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Brasil

Ministério cria banco de dados nacional para casos de criminalidade

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Além dos boletins de ocorrências, o sistema acumulará o banco nacional de mandados de prisão, que indica quem é procurado no país por algum crime

Ministério da Segurança Pública colocou em funcionamento um banco de dados que pretende ser o maior repositório de informações sobre ocorrências de crimes já criado no país. O “big data” é georreferenciado, o que permitirá ao analista ver, cidade por cidade, quais os endereços e horários de maior incidência dos crimes.

Além dos boletins de ocorrências, o sistema acumulará o banco nacional de mandados de prisão, que indica quem é procurado no país por algum crime, pelo sistema integrado de administração penitenciária, que deverá mapear todos os presos do país, e por departamentos de trânsito, entre outras bases de dados.

Quando o sistema estiver em plena operação, o que o governo espera ocorrer até 2019, todo cidadão envolvido no registro de um boletim de ocorrência, como vítima ou como suposto autor, por exemplo, poderá ter seu passado criminal analisado em poucos minutos.

O governo já investiu cerca de R$ 230 milhões na formatação do sistema e integração com os estados e espera que o banco nacional permita, a longo prazo, uma economia para os governos estaduais com a redução de gastos para manutenção de seus próprios sistemas de informática, liberando recursos para outras necessidades da segurança pública.

Os dados consolidados permitirão que o governo federal “enxergue” com precisão as áreas mais críticas no país e passe a cobrar adoção de medidas dos governos estaduais, sob pena de congelamento de recursos federais. Uma curadoria criada pelo ministério fará relatórios de análise de tempos em tempos sobre o desempenho dos estados, com cópias para órgãos de controle e Congresso Nacional.

O projeto Boletim Nacional de Ocorrências recebeu até agora a adesão de onze estados, com um acumulado de 2,2 milhões de boletins: Sergipe (100% de repasse da base estadual de dados), Mato Grosso do Sul (100%), Goiás (67%), Tocantins (100%), Roraima (54%), Rio Grande do Norte (11%), Acre (92%), Amapá (50%), Maranhão (3%), Piauí (12%) e Alagoas (2%).

Os maiores estados do país ainda estão em processo de negociação com o governo federal para o repasse de suas bases mas, segundo o ministério, atualmente nenhum estado está se recusando a colaborar.

Uma equipe do ministério está em São Paulo, por exemplo, discutindo com técnicos do governo estadual detalhes sobre o repasse dos dados, segundo o ministro Raul Jungmann. Atualmente São Paulo fornece “macrodados”, mas não o detalhamento das ocorrências, como hora, endereço e cópia da ocorrência. As mesmas conversas estão sendo travadas com as secretarias de Segurança Pública do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, que prometeram repassar seus dados.

A base de dados a princípio não será aberta ao público na internet, por envolver informações que podem ferir a privacidade dos cidadãos, mas a ideia, segundo o ministério, é encontrar uma forma de tornar as informações públicas a médio e longo prazos, mesmo que ocultando dados de natureza privada. Seria uma forma de envolver a sociedade na fiscalização das políticas de redução da criminalidade, a exemplo do que ocorre com gastos do orçamento federal.

“Eu diria que, de todas as áreas sociais, a menos transparente é a segurança. Vocês [jornalistas] conseguem dados do Datasus, de mortalidade, de tudo. A área de segurança é a menos transparente e que menos produz informações em rede aberta. Uma das coisas é exatamente a ausência de um sistema nacional. Ontem eu dizia [aos secretários de segurança pública reunidos em Brasília]: ‘Olha, chegou a era da transparência da segurança pública. E quem não se preparar não vai conseguir, por exemplo, ter os recursos’. Nós precisamos caminhar nessa direção”, disse Jungmann.

Segundo o ministro, a lei que criou o Susp (Sistema Único de Segurança Pública) e entrou em vigor nesta quinta-feira (12) estabelece que os estados que não se integrarem à base de dados nacional “evidentemente ficam fora dos recursos de custeio e de investimentos. É lei e vamos ter que cumprir”.

Por Folhapress.

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Brasil

Concursos oferecem mais de 14 mil vagas e salário de até R$ 28,9 mil

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Oportunidades são para diferentes regiões do país e todos os níveis de escolaridade.

