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Entretenimento

Desfile infantil no programa Silvio Santos vira alvo da Promotoria

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O programa do SBT foi alvo de críticas por exibir meninas de 7 e 8 anos usando maiôs

OMinistério Público do Trabalho (MPT) em São Paulo e a Promotoria de Justiça de Osasco vão instaurar inquéritos para investigar um concurso de miss infantil promovido no programa do apresentador Silvio Santos, do SBT. O evento foi televisionado no dia 22 de setembro e motivou críticas nas redes sociais e a preocupação de especialistas.

O Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) divulgou nota de repúdio. No programa, meninas, que tinham 7 e 8 anos de idade, eram avaliadas por seus atributos físicos. Durante o concurso, as participantes se apresentaram com uma fantasia, depois vestindo maiô e, em seguida, com um traje de gala.

A cada etapa, eram julgadas pela plateia, que escolhia a preferida por meio de voto eletrônico, e por três convidadas. Em um dos momentos, Silvio Santos se dirigiu à plateia. “Agora, vocês do auditório, que estão com o aparelhinho (de votação), vão ver quem tem as pernas mais bonitas, o colo mais bonito, o rosto mais bonito e o conjunto mais bonito”, disse o veterano apresentador.

Para a procuradora do MPT Ana Maria Vila Real, coordenadora nacional de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Coordinfância), casos como esse merecem a atenção da sociedade “porque as crianças podem estar sujeitas à erotização e sexualização precoces, a situações adultas, a desgastes emocionais, constrangimentos e exposições”.

A Promotoria de Justiça de Osasco (SP) também instaurou inquérito civil e requisitou informações à emissora. A investigação está sob sigilo.

O coordenador da Assistência Clínica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), Táki Athanássios Cordás, alertou para os perigos provocados pela exposição inapropriada das crianças. “Quando a sexualização de uma criança aumenta, também cresce o risco de abuso sexual. Diferentes pesquisas têm relacionado concursos de beleza infantil e a sexualização de crianças, na sua maioria meninas, com o abuso sexual infantil”, afirmou o psiquiatra.

O grupo de especialistas do qual Cordás faz parte divulgou texto de repúdio à competição, classificada como “vergonhosa”. Segundo ele, também há risco de desenvolvimento de transtornos alimentares. “É um modelo de beleza perverso porque aumenta a importância que a criança dá ao corpo e que está relacionado a anorexia e bulimia, controle obsessivo que já acompanhamos entre modelos adultas.”

Procurado, o SBT afirmou que não vai se manifestar.

Legislação

A proteção integral da criança está prevista na Constituição Brasileira. O trabalho artístico infantil em regra é proibido por lei para menores de 16 anos, sendo apenas autorizado em situações excepcionais, desde que amparado previamente por alvará judicial e observadas certas condições de natureza protetiva. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Estadão Conteúdo

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Entretenimento

Globo demite funcionárias acusadas de tentar prejudicar Maju no ‘JH’

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Três funcionárias teriam atrapalhado Maju para cometer erros no ar

Na última semana repercutiu em toda a imprensa que a jornalista Maria Julia Coutinho teria cometido ‘erros’ de português durante a apresentação do ‘Jornal Hoje’ e que a direção da Globo estaria insatisfeita com o desempenho da profissional no ar. 

No entanto, a emissora acabou desmentindo a situação e, por conta do alvoroço causado na imprensa, teria demitido três funcionárias que passaram as informações, tentando prejudicar a jornalista.

De acordo com informações de Sônia Abrão, do programa ‘A Tarde é Sua’, da RedeTV!, as mulheres trabalhavam na produção do telejornal como pauteiras e não achavam Maju o perfil ideal para ocupar a bancada, assim acabaram atrapalhando a jornalista.

Contudo, em contato com o site ‘Catraca Livre’, a Globo negou as informações e afirmou que as demissões nunca aconteceram.

Por Notícias ao Minuto Brasil

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Orlando Drummond, o eterno Seu Peru, completa 100 anos

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O ator ganhou notoriedade com o personagem Seu Peru da ‘Escolinha do Professor Raimundo’, criado em 1952

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – “Chegar aos 100 anos é uma verdadeira dádiva de Deus. Vivo uma vida de alegrias ao lado da minha família e, desta maneira, vou comemorar meu aniversário. Junto com a família e com bons amigos”, afirma o ator e dublador Orlando Drummond, que completa 100 anos nesta sexta (18).

Ao lado de Chico Anysio, Drummond ganhou notoriedade com o personagem Seu Peru da Escolinha do Professor Raimundo, criado em 1952 para a versão do programa ainda no rádio. Para comemorar seu centenário, ele vai reviver o personagem na Escolinha, no próximo domingo (20), ao lado de seu intérprete atual, Marcos Caruso.

A presença de Drummond no set, durante a gravação, em julho, foi surpresa para o elenco. A pedido da diretora Cininha de Paula, os atores saíram da sala enquanto o humorista entrava no local. Quando retornaram ao cenário, lá estava ele, sentado na carteira que ocupou durante anos, com o figurino completo de Seu Peru. 

