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Educação

MEC divulga nesta terça resultado da 1ª chamada do Prouni 2024

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O Ministério da Educação (MEC) programou para esta terça-feira (6) a divulgação da lista dos candidatos pré-selecionados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni), referente ao primeiro semestre de 2024. O processo seletivo oferta bolsas de estudo para cursos de graduação em instituições de educação superior privadas.

A relação estará disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior – Prouni. Ao todo, a primeira edição do programa ofertou 406.428 bolsas, sendo 308.977 integrais (100%) e 97.451 parciais (50%), distribuídas em 15.482 cursos, de 1.028 instituições participantes.

Esta é a edição do programa com a maior oferta de bolsas, desde a primeira, em 2005. Os cinco estados com o maior número de bolsas ofertadas desta vez são São Paulo (104.893 vagas), Minas Gerais (39.910 vagas), Paraná (35.630 vagas), Rio Grande do Sul (26.398 vagas) e Bahia (22.051 vagas).

Comprovação

O candidato pré-selecionado na primeira chamada deverá entregar a documentação na instituição de ensino superior para a qual foi pré-selecionado no período de 6 a 20 de fevereiro. Para comprovação das informações prestadas no ato de inscrição, o candidato pode comparecer na instituição ou enviá-las por meio virtual/eletrônico.

O MEC alerta que é de inteira responsabilidade do candidato verificar, na instituição, os horários e o local de comparecimento para conferência das informações. A perda do prazo ou a não comprovação das informações implicará, automaticamente, a perda da bolsa.

A instituição deverá emitir documento de comprovação de entrega da documentação ao recebê-la do candidato pré-selecionado.

Outros prazos

O processo seletivo do primeiro semestre do Prouni 2024 terá duas chamadas. Segundo o cronograma, o resultado da segunda chamada será conhecido em 27 de fevereiro.

De acordo com o edital, o período para o candidato manifestar interesse em participar da lista de espera por uma vaga no ProUni, no site do processo seletivo, será nos dias 14 e 15 de março de 2024. O resultado da lista de espera do primeiro semestre vai ser divulgado em 18 de março.

Mais informações estão disponíveis no edital do processo seletivo, publicado pelo MEC em janeiro.

Prouni

Criado em 2004, o Programa Universidade Para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições de educação superior privadas.

O programa ocorre duas vezes ao ano e tem como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior. Como critérios para seleção dos candidatos, o ProUni considera a renda familiar bruta mensal, por pessoa; se o candidato cursou integralmente o ensino médio em escola da rede pública ou na condição de bolsista integral em instituição privada de ensino médio, ou ser pessoa com deficiência, entre outros previstos na legislação.

Fonte: Agência Brasil

 

           

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Educação

Censo Escolar 2023 evidencia problemas na educação básica

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O Censo Escolar 2023, divulgado pelo Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta semana, evidenciou a difícil situação da educação básica no Brasil. Um dos sintomas mais contundentes é a redução no número de matrículas entre 2022 e 2023, particularmente na rede pública. Na avaliação de especialistas ouvidos pelo Correio, os dados refletem tanto a profunda desigualdade social no acesso à educação quanto a necessidade de aprimorar a qualidade de ensino.

“As matrículas caíram muito com relação às questões de repetência, evasão de distorção de idade e série. Um ponto é que sempre esses dados são muito mais fortes para alunos negros e indígenas e, por mais um Censo, conseguimos ver que o abandono e repetência, por exemplo, de indígenas, é muito alto”, comentou Fernanda Seidel, gerente de avaliação e prospecção do Itaú Social. Segundo o Censo Escolar, foram contabilizadas 47,3 milhões de matrículas nas 178,5 mil escolas de educação básica no Brasil no ano passado — cerca de 77 mil a menos, na comparação com 2022.

O levantamento ainda mostrou que, no ano passado, 6% dos estudantes desistiram da escola no ensino médio e 3% no fundamental. A população mais vulnerável é quem representa essa estatística. No ensino fundamental, por exemplo, a modalidade de educação com maior evasão foi a indígena (7,3%), seguido de educação especial (4,9%) e quilombola (4,8%). Já no ensino médio, quem mais abre mão dos estudos são os pretos e pardos (6,3%).

“De fato, os piores indicadores de evasão e até de desempenho estão no ensino médio. Mas a maior quebra é quando o aluno sai dos anos iniciais para os finais do fundamental. O abandono vai crescendo até chegar à taxa mais alta no ensino médio”, explica Seidel. Para ela, esse processo ocorre por diversas razões como o começo da adolescência, provável mudança de escola e transições socioemocionais — já que os estudantes passam a aprender com vários professores e a vivenciar muitas mudanças de vínculos.

