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Saúde

Livre-se do cabelo oleoso com bicarbonato (o seu novo melhor amigo)

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Faça o seu próprio shampoo em casa com bicarbonato de sódio.

Tem o cabelo oleoso e está sempre à procura do ‘novo shampoo’, para finalmente conseguir uma cabeleira mais bonita e acabar com a gordura que se aloja no couro cabeludo?

O portal Ecycle divulgou a receita de um shampoo caseiro à base de bicarbonato, que além de ser livre de químicos, como parabenos – que de acordo com vários estudos provocam câncer e poluem os oceanos -, deixa os fios limpos, volumosos e livres de oleosidade.

Experimente!

Receita de shampoo de bicarbonato de sódio

Ingredientes

– 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio;

– 200 ml de água;

– 1 recipiente vazio para armazenar o produto.

Preparação

.Misture o bicarbonato com os 200 ml de água e coloque num recipiente, como por exemplo uma garrafa de vidro.

.Para usar, molhe os fios, coloque o produto e massageie. Deixe atuar durante alguns minutos. No fim, lave com bastante água.

Nota: segundo o Ecycle a quantidade referida acima é suficiente para aproximadamente duas semanas de utilização do produto.

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

História antivacina vai de medo de virar gado a Osama Bin Laden

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Amplificada hoje pela grita virtual, a resistência à imunização começou tão logo o naturalista britânico Edward Jenner usou uma lâmina para inocular, por um pequeno arranhão, o vírus da varíola bovina numa criança saudável

Movimentos antivacina são tão antigos quanto a própria vacina. E seus primeiros adeptos morriam de medo de virar gado.

Amplificada hoje pela grita virtual, a resistência à imunização começou tão logo o naturalista britânico Edward Jenner usou uma lâmina para inocular, por um pequeno arranhão, o vírus da varíola bovina numa criança saudável.

Nascia a blindagem pioneira contra a varíola humana, que matava quase meio milhão de pessoas por ano naquele fim do século 18.

Na época, muitos grupos foram contra a primeira vacina da humanidade, afirma Nathalia Pereira, da União Pró-Vacina, ligada à USP Ribeirão Preto. “Diziam que havia transferência para o homem de doenças que acometiam os animais, além de ‘bestializar’ os vacinados, dando fisionomia de vaca.”

Fake news acompanham esta história desde seu início. Mas a desinformação não é catapultada apenas por quem, por má-fé ou ignorância, arma cruzadas contra um método que protegeu bilhões de vidas desde sua criação.

Motins provocados por mutirões de saúde truculentos, sensacionalismo midiático, fraudes científicas e até um desastroso plano da CIA para caçar um dos maiores terroristas contemporâneos ajudam a entender por que há entre nós tantos “antivaxxers”, outro nome para quem repele a ideia da vacinação.

Essa rejeição explica em parte o Brasil não ter atingido, pela primeira vez no século, a meta para nenhuma das principais vacinas recomendadas a crianças de até um ano, segundo dados de 2019 do Programa Nacional de Imunizações. Se hoje o país tem um presidente que, no meio da pandemia, diz que ninguém é obrigado a se vacinar contra a Covid-19, a relutância nacional vem lá dos anos 1800.

Cisma importada, é verdade. Em 1808, uma publicação lusitana que levantava a hipótese de vacinas transmitirem doenças bovinas assustou o império brasileiro. “E o clero português afirmava que os vacinados recebiam o próprio demônio no corpo, e suas almas eram roubadas”, diz Pereira.

Parcelas religiosas dão até hoje sua contribuição para os “antivaxxers”, afirma Dayane Machado, doutoranda da Unicamp que pesquisa o tema. “Os dois principais boatos ligados à religião: a) as vacinas -todas ou algumas- contêm fetos abortados; b) associar a vacina contra o HPV à promiscuidade, como se incentivasse a iniciação precoce da vida sexual.”

A vacinação compulsória, com uso de força física ou de mecanismos como impedir a matrícula de uma criança não imunizada na escola, colaborou para uma má fama histórica da técnica.

“Aí entraram em jogo as liberdades individuais”, diz Machado. “A partir da obrigatoriedade é que surgiram as ligas antivacinação, pessoas que se organizavam pra protestar contra as medidas do governo.”

O problema é que, para doenças contagiosas, a pessoa que decide não se vacinar não põe em risco apenas a si própria. Há grupos cujo perfil não permite fazê-lo, como imunodeprimidos ou grávidas, em alguns casos, e eles ficam vulneráveis. Fora a sobrecarga nos sistemas de saúde.

