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Feito para fãs de Sandy e Junior, série documental da dupla chega à TV aberta

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Lançado em julho de 2020 no Globoplay, a série documental “Sandy e Junior: A História” será exibida a partir deste domingo (11), na Globo

Quase 20 anos depois do sucesso nas tardes de domingo da Globo com o seriado “Sandy e Junior” (1999-2002), os irmãos cantores voltam à faixa horária, mas agora em um projeto que revisita toda a carreira e vida deles ao longo dos 17 anos em que formaram uma das duplas mais amadas do país.

Lançado em julho de 2020 no Globoplay, a série documental “Sandy e Junior: A História” será exibida a partir deste domingo (11), na Globo, após Temperatura Máxima -e no lugar do The Voice+. Os irmãos, que seguem as carreiras individualmente, se mostram animados com a possibilidade de o trabalho alcançar um público maior na TV aberta.

“Na época em que o documentário foi lançado no Globoplay, recebi muito feedback de fãs que acompanhavam de perto nossa história e, mesmo assim, só depois de assistir e ver o nosso ponto de vista colocado ali, conseguiram compreender alguns momentos e muitos desdobramentos da nossa trajetória”, diz Junior Lima, que anunciou nesta sexta (9) que será pai pela segunda vez. Ele também faz aniversário neste domingo (11), dia da estreia.

Como eles mesmos destacaram, o projeto foi feito como um presente para os fãs e com o objetivo de dar a visão deles do que aconteceu desde o início da carreira, ainda na infância -e sob a rígida supervisão dos pais, Xororó e Noely-, até a decisão da separação em 2006 e o que cada um fez nos anos seguintes após o fim da dupla.

Não há nos sete episódios, portanto, nenhuma grande revelação. Mas há momentos interessantes. “É muita vitória e tudo mais, mas para tudo isso acontecer, houve um lado hardcore. Quando eu canto ‘Super Herói’ eu me emociono, porque tem muitas camadas e muito feridas, que ficaram em mim, e que se cutucar abre”, diz Junior no início do capítulo 4 da série.
É exatamente neste episódio, chamado “Boatos e Polêmicas” e que trata sobre a relação deles com a mídia, que algumas dessas feridas são cutucadas -e que eles se mostram mais sem escudos e livres para dizer o que de fato sentiram.

Imagens dos artistas em programas de TV, ainda crianças e adolescentes, sendo frequentemente questionados sobre namoradas e namorados são mostradas, assim como recortes de jornais e revistas que especulam sobre a virgindade de Sandy ou a sexualidade de Junior.

“Um assunto tão pessoal [sobre a virgindade]… As questões da adolescência são difíceis de lidar para quem é adolescente só por existirem, imagina você estar vivendo a sua adolescência e ainda exposta”, afirma Sandy, que é casada com o músico Lucas Lima desde 2008.

A cantora afirma que era vítima de “rótulos injustos e engessantes”, e que viveu todo um namoro escondido porque não sabia lidar com toda essa pressão. “Tinha muita mentira, muita injustiça, muita fofoca”, completa a mãe, Noely.

Em alguns trechos, Junior se emociona ao falar sobre as críticas que o apontavam como “sombra da Sandy”. “Isso me ajudou a me tornar um artista, porque eu fazia com raiva. Eu estudava batera, estudava guitarra em casa com raiva”, destaca, com a voz embargada. “Tinha que provar para mim mesmo que as pessoas estavam erradas.”

O episódio parece deixar claro para o espectador porque ambos preferiram, em suas carreiras solo, seguir por caminhos mais intimistas, sem shows para milhões de pessoas e muito discretos em suas vidas pessoais -o quinto capítulo é dedicado exclusivamente ao que eles fizeram após se separarem.

Ainda no quarto episódio, há momentos divertidos também, quando Junior relembra uma foto que fez para uma revista adolescente, em que ele aparece em uma banheira cheia de macarrão do tipo miojo. A ideia da publicação, conta ele, era mostrar os sete pecados, e o da imagem em questão seria a gula.
Na época, o cantor afirma que “achou meio ridículo”, mas com medo de desagradar topou fazer. Diz ele que pensou que ninguém se lembraria da foto, mas ela acabou viralizando anos depois na internet. “Hoje em dia, eu racho. É divertido virar meme.”

