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Jornalista morre após ataque russo a Kiev em meio a visita da ONU

A jornalista, que trabalhava para a Radio Svoboda, perdeu a vida aos 55 anos.

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A Radio Svoboda, meio de comunicação social da Ucrânia, reportou que a sua jornalista Vera Girich, de 55 anos,  morreu após os ataques aéreos perpetrados, nesta quinta-feira, sobre a capital ucraniana, Kiev.

A notícia foi avançada após o prefeito da cidade, Vitali Klitschko, ter informado na rede social Telegram que um cadáver havia sido encontrado no distrito de Shevchenkivskyi, um dos locais afetados pelos dois ataques realizados pelos russos.

Vera Girich trabalhava na Radio Svoboda desde fevereiro de 2018 e, antes disso, trabalhou para os principais canais de televisão ucranianos. O órgão de comunicação social deixou ainda uma palavra de homenagem a uma “pessoa brilhante e amável, uma verdadeira profissional”.

Um dos dois ataques russos que, na noite desta quinta-feira, foram perpetrados pelos russos sobre Kiev causou a destruição parcial do 1.º e 2.º andares deste edifício residencial de 25 andares. De acordo com as autoridades municipais, pelo menos 10 pessoas teriam ficado feridas após os bombardeios.

Os ataques foram realizados no dia da visita do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antônio Guterres, à capital ucraniana, onde se encontrou com o presidente do país, Volodymyr Zelensky. Nesta sua primeira visita à Ucrânia desde o início da invasão russa, que começou no dia 24 de fevereiro, Guterres visitou ainda Borodianka, nos arredores da capital ucraniana, e também as localidades de Bucha e Irpin.

Por Noticias ao minuto

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Mundo

Com Bolsonaro, O Globo rotula Mohammed como “ditado”, mas com Lula, o refere como “Principe”

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Mohammed bin Salman, conhecido pela sigla MBS, chama a atenção do mundo inteiro como um comandante saudita notavelmente distinto de seus antecessores. Antes uma figura relativamente desconhecida fora da Arábia Saudita, ele assumiu o papel de príncipe herdeiro, desencadeando uma série de transformações marcantes no país.

Embora ainda não tenha ascendido ao trono, MBS implementou mudanças significativas, marcando uma virada abrupta. A permissão para que mulheres conduzissem veículos, a normalização de música e filmes previamente considerados heréticos, a realização de grandes shows ocidentais, como o de Mariah Carey em 2019, e a inauguração de cinemas exemplificam a abertura cultural sob sua liderança.

Mesmo diante desses acontecimentos, o interesse da mídia brasileira voltou-se para o príncipe quando o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se encontrou com autoridades sauditas durante seu mandato. Contudo, esses encontros desencadearam uma narrativa crítica, como evidenciado pelo jornal O Globo, que, em março deste ano, publicou um artigo intitulado “A amizade de Bolsonaro com ditador anticristão”, apontando um sistema ditatorial na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes.

Agora, no entanto, com a mudança de governo federal, observamos uma alteração na postura do G1, pertencente ao grupo Globo, em relação a MBS. O veículo, alinhado ao governo de extrema-esquerda do Brasil, não apenas suaviza o tom das manchetes, referindo-se a Mohammed como ‘príncipe herdeiro’, mas também evita dar evidência em termos pejorativos.

Em uma das reportagens veiculadas nesta terça-feira (29), ao cobrir a ‘tour’ internacional de Lula, uma matéria do G1 propagou a seguinte abordagem: “Em Riad, Lula se reúne com príncipe herdeiro da Arábia Saudita”. O Globo repete o modus operandi também em uma de suas matérias.

Cabe mencionar a Globo permanece como a principal beneficiária de verbas publicitárias do governo petista em 2023. Até novembro, a emissora recebeu mais recursos da propaganda oficial do que todos os outros grupos de TV somados. (Do Conexão Política)

 

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Mundo

Republicanos anti-Trump apostam em nova candidata às vésperas das primárias

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O Partido Republicano da Alternativa a Donald Trump tem um novo candidato: Nikki Haley, mulher, filha de imigrantes indianos e relativamente moderada.

Desde o início dos debates eleitorais, a boa performance da ex-embaixadora dos EUA nas Nações Unidas vem atraindo a atenção da imprensa e, sobretudo, de doadores. Nesta terça (28), ela ganhou o endosso dos poderosos irmãos Koch.

Em um comunicado, o braço político dos bilionários, a rede Americanos pela Prosperidade (AFP, na sigla em inglês) afirmou que “não é possível “continuar a olhar políticos do passado para consertar problemas do presente”. Para a entidade, Haley representa “uma nova geração de lideranças e oferece uma visão ousada e positiva para nosso futuro”.

A AFP costuma gastar milhões em apoio a políticos e causas conservadoras, mas até agora não havia se envolvido em uma primária republicana. O apoio, inédito, significa para Haley acesso a recursos essenciais para bancar sua campanha a pouco menos de dois meses do início das primárias -processo por meio do qual cada partido escolhe seu candidato para a eleição geral por meio de votações estaduais.

Além de dinheiro, o endosso da instituição significa ainda um exército de militantes de base espalhados pelo país e acesso a cadastros de milhões de eleitores, ativo estratégico especialmente para uma candidata pouco conhecida em comparação com seus principais rivais.

