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Governo Tarcísio planeja terceirizar manutenção de 134 escolas antigas da capital

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A gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos) planeja terceirizar no próximo ano a manutenção de 134 escolas que já estão em funcionamento na cidade de São Paulo.

A PPP (Parceria Público-Privada) para essas unidades antigas está em consulta pública, e a expectativa do governo estadual é de que seja possível fazer o leilão no segundo trimestre do ano que vem.

– O que se sabe sobre a terceirização de serviços não pedagógicos em novas escolas de SP

Na manhã desta terça-feira (29), o governador leiloou o primeiro lote de unidades escolares que vão ser construídas e geridas pelo setor privado. O vencedor foi o consórcio Novas Escolas Oeste SP, que tem como empresa líder a Engeform Engenharia LTDA -sócia da empresa que administra cemitérios na capital paulista.

Logo após o anúncio do consórcio vendedor, Tarcísio defendeu as parcerias com o setor privado e negou que o processo se trate de “privatizar” escolas.

“Estão falando que vou privatizar escolas. Privatizar o quê, se elas não existem? Se vão ser construídas do zero? Isso é moderno, a gente precisa ofertar o melhor serviço para o cidadão e é isso o que a gente está fazendo”, disse o governador.
Do lado de fora do leilão na B3, na região central de São Paulo, estudantes e professores se manifestaram contra a terceirização dos serviços nas escolas. Os jovens carregavam cartazes que diziam “minha escola não está à venda”.

Apesar de Tarcísio ter afirmado não promover uma privatização, por afetar apenas novas unidades, o governo já prepara uma nova PPP para a manutenção de escolas antigas na capital. Ainda segundo a gestão estadual, todas essas parcerias afetam apenas a infraestrutura, enquanto as atividades pedagógicas permanecem sob responsabilidade da Secretaria de Educação.

Em seu discurso, o próprio governador destacou que a rede estadual de ensino tem um “problema grave de infraestrutura. “Mais de 80% das nossas escolas têm mais de 20 anos. A gente tem uma infraestrutura muito envelhecida”, disse.

Rafael Benini, secretário de Parcerias em Investimentos, disse que o governo está “desenhando” uma parceria com o setor privado para a manutenção dessas unidades mais antigas. Segundo ele, uma consulta pública foi aberta e há previsão de publicar o edital de uma PPP no início do próximo ano para a manutenção de 134 escolas na capital.

“A gente está com consulta aberta para fazer uma parceria para a manutenção de 134 escolas na capital. [A parceria] seria só para a reforma, construção de novas salas, ampliação e manutenção”, disse.

Foto Getty

Por Folhapress

           

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Confira os resultados da Lotofácil 3233, Quina 6571 e outras loterias desta quarta (30/10)

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Loterias desta quarta-feira (30/10)

Lotofácil 3233 – R$ 1,7 milhão

Confira as dezenas sorteadas: 

Quina 6571 – R$ 1,3 milhão

Confira as dezenas sorteadas:  

Lotomania 2693 – R$ 4,7 milhões

Confira as dezenas sorteadas:  

Dupla Sena 2734 – R$ 550 mil

1º sorteio:  

2º sorteio:  

Super Sete 616 – R$ 2,9 milhões

Coluna 1: 

Coluna 2: 

Coluna 3: 

Coluna 4: 

Coluna 5: 

Coluna 6: 

Coluna 7: 

Mais Milionária 194 – R$ 19 milhões

Confira as dezenas sorteadas: 06 – 08 – 16 – 32 – 41 – 47

Trevos da sorte: 3 – 4.

Por Diário de Pernambuco

           

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Mortes no trânsito em São Paulo cresceram 32%, puxadas por motociclistas

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Dados da plataforma Infosiga, do Detran (Departamento Estadual de Trânsito), mostram que o número de óbitos no trânsito paulistano cresceu de maneira alarmante no primeiro semestre de 2024.

Mortes no trânsito em São Paulo aumentaram. Foram registrados 521 óbitos no primeiro semestre de 2024, um aumento de 31,9% em relação ao mesmo período de 2023. No ano passado, 395 pessoas morreram nas ruas, avenidas, calçadas e rodovias paulistanas.

Crescimento de mortes de motociclistas puxou aumento geral. Embora as fatalidades tenham crescido entre todos os meios de transporte, o aumento foi maior com motociclistas. Do último ano para este, morreram 71 motociclistas a mais, um crescimento de 43% em relação a 2023.

Da pandemia para cá, motociclistas passaram a ser maiores vítimas do trânsito. No 1° semestre de 2019, 44,5% dos mortos no trânsito paulistano eram pedestres, enquanto motociclistas eram 34,24%. Em 2024, isso se inverteu: mortes de motociclistas foram 45,3% do total, enquanto óbitos de pedestres representaram 36,25%.

Pedestres seguem sendo segundos maiores afetados por insegurança viária. Nos primeiros seis meses de 2024, morreram 192 pedestres, 42 a mais do que em 2023. Esse número representa um aumento de 36,85%.

CULPA DO DELIVERY?