Outros episódios da série documental também apresentam algumas histórias curiosas, como a que aborda a carreira internacional da dupla –e as dúvidas de Sandy desde o início em apostar nisso e perder a liberdade que eles tinham fora do país.

Os perrengues da apresentação da dupla no Rock in Rio em 2001 e os bastidores das gravações da série “Sandy e Junior” são outros destaques. Aliás, o diretor da produção é Douglas Aguillar, que interpretou Maumau no programa de ficção estrelado pelos irmãos.

Os dois últimos episódios se concentram nos bastidores da turnê “Nossa História”, que eles realizaram em 2019, após 12 anos da separação, e que e se tornou a segunda mais lucrativa do mundo naquele ano, atrás apenas de Elton John.

É de fato uma série documental feita para os fãs se deleitarem e matarem um pouco da saudade dos ídolos da infância e adolescência.’

SANDY E JUNIOR: A HISTÓRIA’
Quando: Domingo, às 14h50 (após Temperatura Máxima)
Onde: Globo

Por FOlhapress

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Tatá Werneck diz que dará tempo no Twitter após críticas sobre máscaras

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“Gente vou dar um tempo do Twitter. Adoro ficar aqui conversando com vocês. Tem pessoas muito lindas e carinhosas aqui! Mas ver gente ridicularizando minha proteção, meu medo depois de perder um amigo e sobre a roupa que usei é difícil demais” afirmou

A humorista Tatá Werneck, 37, disse dará um tempo no Twitter após ser ridicularizada sobre a roupa e a proteção que utilizou para ir ao velório do ator Paulo Gustavo, que morreu na terça-feira (4) aos 42 anos. A apresentadora esteve presente ao lado de seu marido, o ator Rafael Vitti, 25.

“Gente vou dar um tempo do Twitter. Adoro ficar aqui conversando com vocês. Tem pessoas muito lindas e carinhosas aqui! Mas ver gente ridicularizando minha proteção, meu medo depois de perder um amigo e sobre a roupa que usei é difícil demais. Magoa muito quem já está magoado”, escreveu a atriz no Twitter.

Tatá Werneck foi à cerimônia com duas máscaras, um escudo de proteção facial (faceshield) e uma roupa que disse ser fácil de tirar. Tudo com o objetivo de proteger a si mesma e a outras pessoas, segundo escreveu na rede social.

Sua postura foi ridicularizada por diversos internautas que diziam ser zelo em demasia. Em uma postagem, humorista se manifestou e rebateu as críticas. “Gente! Jura?? Querida! Enfia sua roupa composta no seu c*! Eu não estou conseguindo dormir, comer, roupa composta é teu rabo! Vai se arrumar para ir para as ruas festas clandestinas e me deixa em paz”, escreveu em resposta a uma internauta, que apagou a postagem em seguida.

A atriz era muito próxima a Paulo Gustavo. Enquanto o ator esteve internado, ela se manifestava frequentemente pedindo orações pela sua melhora.

O corpo do ator foi cremado em cerimônia restrita na tarde desta quinta-feira (6), no Cemitério e Crematório Alto da Colina, em Niterói, no Rio de Janeiro. Tatá Werneck foi uma das primeiras celebridades a chegar ao local, mas permaneceu por pouco tempo.

Também estiveram presentes no velório Preta Gil, 46, e seu marido, Rodrigo Godoy, 32, as atrizes Ingrid Guimarães, 48, Heloísa Périssé, 54, e Mônica Martelli, 52, a modelo Carol Trentini, 33, o comediante Marcus Majella, 41, o Padre Omar, além da mãe do ator, Déa Lúcia, e sua irmã, Ju Amaral.

Por Folhapress

 

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Morte de Paulo Gustavo foi saia justa para Bolsonaro, que se viu forçado a falar

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Apoiadores do presidente disseram que a morte de Paulo Gustavo era grande demais para ser ignorada, diferente dos casos de outros artistas

Passava um pouco da meia-noite desta quarta-feira quando uma mensagem do presidente Jair Bolsonaro no Twitter surpreendeu seus apoiadores.

“Meus votos de pesar pelo passamento do ator e diretor Paulo Gustavo, que com seu talento e carisma conquistou o carinho de todo o Brasil”, escreveu Bolsonaro, poucas horas após a confirmação da morte do humorista.

Uma mensagem presidencial que deveria ser algo natural, tendo em vista a popularidade do ator vitimado pela Covid-19, mas que neste caso ganhou um significado especial.