Isso tudo reflete também em outra taxa, a de migração dos estudantes do ensino regular para a educação de jovens e adultos (EJA). “É como se fosse uma substituição da taxa de abandono e repetência. É muito interessante o Inep trazer esse olhar para migração, porque precisamos prestar atenção não só em quem abandona, mas para quem quer sair do ensino regular”, diz a especialista.

Transição para o EJA

Os dados do Censo mostram que, nos primeiros anos do ensino fundamental, não há essa migração para o EJA e a idade dos alunos nesta modalidade são pessoas acima de 40 anos, como é o proposto pelo programa. A partir do sétimo ano, começa a crescer o número de estudantes entre 15 e 20 anos no EJA, o que aumenta ainda mais no ensino médio.

“Isso acontece porque provavelmente o aluno trabalha ou está desmotivado no ensino regular e aí quer fazer uma coisa mais simples, mais rápida”, observa Fernanda Seidel. “É um fator preocupante a escola não estar fazendo tanto sentido para esses alunos que estão abandonando ou optando por outra modalidade. É como se a escola não estivesse sendo adequada ou trazendo o sentimento de pertencimento. Aí os mais vulneráveis são novamente minorizados”, acrescenta.

A especialista lembra que o ensino regular é importante para os adolescentes porque, para além das disciplinas, proporciona o desenvolvimento social e emocional adequado para a idade. “Esse cenário mostra uma crise dos anos finais e do ensino médio”, alerta.

Ao analisar a realidade brasileira em sala de aula, o professor do departamento de educação da Columbia University, Paulo Blikstein, ressalta os empecilhos na qualidade do ensino brasileiro. “Hoje em dia, a gente tem uma base comum curricular com muita coisa para ensinar, material didático antiquado e professores que não tiveram tempo de aprender a ensinar todas essas coisas”, diagnostica.

“Então, nesse contexto, não adianta a gente só aumentar os números [de matrículas]. Obviamente, isso é importante, mas a gente tem que olhar para as alavancas de qualidade — que é a formação do professor, a qualidade do material didático e a revisão da base para ser mais enxuta e profunda”, reflete.

Para Blikstein, as estatísticas do Inep são importantíssimas, mas é preciso ir além. “A gente tem uma carência muito grande de fazer outros tipos de aferição de qualidade que não sejam estatísticas de número de matrícula ou de provas nacionais. A gente sabe o número grande da educação brasileira, mas a gente não sabe o que de fato acontece escola por escola e a gente precisa ter muito mais pesquisa de qualidade. Ir às escolas, observar aulas, entrevistar professores, entrevistar gestores”, finaliza.

Fonte: correiobraziliense

           

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Educação

Número de matrículas na rede pública de ensino cai entre 2022 e 2023

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O número de estudantes matriculados na educação básica — que compreende o ensino infantil, fundamental, médio, profissionalizante e EJA — caiu entre 2022 e 2023. A rede pública representa mais de 80% dessas matrículas e sentiu o maior impacto. As informações são do Censo Escolar 2023, divulgado ontem pelo Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Ao todo, foram contabilizadas 47,3 milhões de matrículas nas 178,5 mil escolas de educação básica no Brasil no ano passado — cerca de 77 mil a menos, na comparação com 2022. Considerando apenas a rede pública, foram 500 mil alunos a menos na educação básica. Nas instituições privadas, em contraste, houve aumento de 4,7% nas matrículas.

No ensino fundamental, foram 26,1 milhões de estudantes matriculados. Esse contingente é 3% menor que em 2019, no período pré-pandemia. Nos últimos cinco anos, a redução foi mais acentuada nos anos iniciais (3,9%) do que nos anos finais do ensino fundamental (1,9%). Já no ensino médio, foram 7,7 milhões de estudantes matriculados no último ano — o que representa uma redução de 2,4% em relação a 2022.

De acordo com o Inep, a queda nas matrículas já era esperada, em razão da alta taxa de aprovação dos alunos durante a pandemia da covid-19. Nos últimos anos, a aprovação vem diminuindo e chegando ao patamar pré-pandemia.

A evasão escolar também é uma preocupação. Em 2023, 6% dos estudantes desistiram da escola nesta fase, e 3% no fundamental. A população mais vulnerável é quem representa essa estatística.

“Quando se trata de escolas indígenas, quilombolas e questões de raça, vemos a desigualdades que existem no Brasil”, refletiu o ministro da Educação, Camilo Santana. O Censo de 2023 mostrou que, no ensino fundamental, por exemplo, a modalidade de educação com maior evasão foi a indígena (7,3%), seguido de educação especial (4,9%) e quilombola (4,8%). Já no ensino médio, quem mais abre mão dos estudos são os pretos e pardos (6,3%).