Engenheiro de tráfego entende que aumento de mortes tem relação com delivery. Paulo Bacaltchuk, mestre em engenharia de tráfego, acredita que uma mudança nos hábitos de consumo do paulistano, que se voltou às entregas de comida por aplicativo, causou um aumento do número de pessoas trabalhando para essas plataformas e um consequente aumento do risco no trânsito.

“A forma de pagamento dessas pessoas [motoboys] é precária. Eles ganham por corrida. Sempre é dinheiro. Eles estão tomando mais riscos para fazer mais entregas. Aí está um fator que vai desde um problema social, problema de classe social, que está se traduzindo em acidente”, disse Paulo Bacaltchuk, mestre em engenharia de tráfego.

CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária vê questão comportamental como problema a ser observado. Paulo Guimarães entende que, com a pandemia, muitos paulistanos abandonaram o transporte público e migraram para as motos. Além disso, diz que a sociedade está mais violenta e isso reflete na fatalidade do trânsito: “a questão comportamental precede os sinistros”, completa.

“O motociclista é o grande desafio das políticas públicas, e a culpa pode não ser só do delivery”, disse Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária.

Número de motos em circulação em São Paulo aumentou em 50% nos últimos 9 anos. Segundo a Prefeitura, a frota de motocicletas em São Paulo passou de 1 milhão para 1,5 milhão desde 2015. “A pandemia também trouxe mudanças de comportamento que ampliaram o número de motos em circulação e a motivação dos deslocamentos”, completa o órgão.

Em paralelo, delivery cresceu desde a pandemia. Uma pesquisa realizada pela VR Benefícios com o Instituto Locomotiva mostra que já em 2021, 89% dos restaurantes operava também no delivery, aumento de 29% sobre níveis pré-pandêmicos.

Presidente de sindicato de entregadores diz que exploração de trabalhadores aumenta número de mortes. Gilberto Almeida dos Santos, presidente do Sindimoto, afirmou que o despreparo dos motoqueiros para realizar entregas e a pressão criada pelas plataformas sobre os trabalhadores interferiu diretamente no aumento de óbitos na cidade de São Paulo. Ele defende que o trabalho do entregador é de alto risco, e que os aplicativos de entrega exploram uma classe fragilizada em prol do lucro.

Contraponto: associação diz que apenas 2,3% dos motociclistas trabalham com aplicativos. Dados fornecidos com exclusividade ao UOL pela Amobitec (Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia) apontam que em todo o Brasil, somente 800 mil motociclistas dos 34,2 milhões são entregadores de aplicativo. “Diante do baixo percentual de participação dos motociclistas por aplicativos na frota nacional, é equivocado atribuir a este segmento a causalidade pelo eventual aumento de acidentes de trânsito”, escreve o grupo.

MULTAS CAÍRAM PELA METADE EM SÃO PAULO

Multas caíram em 48,76% em relação ao ano anterior. Segundo dados do Observatório da Mobilidade Segura, da CET, foram registradas 2.344.258 multas nos primeiros seis meses de 2024, contra 4.574.777 infrações aplicadas no mesmo período de 2023.

Prefeitura iniciou troca de radares neste ano. Para que os radares serem utilizados pelas prefeituras, precisam de uma avaliação do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), que avalia a capacidade dos equipamentos em analisar o trânsito. Uma portaria do órgão publicada em 2022 indicou que os radares da capital paulista deveriam ser atualizados, o que começou em 2024.

Radares ainda passam por atualização. Segundo a CET, 87% dos equipamentos foram atualizados com softwares e hardwares novos, faltando ainda 13% para serem arrumados. O órgão argumenta que a demora se dá pela modernização ser realizada individualmente com cada radar.

Prefeitura defende que redução de multas não tem relação com aumento de mortes. Em nota, o órgão disse: “a principal causa de sinistros de trânsito é o desrespeito à sinalização e às leis de trânsito pelos motoristas. Dentre as infrações, a que gera consequências mais graves é o excesso de velocidade”.

Engenheiro concorda com afirmação e defende fiscalização de “grupos de risco”. “Não é porque você vai multar mais que vai cair o número de mortes. Isso tem que acontecer, mas é fiscalização de certos grupos de risco [como motoristas e pedestres] para combater a matança no trânsito”, disse Bacaltchuk.

“É muito fácil bater na tecla do radar. [A falta de] radares são a explicação mais cômoda [para melhorar segurança no trânsito]. Se você exagera muito no quesito fiscalização, perde o caráter educativo e vira um imposto, e o motorista fica desacreditado. Então não tem o efeito necessário”, disse Paulo Bacaltchuk, mestre em engenharia de tráfego.

DADOS DAS MORTES NO TRÂNSITO DE SÃO PAULO

Rodovia Fernão Dias é a via mais fatal do município. Segundo o Detran-SP, o trecho da BR-381 que passa por São Paulo é onde mais morreram pessoas no trânsito: foram 19 pessoas em 2024. A Rodovia dos Bandeirantes é a segunda mais fatal, com 18 mortes, seguido pela Estrada de Itapecerica e a Avenida Aricanduva, com 8 mortes cada.