O último a entrar foi Marcos Caruso, o herdeiro do personagem, que não conseguiu segurar as lágrimas. “Todos estavam com lágrimas nos olhos porque percebiam a minha emoção. E eu recebendo a emoção de Orlando e dos colegas. Para ficar marcado na história profissional da minha vida”, disse Caruso, à época.

Em cena, Drummond e Caruso interagiram e arrancaram gargalhadas da plateia com os trejeitos e bordões clássicos do personagem, como “Estou porr aqui” e “Te dou o maiorr apoio”. “Caruso me procurou e eu autorizei [que ele ficasse com o personagem]. Ele ligou para a minha casa. Foi muito bacana, muito leal, uma pessoa muito gentil”, destaca Drummond, brincando de fazer os trejeitos de Seu Peru. 

Drummond reflete sobre os 100 anos de vida e diz que não tem do que se queixar. Ele afirma que come de tudo, lê o jornal diariamente, faz passeios pelo shopping e ainda mantém uma conta no Instagram, administrada pelos netos, com quase 60 mil seguidores. 

Entre uma atividade e outra, o ator diz que tira aquela soneca. Deixou o remo e o futebol e agora seu esporte é a fisioterapia, que faz três vezes por semana. Diz que dirigiu até os 95, mas depois que deu uma raspadinha no carro resolveu se aposentar do volante. Neste ano, até curtiu o Carnaval em um bloco de rua que o homenageou.

Eterno apaixonado, ele afirma que tem que estar com tudo em cima para agradar o seu amor, Glória Drummond, 85, com quem é casado desde 1951. “Sou casado com uma mulher mais nova e exigente. Aprendi a ser exigente com ela. É o meu encanto. Somos eternamente apaixonados.”

O casal se conheceu em junho de 1948, nos bastidores de um programa de rádio de Pedro Anísio, cuja estreia Glória foi prestigiar. “Nos olhamos e ele pediu o meu telefone para o Pedro Anísio, que custou a entregar. Mas ele tanto insistiu que conseguiu”, conta ela.

Os dois têm dois filhos, Orlando e Lenita Helena, cinco netos, Marco Aurélio Asseff, Michel Assef Filho, e os dubladores Felipe Drummond, Alexandre Drummond, Eduardo Drummond, e dois bisnetos, Miguel e Mariah. 

“Temos um amor e uma amizade muito grande. Um pertence ao outro, depende um do outro para tudo, para viver, para respirar. É uma convivência que a gente cria uma amizade terrível. Ele é muito carinhoso, faz várias declarações de amor todos os dias”, completa Glória. 

Filho de Alcinda Drummond Cardoso e de Arthur Candido Cardoso, Orlando Drummond tem, ao todo, nove irmãos. Casemiro e Maria Dárida por parte de pai e Oswaldo, Virgínia, Risoleta, Edith, Orlando, João e Paulo da união de Arthur e Alcinda. Orlando é o único vivo, apesar de todos terem vivido bastante, segundo Glória. 

“Eu nasci no bairro de Todos os Santos. Bons tempos. Moramos um tempo juntos, depois cada um foi casando e encontrando a sua vida. E dali a gente foi saindo. Eu vim para Vila Isabel quando criança e hoje com a idade que estou ainda moro aqui. Só que casado e com um casal de filhos maravilhosos”, relembra o ator. 

“Minha sogra contava que todos os seus filhos eram bem levados. Eles moraram ali em São Cristóvão também e fugiam para a Quinta da Boa Vista, onde escondiam dos pais nas árvores. Na época de Cosme e Damião, Orlando subia nas árvores, esperava o pessoal colocar doce ali em baixo e descia para comer”, diz Glória.

FASE DUBLADOR

Em julho, em conversa com a reportagem, o ator segurava um pedaço de jornal com anotações: 68 anos de casamento, 60 de dublagem, 70 no rádio e na televisão. Os nomes de seus personagens mais conhecidos, no entanto, não estavam na cola. Ele sabe tudo de cor: Scooby Doo, Alf (“Alf: O ETeimoso”), Popeye, e Vingador (“Caverna do Dragão”), como o dublador, e Seu Peru (“Escolinha do Professor Raimundo”), como ator. 

Entre os personagens de desenho animado dublados por ele, Scooby-Doo é seu preferido e o mais longevo. A família do ator junta documentos para que Drummond entre para o Livro Guinness de Recordes por ter dublado o cachorro de Salsicha por 42 anos ininterruptos. “Criei a voz de Scooby conforme a imagem que eu via. Ensaiei três vozes e o diretor escolheu uma. Eu tinha outra força na garganta, que hoje não tenho mais. Cem anos não é mole.”