Na próxima semana, ela deve ter uma reunião com o bilionário Ken Langone, cofundador do gigante varejista Home Depot, de acordo com o New York Times. O empresário já disse estar disposto a investir na candidata.

A AFP, por sua vez, não divulgou cifras, mas afirmou que uma campanha publicitária pró-Haley deve ser lançada ainda nesta semana nos estados que organizam as primeiras primárias e nos que fazem parte da Super Terça, dia em que ocorrem muitas votações simultâneas e que costuma selar quem será o vencedor do processo.

Haley, claro, agradeceu peloo apoio, dizendo que a entidade sabe que “há coisas demais em jogo” para ficar de fora da corrida. Já assessores de Ron DeSantis, que no início do ano se desenhava como a principal alternativa a Trump, ficaram “apopléticos” com o endosso, segundo a NBC.

“Cada dólar gasto na candidatura de Haley deve ser descrito como uma contribuição em espécie para a campanha de Trump”, disse em nota Andrew Romeo, porta-voz de DeSantis.

O governador da Flórida contou com o apoio da AFP em sua disputa vitoriosa pela reeleição no ano passado e era inicialmente visto como a principal aposta do Partido Republicano de uma alternativa ao ex-presidente. No entanto, a dificuldade de subir nas pesquisas até agora, mesmo com a melhor estrutura de campanha, levou analistas a carimbarem em DeSantis o rótulo de fracasso.

Em contraste, o desempenho meteórico de Haley nas pesquisas de intenção de voto tem animado a ala do partido refratária a Trump. Entre o início de agosto e o final de novembro, a pré-candidata foi de 3,7% a 15,3% entre eleitores das primárias de Iowa e de 4,5% a 18,9% em New Hampshire, os estados que abrem o processo, o que a coloca praticamente empatada ou mesmo na frente do governador da Flórida.

No mesmo período, DeSantis foi de 15,4% a 17,5% em Iowa e de 12,8% a 7,7% em New Hampshire, de acordo com dados do agregador de pesquisas do portal FiveThirtyEight. Ambos, no entanto, seguem muito atrás de Trump, que pontua 44,7% em ambos os estados nas pesquisas mais recentes.

Ainda assim, o endosso incomodou a equipe do ex-presidente. “Americanos pela Prosperidade -o braço político do movimento China Primeiro, América em último- escolheu endossar a candidata pró-China, fronteiras abertas e globalista Nikki ‘cérebro de passarinho’ Haley”, afirmou o porta-voz da campanha de Trump, Steven Cheung.

Antes mesmo de endossar Haley, a AFP já vinha bancando propagandas contra a nomeação do ex-presidente como candidato republicano. Durante seu mandato, o empresário teve diversos atritos com os irmãos Koch em temas como comércio e imigração.

No domingo, em uma demonstração de força, Trump apareceu em um jogo de futebol americano entre as principais universidades da Carolina do Sul, estado natal de Haley e da qual ela já foi governadora.

Apesar dos embates, ela é vista como uma potencial vice-presidente na chapa do empresário, caso ele se confirme como o nome do partido. Quem apoia essa escolha argumenta que Haley, por ser mulher e não branca, é o complemento ideal de Trump.

Enquanto não desiste, a estratégia da pré-candidata até o momento é de projetar uma imagem ao mesmo tempo conservadora o suficiente para atrair simpatizantes do ex-presidente, mas também moderada o bastante para ser palatável a quem o detesta.

Os dois principais exemplos desse equilíbrio difícil são suas posições sobre aborto e clima. Haley se define como “pró-vida”, mas, diante da rejeição do eleitorado -mesmo o republicano- a posições extremas no tema, ela tem defendido o que chama de meio termo: a definição de um limite de tempo no qual a interrupção da gravidez é permitida, como 15 semanas.

Nos debates realizados até agora com os outros pré-candidatos, ela também chama a atenção por ser uma das poucas que afirma que concorda que existe uma crise climática. Ao mesmo tempo, ela critica como “radical” estabelecer metas para combater o problema e as políticas adotadas pelo presidente Joe Biden até agora.

Outro traço diferencial de Haley é, paradoxalmente, suas posições tipicamente republicanas -cada vez menos típicas, conforme o partido se move à direita. Austeridade fiscal e uma política externa ativa na defesa de interesses americanos e de aliados são suas principais bandeiras.

E, em uma corrida crescentemente sobre idade, a ex-governadora tem o diferencial de ser jovem em comparação a Trump e Biden: 51 anos. Haley é casada com um militar, atualmente em missão no exterior, com quem tem dois filhos.

Fonte: FOLHAPRESS

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Mundo

Mulher do chefe da inteligência militar da Ucrânia é envenenada com metais pesados

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Marianna Budanova, mulher do chefe do GUR (Serviço de Inteligência Militar da Ucrânia), Kirilo Budanov, está recebendo tratamento após ter sido envenenada com metais pesados, revelou uma fonte com conhecimento do caso à agência de notícias estatal ucraniana Ukrinform. A inteligência militar ucraniana não negou a informação e comentará o caso em breve, disse o serviço de imprensa do GUR à Ukrinform. As substâncias detectadas no corpo da mulher “não são utilizadas em nenhum caso na vida cotidiana nem para fins militares” e “sua presença indicaria uma tentativa de envenenamento deliberado de uma pessoa específica”, acrescentou a fonte.

Foto Reprodução/Redes Sociais

Por R7

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