Mas imunizar à força teve preço social. No Brasil de 1904, a Revolta da Vacina deixou um lastro de 30 mortos e 945 presos, segundo dados oficiais.

Então capital, o Rio convulsionou com as ações contra a varíola. A brutalidade dos agentes assustava, e chefes de família temiam até por sua honra pessoal: e se um homem entrasse em sua casa, com ele fora, para espetar a perna de sua mulher?

“Muitos grupos foram contrários à medida, incluindo o Apostolado Positivista do Brasil, que espalhou por meio da imprensa folhetos sobre vacinas causarem tuberculose, epilepsia e outros”, afirma Pereira.

Décadas mais tarde, o canal americano NBC produziu um fricote antivax de escala global ao exibir “DPT: Vaccine Roulette”, que associava a picada contra tétano, difteria e coqueluche, que se toma nos primeiros anos de vida, a danos cerebrais.

A comunidade médica desancou a premissa do documentário, mas o estrago estava feito. Companhias chegaram a parar de produzir a vacina tríplice bacteriana, conhecida aqui como DTP (difteria, tétano, pertússis, outro nome para coqueluche), por considerar que não valia a pena encarar a ira popular.

A atual onda antivacina é creditada a Andrew Wakefield, médico britânico que em 1998 publicou um artigo na Lancet, respeitada revista científica. Nele, vinculou a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, ao autismo.

Descobriu-se, depois, que Wakefield estava tentando patentear uma vacina concorrente e que, para seu experimento, pagou cinco libras a crianças para coletar o sangue delas na festa de aniversário do filho.

A Lancet, por fim, se retratou. Já Wakefield teve a licença médica cassada, e sua pesquisa nunca foi respaldada por novos estudos. A isca antivax, contudo, estava lançada, com celebridades como Jim Carrey e Charlie Sheen capturadas nessa rede de incredulidade sobre a imunização.

“Muitos não confiam nas empresas farmacêuticas com fins lucrativos e não estão convencidos de que o governo faz o suficiente para regulamentá-las”, diz a socióloga Jennifer Reich, que estuda, na Universidade de Colorado em Denver, famílias resistentes à imunização.

Até uma trama de espionagem internacional cumpriu seu papel para espessar este caldo negacionista. Para chegar a Osama Bin Laden, a CIA arquitetou uma campanha contra a pólio no Paquistão. Meta: extrair o DNA de crianças que seriam parentes do mentor do atentado contra as Torres Gêmeas, para tentar identificá-lo.

A farsa, revelada em 2011 pelo jornal britânico The Guardian, impulsionou uma caçada a profissionais da saúde, sobretudo em áreas tribais na fronteira do país com o Afeganistão. O Talibã ajudou a espalhar que o Ocidente usava programas de vacinação para atacar muçulmanos. A boataria incluiu vacinas com carne de porco (vetada pelo islã) e que provocavam Aids e esterilidade.

Saldo: 22 vacinadores assassinados entre 2012 e 2013, segundo a ONG Human Rights Watch, e um surto de pólio no país.

O sangue também tinge capítulos mais prosaicos deste enredo -como quando uma manifestante, para protestar contra parlamentares na Califórnia em 2019, jogou sangue menstrual neles. O Estado americano havia passado uma lei que dificultava a dispensa, sem razão médica boa o bastante, para se vacinar.

A internet veio para amplificar essas vozes. Relatório de 2019 da Sociedade Brasileira de Imunizações trouxe a soma de vídeos com material desinformativo sobre o tema: 2,4 milhões de visualizações no YouTube (vídeos com mais de 10 mil cliques) e 23,5 milhões de visualizações no Facebook (só os vídeos).

Wasim Syed, da União Pró-Vacina, lembra de um levantamento da Nature que avaliou 100 milhões de contas no Facebook que expressavam alguma posição sobre o assunto. Um alento: “Há mais indecisos (ou sem opinião) sobre as vacinas do que antivacinas radicais, e os pró-vacinas estão em maior número”. Com a pandemia, contudo, “os anti têm ganhado espaço”.

No Facebook Brasil, o movimento se reúne em duas comunidades: “O Lado Obscuro das Vacinas” (14 mil membros) e “VACINAS: O Maior CRIME da História!” (8.500). O tipo de conteúdo compartilhado: militares franceses que teriam dito que “a Covid-19 é uma guerra total contra a população mundial para escravizá-la, controlá-la, esterilizá-la e reduzi-la”.

