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Educação

Educação: Conheça as duas pernambucanas que tiraram nota 1000 na redação do ENEM

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SB110116002

As pernambucanas Andreza Cavalcanti, 17 anos, e Laís Vasconcelos, 20, estão entre o seleto grupo de 104 estudantes do País com nota mil na redação (a mais alta da avaliação) no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Concluinte da Escola de Referência em Ensino Médio Trajano de Mendonça, em Jardim São Paulo, Zona Oeste do Recife, Andreza vai tentar direito no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Laís desistiu do curso de design na UFPE, onde cursou três semestres, para concorrer à vaga em medicina.
Segundo o Ministério da Educação,  no ano anterior, em 2014, houve 250 estudantes com a nota máxima. Houve queda drástica também no número de redações com nota zero. Foram 53.032 em 2015. Na edição anterior 529.374 textos zeraram a prova.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que o motivo da diminuição foi uma mudança na metodologia no cálculo desse dado. Em 2014 estão inclusas as redações de pessoas que não foram ao segundo dia do exame. Ano passado foram computadas apenas as notas de quem escreveu ao menos uma linha na folha de redação. Ficam de fora da conta quem se ausentou do segundo dia de prova ou deixou a folha completamente em branco.
“Não acreditei quando vi minha nota. Minha família toda vibrou. Meus pais se sacrificaram muito por causa de mim. A sensação é de dever cumprido. Mas falta a aprovação no Sisu”, diz Andreza. Ontem, no primeiro dia do sistema, ela ficou com média 781 para direito na UFPE. “Estou confiante”, afirma a jovem, que na redação do SSA da UPE também se destacou com nota 9,5.
Laís também espera conseguir vaga em medicina na UFPE. Ontem estava com média 7,9. Na segunda opção, o mesmo curso na UPE, ficou com 8.15. “Foi uma surpresa tirar nota mil. Acho que a confiança que eu tinha em relação ao tema fez com que o texto fluísse”, comentou a vestibulanda. As duas foram alunas da professora de redação Tereza Albuquerque.
do JC Online

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Educação

Enem 2024: inscrições começam nesta segunda-feira; veja datas da prova

O prazo vai até 7 de junho. Já a taxa de inscrição pode ser paga até 12 de junho.

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Começa nesta segunda-feira, 27, o período de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2024. O prazo vai até 7 de junho. Já a taxa de inscrição pode ser paga até 12 de junho.

Para se inscrever, os candidatos devem acessar a Página do Participante e logar com CPF e senha do portal do governo federal Gov.br.

O valor da taxa é de R$ 85, e pode ser pago por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito ou débito.

Candidatos que tiveram a isenção aprovada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 13 de maio ainda precisam se inscrever no exame.

No ato da inscrição, é necessário selecionar o idioma da prova de língua estrangeira, inglês ou espanhol

O Enem 2024 será aplicado em todo o País nos dias 3 e 10 de novembro. Na primeira etapa da prova, com 5 horas e 30 minutos de duração, são avaliados os conhecimentos de redação, linguagens, códigos e suas tecnologias, ciências humanas e suas tecnologias.

No segundo dia do exame, de 5 horas de duração, serão aplicadas as provas de ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. O resultado será divulgado em 13 de janeiro de 2025.

O Enem é usado principalmente como vestibular, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). No ano passado, foi porta de entrada para 127 instituições de ensino superior e, em 2024, serão ofertadas 264.360 vagas.

RS terá período extra de inscrição e isenção da taxa

Em 20 de maio, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou que moradores do Rio Grande do Sul terão tempo extra para se inscrever no Enem 2024 devido ao estado de calamidade pública causado pelas chuvas e enchentes. O ministério ainda não informou o período exato de prorrogação. Isentou ainda todos os moradores do Estado da taxa de inscrição da prova.

Um novo período de inscrições do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2024 também foi aberto especificamente para as pessoas que residem no RS. O prazo vai de 13 a 24 de maio e vale, também, para as solicitações de atendimento especializado e tratamento por nome social. O Encceja é voltado a quem busca a certificação do ensino fundamental e médio e terá suas provas aplicadas pelo Inep em 25 de agosto.

Cronograma do Enem 2024:

Inscrições: 27/5/2024 a 7/6/2024 (período ampliado para Rio Grande do Sul a ser definido);

Pagamento da taxa de inscrição: 27/5/2024 a 12/6/2024;

Aplicação das provas: 3/11/2024 e 10/11/2024;

Divulgação do gabarito: 20/11/2024;

Divulgação do resultado: 13/1/2025.

