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Maduro: mesmo que os EUA invadam a Venezuela, haverá eleições em 2018

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Para Maduro, o seu país está em ‘fase de libertação’ e as ameaças de Washington só ajudam a acelerar o processo.

presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, garantiu nesta terça-feira (22) que nada impedirá o seu país de realizar as eleições presidenciais programadas para o ano que vem, nem mesmo uma eventual “invasão” dos Estados Unidos.

“Mesmo que [o presidente dos EUA, Donald] Trump venha liderando uma invasão na Venezuela, haverá eleições presidenciais na Venezuela em 2018. Mesmo que Trump venha vestido de fuzileiro naval… Nada para as eleições de 2018, nem uma greve geral da oposição”, disse Maduro durante uma coletiva de imprensa para a mídia internacional em Caracas.

O líder venezuelano afirmou que o seu país está em uma “fase de libertação” e que as ameaças de Washington só ajudam a acelerar o processo.

“Estamos atravessando uma fase de libertação nacional e latino-americana, e tudo o que estão fazendo conosco hoje — bloqueio econômico, bloqueio naval, embargo do governo de Trump contra a Venezuela — tudo isso nos levará a um processo de libertação. Não tenho medo de nada disso.”

Por outro lado, o político ressaltou que as relações entre Caracas e Washington vivem o seu pior momento. “Estamos no melhor momento das relações com os Estados Unidos, se tratando do povo. Agora, infelizmente, estamos no pior momento do relacionamento com o governo dos EUA”, destacou.

Maduro rejeitou as acusações da oposição venezuelana de que seu governo pretendia evitar eleições presidenciais para o próximo ano ao instalar a Assembléia Nacional Constituinte.

 

Com informações do Sputnik Brasil.

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Funcionários de órgão ligado a Musk se recusam a seguir suas ordens e renunciam

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Cerca de 20 funcionários federais do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, liderado pelo bilionário Elon Musk, renunciaram nesta terça-feira (25) ao se recusarem a “desmantelar serviços públicos cruciais”, de acordo com carta vista pela agência Associated Press.

“Não usaremos nossas habilidades em tecnologia para comprometer sistemas governamentais essenciais, colocar em risco dados sensíveis dos americanos ou desmantelar serviços públicos cruciais. Não emprestaremos nossa expertise para realizar ou legitimar as ações do Doge”, escreveram.

Os funcionários faziam parte do Serviço Digital dos EUA e haviam sido incorporados ao Doge após a posse de Donald Trump. Cerca de 40 servidores do serviço foram demitidos, e os cerca 65 restantes haviam sido incorporados ao novo órgão. Desses 65, 21 renunciaram agora.

Os funcionários que assinam a carta dizem ainda que pessoas usando o crachá de visitante da Casa Branca, algumas das quais não quiseram se identificar e pareciam ter conhecimento técnico limitado sobre o trabalho realizado pelo Serviço Digital, interrogaram os servidores após a posse de Trump.

“Vários desses entrevistadores se recusaram a se identificar, fizeram perguntas sobre lealdade política, tentaram colocar colegas uns contra os outros e demonstraram habilidade técnica limitada”, escreveram os servidores.

Dando continuidade ao plano de revisão do governo federal americano, Musk afirmou nesta segunda-feira (24) em mensagem no X que funcionários federais terão uma segunda chance para responder ao e-mail em que o governo Trump pede um resumo semanal das realizações dos servidores, sob o risco de serem demitidos caso não houvesse resposta.

“Sujeito à discrição do presidente, eles terão outra chance. A falha em responder uma segunda vez resultará em demissão”, escreveu Musk na tarde de segunda.

Musk tem defendido a medida e ironizado a resistência em responder ao e-mail como se ela fosse a prova de que os servidores são ineficientes. Funcionários federais, no entanto, viram o e-mail como um ultimato do bilionário, que está à frente do Doge, muito embora seja apenas um conselheiro presidencial e não tenha autoridade para tomar decisões, de acordo com a Casa Branca.

À medida que o prazo final dado por Musk se aproximava, à meia-noite de segunda, o escritório de recursos humanos dos EUA (OPM, na sigla em inglês) disse às agências que seus trabalhadores poderiam ignorar o e-mail. Algumas delas, como o Pentágono, já haviam sinalizado anteriormente a servidores que não respondessem o e-mail.

A Casa Branca não respondeu a um pedido de comentário da agência Reuters sobre as declarações de Musk. Antes da nova orientação do OPM, Trump disse a repórteres na segunda que os trabalhadores que não respondessem seriam “meio que semi-demitidos”, aumentando a incerteza sobre o que a Casa Branca de fato fará.

A iniciativa de redução de pessoal encampada por Musk e executada pelo Doge já levou à demissão de mais de 20 mil trabalhadores federais.

A grande maioria das demissões envolveu “funcionários em período probatório”, que começaram suas posições há menos de um ano e, portanto, teriam menos proteções legais do que servidores civis de carreira que compõem a maior parte da força de trabalho federal de 2,3 milhões de servidores.

Foto Getty

Por Folhapress

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Ucraniana relata tortura e abuso durante seis meses em prisão russa

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A ucraniana Olena Yahupova, de 52 anos, foi presa e torturada durante seis meses por militares russos sem saber o motivo e, posteriormente, libertada sem qualquer explicação. Agora, Yahupova busca levar ao mundo o relato das atrocidades que sofreu e testemunhou durante sua prisão, denunciando o que descreve como “genocídio russo”.