Administradora do “Lado Obscuro”, Isma de Sousa conta que virou a chave quando seu primogênito adoeceu após um imunizante. Não vacinou a caçula e garante que ela, ao contrário dos dois irmãos, nem gripe pega.

O alvo atual desses grupos é justamente uma vacina contra o coronavírus pandêmico. “Vou preferir adoecer, se for o caso, e aceito a vida e a morte”, afirma Sousa. “Não podemos viver com a falsa ilusão de que sendo vacinado vai sobreviver a tudo.”

Ela não é um ponto fora da curva. Nos EUA, pesquisa do YouGov de julho mostrou que 25% dos americanos não tomariam a vacina, e 28% não tinham certeza. Mesmo antes da pandemia, o medo de imunizantes aparecia numa lista da Organização Mundial da Saúde com as dez grandes ameaças à saúde em 2019.

“Para tomar uma vacina que foi criada a uma velocidade com que nenhuma outra jamais havia sido desenvolvida antes, as pessoas precisam ter certeza que ela é segura, que foi bem testada e que a ciência, e não a política, conduziu o processo”, diz a professora Reich. O que não dá é para ser o fim da picada.

Por Folhapress

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Saúde

Vacina chinesa contra o coronavírus não deu efeito colateral em 94,7% dos voluntários, diz estudo

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Cinco milhões de doses podem chegar já em Novembro.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que 94,7% dos mais de 50 mil voluntários que participam de teste na China não apresentaram efeito adverso à Coronavac, vacina contra o coronavírus desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceira com o Instituto Butantan. O dado faz parte de um estudo divulgado em entrevista coletiva nesta quarta-feira (23).

“Esses resultados comprovam que a Coronavac tem um excelente perfil de segurança e comprova também a manifestação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), indicando a Coronavac como uma das 8 mais promissoras vacinas em desenvolvimento no seu estágio final em todo o mundo”, disse Doria.

A pesquisa testou a segurança da vacina em 50.027 voluntários na China. De acordo com os dados divulgados pela gestão estadual, só foram percebidos efeitos adversos de grau baixo em 5,36% dos participantes. As reações mais frequentes foram dores leves no local da aplicação (3,08%), fadiga (1,53%) e febre moderada (0,21%). Os números foram divulgados em coletiva de imprensa.

“Os resultados dos estudos clínicos realizados na China mostraram baixo índice de efeitos adversos e de baixa gravidade. Efeitos adversos de baixa gravidade são comuns em vacinas amplamente utilizadas. A vacina da gripe, por exemplo, produzida pelo Instituto Butantan, apresenta efeitos pouco nocivos como dor no local da aplicação, e não mais do que 10% dos que são vacinados apresentam reação dessa natureza”, disse o governador.

Crianças e idosos começaram a receber doses da vacina em setembro na China, mas o país só realiza testes das fases 1 e 2. Segundo o estudo, até o momento foram vacinadas 422 pessoas maiores de 60 anos no país. Também foram vacinados 552 voluntários com idade entre 3 e 17 anos.

No Brasil, que está na fase 3 de testes da CoronaVac, dos 9 mil profissionais de saúde voluntários, 5.584 já receberam a dose até o último dia 21. Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, afirma que os testes devem ser ampliados para 13 mil voluntários no país. A expansão, segundo o diretor, já foi aprovada pela Anvisa. Deverão ser incluídos nesses testes grupos considerados de risco, como idosos e crianças.

Nesta quarta-feira (23), o representante do laboratório Sinovac na América do Sul, Xing Han, participou da entrevista coletiva, acompanhado de um tradutor, e disse que daqui “um ou dois meses” os resultados finais da fase 3 devem ser divulgados. Fonte: G1

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Saúde

Covid-19: estudo com 50 mil pessoas aponta segurança da vacina chinesa

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A CoronaVac está na fase 3 de testes em humanos, que vai avaliar agora a a eficácia.

governador de São Paulo, João Doria, disse hoje (23), em entrevista coletiva, que a CoronaVac, vacina que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, vem demonstrando segurança na fase de testes em humanos. Isso significa que a vacina não provoca efeitos colaterais graves.

A CoronaVac está na fase 3 de testes em humanos, que vai avaliar agora a a eficácia, ou seja, se ela produz anticorpos em quantidade suficiente contra o vírus.

Estudo feito na China com 50.027 voluntários chineses, entre eles, funcionários da própria Sinovac, demonstrou que

5,36% das pessoas vacinadas apresentaram efeitos colaterais, todos sem gravidade: dor no local da aplicação (caso constatado em 3,08% dos voluntários), fadiga (1,53%) e febre leve (0,21%). Efeitos um pouco mais graves foram observados em 0,03% dos voluntários, tais como perda de apetite, dor de cabeça, fadiga e febre.