Concursos públicos com inscrições abertas oferecem 14.672 vagas em várias regiões do país. As oportunidades são para diversos cargos e níveis de escolaridades e o salário inicial chega a R$ 28,9 mil.

Confira as vagas, conforme divulgado pelo ‘UOL’ neste domingo (17):

Tribunal de Justiça (SC) – Vagas: 5 / Escolaridade: nível superior / Salário: até R$ 28.883,98 / Inscrição: até 18/2 / Mais informações aqui

Defensoria Pública do Estado (MG) – Vagas: 30 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 22.158 / Inscrição: de 25/3 até 25/4 / Mais informações aqui

Prefeitura de Guarulhos (SP) – Vagas: 147 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 6.070,13 a R$ 15.347,74 / Inscrição: até 28/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Fortaleza dos Nogueiras (MA) – Vagas: 199 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 15 mil / Inscrição: até 5/3 / Mais informações aqui

Governo quer mudar lei para abrir vaga a militares da reserva

Prefeitura de Mirandópolis (SP) – Vagas: 20 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.433 a R$ 14.931 / Inscrição: até 6/3 / Mais informações aqui

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (AM) – Vagas: 113 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.945 a R$ 14.064 / Inscrição: até 24/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Borborema (SP) – Vagas: 27 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 954 a R$ 13.333 / Inscrição: até 17/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Candeias (BA) – Vagas: 189 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 13 mil / Inscrição: até 18/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Santos (SP) – Vagas: 54 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 2.343 a R$ 12.263 / Inscrição: até 27/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Laranjeiras do Sul (PR) – Vagas: 117 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 1.057,03 a R$ 12.238,75 / Inscrição: até 7/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Pereiras (SP) – Vagas: 10 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 1.479 a R$ 12.169 / Inscrição: até 18/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Avaré (SP) – Vagas: 19 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 1.215 a R$ 11.390 / Inscrição: até 11/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Jardinópolis (SP) – Vagas: 20 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.465,54 a R$ 11.295,84 / Inscrição: até 17/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Jambeiro (SP) – Vagas: 17 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 998 a R$ 11.259 / Inscrição: de 18/2 até 6/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Ortigueira (PR) – Vagas: 66 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.227,95 a R$ 11.047,02 / Inscrição: até 6/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Formiga (MG) – Vagas: 325 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.011,11 a R$ 10.593.28 / Inscrição: até 31/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Nova Módica (MG) – Vagas: 65 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 954 a R$ 10,5 mil / Inscrição: de 25/3 até 26/4 / Mais informações aqui

Prefeitura de Ilhota (SC) – Vagas: 58 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 985 a R$ 10.270 / Inscrição: até 20/2 / Mais informações aqui

Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Vagas: 20 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 2.671,66 a R$ 10.058,92 / Inscrição: até 17/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Coronel Ezequiel (RN) – Vagas: 121 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: até R$ 10 mil / Inscrição: até 29/3 / Mais informações aqui

Cefet – Centro Federal de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro – Vagas: 22 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 5.288 a R$ 9.600 / Inscrição: até 22/2 / Mais informações aqui

Universidade Federal Rural de Pernambuco – Vagas: 21 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 5.288 a R$ 9.600 / Inscrição: até 11/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Itapevi (SP) – Vagas: 366 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.030 a R$ 9.280,30 / Inscrição: até 21/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Vespasiano (MG) – Vagas: 1.877 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 8.995,75 / Inscrição: até 24/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Curitiba (PR) – Vagas: 77 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 1.692 a R$ 8.877 / Inscrição: de 22/2 até 24/3 / Mais informações aqui

Aeronáutica (todos os estados + DF) – Vagas: 35 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 7.490 a R$ 8.245 / Inscrição: até 20/2 / Mais informações aqui

Aeronáutica (todos os estados + DF) – Vagas: 20 / Escolaridade: nível superior / Salário: até R$ 8.245 / Inscrição: até 20/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Macaparana (PE) – Vagas: 248 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 7.213 / Inscrição: até 13/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Curitiba (PR) – Vagas: 62 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.960 a R$ 7.169 / Inscrição: de 19/2 até 21/3 / Mais informações aqui

Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região (SP e MS) – Vagas: 775 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 2.820,17 a R$ 5.962,87 / Inscrição: até 29/3 / Mais informações aqui

Polícia Militar (MG) – Vagas: 120 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 5.769 / Inscrição: até 7/3 / Mais informações aqui

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba – Vagas: 38 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 2.403,07 a R$ 4.638,66 / Inscrição: até 25/2 / Mais informações aqui

Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Vagas: 9 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 2.446,96 a R$ 4.180,66 / Inscrição: até 24/2 / Mais informações aqui

Universidade Federal de Uberlândia (MG) – Vagas: 39 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 2.446,96 a R$ 4.180,66 / Inscrição: até 17/2 / Mais informações aqui

Universidade Federal da Paraíba – Vagas: 131 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.945,06 a R$ 4.180,66 / Inscrição: até 25/2 / Mais informações aqui

Universidade Federal de Pernambuco – Vagas: 166 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.945,07 a R$ 4.180,66 / Inscrição: de 16/4 até 19/5 / Mais informações aqui

Universidade Federal de Pelotas (RS) – Vagas: 8 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.945 a R$ 4.180 / Inscrição: até 27/2 / Mais informações aqui

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Goiano (GO) – Vagas: 28 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.945 a R$ 4.180 / Inscrição: até 18/2 / Mais informações aqui

Defensoria Pública do Estado (RJ) – Vagas: 27 / Escolaridade: níveis médio e superior / Salário: R$ 3.206,47 a R$ 3.949,47 / Inscrição: até 6/3 / Mais informações aqui

Aeronáutica (todos os estados + DF) – Vagas: 227 / Escolaridade: nível médio / Salário: R$ 956 a R$ 3.825 / Inscrição: de 18/2 até 19/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Maraã (AM) – Vagas: 533 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 3.725 / Inscrição: até 22/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Santa Bárbara do Pará (PA) – Vagas: 799 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 3.600 / Inscrição: até 17/3 / Mais informações aqui

Unitau – Universidade de Taubaté (SP) – Vagas: 10 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 838 a R$ 3.432 / Inscrição: até 21/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Pedro do Rosário (MA) – Vagas: 605 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 2.994 / Inscrição: até 5/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Manaquiri (AM) – Vagas: 206 / Escolaridade: nível fundamental, médio e superior / Salário: R$ 998 até R$ 2.800 / Inscrição: até 19/2 / Mais informações aqui

Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ) – Vagas: 1.652 / Escolaridade: nível médio / Salário: até R$ 2.797,57 / Inscrição: até 22/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Itapecuru Mirim (MA) – Vagas: 363 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.047,45 a R$ 2.600 / Inscrição: até 20/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Porto de Moz (PA) – Vagas: 294 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 2.477,28 / Inscrição: até 10/3 / Mais informações aqui

Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (RJ) – Vagas: 39 / Escolaridade: nível superior / Salário: R$ 2.148 / Inscrição: de 1°/4 até 9/4 / Mais informações aqui

Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (RJ) – Vagas: 112 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 1.229 a R$ 2.148 / Inscrição: de 11/3 até 21/3 / Mais informações aqui

Prefeitura de Ananindeua (PA) – Vagas: 500 / Escolaridade: níveis fundamental, médio e superior / Salário: R$ 998 a R$ 1.988 / Inscrição: até 4/4 / Mais informações aqui

Prefeitura de Tomé-Açu (PA) – Vagas: 755 / Escolaridade: níveis fundamental, médio, técnico e superior / Salário: R$ 998 a R$ 1.869 / Inscrição: até 21/2 / Mais informações aqui

Universidade Estadual de Montes Claros (MG) – Vagas: 96 / Escolaridade: níveis médio, técnico e superior / Salário: R$ 960 a R$ 1.719 / Inscrição: de 11/3 até 11/4 / Mais informações aqui

Programa Partiu Estágio/Secretaria da Administração (BA) – Vagas: 2.325 / Escolaridade: nível superior incompleto / Salário: R$ 455 a R$ 1.464 / Inscrição: até 24/2 / Mais informações aqui

Prefeitura de Maués (AM) – Vagas: 465 / Escolaridade: nível superior / Salário: Até R$ 1.308,88 / Inscrição: até 17/3 / Mais informações aqui

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Brasil

Rei Roberto Carlos troca azul por rosa e opina sobre porte de armas

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‘Estou tentando fugir um pouco do azul porque já estava enjoando, e estou vestindo rosa porque me garanto muito como homem’, explicou

Roberto Carlos, 77, que surpreendeu ao aparecer na coletiva de imprensa de seu cruzeiro Emoções em Alto Mar usando uma camisa rosa, na tarde deste domingo (17), não fugiu nem das perguntas mais espinhosas dos jornalistas.

