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Espanha deixará de usar máscara ao ar livre

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Os espanhóis poderão deixar de usar máscara ao ar livre a partir de 26 de junho, seguindo os passos da França, enquanto cresce a preocupação com a variante Delta do vírus, responsável pelo novo grande surto de covid-19 em Moscou, que registrou um recorde de casos.
Um dia depois que os franceses deixaram de usar obrigatoriamente a máscara ao ar livre, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, anunciou que seus cidadãos poderão fazer o mesmo a partir de sábado 26 de junho.
“Este será o último fim de semana com máscaras ao ar livre, porque no próximo 26 de junho não as usaremos mais em espaços públicos”, declarou Sánchez em um ato empresarial em Barcelona. “Nossas ruas e nossos rostos recuperarão seu aspecto normal nos próximos dias”, acrescentou.
O uso da máscara ao ar livre foi imposto na Espanha em maio de 2020, a princípio somente quando não fosse possível manter uma distância segura. Depois, a obrigatoriedade do uso acabou se generalizando.
A melhora da situação sanitária e a chegada em breve do verão boreal (inverno no Brasil), no qual a Espanha espera começar a recuperar os milhões de turistas perdidos pela pandemia, aumentaram a pressão para levantar esta medida, como França e Bélgica já fizeram. (Por Diário de Pernambuco)

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Variante Delta se espalha na China e chega a Pequim

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Embora ainda limitado, o último surto de Covid-19 se espalhou por várias províncias da China, incluindo a capital do país, Pequim – anunciaram as autoridades nesta quinta-feira (29), que enfrentam a variante Delta.

País onde o coronavírus foi detectado pela primeira vez, no final de 2019, a China conseguiu frear o avanço da pandemia na primavera de 2020.

Identificado em Nankin (leste) em 20 de julho, este último surto da covid-19 vem, no entanto, espalhando-se geograficamente no país há meses.

A variante foi detectada, inicialmente, em nove funcionários do aeroporto da antiga “capital do sul”, mas contágios também foram registrados em 171 pessoas na província de Jiangsu, limítrofe com Xangai, e em pelo menos outras quatro províncias.

A maioria dos infectados havia sido vacinada, de acordo com as autoridades de Jiangsu, o que desperta preocupação sobre a eficácia das vacinas chinesas contra a variante Delta.

O país mais populoso do mundo administrou 1,6 bilhão de doses (fabricadas apenas na China). Não se sabe, porém, quantos habitantes estão vacinados com todas as doses necessárias. A meta do governo é imunizar 65% da população (ou 1,4 bilhão de habitantes) até o final do ano.

O país também registrou casos de contágio através de sua porosa fronteira com Mianmar.

Em Jiangsu, as autoridades confinaram centenas de milhares de moradores, disse Lu Jing, um funcionário de alto escalão dos serviços epidemiológicos provinciais.

“Em Nankin, cibercafés, academias, cinemas, karaokês e até bibliotecas foram fechados”, disse ele à imprensa.

A metrópole aplicou duas vezes testes de Covid-19 em seus mais de 9,2 milhões de habitantes e lançou uma terceira campanha de detecção na quarta-feira (28), anunciou a prefeitura.

A densamente povoada província de Sichuan (sudoeste) registrou três casos nesta quinta-feira, e Pequim, dois, o primeiro em seis meses.

No centro da capital, o hotel Legendale foi fechado, após a descoberta de um caso importado. Nesta quinta, funcionários com trajes de proteção desinfetavam os arredores do estabelecimento com pulverizadores.

Por:Diario de Pernambuco

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Ter Aids e Covid-19 pode levar à prisão na Cidade do México