Bolsonaro, afinal, tem por prática ignorar mortes de celebridades pela Covid-19, o que fez nos casos, por exemplo, de Aldir Blanc e mesmo de Agnaldo Timóteo, com quem dividia opiniões conservadoras.

Pouco antes, condolências pela morte de Paulo Gustavo já haviam sido externadas por um dos filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro. Outros bolsonaristas fizeram o mesmo, como a deputada federal Carla Zambelli e o comentarista político Rodrigo Constantino.

Apoiadores do presidente disseram que a morte de Paulo Gustavo era grande demais para ser ignorada, diferente dos casos de Blanc e Timóteo, ou mesmo de vitimados por outras causas, como o escritor Rubem Fonseca e os cantores Moraes Moreira e João Gilberto.

O clima de comoção nacional, afinal, já se desenhava nas redes sociais desde o início da semana, com a piora do quadro do humorista.

A questão para o presidente era delicada, uma vez que Paulo Gustavo era declaradamente homossexual e com perfil de esquerda. Bolsonaro, que minimizou a pandemia desde o início, seria previsivelmente acusado de hipocrisia ao expressar condolências, o que se confirmou.

A solução encontrada, rapidamente ecoada pelas vozes que apoiam o presidente, foi buscar inverter o jogo, acusando os opositores de politizarem a tragédia, enquanto Bolsonaro estaria apenas se solidarizando com uma morte prematura.

“Estão tentando fazer dessa morte uma jogada política. Então agora lamentar uma morte é errado também?”, disse o deputado federal Bibo Nunes, do PSL, um dos mais atuantes defensores do presidente na Câmara.

Simpático ao presidente em comentários que faz em programas jornalísticos e nas redes sociais, Constantino seguiu linha parecida. “O padrão único se repetiu. Se Bolsonaro nada dissesse sobre a morte do humorista, seria acusado de insensível e monstro; como se manifestou prestando condolências, foi acusado de hipócrita e monstro”, escreveu.

O discurso não ficou restrito aos nomes mais conhecidos do bolsonarismo, mas também foi ecoado por militantes de base. Num grupo de apoiadores do presidente, a ativista Val Paschoalini, que coordena um pequeno movimento conservador na Grande São Paulo, publicou um vídeo em que faz uma espécie de apelo para que a morte de Paulo Gustavo não vire parte da batalha política.

“Vocês aí que estão politizando, vocês aí que estão brincando com a vida das pessoas, não façam isso. Não politizem a doença. A família, que já perdeu o seu ente querido, está totalmente fragilizada. Não façam isso com as pessoas, as pessoas não merecem esse tipo de tratamento”, disse.

Segundo o publicitário Sérgio Lima, que já trabalhou com Bolsonaro na criação do partido Aliança Pelo Brasil, agora suspenso, a manifestação do presidente sobre a morte do humorista foi correta. “É positiva essa postura e espero que isso a partir de agora seja repetido, sempre que acontecer”, afirmou.

Segundo Lima, a morte de Paulo Gustavo já vem sendo usada como palanque político. “Obviamente que a esquerda vai tentar colar isso no presidente, mas a população como um todo entende que ele não tem culpa”, diz.

De acordo com o publicitário, as críticas direcionadas a Bolsonaro neste momento são uma decorrência do choque natural causado pela morte de alguém com tamanha popularidade. “O Paulo Gustavo era tão querido pelo Brasil que se ele tivesse morrido de outra forma a comoção seria igual.” Ele não acredita que necessariamente a morte do ator vá se tornar um catalisador para os opositores do presidente, ou um símbolo da tragédia com a Covid-19.

Outro discurso frequente entre os apoiadores de Bolsonaro foi o de se solidarizar com a morte do ator, mas dizer que ela não é mais especial do que nenhuma outra na pandemia. “É uma morte a lamentar como a de qualquer pai ou mãe”, afirma o deputado Bibo Nunes.

Apesar disso, o ineditismo da declaração pública de Bolsonaro nesse caso mostra como o drama sofrido em público por Paulo Gustavo está longe de ser trivial. A explicação é simples. O ator e comediante tinha ressonância especial para um público de classe média baixa que Bolsonaro não pode se dar ao luxo de perder, caso queira se reeleger no ano que vem.

Por Folhapress

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Horóscopo: Saiba o que os astros falam para você, hoje, 07 de Maio de 2021

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