Em entrevista durante um debate em Lisboa sobre o conflito russo-ucraniano, intitulado “Unseen Civilians – A Global Call For Peace” (Civis Invisíveis – Um Apelo Global pela Paz), Yahupova compartilhou detalhes de sua experiência como ex-prisioneira nas mãos de militares russos, soldados chechenos e membros do serviço secreto FSB.

Prisão e tortura sem explicação

Olena Yahupova, natural de Kiev e residente nos arredores da central nuclear de Zaporijia, contou que sua prisão ocorreu no dia 27 de fevereiro de 2022, logo após a invasão russa. Ela descreveu a entrada de tanques russos marcados com a letra “Z” em sua região.

Após ser capturada, Yahupova foi levada a uma delegacia onde sofreu torturas físicas e psicológicas. “Amarraram minhas mãos e pés com fita adesiva e me deixaram em posição inclinada. Jogavam garrafas de água cheias na minha nuca, causando feridas graves. Fui asfixiada com um saco plástico e ameaçada de morte diversas vezes”, relatou.

Além disso, Yahupova contou que as prisioneiras eram ameaçadas de serem entregues a soldados chechenos para serem violentadas e usadas como mão de obra escrava. “Creio que não houve uma única mulher que não tenha sido violada”, afirmou.

Trabalho forçado e fuga
Após quatro meses de tortura, Yahupova e outras mulheres passaram mais dois meses cavando trincheiras e construindo abrigos para soldados russos, sendo alvo constante de violência sexual. “O abuso era considerado algo normal naquela situação”, relatou.

Yahupova conseguiu fugir com outros prisioneiros, percorrendo a pé o caminho até a fronteira com a Estônia. Dos 18 prisioneiros que tentaram a fuga, apenas quatro conseguiram chegar à Ucrânia. “Não sei o que aconteceu aos outros, muitos ainda devem estar escondidos em casas abandonadas nas áreas ocupadas”, lamentou.

Yahupova expressou sua esperança na vitória ucraniana, dizendo: “Tiraram minha casa, meu trabalho, meus pertences, as fotos dos meus filhos. Quase me tiraram a vida, mas acredito que vamos vencer esta guerra”.

Foto Lusa

Por Notícias ao Minuto

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Papa Francisco continua em estado crítico, diz Vaticano

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Em um curto comunicado, o Vaticano informou nesta segunda-feira (24) que o papa Francisco continua em estado crítico, mas passou uma boa noite.

No último comunicado divulgado pela Santa Sé, o pontífice havia parado de apresentar episódios de crise respiratória, mas demonstrava sinais de insuficiência renal.

“As condições do Santo Padre continuam críticas; no entanto, desde ontem à noite, ele não apresentou novas crises respiratórias”, dizia o comunicado, divulgado no domingo (23).

O texto afirmava que, em resposta às “duas unidades de concentrado de hemácias” que Francisco recebeu nas transfusões de sangue no sábado (22), houve aumento nos níveis de hemoglobina, a proteína do sangue responsável por transportar o oxigênio dos pulmões para o resto do corpo, amenizando a situação de anemia. A baixa contagem de plaquetas continuava estável.

“Contudo, alguns exames de sangue indicam um início leve de insuficiência renal, que, por ora, está sob controle”, continuava o informe de domingo, acrescentando que o pontífice recebia oxigênio por meio de cânulas nasais. “O Santo Padre segue alerta e bem orientado.

O papa não apresentava febre naquele momento. O texto também não fazia referência a uma situação de sepse, quando uma infecção atinge a corrente sanguínea e provoca uma resposta inflamatória exacerbada do organismo.

Segundo a equipe médica, “a complexidade do quadro clínico e o tempo necessário para que as terapias medicamentosas apresentem alguma resposta tornam necessária a manutenção do prognóstico reservado”. Ou seja, os médicos seguiam cautelosos, com previsão incerta sobre a recuperação.

O sábado foi o pior dia que Jorge Mario Bergoglio, 88, passou desde que foi internado no hospital Gemelli, em Roma, em 14 de fevereiro. No boletim da noite de sábado, foi revelado que as condições do papa tinham se agravado diante de uma crise respiratória asmática, que exigiu a aplicação de oxigênio suplementar. Ele também precisou de transfusões de sangue porque os testes mostraram que ele tinha uma baixa contagem de plaquetas.

O texto descreveu que, pela primeira vez, o prognóstico era reservado, confirmando que a evolução do estado de saúde do pontífice é imprevisível, como já havia indicado a equipe médica que trata do papa, em entrevista coletiva na sexta-feira (21).

Na ocasião, disseram que o argentino não estava fora de perigo, mas que não corria, naquele momento, risco de morrer. Afirmaram ainda que o papa é considerado um paciente bastante frágil pela idade, pela falta de mobilidade e devido à existência de doenças respiratórias crônicas.

No domingo, além dos turistas habituais, a movimentação na praça São Pedro ficou marcada pelo vaivém dos peregrinos que visitam a capital italiana para participar do Jubileu da Igreja, evento que ocorre a cada 25 anos. Neste fim de semana, mais de 3.000 pessoas participaram do Jubileu dos Diáconos.

Durante a missa matinal que deveria ter sido celebrada pelo papa Francisco na basílica São Pedro, o arcebispo Rino Fisichella pediu orações pelo pontífice argentino. “Na celebração eucarística, onde a comunhão assume a sua dimensão mais plena e significativa, sentimos o papa Francisco, mesmo num leito de hospital, próximo a nós e presente entre nós”, disse o italiano.

Foto Getty

Por Folhapress

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