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Educação

Em Pernambuco, docentes das universidades federais discutem se vão acatar proposta do governo sobre reajuste salarial

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Os professores e professoras das universidades e institutos federais têm até a próxima segunda-feira (27) para oficializar se irão acatar ou não a proposta apresentada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), no dia 15 de maio. Em Pernambuco, as assembleias para debater o tema estão marcadas para ocorrer até a sexta-feira (25).

Havia uma expectativa de que fosse concedido o reajuste salarial de 22,71% com pagamento ainda no segundo semestre deste ano. Entretanto, o governo manteve o reajuste zero para 2024. Na proposição apresentada pelo MGI, o reajuste irá variar de acordo com as classes e os níveis dos profissionais. Ou seja, os docentes com salários maiores receberão um aumento de 13% até 2026. E aqueles que recebem menos, o reajuste será de 31,2%, pelo mesmo período.

Os professores e professoras das universidades e institutos federais têm até a próxima segunda-feira (27) para oficializar se irão acatar ou não a proposta apresentada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), no dia 15 de maio. Em Pernambuco, as assembleias para debater o tema estão marcadas para ocorrer até a sexta-feira (25).

Havia uma expectativa de que fosse concedido o reajuste salarial de 22,71% com pagamento ainda no segundo semestre deste ano. Entretanto, o governo manteve o reajuste zero para 2024. Na proposição apresentada pelo MGI, o reajuste irá variar de acordo com as classes e os níveis dos profissionais. Ou seja, os docentes com salários maiores receberão um aumento de 13% até 2026. E aqueles que recebem menos, o reajuste será de 31,2%, pelo mesmo período.

Segundo o levantamento feito pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), atualizado nesta terça-feira (21), professores e professoras de 58 instituições federais estão em greve por recomposição salarial, reestruturação da carreira, recomposição do orçamentos das Ifes, revogaço e em defesa das pessoas aposentadas.

Presidenta da Associação dos Docentes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (Aduferpe), Nicole Pontes, que também integra o Comando Nacional de Greve da Andes-SN, em Brasília, a categoria deve apresentar uma nova contraproposta ao governo.

“A nossa sensação não é bem de frustração, mas de irritação por parte do movimento porque estamos nos sentindo um pouco desrespeitados. Outros reajustes para outras categorias foram dados já esse ano, e também estamos preocupados porque o reajuste de 2024 para nossa categoria de docentes é o único mecanismo que temos de incluir os nossos colegas aposentados no processo de melhoria da nossa condição salarial. Sem reajuste para este ano, nossos colegas aposentados não recebem nenhum benefício”, explicou a professora Nicole Pontes em entrevista à coluna Enem e Educação.

Para este ano, o governo já havia formalizado, para todos os servidores federais, proposta de reajuste no auxílio-alimentação, que passaria de R$ 658 para R$ 1 mil (51,9% a mais), de aumento de 51% nos recursos destinados à assistência à saúde suplementar (auxílio-saúde) e de acréscimo na assistência pré-escolar (auxílio-creche), de R$ 321 para R$ 484,90.

No entanto, segundo a presidente da Aduferpe, apesar dessa conquista ser fruto das mobilizações feitas pelos docentes nesse período de greve, ela não contempla os docentes que estão aposentados. “Esses auxílios não são reajuste salarial, uma vez que a gente se aposenta, a gente perde. É importante destacar que não recebemos nenhuma recomposição salarial há praticamente oito anos”, frisou Nicole Pontes.

ASSEMBLEIAS EM PERNAMBUCO

A Assembleia Geral da Aduferpe será realizada em duas partes. A primeira será nesta quarta-feira (22), no Anfiteatro Padre Afonso UAST, no campi de Serra Talhada, às 14h. A segunda parte ocorrerá na quinta-feira (23), no Salão da Aduferpe, na Sede Dois Irmãos, no Recife, também às 14h.

A diretoria da Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (Sindufape) convocou a assembleia para esta quinta-feira, às 9h, no hall do prédio 2 dos docentes, para avaliar  a proposta do MGI.

Já a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco (Adufape) irá realizar a Assembleia Geral Extraordinária na sexta-feira (24), a partir das 8h30, no auditório do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), no campus Recife, e no Centro Acadêmico do Agreste (CAA), em Caruaru.

Os docentes também vão poder participar e votar online. “Infelizmente a última reunião quebrou nossa expectativa de que houvesse algum reajuste para 2024, a maioria da base está muito preocupada com o fato de não termos nem a reposição da inflação deste ano. Caso a categoria não aceite a proposta do governo, nós vamos continuar trabalhando para conseguir o reajuste que a gente precisa”, destacou a presidenta da Adufepe, Teresa Lopes, em entrevista à coluna Enem e Educação.

