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Eleições 2018: Bolsonaro ganha na China; na Nova Zelândia iria pro 2º turno com Ciro

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O boletim de apuração dos votos dados por brasileiros residentes em Xangai, na China, mostrou 58,8% dos votos válidos para o candidato do PSL, Jair Bolsonaro. Ao todo, o ex-capitão do Exército teve 103 votos. Com esse resultado, ele venceria as Eleições no primeiro turno. Em segundo lugar, esteve João Amoêdo, do Partido Novo, com 17 votos, em seguida Ciro Gomes (PDT), que conquistou 16 votos.

Nesta eleição, 195 brasileiros votaram em Xangai e 175 votos foram válidos. Estavam aptos para votar 626 eleitores, mas 431 não compareceram. Na China, a urna foi aberta às 21h, pelo horário de Brasília e fechada às 6h de hoje, também pelo fuso horário brasileiro. 

Nova Zelândia – Por volta das 3h da madrugada (7) começou a circular nas redes sociais imagens dos extratos de apuração das urnas eletrônicas da cidade de Wellington, na Nova Zelândia – onde pouco mais de 200 brasileiros compareceram pra votar. A diferença de fuso-horário fez com que o início da votação começasse ainda na tarde de sábado no horário oficial de Brasília.

Os extratos foram colados nas janelas das zonas eleitorais e eles possuem um QR Code que permite a qualquer pessoa acessar o conteúdo com a apuração final das urnas através do aplicativo Boletim na Mão.

Somando os 3 extratos que se tornaram públicos durante a madrugada, o resultado apurado até às 4h da manhã (de Brasília) na Nova Zelândia foi:

Jair Bolsonaro: 140 votos
Ciro Gomes: 89 votos
João Amoêdo: 46 votos
Fernando Haddad: 23 votos
Marina Silva: 20 votos
Geraldo Alckmin: 13 votos
Álvaro Dias: 6 votos
Guilherme Boulos: 4 votos
Cabo Daciolo: 2 votos
Henrique Meirelles: 1 voto
João Goulart Filho: 1 voto (*Com informações do DP)

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Síria: Reino Unido rejeita apelo de Trump para repatriar jihadistas

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O apelo de Trump surge poucas semanas depois do Departamento de Estado norte-americano ter feito esse mesmo pedido

O Reino Unido rejeitou nessa segunda-feira (18) o apelo do presidente norte-americano, Donald Trump, para que a Europa repatrie os combatentes estrangeiros da organização jihadista Estado Islâmico (EI), afirmando que os extremistas devem ser julgados no local em que são cometidos os crimes.

“Os combatentes estrangeiros devem ser levados à justiça em conformidade com os procedimentos legais adequados na jurisdição mais apropriada”, declarou um porta-voz da primeira-ministra britânica, Theresa May.

“Quando possível, isso deve acontecer na região onde os crimes foram cometidos”, referiu o mesmo porta-voz, sublinhando ainda que Londres continua trabalhando “em estreita colaboração” com os seus parceiros internacionais nesta matéria e que o executivo tudo fará “para garantir a segurança do Reino Unido”.

Donald Trump exortou no último fim de semana os países europeus a repatriarem os respectivos cidadãos acusados de pertencerem ao EI, e que estão atualmente detidos na Síria, e a julgá-los internamente.

O apelo de Trump surge poucas semanas depois do Departamento de Estado norte-americano ter feito esse mesmo pedido.

“Os Estados Unidos apelam a outras nações para que repatriem e julguem os seus cidadãos detidos pelas Forças Democráticas Sírias (FDS)”, força árabe-curda apoiada na Síria pela coligação militar internacional anti-‘jihadista’ liderada por Washington, declarou, em 04 de fevereiro, o porta-voz adjunto do Departamento de Estado norte-americano, Robert Palladino.

Saudando “as contribuições” das FDS “para vencer o EI”, que atualmente “está enfraquecido e recuando” segundo Washington, o representante da diplomacia norte-americana recordou na mesma ocasião que a força árabe-curda capturou durante a campanha de libertação do território sírio dos ‘jihadistas’ “centenas de terroristas estrangeiros oriundos de dezenas de países”.