Glória relembra que estava na praia com o marido e com a filha, Lenita Helena, hoje com 66 anos, em uma tarde dos anos 1950 quando ele disse que tinha sido convidado para fazer testes “com uns filmes que vêm de fora e a gente coloca a nossa voz”. Entusiasmado, fez o primeiro. Adorou e engrenou na profissão.

“Comecei na verdade como contrarregra [em 1942]. Fui o melhor de rádio teatro. Passei a fazer umas pontinhas aqui e ali, acabei me habituando e cheguei a papeis melhores. Então, segui minha carreira como rádio ator e dublador. Eu fui dublador por acaso, me adaptei logo, entendi a coisa e fiz grandes dublagens. Foi um sucesso, graças a Deus. E aí deu para crescer para a televisão […] Quantas vozes eu fiz, quantas coisas que eu fiz e não tomei nota, que passaram no tempo.”

Em maio deste ano, Drummond dublou o vilão Vingador em um comercial da Renault, que reviveu o desenho Caverna do Dragão. “Já me esqueci do comercial, mas graças a Deus o público não esquece não. E de tanto falarem, eu acabo me lembrando. Eu não tenho do que me queixar.”

Para eternizar a trajetória de Orlando Drummond, o jornalista Vitor Gagliardo, chefe de reportagem da TV Brasil, prepara o lançamento da biografia “Orlando Drummond – Versão Brasileira” (Ed. Gryphus), que deve ocorrer na primeira quinzena de novembro. O livro, segundo o jornalista, tem quase 340 páginas de texto e 16 de fotos. 

“Meu método de trabalho foi entrevistas com Orlando, familiares e dubladores. O próprio Orlando tem uma vasta documentação guardada. Além disso, fiz toda uma pesquisa buscando informações divulgadas pela imprensa.”

Por Folhapress

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Morre o diretor Maurício Sherman, aos 88 anos

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Um dos criadores do ‘Fantástico’, pioneiro da TV foi diretor executivo da Central Globo de Produção

RIO – O diretor Maurício Sherman morreu aos 88 anos no Rio de Janeiro. Um dos criadores do “Fantástico”, Sherman foi um dos principais nomes da televisão brasileira.

Na Globo, foi diretor executivo da Central Globo de Produção e dirigiu inúmeros humorísticos, como “Riso sinal aberto” (1966), “Bairro feliz” (1966), “Faça humor, não faça guerra” (1973), “Chico Anysio show” (1981), “Os trapalhões” (1981) e “Zorra total” (1999).

De dublador a diretor

Nascido em 1931 em Niterói, Sherman estudou Direito na Universidade Federal Fluminense. A carreira no entretenimento começou no teatro, como ator. Foi integrante do grupo Jerusa Camões, no Teatro da Juventude Universitária e atuou ao lado de nomes como Gisela Camões, Wanda Lacerda, Nathália Timberg, Fernando Pamplona e Alberto Perez.

Ainda no teatro, dirigiu peças importantes como “A pequena notável” (1972), estrelado por Marília Pêra, no papel de Carmen Miranda e “Evita” (1983). No cinema, viveu vilões das comédias da Atlântida e dublou desenhos clássicos da Disney, como “Pinóquio”.

Na televisão, passou pela Tupi, Paulista e Excelsior antes de chegar à Globo, em 1965, a convite de Mauro Salles. Seu primeiro trabalho na emissora carioca foi a direção do Espetáculo Tonelux, programa apresentado por Marília Pêra, Gracindo Jr., Riva Blanche e Paulo Araújo. Gravado ao vivo, o programa musical contava com a presença de cantores da Jovem Guarda e uma orquestra sinfônica regida por Isaac Karabtchevsky.

Sherman também esteve à frente de programas de variedades, como o “Noite de gala” (1966), “Moacyr Franco show” (1977), “Video show” (1994) e “Domingão do Faustão” (2001). Foi diretor artístico de “TV Colosso”, popular programa infantil dos anos 1990.

Na dramaturgia, dirigiu a primeira versão de “Gabriela cravo e canela”, primeira novela da Globo gravada em videoteipe. Além da direção, também fez uma participação como ator na adaptação da obra de Jorge Amado.

Após retornar à Tupi em 1968, Sherman voltou para a Globo em 1972, quando dirigiu “Faça humor, não faça guerra”, humorístico com Jô Soares, Renato Corte Real, Luis Carlos Miéle, Paulo Silvino e Sandra Bréa. No ano seguinte, integrou a equipe responsável por criar o “Fantástico”, programa jornalístico que dirigiu por três anos.

Em 1983, assumiu a programação da Manchete. Na recém-criada emissora, foi responsável pela criação do programa Bar Academia, da minissérie Marquesa de Santos e ainda revelou as apresentadoras Xuxa e Angélica.

Em 1988, Sherman regressou definitivamente à Globo, como diretor executivo da Central Globo de Produção, e depois desempenhou diversas funções na emissora. Uma de suas últimas responsabilidades foi o “Zorra total”, humorístico que dirgiu por 15 anos.

Por O Globo

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