Respostas

Santana destacou ações que estão sendo pensadas para combater o índice de evasão escolar, em especial, do ensino médio — quando a taxa é duas vezes maior que no fundamental.

“Não queremos deixar ninguém para trás. A gente tem procurado trabalhar de forma integrada, olhando toda a rede de educação básica. A primeira ação que o ministério lançou foi o Programa Nacional Criança Alfabetizada porque estudos mostram que, quando uma criança aprende a ler e a escrever na idade certa, ela diminui todos problemas educacionais ao longo dos anos”.

Em segundo lugar está o reforço às escolas em tempo integral. Há a intenção, ainda, de ampliar o ensino médio profissionalizante. “Vamos apresentar, em breve, uma política mais ousada para que os estados brasileiros possam ampliar as matrículas técnico-profissionalizantes nas escolas de ensino médio brasileiras”, comentou o ministro.

Ele ainda disse que esse novo incentivo para o ensino-técnico pode ser inserido no texto da reforma do Novo Ensino Médio, que tramita no Congresso Nacional.

GRAFICO MATRICULAS ESCOLAS
GRAFICO MATRICULAS ESCOLAS(foto: editoria de arte )

Como política “ousada”, Santana ressaltou também a importância do programa Pé de Meia, uma poupança estudantil que beneficiará cerca de 2,5 milhões de jovens cadastrados no Cadastro Único (CadÚnico). A poupança estudantil iniciará o pagamento no próximo mês e cada aluno ganhará até R$ 9.200 ao longo dos três anos de ensino.

EJA

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 70 milhões de brasileiros, com 18 anos ou mais, não concluíram a educação básica no Brasil. O Inep considera que essas pessoas são “candidatos potenciais” para ingressar no EJA.

Dados do Censo Escolar 2023 indicam que o programa de educação para jovens e adultos recebe os alunos provenientes do ensino regular. De 2020 para 2021, aproximadamente 107,4 mil alunos dos anos finais do ensino fundamental e 90 mil do ensino médio migraram para a EJA. São alunos com histórico de retenção e que buscam meios para conclusão dos ensinos fundamental e médio.

Apesar disso, as matrículas na modalidade registraram queda entre 2022 e 2023 — de 2,7 milhões de estudantes para 2,5 milhões. Em relação a 2019, esse valor representa queda de 20% dos inscritos. Essa etapa também possui a predominância de pretos e pardos, que são 77,7% do nível fundamental e 70,7% do médio.

Educação Infantil

O único nível de educação que aumentou o número de matrículas no Brasil, em 2023, foi a educação infantil. Atualmente, são 4,1 milhões de matriculados em creches e pré-escolas no Brasil. O número está bem próximo da meta prevista pelo Programa Nacional da Educação (PNE) para 2024, em que 50% das crianças de 0 a 3 anos devem estar nas escolas.

A pesquisa estatística revelou que o Brasil está a cerca de 900 mil matrículas de atingir a meta de crianças na creche. Algo que o Inep considera possível, considerando a sequência anual de aumento de matrículas — em 2021, eram apenas 3,41 milhões.

O Censo Escolar da Educação Básica é uma pesquisa estatística anual que subsidia políticas públicas, programas governamentais e ações setoriais nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal).

Fonte:correiobraziliense

           

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Educação

Senai-PE oferece bolsas de estudo em cursos técnicos em Petrolina, Araripina e outras cidades

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Pessoas de baixa renda, a partir de 16 anos, podem se candidatar até o dia 25 de fevereiro a 563 bolsas de estudo oferecidas pelo Senai-PE em 10 cursos de Educação Profissional Técnica, nas modalidades presencial e remota. Desse total, 30 são para curso Técnico em Eletrotécnica em Araripina e 10 para a mesma capacitação em Petrolina.

Os cursos são voltados para estudantes a partir do 1° ano do Ensino Médio ou quem já concluiu o estudo. Para participar os interessados devem preencher o formulário disponível na aba “cursos gratuitos” no site do Senai-PE, anexando todos os documentos exigidos. O resultado será divulgado em 28 de fevereiro e as aulas começam no dia seguinte.

O edital determina que as bolsas oferecidas pelo Senai para a Educação Profissional devem atender requisitos como ordem de inscrição e envio da documentação requisitada. Os cursos têm carga horária que varia de 1.200 a 1.400 horas.

Por Alvinho Patriota

           

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