No dia das provas do Enem:

Abertura dos portões: 12h;

Fechamento dos portões: 13h;

Início das provas: 13h30;

Término das provas no 1º dia: 19h;

Término das provas no 2º dia: 18h30.

Foto Getty

Por Estadão

           

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Educação

Secretários municipais de educação se reúnem no Recife para debater fortalecimento da gestão

Evento discute caminhos para o fortalecimento da gestão pública de ensino.

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União dos Dirigentes Municipais de Educação de Pernambuco (Undime/PE) vai promover, nos dias 27 e 28 de maio, um Fórum Extraordinário para debater o tema “Educação municipal pernambucana em tempos de desafios: caminhos para o fortalecimento da Gestão”. São esperados mais de 500 participantes, sendo 150 secretários municipais de educação.
A abertura está prevista para às 8h, no dia 27, com uma palestra do professor da Universidade Federal da Bahia que é referência em avaliação escolar, professor Cipriano Carlos Luckesi, que vai falar sobre os possíveis caminhos para os municípios percorrerem. 
A programação segue pela tarde com palestras e debates sobre Educação em Tempo Integral, com o presidente da Undime Nacional, Aléssio Costa Lima; e apresentação da nova plataforma de prestação de contas BB Gestão Ágil, com o gerente-geral do Banco do Brasil em Pernambuco, Bruno Vieira da Cunha.
Já no dia 28, a programação conta com 3 mesas de debate: Educação do Campo nos municípios: desafios e perspectivas do Programa Escola da Terra; Concepções de Alfabetização: prática docente e gestão; Orientações para o planejamento das peças orçamentária; As limitações do período eleitoral e as condutas vedadas; e nova lei de licitações. 
Além disso, haverá o painel “Alteração Estatutária para adequação ao Estatuto da Undime Nacional”, com participação da professora Rosane Costa Secretária de Assuntos Jurídicos da Undime/PE, do professor Fernando Melo, vice-presidente da Undime/PE e de Marxwell Albuquerque, assessor da Undime/PE.
Para a presidente da entidade, a dirigente municipal de Igarassu, Andreika Asseker, o atual momento da educação pública pernambucana é primordial para a realização de um Fórum como este.
“O Fórum Extraordinário representa uma oportunidade essencial para unirmos forças e buscarmos soluções inovadoras para os desafios que a educação municipal enfrenta hoje. A participação expressiva dos secretários municipais reflete nosso compromisso coletivo com a melhoria contínua da gestão pública de ensino em Pernambuco“, declarou Andreika Asseker.
Foto divulgação
Por Adelmo Lucena

           

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Educação

Alepe solicita ao TCE auditoria especial para apurar supostas irregularidades no Circuito Literário de Pernambuco

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Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovou um requerimento, nessa quarta-feira (22), para solicitar ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) a instauração de uma Auditoria Especial para apurar possíveis irregularidades na execução do Circuito Literário de Pernambuco (Clipe), bem como uma medida cautelar para analisar a eventual necessidade de suspensão imediata das ilegalidades, baseados em vários fundamentos e indicativos apontados no ofício que será encaminhado ao órgão fiscalizador.

Marcado para ser realizado de 28 de maio a 3 de junho, o Clipe chega a etapa Região Metropolitana onde será sediado no Parque de Exposições do Cordeiro, na Zona Oeste do Recife.  Com o tema “Culturas periféricas de saberes ancestrais: educação, diversidade e equidade”, o projeto busca promover o debate sobre educação, diversidade e igualdade racial em solo pernambucano.

O colegiado, presidido pelo deputado estadual Waldemar Borges (PSB), pede a apuração da contratação por inexigibilidade de licitação da Associação do Nordeste e Distribuidores e Editoras de Livros – Andelivros, que recebeu mais de R$ 4,4 milhões para promover e executar o projeto que já passou pelos municípios de Caruaru, etapa Agreste, e Serra Talhada, etapa Sertão.

No ofício nº 43/2024, a CEC argumenta que segundo “o art. 74 da Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), a inexigibilidade apenas pode ser utilizada ‘quando inviável a competição’. No caso em tela, não restou constatado, ainda que superficialmente, qual seria a inviabilidade da competição para a realização de uma feira de livros pelo Governo do Estado de Pernambuco. Muito pelo contrário: em uma simples busca na internet pode-se constatar uma multiplicidade de empresas que realizam o mesmo serviço em todo o estado”.