A questão dos ‘jihadistas’ estrangeiros ressurge perante o recente anúncio surpresa de Donald Trump de querer retirar cerca de 2.000 soldados norte-americanos mobilizados na Síria junto das forças árabes-curdas que lutam contra o EI.

O governo curdo semi-autônomo se recusa a julgar os combatentes estrangeiros e quer enviá-los de volta para os respectivos países de origem.

Mas, as potências ocidentais estão relutantes diante desta possibilidade, que é encarada com hostilidade por alguns grupos das respectivas opiniões públicas.

O assunto é analisado hoje em Bruxelas pelos chefes da diplomacia dos Estados-membros da União Europeia (UE).

O grupo extremista EI está em vias de ser derrotado no seu último reduto na Síria pelas FDS, mas o destino dos combatentes estrangeiros que estão nas mãos das forças árabes-curdas ainda está por definir. Os homens estão detidos, enquanto as mulheres e os menores estão em campos de desabrigados.

A Alemanha se mostrou disponível para julgar os seus cidadãos detidos ainda na Síria, mesmo que o repatriamento pareça nesta fase “extremamente difícil”.

Falando aos jornalistas à entrada da reunião com os seus homólogos da UE, o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Heiko Maas, afirmou que esta situação “não será tão fácil quanto pensam nos Estados Unidos”.

Após uma relutância inicial, a França está considerando um possível regresso dos seus cidadãos. Uma fonte francesa próxima deste dossiê mencionou o caso de 150 cidadãos franceses, incluindo 90 menores.

Na Bélgica, o ministro da Justiça, Koen Geens, pediu no domingo uma “solução europeia”, apelando a uma reflexão que tenha em conta os riscos ao nível da segurança.

(Por Notícias ao minuto)

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Maduro barra entrada de deputados da UE na Venezuela

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Delegação havia sido convidada pela Assembleia Nacional

O governo da Venezuela proibiu nesse domingo (17) uma delegação de deputados da União Europeia de entrar no país. O grupo havia sido convidado pela Assembleia Nacional, presidida por Juan Guaidó, e foi bloqueado no aeroporto internacional de Caracas.

A delegação, proveniente de Madri, era formada pelos eurodeputados Esteban González Pons, Gabriel Mato, Esther de Lange, José Ingacio Salafranca Sánchez-Neyra e Juan Salafranca, todos eles membros do conservador Partido Popular Europeu (PPE).

“Depois de alguns procedimentos, nos comunicaram que o Ministério das Relações Exteriores havia proibido nossa entrada no país, sem explicar os motivos”, disse Salafranca. Em seguida, o grupo embarcou novamente para Madri.

O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, afirmou nas redes sociais que os eurodeputados queriam visitar o país com “fins conspiratórios”. “O governo constitucional da Venezuela não permitirá que a extrema direita europeia perturbe a paz e a estabilidade do país com mais uma ingerência”, declarou.

O presidente do Parlamento Europeu, o italiano Antonio Tajani, afirmou que a medida tomada por Caracas “comprova mais uma vez” que o presidente Nicolás Maduro é um “ditador”. “Espero que o Conselho da União Europeia adote medidas em resposta a mais esse ultraje”, disse ele, que é membro do PPE.

Já o ministro das Relações Exteriores da Itália, Enzo Moavero, ressaltou que o veto aos eurodeputados “não ajuda na busca de uma solução”. “A abertura ao diálogo é uma condição imprescindível para superar a gravíssima crise política e institucional na Venezuela”, afirmou.

(Por ANSA)

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16 estados entram na Justiça contra declaração de emergência de Trump

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Juízes do tribunal de San Francisco já deram sentenças contrárias ao governo em alguns casos

Uma coalizão formada por 16 estados controlados majoritariamente por democratas, entre eles a Califórnia e Nova York, entrou nesta segunda-feira (18) com uma ação em um tribunal federal buscando deter a declaração de emergência nacional feita pelo presidente Donald Trump na última sexta.

