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Líder do Estado Islâmico teria fugido para Raqqa, na Síria

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gas_simoneBaghdadi é considerado o califa de todos os muçulmanos.

O líder do grupo jihadista Estado Islâmico (EI), Abu Bakr AL Baghdadi, teria fugido para a cidade de Raqqa, na Síria, segundo autoridades informaram para a agência iraniana de notícias “Fars”.   

Segundo a fonte entrevistada, o chefe dos terroristas não está em Mossul, cercado e rodeado por forças iranianas, como divulgado nas últimas semanas.   

De acordo com a declaração, o “Califa”, como Baghdadi é conhecido, está na Síria há meses. Sua última “aparição” aconteceu em outubro, quando a ofensiva em Mossul teve início.   

Na ocasião, o Observatório Sírio de Direitos Humanos afirmou que um dos carros que deixou a cidade teria levado o líder do EI.   

Nascido em 1971 em Samara, ao norte de Bagdá, Abu Bakr al-Baghdadi, misterioso líder dos extremistas, designado por seu grupo como “califa de todos os muçulmanos”, já foi declarado morto ou ferido diversas vezes. No entanto, nunca houve confirmação oficial.

(Da ANSA)

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Israel volta a cobrar desculpas de Lula e chama comparação entre ofensiva em Gaza e Holocausto de ‘promíscua’ e ‘cuspe no rosto dos judeus brasileiros’

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Em uma nova escalada da crise entre os governos dos dois países, Israel voltou a cobrar um pedido de desculpas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o presidente do Brasil ter comparado a ação de Israel em Gaza, na Palestina, ao Holocausto —o extermínio de judeus na Segunda Guerra Mundial.

Em um post em português nas redes sociais nesta terça-feira (20), o ministro das Relações Exteriores israelense, Israel Katz, classificou a comparação feita por Lula de “promíscua e delirante”, e reafirmou que Lula “continuará sendo persona non grata em Israel” até que se desculpe.

“Presidente do Brasil @LulaOficial, milhões de judeus em todo o mundo estão à espera do seu pedido de desculpas. Como ousa comparar Israel a Hitler? É necessário lembrar ao senhor o que Hitler fez? Levou milhões de pessoas para guetos, roubou suas propriedades, as usou como trabalhadores forçados e depois, com brutalidade sem fim, começou a assassiná-las sistematicamente. Primeiro com tiros, depois com gás. Uma indústria de extermínio de judeus, de forma ordeira e cruel”, diz um trecho da mensagem.

Em outro trecho, o ministro defende a ação em Gaza:

“Israel embarcou numa guerra defensiva contra os novos nazistas que assassinaram qualquer judeu que viam pela frente. Não importava para eles se eram idosos, bebês, deficientes. Eles assassinaram uma garota em uma cadeira de rodas. Eles sequestraram bebês. Se não tivéssemos um exército, eles teriam assassinado mais dezenas de milhares”.

Por fim, conclui:

“Que vergonha. Sua comparação é promíscua, delirante. Vergonha para o Brasil e um cuspe no rosto dos judeus brasileiros. Ainda não é tarde para aprender História e pedir desculpas. Até então – continuará sendo persona non grata em Israel!”.

O governo Lula não pedirá desculpas, segundo a colunista Daniela Lima, e voltará a reprovar publicamente a ação de Israel em Gaza.

A medida ocorre um dia depois de o próprio Katz ter declarado Lula “persona non grata”, em pronunciamento em hebraico ao lado do embaixador brasileiro em Israel, Frederico Meyer.

Mais de 24 mil pessoas já morreram no conflito entre Israel e Hamas, que começou no início de outubro de 2023, após o grupo terrorista ter invadido o território israelense.

O termo “persona non grata” (alguém que não é bem-vindo, em tradução livre) é um instrumento jurídico utilizado nas relações internacionais para indicar que um representante oficial estrangeiro não é mais bem-vindo. O termo foi descrito no artigo 9 da Convenção de Viena sobre relações diplomáticas.

Fonte: G1

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Lula chama de volta embaixador do Brasil em Israel

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O governo brasileiro decidiu chamar de volta ao país, o embaixador do Brasil em Tel Aviv, Frederico Meyer, nesta segunda-feira (19). A convocação acontece após a repercussão das falas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a Guerra de Israel.

Em meio à crise diplomática com o governo de Israel, Lula se reuniu nesta segunda-feira (19) no Palácio da Alvorada com o assessor especial da presidência Celso Amorim, ministros e auxiliares.

A expectativa é de que o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, faça uma declaração sobre o caso ainda nesta segunda-feira (19). O Itamaraty pensa na melhor forma de resolver a questão, sem precisar recuar sobre ela.

Depois da fala, o presidente Lula passou a ser tratado como uma “persona non grata” pelo governo de Israel, que aguarda uma retratação por parte do executivo brasileiro. O assessor especial de assuntos internacionais da Presidência disse à CNN que Lula não vai pedir desculpas por criticar o genocídio em Gaza, “não tem nada do que se desculpar”, afirmou.

Segundo apuração da CNN, Lula deixou claro que quer manter o posicionamento contra as ações do governo israelense, mas também quer reforçar que a crítica não se estende ao povo judeu.

A posição do governo de manter o posicionamento do presidente muda atitude que vinha sendo tomada pelo executivo de mediar o conflito e pedir por um cessar-fogo.

Fonte: CNN

           

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Tel Aviv quer reféns libertados até o Ramadã e ameaça atacar Rafah

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Israel prometeu lançar ofensiva terrestre contra Rafah, onde se refugiaram cerca de 1,4 milhão de palestinos, caso o movimento islâmico Hamas não liberte os reféns até 10 de março, o início do Ramadã, mês sagrado dos muçulmanos.

“Se até o Ramadã os reféns não estiverem em casa, os combates continuarão em todo o lado, incluindo a região de Rafah”, declarou o ministro Benny Gantz, membro do Gabinete de Guerra do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

“O Hamas tem uma escolha. Eles podem render-se, libertar os reféns, e os civis de Gaza poderão celebrar o festival do Ramadã”, acrescentou Gantz, ex-chefe do Exército israelense, em Jerusalém.

O ministro garantiu que uma ofensiva seria levada a cabo de forma coordenada e no quadro de um diálogo com “parceiros norte-americanos e egípcios”, “facilitando a retirada de civis para “minimizar, tanto quanto possível ” o número de vítimas em suas fileiras.

Netanyahu reiterou no sábado (17) que está determinado a lançar uma ofensiva terrestre em Rafah, no Sul do enclave e junto à fronteira com o Egito, onde se encontram 1,4 milhão de palestinos, apesar dos apelos de parte da comunidade internacional.

Fonte: Agência Brasil

 

           

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