IDEALIZAÇÃO DO EVENTO

Outro ponto visto como um suposto indício de irregularidade é com relação a quem é a real idealizadora do projeto literário. No site oficial da Secretaria de Educação e Esportes (SEE), o Clipe apresenta-se como um projeto idealizado pela pasta, conforme matéria publicada no dia 22 de abril – a associação não é citada como parceira nesse texto de lançamento.

No entanto, ainda segundo o ofício apresentado pela Comissão de Educação e Cultura, a própria Andelivros admitiu ser a criadora e executora do CLIPE.

“Conforme constata-se do Ofício nº 14/2024 (Doc. 04) destinado à Fundarpe, presente no SEI Pernambuco no nº 0040300001.003286/2024-08, termos abaixo: Associação tem facilitado o acesso ao livro em todo o Estado, já possuindo uma considerável folha de serviços prestados a Educação e a Cultura do Estado, entre os muitos projetos de sucesso idealizados e executados pela Andelivros está o Circuito Literário de Pernambuco (Clipe, por meio do qual são realizadas Bienais e Festivais Literários em todas as regiões. Um dos principais motivos da criação do Clipe foi colaborar para o fortalecimento educacional e cultural do Estado”.

“Em sendo um evento de caráter público, idealizado e promovido pelo Governo do Estado, como se explica o fato de o projeto Clipe ter solicitação de registro de propriedade em nome da Andelivros (associação privada), no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), em 08 de março de 2024?”, questiona o parlamentar. “Ou o Governo está patrocinando um evento privado contratando a própria dona para fazer o evento? ”, interroga o presidente Waldemar Borges.

RESPOSTA DA SEE-PE

Por nota, em resposta à coluna Enem e Educação, nessa quarta-feira, a SEE-PE esclareceu que “o Circuito Literário de Pernambuco (Clipe) é fruto de uma parceria com a Associação do Nordeste de Distribuidoras e Editoras de Livros (Andelivros), através de um Termo de Fomento, fundamentado na Lei Federal 13.019/2014 e no Decreto Estadual nº 44.474/17”.

“O processo de criação do evento seguiu o trâmite legal, com publicação no Diário Oficial e abertura de prazo para impugnação, mas não houve contestação por qualquer outra instituição”, comunicou a Secretaria de Educação.

BÔNUS LIVRO

O que a Comissão de Educação também questiona é a exclusividade do uso do Bônus Livro ao projeto Clipe, conforme estabelece o decreto nº 56.274, de 14 de março de 2024.

“Aparentemente, o que está acontecendo é uma reserva de mercado absurda. Estão obrigando o professor a comprar num evento, que tem apenas livros das editoras participantes da Andelivros. Se os professores não encontrarem livros que sejam do seu interesse perdem o Bônus porque não vão poder utilizá-lo em nenhum outro evento”, declarou Waldemar Borges.

O Bônus Livro é um benefício destinado à aquisição de livros e de material didático-pedagógico por servidores efetivos e contratados que estejam em pleno exercício de suas funções na Secretaria de Educação e Esportes, instituído pela Lei nº 18.410, de 22 de dezembro de 2023.

O bônus, que será pago uma vez por ano, corresponde ao valor de R$ 1.000 para os professores e R$ 500 para analistas e assistentes. Isso corresponde a um investimento de cerca de R$ 34 milhões, atendendo a mais de 36 mil servidores estaduais.

O recurso fica disponível em um cartão magnético, intransferível e personalizado com a identificação do servidor. A utilização do cartão será limitada ao local da feira, durante o período de realização do evento, e permitida apenas para os fins definidos pela iniciativa.

O deputado estadual Waldemar Borges chama atenção para o fato de que na lei aprovada na Alepe, não determina que o bônus seja destinado exclusivamente para um determinado evento. Ou seja, ficaria a critério do professor a utilização do cartão em outros eventos literários, desde que estes cumpram com os requisitos exigidos pela legislação estadual

“São indícios de um direcionamento fortíssimo da política de incentivo à difusão de livros em nosso estado. Por isso, fizemos o Pedido de Informações [ao Governo do Estado], mas a gente teme que essa resposta só chegue quando a discussão já perdeu o objeto, uma vez que os eventos de Serra Talhada e Caruaru já foram realizados, só faltando a etapa do Recife”, concluiu o parlamentar do PSB.

RESPOSTA DA SEE-PE

Sobre essa questão, a Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco informou ainda que “o pagamento acontece uma vez ao ano, por ocasião da realização da feira de livros, não estando em contradição os instrumentos normativos citados”.

Fonte: JC

 

           

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