Fonte: coluna Enem e Educação

           

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Educação

Professores da UFPE vão decidir sobre fim de greve na próxima semana

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Professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) vão decidir, na próxima quinta-feira (27), se a greve chegará ao fim. A assembleia geral extraordinária, no Auditório do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), no Recife, foi convocada pela Associação dos Docentes da UFPE (Adufepe). As atividades estão paralisadas desde o dia 22 de abril.

A expectativa é de que a greve, de fato, chegue ao fim. “O governo cedeu em várias outras demandas da nossa categoria. Continuamos considerando reajuste zero em 2024 muito ruim, mas nós temos responsabilidade para com a sociedade, em especial com os alunos. No final das contas, a decisão está nas mãos dos professores”, declarou a professora Teresa Lopes, presidenta da Adufepe.

Mesmo com zero de reajuste este ano, o governo anunciou que a categoria terá 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026.

Apesar de a pauta do reajuste salarial não ter sido plenamente atendida, outras demandas da categoria foram atendidas. Por exemplo, a recomposição do orçamento das universidades e a garantia de uma permanência de qualidade para os estudantes.

Outra conquista da greve foi a revogação da Portaria 983/2020, que aumentava a carga horária dos profissionais de ensino de institutos federais e colégios de aplicação, prejudicando as atividades de pesquisa e extensão.

Mais ganhos contabilizados são os reajustes em benefícios como auxílio alimentação, saúde suplementar e creches e as 5.600 bolsas de permanência para estudantes quilombolas e indígenas, além do anúncio do PAC das Universidades, que vai destinar R$ 5,5 bilhões para expansão e criação de novos campi em todo o Brasil, incluindo um em Sertânia.

DECISÃO NA UFRPE

No Estado, os professores da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) decidiram encerrar a paralisação e voltam às atividades em 1º de julho.

Fonte: JC

           

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Educação

IFSertãoPE garante 2.400 vagas para cursos na modalidade EaD até 2026

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A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) contemplou o IFSertãoPE com 2.400 vagas em cursos na modalidade EaD até 2026. Através da Diretoria de Educação a Distância (DEaD), o instituto conseguiu vagas em 10 cursos (seis especializações e quatro graduações), sendo 1.050 para cursos de graduação e 1.350 para pós-graduação. Salgueiro é um dos polos EaD do IFSertãoPE.

As graduações são: Licenciatura em Matemática; Licenciatura em Ciência Agrárias; Tecnologia em Logística; e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Já na pós-graduação, o IF contará com os cursos de Docência para Educação Profissional e Tecnológica; Tecnologias Digitais Aplicadas à Educação; Gestão para Educação Profissional e Tecnológica; Educação a Distância; Ciência é 10; e Inovação Urbana e Cidades Inteligentes.

Diretor de Educação a Distância do IFSertãoPE, Eudis Teixeira disse que o aumento das vagas destinadas pelo CAPES ao instituto é muito significativo. “A oferta dessas vagas representa um marco significativo e histórico para o IFSertãoPE, pois reflete nosso crescimento e consolidação como uma instituição comprometida com a expansão da Educação Profissional e Tecnológica, principalmente na modalidade de Educação a Distância. O aumento no número de vagas demonstra nossa capacidade de atender à crescente demanda por educação de qualidade e acessível em nossa região, além de reforçar nosso papel na formação de profissionais qualificados para o mercado de trabalho”, comentou.

Fonte: Blog Alvinho Patriota

 

 

           

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Educação

Senado aprova texto da reforma do ensino médio, que volta à Câmara

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Após votação na Comissão de Educação e Cultura do Senado, o projeto de lei que prevê uma nova reforma do ensino médio foi aprovado no Plenário do Senado. O PL altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Lei de Cotas, entre outras. O texto volta para a Câmara.

As mudanças incluem a ampliação da carga horária e o fortalecimento da formação geral básica. Como o relatório apresentado pela senadora Dorinha Seabra é um substitutivo,o PL 5.230/23 terá de retornar à Câmara dos Deputados após a aprovação pelo Senado.

O texto do relatório foi apresentado na semana passada. Foram feitos então pedidos de vistas e, na sequência, algumas sugestões foram apresentadas e acatadas pela senadora Dorinha. Segundo ela, “ajustes redacionais” foram feitos, principalmente relativos a prazos e cargas horárias.

Carga horária

O texto aprovado prevê a ampliação da carga horária mínima total destinada à formação geral básica (FGB), das atuais 1,8 mil horas para 2,4 mil.

A carga horária mínima anual do ensino médio passa de 800 para 1 mil horas distribuídas em 200 dias letivos. Há a possibilidade de essa carga ser ampliada progressivamente para 1,4 mil horas, desde que levando em conta prazos e metas estabelecidos no Plano Nacional de Educação (PNE), respeitando uma distribuição que seja de 70% para formação geral básica e 30% para os itinerários formativos.

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