Maiores vítimas no trânsito paulistano são homens. 4 em cada 5 das vítimas fatais em acidentes de trânsito em São Paulo são do sexo masculino, e 22,6% dos mortos tem entre 15 e 24 anos.

Em 50% dos acidentes fatais, quem morre é o condutor. Apenas 9,5% dos que foram a óbito em acidentes eram passageiros.

Maioria absoluta das mortes ocorre em vias municipais. Dos óbitos registrados neste ano, 431 (82,7%) foram nessas vias. Apenas 56 (10,7%) ocorreram em rodovias, enquanto 34 (6,5%) foram marcados na plataforma da Prefeitura como local “Não Disponível”.

Domingos foram mais fatais. Uma em cada cinco mortes aconteceu em domingos, com um terço delas ocorrendo de madrugada.

Apesar do aumento de fatalidade, número de acidentes se mantiveram estáveis. Em 2023, a cidade de São Paulo teve 14.608 sinistros de trânsito. Em 2024, foram registrados 15.029 no 1° semestre, um crescimento de 421 eventos (ou 2,88%)

QUAL A SOLUÇÃO PARA A FATALIDADE DO TRÂNSITO?

Guimarães defende “responsabilidade compartilhada”. Ele entende que não só o poder público, mas também a iniciativa privada e a sociedade civil devem agir por menos mortes no trânsito. O diretor-executivo detalha que a prefeitura deve ficar encarregada de campanhas, sinalização e fiscalização. A iniciativa privada deveria ensinar seus funcionários a lidar com segurança viária; segundo ele, a maioria dos afastamentos do ambiente de trabalho se dá por acidentes de trajeto. Já a sociedade civil deve questionar as autoridades e tratar o trânsito com mais seriedade.

Faixa azul é vista com bons olhos pelos especialistas. Bacaltchuk defendeu que a implementação das faixas exclusivas para motociclistas na capital é interessante, mas que isso não basta. Enquanto isso, Guimarães vê a medida como “inovadora” e que “aparentemente apresenta bons resultados”, mas que só há dados da Prefeitura, que efetua o projeto, sobre a efetividade.

“A faixa azul é um projeto bom e inovador. Nós apoiamos, ajudamos construir, mas não é o suficiente; se pintassem a cidade inteirinha de faixa azul, se não tiver um comprometimento social e responsável dessas gigantes que chegam a empregar mais de 100 mil trabalhadores dentro da cidade de São Paulo não vai resolver isso”, disse Gilberto Almeida dos Santos, presidente do Sindimoto.

TRÂNSITO MATA MAIS QUE ARMAS DE FOGO NO BRASIL

Dados são do ONSV (Observatório Nacional de Segurança Viária). Um relatório publicado em 18 de outubro aponta que, em 2022 (último ano com dados atualizados), 33.227 pessoas foram mortas por armas de fogo, enquanto 33.426 morreram em acidentes de trânsito. Nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, sinistros de trânsito matam mais que armas pelo menos desde 2009, quando os dados começaram a ser organizados.

“Brasileiro tem pouca percepção sobre o perigo do trânsito”, diz Guimarães. O chefe do ONSV defende que a fatalidade do trânsito não só é “um problema muito mais presente do que o risco com armas de fogo”, mas usa dados para argumentar que também é mais letal.

Foto  Shutterstock

Por Folhapress

           

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Crimes ambientais na Amazônia Legal aumentam 88%, aponta PRF

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Entre o início de agosto de 2023 e o fim de setembro deste ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou aumento de 88% na ocorrência de crimes ambientais na Amazônia Legal, na comparação com os 14 meses anteriores.

Embora institutos de pesquisa como o Imazon venham apontando que a degradação florestal nos nove estados que compõem a região é a maior dos últimos 15 anos, a PRF atribui o aumento do número de ocorrências à intensificação da vigilância, fruto do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas).

Segundo o órgão, desde que o plano foi instituído, em julho do ano passado, com o objetivo de combater diferentes tipos de crimes na região, a quantidade de operações de fiscalização foi quase 148% superior à do mesmo período anterior. Com isso, o número das ocorrências de crimes ambientais saltou de 932 para 1.754.

Já o total de pessoas fiscalizadas cresceu 115%, passando de 13.226 para mais de 28 mil, enquanto o número de veículos abordados aumentou cerca de 110%, passando de 13.526 para 28.607. As apreensões de minérios em geral cresceram mais de 170% e as de madeira, 65%.

“Além da abordagem de pessoas e veículos, apreensões e prisões de criminosos, muitos com extensa ficha criminal, a PRF impôs enorme prejuízo ao crime organizado, com a inutilização de equipamentos utilizados no garimpo ilegal, como balsas, motores, tratores, escavadeiras, caminhões e até aviões e helicópteros”, informou a PRF ao destacar, em nota, que o Plano Amas contará com investimento de R$ 1,2 bilhão provenientes do Fundo Amazônia, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A Amazônia Legal ocupa 58% do território brasileiro, abrangendo nove estados das regiões Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins), Centro-Oeste (Mato Grosso) e Nordeste (Maranhão).

Fonte: Agência Brasil

           

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