“Estudos clínicos comprovam a segurança da CoronaVac. Cerca de 94,7% dos mais de 50 mil voluntários testados na China não apresentaram nenhum sintoma adverso em relação à CoronaVac. Os resultados na China mostraram baixo índice, de apenas 5,3%, de efeitos adversos e de baixa gravidade. A maioria destes casos apresentou apenas dor no local da aplicação da vacina. Efeitos adversos de baixa gravidade são comuns em vacinas”, falou Doria.

Entre os que foram vacinados com a CoronaVac está o representante da Sinovac, Xing Han, que está atualmente em São Paulo. Em entrevista hoje (23) ao lado do governador João Doria, Han disse ter tomado as duas doses da vacina, sem ter sentido qualquer efeito colateral. “Os testes da fase 3 (em humanos) estão indo muito bem. Estamos confiantes na CoronaVac tanto em sua segurança quanto em sua eficiência. Ela será bem testada e, daqui a um ou dois meses, já deve sair o resultado da fase 3”, disse Han.

“A segurança e eficácia são dois dos principais fatores para comprovar se uma vacina está pronta para uso emergencial na população. Estamos muito otimistas com os resultados que a CoronaVac apresentou até o momento. Isso mostra que o Butantan e a Sinovac estão no caminho certo para a produção de um imunizante contra o coronavírus”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

A vacina CoronaVac está sendo testada no Brasil desde julho, na fase 3, que estuda a eficácia do imunizante. A vacina está sendo aplicada em duas doses. Segundo Doria, mais de 5,6 mil voluntários de seis estados brasileiros, de um total de nove mil, já receberam a primeira dose da vacina; alguns deles já receberam até mesmo a segunda dose. Todos esses voluntários são profissionais de saúde.

Nenhum deles, segundo o governo paulista, apresentou reações graves à vacina.

Esse número de voluntários no Brasil vai crescer, segundo Dimas Covas. Após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Butantan se prepara para ampliar a quantidade de voluntários da vacina no país, que passará a ser de 13 mil pessoas.

Caso os testes comprovem a eficácia da vacina, ela precisará de uma aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser disponibilizada para vacinação no Brasil.

Os resultados sobre a eficácia da vacina, no Brasil, devem começar a aparecer a partir da segunda quinzena de outubro, segundo Dimas Covas. Se esse cronograma se mantiver, a vacina se mostrar eficaz e houver a aprovação da Anvisa, a expectativa é de que a vacina esteja liberada para vacinação a partir de dezembro.

Na China já foram iniciados testes da vacina em crianças e idosos. Entre as pessoas com mais de 60 anos, a vacina foi aplicada em 422 voluntários e os resultados apontaram 97% de eficácia. Os estudos em crianças têm 552 voluntários de 3 a 17 anos.

A partir de hoje, a vacina passará a ser testada, em sua fase 3, também em voluntários da Turquia.

Em outubro, o governo de São Paulo vai receber 5 milhões de doses da vacina já fabricadas pela Sinovac. Até dezembro, o estado receberá 46 milhões de doses, sendo seis milhões delas prontas para aplicação e 40 milhões que necessitarão ser formuladas e envasadas pelo Instituto Butantan. Por contrato, outras 55 milhões de doses devem ser disponibilizadas pela farmacêutica chinesa ao governo paulista até maio de 2021, sendo que 15 milhões delas serão entregues até fevereiro.

O acordo da Sinovac com o Instituto Butantan prevê a transferência de tecnologia, ou seja, o instituto vai passar também a produzir doses dessa vacina no Brasil. Para isso, o Butantan vai dar início, em outubro, a obras para ampliação de sua fábrica, que terá capacidade de produzir 100 milhões de doses por ano da CoronaVac.

O governo paulista espera que o Ministério da Saúde adquira

outras doses dessa vacina para distribuição no restante do país. Para isso, o governo de São Paulo requisitou R$ 1,9 bilhão ao Ministério da Saúde para a compra de doses e também ajuda para a ampliação da fábrica do Butantan, o que aumentaria a quantidade de doses da vacina produzida pelo instituto.

Hoje (23), em reunião no Ministério da Saúde, o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorichteyn, conseguiu obter uma liberação inicial no valor de R$ 80 milhões, o que, segundo Doria, será utilizado integralmente na ampliação da fábrica do Butantan.

Com informação: Agência Brasil

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