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Em junho, enquanto a Cidade do México celebrava a diversidade e a inclusão sexual, um homem foi preso por “perigo de contágio”, crime adaptado à pandemia de Aids e que recuperou forças com a de Covid-19.
A imagem de Juan “N”, como identificado pelo Ministério Público da capital, foi divulgada em foto e vídeo. Seu crime: não ter informado a uma ex-companheira que era portador do HIV.
A tipificação penal é de “perigo de contágio” e pode levar a até cinco anos de prisão para quem, sabendo que tem uma doença venérea, ou grave, infectar mais pessoas “por meio de relações sexuais”, ou de “outros meios”.
“O que faz é criminalizar as pessoas que vivem com qualquer condição de saúde, seja ela HIV, seja qualquer outra”, diz a presidente do Conselho para Prevenir e Eliminar a Discriminação (Copred) do governo da Cidade do México, Geraldina González de la Vega.
As denúncias, o único meio de processar o delito, aumentaram em meio à pandemia da Covid-19.
Em 2020, o Ministério Público (MP) da capital abriu 78 inquéritos por “perigo de contágio”, e já são 52 este ano, segundo dados oficiais que não especificam a doença que gerou as denúncias.
Em comparação com as nove denúncias de 2018, e as 12 de 2019, o impacto do coronavírus parece, no entanto, evidente.
Embora não haja relatos de novas detenções, a presidente do Copred considera “estigmatizante” investigar um paciente com Covid-19.
Com 2,7 milhões de casos confirmados e 239.079 mortes, o México é o quarto país mais atingido pela pandemia em números absolutos.
Estigma
Presente há décadas no Código Penal, o “perigo de contágio” responde a antigos moralismos de raiz católica, como punir a conduta “licenciosa”, segundo estudos acadêmicos.
Na década de 1990, o avanço da Aids levou ao endurecimento do nascente Código Penal.
“O delito de lesões pode penalizar uma pessoa que, de forma dolosa, infecta outra, ou mesmo se tem a intenção de fazê-lo e não consegue”, explica González de la Vega.
Contradiz, portanto, os princípios constitucionais da dignidade humana e da não discriminação com base nas condições de saúde.
No caso de Juan “N”, o MP o expôs de forma irreversível, divulgando a acusação, seu rosto e dados pessoais.
“É ilegal”, diz Jaime Morales, diretor de diversidade sexual do governo da capital, que hoje trabalha para treinar e sensibilizar as pessoas que divulgaram as informações.
A prisão de Juan, que durou uma semana, deveu-se à denúncia de sua ex-companheira, cujos advogados alegam que ela foi enganada e colocada em risco.
O MP argumenta que ele foi preso por não ter respondido às intimações.
A juíza finalmente determinou que ele poderia aguardar o julgamento em liberdade.
A AFP buscou contatou com o implicado e seu defensor, que se absteve de comentar para não prejudicar o processo.
A tipificação penal também é anacrônica do ponto de vista médico. Há duas décadas, os antirretrovirais reduzem o HIV ao ponto de ser indetectável e, portanto, não transmissível.
Existem também métodos preventivos que protegem até 99% de possíveis infecções sexuais.
O tratamento também é gratuito em qualquer serviço público de saúde do México.
Montalvo enfatiza que as pessoas soropositivas têm o poder de compartilhar, ou não, seu diagnóstico.
Embora o caso de Juan seja um marco doloroso, também abre a porta para a revogação do crime.
Temístocles Villanueva, deputado do partido Morena no Congresso da capital, vai apresentar uma iniciativa em agosto.
“É uma intervenção do Estado na vida privada das pessoas, nas suas relações sexuais”, opina Villanueva, para quem a criminalização não diminui o contágio.
Em 2020, 342 novos casos de HIV foram diagnosticados na Cidade do México, e 9.220, em todo país, de acordo com dados oficiais.
Por:Diario de Pernambuco

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Um morto e quatro desaparecidos em explosão em estação de resíduos na Alemanha

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Uma explosão de origem desconhecida em uma estação de tratamento de resíduos causou ao menos um morto, 16 feridos e quatro desaparecidos em Leverkusen (oeste da Alemanha), cujos habitantes foram instados a não deixarem suas casas

“Lamentamos profundamente este trágico acidente e a morte de um funcionário”, declarou a administração da empresa Currenta, em um comunicado.
A explosão, seguida por um incêndio localizado, ocorreu por volta das 9h40 (04h40 de Brasília).
A ex-subsidiária da gigante química Bayer disse que os moradores de Leverkusen foram instados a “ficar em quartos trancados, desligar o ar-condicionado e, por precaução, fechar portas e janelas”.
O incidente é classificado como de “perigo extremo”, de acordo com o aplicativo de alerta nacional de desastres Nina.
A estação está localizada no limite de um parque industrial que reúne empresas do setor químico, um dos maiores do gênero na Europa, nos arredores de Leverkusen.
Esta cidade, que tem cerca de 160.000 habitantes, está localizada a cerca de vinte quilômetros de Colônia.
As medições da qualidade do ar mostram que a população de Colônia “não está em perigo”, tuitou o corpo de bombeiros desta cidade de mais de um milhão de habitantes.
Por:Diario de Pernambuco

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