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Esporte

Deyverson não descarta jogar em rival: ‘Não posso fechar as portas’

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Deyverson reiterou o carinho e identificação que criou com o Palmeiras. Pelo time alviverde, ele disputou três temporadas e foi campeão brasileiro em 2018

Emprestado pelo Palmeiras ao Getafe, da Espanha, até o final da temporada europeia, o atacante Deyverson não descarta jogar em um rival do time alviverde no futuro. Ele enalteceu a equipe paulista, mas disse que não pode “fechar as portas” para outros clubes.

“A gente não sabe o dia de amanhã. Não podemos cuspir para o alto e imaginar que vai cair do lado. Você não sabe se pode cair na sua testa ou não. Eu sou um cara que não descarto clube nenhum. O Corinthians é um grande clube, o São Paulo também. Claro, eu tenho um grande respeito pelo Palmeiras, porque foi o clube que abriu as portas para mim. Mas eu não posso fechar portas em outros clubes também”, afirmou o jogador em entrevista à Fox Sports.

Deyverson reiterou o carinho e identificação que criou com o Palmeiras. Pelo time alviverde, ele disputou três temporadas e foi campeão brasileiro em 2018. No entanto, para reforçar a sua posição, o atacante citou vários casos de atletas que defenderam rivais recentemente.

“Olha o caso do Gabriel, ele jogava no Palmeiras e foi para o Corinthians. Willian jogava no Corinthians e foi para o Palmeiras. O Tchê Tchê jogava no Palmeiras e agora está no São Paulo. Então por que eu vou ser o diferente? Eu não posso ser diferente, sou ser humano como eles também”, explicou, para, na sequência, reafirmar o carinho pelo Palmeiras. “Se um dia eu tiver que ir para um clube desses, eu irei, mas respeitando em primeiro lugar o Palmeiras, que abriu as portas para mim no Brasil. É um clube que vou ter um carinho eterno, por tudo que me proporcionou. Foi onde eu ganhei meu primeiro título como profissional”, acrescentou.

Deyverson foi emprestado pelo Palmeiras ao Getafe no começo do ano. O vínculo de empréstimo se encerraria em junho, mas como as competições foram paralisadas em razão da pandemia do novo coronavírus, ainda não se sabe quando se encerra o contrato.

Há uma cláusula no contrato de Deyverson que obriga o Getafe a comprar o atleta por 6 milhões de euros (R$ 37 milhões, na cotação atual) caso ele marque nove gols e dispute mais de 50% dos jogos da equipe espanhola na temporada. Mesmo assim, segundo a imprensa da Espanha, o clube europeu está disposto a adquirir o atacante.

Por Estadão Conteúdo

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Esporte

Novo técnico: Náutico acerta volta de Bruno Pivetti para a sequência da Série C

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Bruno Pivetti é o novo técnico do Náutico. O jovem treinador de 40 anos, que estava por último no Água Santa, vai comandar o Timbu em sua segunda passagem. A missão agora é fazer o Alvirrubro, 11º colocado na Série C, se classificar para a segunda fase da competição nacional e buscar o tão desejado acesso.

O técnico Bruno Pivetti comandou o Náutico no final do ano passado. O treinador chegou com a difícil missão de classificar o Timbu para o quadrangular do acesso restando apenas duas rodadas na Série C.

Na ocasião, o Náutico acabou empatando as duas partidas e ficando de fora da competição. Com eleições no final do ano, foi sequer cogitado uma eventual permanência no trabalho.

Por haimferreiraa
Foto Tiago Caldas/CNC

           

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Esporte

Com retorno de astros, seleção brasileira faz último amistoso antes da Copa América

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Os três gols em seus três primeiros jogos pela seleção brasileira não foram suficientes para que Endrick seja titular. O Brasil faz nesta quarta-feira (12), contra os Estados Unidos, seu último jogo antes da Copa América com a volta dos principais jogadores e o jovem fenômeno de 17 anos no banco de reservas. A bola rola às 20h (de Brasília), no Estádio Camping World, em Orlando.

Depois de decidir o amistoso contra o México com um gol de cabeça nos acréscimos, Endrick ganhou elogios de Dorival e dos seus colegas, encantou – de novo – a imprensa espanhola, mas ainda não está pronto para ser titular, na visão do treinador, que trabalha para conter a euforia e rechaçar as comparações com craques do passado.

“Temos que ter calma e paciência, sem comparação nenhuma com um nome ou outro. O Endrick tem que se fazer por ele próprio. Ele tem que buscar o seu espaço e é isso que vem acontecendo com calma”, afirmou Dorival, segundo o qual é contraproducente comparar Endrick, por exemplo, com Pelé, ainda que sejam apenas os dois os únicos a marcar gols em três jogos consecutivos pela seleção antes dos 18 anos.

Dorival deve escalar atletas em formações parecida com a que venceu a Inglaterra e empatou com a Espanha em amistosos realizados em março. A única diferença é a presença Marquinhos, que estava machucado naquela Data Fifa, no lugar de Fabrício Bruno, que não foi convocado desta vez.

O plano de Dorival é dar oportunidade a todos os convocados até o fim da primeira fase da Copa América e, nesta quinta, contra os Estados Unidos, utilizar uma equipe totalmente diferente da que iniciou o amistoso o México, no último sábado.

