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Em universidade, Biden defende pacote de investimentos sociais de US$ 1,8 trilhão

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O democrata afirmou que é hora de fazer a economia crescer “de baixo para cima”

Opresidente dos Estados Unidos, Joe Biden, reforçou a defesa de seu pacote de investimentos sociais de US$ 1,8 trilhão durante um discurso nesta segunda-feira, 3. Em uma visita à Tidewater Community College, o democrata afirmou, ao lado da primeira-dama Jill Biden, que é hora de fazer a economia crescer “de baixo para cima”, em referência à ênfase do plano trilionário na educação e em benefícios aos trabalhadores de baixa renda.

“Vamos melhorar nossa economia investindo nas pessoas”, declarou o chefe da Casa Branca.

Segundo Biden, o plano de investimentos também ajudará os EUA a competir melhor com outros países no futuro, se houver ganhos de produtividade.

O democrata ressaltou que o custo dos cuidados infantis é “extraordinário” no país e disse que o pacote fornecerá acesso a creches de qualidade e acessíveis, além de 12 semanas de licença médica familiar paga.

Biden afirmou, ainda, que o pacote trilionário “não adicionará nem um centavo” ao déficit fiscal do país e que as corporações pagarão uma quantia justa de impostos. “Podemos optar por dar um descanso às famílias que trabalham duro”, declarou.

Volta à normalidade

Ao ser questionado sobre o cronograma para volta à normalidade no país, em meio ao avanço da vacinação contra a covid-19, Biden disse esperar que a situação seja completamente diferente no final do verão, que termina em setembro no Hemisfério Norte.

Ele também voltou a pedir que os norte-americanos se vacinem contra o coronavírus.

Por Estadão Conteúdo

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Estudo em Israel mostra eficácia de 97% da Pfizer em evitar casos sintomáticos

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O estudo foi conduzido junto a 6.710 profissionais da área de saúde, dos quais 5.953 receberam ao menos uma dose da vacina, 5.517 receberam as duas doses e 757 não foram vacinados

Um estudo conduzido em Israel junto a profissionais da área de saúde e publicado no Journal of the American Medical Association (Jama) mostrou que a vacina contra a covid-19 produzida pela Pfizer reduziu as infecções sintomáticas pela doença em 97%, ao passo em que diminuiu as assintomáticas em 86%.

O estudo foi conduzido junto a 6.710 profissionais da área de saúde, dos quais 5.953 receberam ao menos uma dose da vacina, 5.517 receberam as duas doses e 757 não foram vacinados. Eles foram acompanhados por um período de 63 dias, entre de 20 de dezembro de 2020 e 25 de fevereiro de 2021.

Entre aqueles que foram totalmente imunizados, com duas does, a infecção sintomática por SARS-CoV-2 ocorreu em 8 profissionais, enquanto esteve presente em 38 que não foram vacinados (taxa de incidência de 4,7 e 149,8 por 100 mil pessoas, respectivamente). Isso representa uma razão de 0,03 (com 95% de confiança) ou 97% de eficácia.

Já a infecção assintomática por SARS-CoV-2 ocorreu em 19 profissionais de saúde totalmente vacinados e 17 profissionais de saúde não vacinados – taxa de incidência de 11,3 a 67,0 por 100 mil pessoas, respectivamente, numa razão de 0,14, o que resulta nos 86% de eficiência.

Assim, o estudo conclui que, entre os profissionais de saúde de um centro de saúde em Tel Aviv, Israel, a vacina da Pfizer em comparação com nenhuma vacina foi associada a uma incidência significativamente menor de infecção por covid-2 sintomática e assintomática mais de 7 dias após a segunda dose.

Por Estadão Conteúdo

 

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A custo zero, Biden rouba o holofote da China na diplomacia vacinal

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Em um único comunicado, Biden conseguiu ultrapassar a China, que vinha vencendo disparado na diplomacia da vacina

O anúncio dos Estados Unidos de apoio à suspensão de patentes de vacinas contra a Covid-19 foi um golpe de mestre diplomático de Joe Biden. Em um único comunicado, Biden conseguiu ultrapassar a China, que vinha vencendo disparado na diplomacia da vacina. E com custo zero.

Até agora, os chineses vinham acumulando “soft power” ao doar, transferir tecnologia e vender vacinas para países ao redor do mundo. Já Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia conquistaram antipatia mundial ao praticar nacionalismo vacinal -asseguraram estoques suficientes para vacinar mais do que suas populações inteiras, enquanto inúmeros países não vacinaram nem 1% de seus habitantes. Proibiram exportação de insumos, descumpriram prazos, negaram-se a doar excedente de doses enquanto não tivessem vacinado toda sua população.

E eis que, com uma canetada, Biden vira o jogo. O americano, ao se alinhar à Índia e à África do Sul pela suspensão de patentes e enfrentar as “cruéis” farmacêuticas que lucram bilhões, rouba o holofote da China e conquista boa vontade do resto do mundo. Isso sem ter doado uma única vacina a mais -ou melhor, enviou 4 milhões de doses para Canadá e México, número que, dada a magnitude do problema, é simbólico, e contribuiu para o Covax, que está muito atrasado em suas promessas.

Biden fica com o bônus político de se posicionar contra a desigualdade no acesso às vacinas. Mas o efeito da decisão é incerto.

As negociações na Organização Mundial do Comércio levarão meses, pois precisam de consenso. Mesmo que haja suspensão de patentes, é preciso garantir que as farmacêuticas transfiram também know-how, senão será difícil outros países replicarem a complexa tecnologia das vacinas da Moderna e Pfizer, por exemplo.

Por Folhapress

 

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Foguete chinês descontrolado pode cair no Brasil. Veja chances!

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Os destroços do foguete chinês CZ-5B, que está descontrolado, devem cair em solo terrestre nos primeiros minutos deste domingo (09). No entanto, não é possível afirmar com exatidão o local onde o míssil desintegrado irá despencar. Segundo a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (BRAMON), há uma chance de 1,86% do foguete cair em solo brasileiro.

De acordo com os cálculo de Joseph Remis, os destroços tocarão a terra às 0h06 de domingo. No entanto, há uma margem de erro de até 21 horas de diferença. Caso esta margem se cumpra, o míssil terá mais uma passagem pela região Sul do Brasil, totalizando nove passagens “em cima” da região e aumentando para 1,92% as chances de cair “por aqui”.

Apesar da perda de controle dos destroços, cientistas afirmam que a maior parte do foguete será consumida pela atmosfera e, com isso, apenas as partes mais resistentes e menores, como os tanques de combustíveis, devem tocar o solo, ainda assim com velocidade bastante reduzida.

A possibilidade de cair em uma área habitada e até mesmo de ferir alguém ou causar algum dano material é muito pequena, não entanto, não pode ser desprezada.

 

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