filho do Super-Homem original, vai se descobrir bissexual nas próximas edições dos quadrinhos. “Ah, é só um desenho, não é nada demais. Vai nessa que vai ver onde vamos parar”, escreveu.

Deu-se, então, uma discussão virtual com Douglas Souza, seu companheiro na seleção brasileira e membro da comunidade LGBTQIA+. A situação cresceu a ponto de a Fiat e a Gerdau, que bancam o time masculino de vôlei do Minas, cobrarem do clube uma posição firme sobre o assunto.

A diretoria publicou na segunda-feira (25) uma nota considerada branda e tardia, na qual condenava a homofobia, mas defendia que “todos os atletas federados à agremiação têm liberdade para se expressar livremente em suas redes sociais”. Apontava ainda que havia conversado “internamente” com o central.

O texto não satisfez boa parte da opinião pública e incomodou os patrocinadores. Em notas separadas, bem mais duras do que a apresentada pelo Minas, a Fiat e a Gerdau pediram na terça (26) a tomada de “medidas cabíveis”. No caso da Fiat, as palavras foram em tom de cobrança por uma solução “no espaço mais curto de tempo possível”.

Até a publicação deste texto, Maurício ainda não tinha se manifestado sobre a punição no perfil do Instagram onde costuma se comunicar com 251 mil seguidores e no qual criticou o Super-Homem bissexual. A publicação original sobre o assunto, até a mais recente atualização desta reportagem, continuava disponível.

Já o perfil do Minas Tênis Clube no Twitter republicou uma mensagem de um perfil identificado como “mauricio luiz souza”. Nela está um pedido de desculpas protocolar, supostamente redigido pelo jogador.

Esse perfil -sem identidade verificada pelo Twitter, diferentemente da conta do Instagram- tinha até a manhã desta quarta sete mensagens disponíveis e pouco mais de 700 seguidores.

Apoiador de Bolsonaro, com quem se encontrou recentemente em Brasília, Maurício Souza tem um histórico de declarações e publicações consideradas homofóbicas.

(Fonte Folha PE)

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Política

CPI pede que Alexandre de Moraes avalie medidas para barrar “mentiras de Bolsonaro”

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Após entregar o relatório da CPI da Pandemia ao Procurar-Geral da República, Augusto Aras, nesta quarta-feira (27), os parlamentares apresentaram o relatório ao ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal – STF.

Em sua conta no Twitter, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), informou que os parlamentares solicitaram do ministro que avalie medidas para barrar a disseminação de mentiras por parte do presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.

“Também fomos ao ministro Alexandre de Moraes, no STF, apresentar o relatório da CPI e solicitar que avalie medidas pertinentes contra a disseminação de mentiras por Bolsonaro nas redes sociais, a exemplo da falsa afirmação que associa a vacina da Covid à Aids”.

(Fonte Blog do Nill Júnior)

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Política

Senador alugou táxi aéreo por R$ 16,5 mil com cota do Senado

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O senador Esperidião Amin (PP-SC) alugou um avião particular, pago pelo Senado,  no valor de R$ 16,5mil. A viagem foi realizada em junho pela companhia Santafé Táxi Aéreo Ltda. A aeronave partiu do município de Xanxerê, no oeste de Santa Catarina, e seguiu para São José, cidade vizinha a Florianópolis, no leste do estado. O pagamento foi registrado no Portal da Transparência do Senado.

O recurso faz parte da cota para o exercício da atividade parlamentar, que cobre despesas com transporte aéreo, combustíveis, aluguel de escritório e hospedagem, entre outros gastos dos senadores. Não há restrição à contratação de avião particular com a verba pública. Cotação feita pelo Congresso em Foco indica que o gasto do senador está dentro da média para a locação de uma aeronave para deslocamento do trecho.

A opção pelo táxi aéreo difere do padrão adotado pelo parlamentar para viajar pelo estado. Desde o início do ano, ele havia se locomovido por Santa Catarina apenas por transporte terrestre. Pouco mais de 500 km separam Xanxerê de São José.

Procurado pela reportagem para esclarecer o motivo da locação do avião, Amin preferiu não se manifestar. Fonte próxima ao senador contou que ele optou por alugar a aeronave para não perder um compromisso em Florianópolis depois de acompanhar o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, em um evento em Chapecó, cidade localizada a 45 km de Xanxerê, de onde partiu o avião. O interlocutor não informou, no entanto, qual era o evento nem a necessidade de o parlamentar fazer um gasto desse valor com dinheiro público em uma única viagem. Ainda segundo ele, não havia voo regular entre as duas cidades naquele dia.

No ano passado, mesmo com a redução no número das sessões presenciais, devido à pandemia, o Senado gastou R$ 3,4 milhões apenas com passagens aéreas. Desde o início do ano, os gastos comprovados com esse tipo de transporte passam de R$ 2,6 milhões.

Por:PE notícias

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