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Brasil

Divididos, caminhoneiros podem iniciar greve nacional na próximo segunda-feira(26)

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Cinco meses após a tentativa malsucedida de uma paralisação, os caminhoneiros anunciam greve nacional a partir da meia-noite da próxima segunda-feira (26). A categoria cobra promessas “não cumpridas” pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que recebeu muitos votos dos motoristas de caminhão nas eleições de 2018.

Dentre as cobranças, estão a redução do preço dos combustíveis, a efetivação do piso mínimo e a liberação de pedágio para veículos sem carga.

Em fevereiro, o movimento de greve não vingou porque entidades de classe próximas ao governo e caminhoneiros simpatizantes de Bolsonaro encararam a proposta como protesto político. Segundo a reportagem do UOL, a divisão da classe continua, mas a expectativa é que a adesão agora seja maior.

“Temos muitas entidades que na outra oportunidade foram contra a paralisação e desta vez estão a favor”, diz José Roberto Stringasi, presidente da Associação Nacional do Transporte no Brasil. “Viram que se não fizermos algo, a categoria do caminhoneiro autônomo será extinta.”

Pelas mensagens em grupos de WhatsApp, rede social que serve como principal meio de mobilização da categoria, os organizadores apostam que o movimento será grande, pois a insatisfação dos caminhoneiros com o governo só aumenta.

“Tivemos uma reunião no dia 29 com o presidente da Petrobras, general Silva e Luna, para mostrar nossa preocupação com o preço dos combustíveis”, conta Plínio Dias, presidente do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Carga (CNTRC).

“O que tivemos desde então foi um novo aumento.” Para Dias, os motoristas não veem sentido na argumentação do presidente Bolsonaro, que culpa os tributos cobrados por governadores pelo aumento do preço dos combustíveis.

 

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Brasil

Covid-19: Brasil registra 169 casos da variante Delta

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Balanço divulgado hoje (26) pelo Ministério da Saúde informou que o número de casos da variante Delta do novo coronavírus subiu para 169. Na atualização divulgada na sexta-feira (23), o número estava em 143. Deste total, 13 pacientes tiveram quadro grave e morreram em decorrência da Covid-19.
O local com mais registros até o momento foi o Rio de Janeiro, com 88 casos mapeados. O Distrito Federal teve um salto e assumiu o segundo lugar, com 30 casos, contra seis na sexta-feira.
Em seguida vêm São Paulo com 15, Paraná com 13, Maranhão com sete, Santa Catarina com cinco, Goiás com quatro, Rio Grande do Sul e Pernambuco com três cada e Minas Gerais com um.
O Ministério reafirmou em comunicado que orienta estados e municípios a ampliar o sequenciamento genômico (procedimento que permite encontrar as variantes do novo coronavírus entre os infectados).
Além disso, são recomendações a notificação imediata dos casos, o isolamento dos infectados e a adoção de medidas de prevenção em áreas onde foram encontrados pacientes com a variante. (Por Diário de Pernambuco)

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Brasil

Nova frente fria atinge o País nesta semana

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Associado a uma intensa massa de ar polar, o avanço de uma nova frente fria deve diminuir as temperaturas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do País ao longo desta semana. Em boa parte das regiões, o ápice do frio acontece entre quinta-feira, 29, e sexta-feira, 30, com temperaturas negativas e geadas previstas em ao menos sete Estados. No fim da semana, pode nevar em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Uma semana após cidades do Sul registrarem temperaturas mais baixas do que a Patagônia e bases da Antártida, uma nova frente fria chega ao País já nesta segunda-feira, 26, e pode se tornar a mais forte já registrada em 2021, segundo o Climatempo.

Na maior parte do Brasil, o ápice do frio deve ocorrer entre quinta e sexta. São esperadas temperaturas negativas para Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, e sul de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Episódios de geadas são previstos para todos estes Estados, porém devem ser mais intensos no Sul do País.

Na serra gaúcha o frio pode ser ainda pior no sábado, 31. O Climatempo prevê que a região, assim como a área serrana de Santa Catarina, possa alcançar, ao longo desta semana, um novo recorde de menor temperatura em 2021, chegando a valores entre -8°C e -10°C.

Entre quinta e sábado, os três Estados do Sul do País podem registrar a ocorrência de neve. O fenômeno decorre da combinação das baixas temperaturas com o aumento da umidade proporcionada por um ciclone extratropical, localizado no litoral da região.

Os efeitos da frente fria também podem chegar a Estados da região Norte e Nordeste, mas em menor intensidade. O Climatempo alerta que o frio deve continuar durante o início de agosto, com chances média e alta de geada no Sudeste e Sul do Brasil.

Por:Brasil ao Minuto

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Brasil

Saúde recomenda Pfizer a grávidas que se vacinaram com 1ª dose de AstraZeneca

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Se a vacina não estiver disponível, o ministério autoriza que seja usada a Coronavac.

Nota técnica do Ministério da Saúde orienta que mulheres grávidas e puérperas que tomaram a primeira dose da vacina da AstraZeneca sejam imunizadas com a segunda dose da Pfizer. Se a vacina não estiver disponível, o ministério autoriza que seja usada a Coronavac.

O documento foi assinado pela secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo, na noite de quinta-feira, 22. A aplicação da vacina da AstraZeneca em grávidas e puérperas – até 45 dias pós-parto – foi suspensa pelo Ministério da Saúde em 11 de maio, após o registro da morte de uma grávida do Rio de Janeiro que havia tomado o imunizante.

Rosana Leite de Melo destaca a importância do esquema completo de imunização “para assegurar elevada efetividade contra a covid-19”. A secretária afirma que a segunda dose deverá ser aplicada no intervalo estabelecido pelo imunizante usado na primeira dose.

“Às mulheres que receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca/Fiocruz e que estejam gestantes ou no puerpério (até 45 dias pós-parto) no momento de receber a segunda dose da vacina deverá ser ofertada, preferencialmente, a vacina Pfizer/Wyeth”, registra a nota técnica.

“Caso este imunizante não esteja disponível na localidade, poderá ser utilizada a vacina Sinovac/Butantan. Os indivíduos que receberem vacina no esquema de intercambialidade deverão ser orientados a respeito das limitações referentes aos dados existentes e do perfil de risco benefício.”

Rosana Leite de Melo afirma, na nota técnica, que as vacinas contra covid-19, de maneira geral, “não são intercambiáveis”. Ou seja, o esquema vacinal deve ser feito com o mesmo imunizante. A secretária, no entanto, registra que há “situações de exceção”. Entre elas, cita ocasiões em que houver contraindicação específica ou ausência de um determinado imunizante no país.

De acordo com a secretária do ministério, nessas situações, é possível aplicar vacinas de diferentes fabricantes. Na nota técnica, Rosana Leite de Melo afirma que existem dados “indicando boa resposta imune em esquemas de intercambialidade” e informações que apontam uma “segurança favorável”.

A secretária aponta ainda que países como Alemanha, França, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Noruega “adotaram a possibilidade de esquemas de intercambialidade de vacinas para situações específicas”. A nota técnica registra que os estudos de intercâmbio de vacinas se referem àquelas de vetor viral e RNAm – como a da Pfizer. Segundo ela, não há dados disponíveis para a CoronaVac, mas existem estudos em andamento.

“No entanto, considerando os princípios gerais da imunologia e o observado para as demais vacinas é esperado que este esquema seja efetivo”, afirma.

POR ESTADAO CONTEUDO

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