A medida foi adotada pelo republicano para contornar o Congresso e remanejar recursos do orçamento para construir um muro na fronteira com o México.

A ação foi ajuizada na corte distrital federal de San Francisco, que, no passado, já deu sentenças contrárias ao governo. O documento sustenta que o presidente não tem o poder de desviar fundos para construir o muro porque é o Congresso que controla os gastos no país.

Em entrevista, Xavier Becerra, procurador-geral da Califórnia, afirmou que o próprio presidente havia minimizado a necessidade da declaração durante o pronunciamento da última sexta.

“Provavelmente a melhor evidência são as palavras do próprio presidente”, disse, em referência ao fato de Trump ter dito que “não precisava fazer isso, mas eu prefiro fazer isso [construir o muro] muito mais rápido.”

Na ação, os 16 estados dizem que buscam proteger os habitantes locais, recursos naturais e interesses econômicos.

Além de Califórnia e Nova York, os estados que participam da coalizão são Colorado, Connecticut, Delaware, Havaí, Illinois, Maine, Maryland, Michigan, Minnesota, Nevada, Nova Jersey, Novo México, Oregon e Virgínia. Maryland é o único estado não democrata a participar da ação.

“Contrariando a vontade do Congresso, o presidente usou o pretexto de uma crise fabricada de imigrantes ilegais para declarar emergência nacional e redirecionar dólares federais alocados para combate às drogas e construção militar e iniciativas de fiscalização para construir um muro na fronteira dos Estados Unidos-México”, indica a ação.

O processo diz ainda que os próprios dados do governo “provam que não há emergência nacional na fronteira sul que justifique a construção de um muro”, indicando que informações da CBP (Agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras) mostram que as entradas irregulares pelo local estão em mínimas registradas em 45 anos.

Juízes do tribunal de San Francisco já deram sentenças contrárias ao governo em alguns casos, como em um esforço do Departamento de Comércio para acrescentar uma pergunta sobre cidadania ao Censo de 2020, além de tentativas da administração de reduzir asilo para migrantes.

Na sexta, ao justificar a declaração de emergência, Trump afirmou que o país estava sofrendo uma invasão “de drogas, de tráfico humano, de todo tipo de criminosos e gangues.”

Com a declaração, a 32ª em vigor no país, o presidente afirmou que conseguirá ter acesso a US$ 8 bilhões (R$ 29 bilhões) para reforçar a fronteira do país, valor que inclui o US$ 1,375 bilhão alocado pelo acordo aprovado pelo Congresso na noite de quinta-feira (14).

“Nós temos tanto dinheiro que eu não sei o que fazer com isso. Eu não sei o que fazer com o dinheiro que eles estão dando para nós”, disse o presidente.Durante a declaração, Trump já admitia a possibilidade de ser processado pela medida, mas afirmou confiar que será ser bem-sucedido na Justiça.

Enquanto isso, o Congresso também se prepara para desafiar a ordem executiva. A Câmara dos Deputados, controlada pelos democratas, estuda dois caminhos.

Um deles seria entrar com uma ação, e o outro seria votar para anular a declaração de que existe uma emergência, mas os legisladores não teriam votos suficientes para superar um veto de Trump à medida.

Algumas organizações não-lucrativas já entraram com ações contra a medida do presidente, entre elas o grupo Public Citizen, representando donos de terra do Texas, e um caso conjunto das entidades Center for Biological Diversity, Defenders of Wildlife e Animal Legal Defense Fund.

Vários presidentes americanos usaram a prerrogativa de declarar emergência, como George W. Bush após os atentados de 11 de setembro de 2001, e Barack Obama, durante a epidemia da gripe H1N1 em 2009.

A declaração de emergência ocorreu um dia após o Congresso aprovar uma legislação que permite manter o governo financiado e evitar uma nova paralisação parcial do governo, mas sem os recursos que o republicano queria para o muro com o México.

Por Folhapress. 

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