“Vamos corrigir os erros que cometemos e seguir fazendo o que acertamos. Provavelmente, o time vai ser diferente, mas com o mesmo padrão e intensidade”, resumiu o goleiro Bento, que ganhará uma chance entre os titulares. Destaque do Athletico-PR, o jogador de 25 anos já fez a projeção de atuar na Europa à medida que o assédio de clubes europeus aumentou. “Aumentou o assédio. Impossível não mudar isso, principalmente pela boa imagem que eu deixei”, admitiu.

Lucas Paquetá será o armador e jogará perto de Rodrygo, o camisa 10 da seleção na ausência de Neymar. Raphinha e Vini Jr, o astro desta geração, completam o ataque, que não terá um camisa 9, um homem de referência.

O Brasil enfrenta os Estados Unidos e permanece na Flórida até o dia 20, quando embarca para a Califórnia para a estreia na Copa América, dia 24, diante da Costa Rica, em Inglewood. Colômbia e Paraguai são os outros adversários da seleção no Grupo D da competição.

FICHA TÉCNICA

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Corinthians leva empate no fim e mostra que crise política se estende ao campo

O empate por 2 a 2 com o Atlético Goianiense abriu a oitava rodada do Brasileirão.

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Se nos bastidores, a crise política, com seguidas notícias ruins nos últimos dias, incluindo a saída do patrocinador master, a Vai de Bet, está instalada, dentro de campo as coisas também não têm dado certo para o Corinthians. O time paulista abriu 2 a 0, com bonitos gols de Yuri Alberto, mas levou o empate do Atlético Goianiense nesta terça-feira, em Goiânia, graças a duas trapalhadas de seus defensores. O empate por 2 a 2 abriu a oitava rodada do Brasileirão.

De saída para o Nottingham Forest, da Inglaterra, Carlos Miguel foi titular e personagem importante na partida. Ele garantia a vitória fora de casa até os minutos finais, quando Hugo errou o domínio, perdeu a bola e cometeu pênalti infantil que Shaylon converteu.

Minutos antes, Cacá, que fazia boa partida, já havia marcado contra. Esses dois erros, além da expulsão tola de Gustavo Henrique, que levou dois amarelos ainda no primeiro tempo, ofuscaram a excelente atuação de Yuri Alberto, o autor dos dois gols corintianos, um em cada tempo.

O futebol não era bom, o time paulista estava sendo dominado, mas a vitória parecia assegurada. Até que os defensores, em péssima noite em Goiânia, atrapalharam a equipe de António Oliveira, provando que as notícias são ruins fora e dentro de campo, com dívida, saída de jogadores, patrocinador e atraso de salários.

Mesmo apostando num futebol pragmático, de bolas longas, o Corinthians abriu dois gols de vantagem. O time alvinegro foi às redes graças à competência e à eficiência de Yuri Alberto, que se virou no ataque contra os zagueiros e fez mais uma boa partida, consolidando-se como um dos principais nomes do elenco.

Num dos muitos chutões, Cacá encontrou Yuri Alberto, que cortou para a esquerda e, da entrada da área, acertou chute certeiro, rasteiro e forte, no canto esquerdo. Ele encontrou o único espaço possível para finalizar e ir às redes.

A tranquilidade gerada pelo gol foi curta porque Gustavo Henrique, num ato de pouca inteligência, puxou Martínez sem disputar a bola, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso aos 33 minutos, o que fez o Corinthians voltar a ser empurrado para trás.

Na etapa final, a pressão dos goianos seguiu. Foram muitas finalizações, mas, novamente, foram os visitantes, com Yuri Alberto, que marcaram. Outro bonito gol, desta vez com o pé direito, após assistência de Garro.

O Atlético insistiu, desperdiçou um caminhão de chances, finalizou mais de 20 vezes, mas foi premiado pela insistência. Cacá fez contra aos 16 e, no fim, Hugo derrubou Max dentro da área. Shaylon bateu no meio, à meia altura, e assegurou o empate no Antônio Accioly.

As decisões erradas impediram que o Corinthians abrisse distância da zona de rebaixamento. O time tem seis pontos, conquistou apenas uma vitória na competição e até deixou o grupo dos quatro piores, mas momentaneamente. Podem, ao fim da rodada, retornar à zona do descenso, onde está o Atlético, que tem a terceira pior campanha do Brasileirão, com cinco pontos.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-GO 2 X 2 CORINTHIANS

ATLÉTICO-GO – Ronaldo; Maguinho (Bruno Tubarão), Adriano Martins, Alix Vinícius (Alejo Cruz) e Guilherme Romão; Lucas Kal, Rhaldney (Danielzinho), Gabriel Baralhas (Max) e Shaylon; Emiliano Rodríguez (Vagner Love) e Luiz Fernando. Técnico: Jair Ventura.

CORINTHIANS – Carlos Miguel; Matheuzinho, Gustavo Henrique, Cacá e Hugo; Raniele, Breno Bidon (Gabriel Moscardo) e Rodrigo Garro; Igor Coronado (Caetano), Wesley (Giovane) e Yuri Alberto (Fausto Vera). Técnico: António Oliveira.

GOLS – Yuri Alberto, aos 14 minutos do primeiro tempo. Yuri Alberto, aos 16 minutos, Cacá (contra), aos 18, e Shaylon, aos 46 do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Baralhas, Garro, Guilherme Romão e Carlos Miguel.

CARTÃO VERMELHO – Gustavo Henrique.

ÁRBITRO – Paulo Cesar Zanovelli (MG).

PÚBLICO E RENDA – não disponíveis.

LOCAL – Estádio Antônio Accioly, em Goiânia.

Foto Getty

Por Estadão

           

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