Questionado sobre a sua opinião sobre a flexibilização do porte de armas, ele disse que provavelmente decepcionaria algumas pessoas.

“Vivemos uma guerra com um lado armado e outro desarmado que é o nosso. Mas para se ter uma arma é preciso critérios muito rígidos.”

Ele contou que seu pai tinha uma arma em casa e essa era a forma dele de proteger a família. O objeto ficava trancado em uma gaveta.

O cantor também fez um balanço do projeto Emoções em Alto Mar, que está em sua décima quinta edição.

“Esses quinze anos foram maravilhosos. Esse projeto realmente me dá muito prazer em fazer. Só tenho a agradecer ao público que me prestigia e que me acompanha. Trinta por cento das pessoas que estão aqui já vieram outras vezes. São muito fieis.”

O rei também comentou sobre o look usado no evento, que aconteceu no Rio.

“Estou tentando fugir um pouco do azul porque já estava enjoando, e estou vestindo rosa porque me garanto muito como homem.”

Muito assediado pelo público feminino, o cantor garantiu que “seu coração está aberto”.

(Por Folhapress)

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Brasil

Ministério da Saúde confirma segundo caso de febre do Nilo no país

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Assim como a dengue e a zika, o vírus da febre do Nilo Ocidental é transmitido por meio da picada de mosquitos infectados.

Ministério da Saúde confirmou o segundo caso registrado no país de doença neurológica pelo vírus da febre do Nilo Ocidental, tipo de arbovirose ainda pouco conhecida no Brasil.

Assim como a dengue e a zika, o vírus da febre do Nilo Ocidental é transmitido por meio da picada de mosquitos infectados, principalmente do gênero Culex (pernilongo).

O caso é de uma jovem que mora na zona rural de Picos, no interior do Piauí, e que sofreu um quadro de paralisia muscular flácida aguda em junho de 2017.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, os exames foram coletados na época, mas o ministério liberou os resultados apenas no início deste ano.

Os exames apontaram a presença de anticorpos contra o vírus no sangue da paciente. Em nota, a pasta atribui a demora à necessidade de laudos conclusivos.

Esse é o segundo caso confirmado da doença no país. Até então, o Brasil só havia registrado um caso de febre do Nilo, ocorrido em agosto de 2014.

O paciente, um vaqueiro de 52 anos de Aroeiras do Itaim, no interior do Piauí, foi internado na UTI à época após apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, paralisia nos braços e pernas, confusão mental e rigidez na nuca.

De acordo com Marcelo Adriano Vieira, neurologista do Instituto de Doenças Tropicais Natan Portela que acompanhou o caso, o paciente teve alta, mas ficou com sequelas, como dificuldades para andar.

Já a jovem atendida em 2017 se recuperou completamente após o tratamento.

Em nota, o Ministério da Saúde diz que a confirmação do segundo caso no Piauí “revela a recorrência da circulação do vírus do Nilo Ocidental na região e ressalta a importância das ações de vigilância e investigação para melhor compreensão da epidemiologia do vírus no país”.

Para Vieira, que também faz parte da equipe de vigilância da secretaria estadual de saúde do Piauí, a probabilidade é de que haja outros casos da doença.

Dados da secretaria estadual de saúde apontam que, até o momento, exames de 32 outros casos suspeitos da doença tiveram resultado tido como “indeterminado”.

Segundo Vieira, o problema ocorre devido à dificuldade do diagnóstico, com possibilidade de reações cruzadas para vírus semelhantes.

Outro fator, diz, é a tendência de que apenas casos graves sejam encaminhados às redes de saúde. Em geral, cerca de 80% das pessoas infectadas com o vírus do Nilo não apresentam sintomas, e menos de 1% apresentam sintomas graves.

Nestes casos, o paciente apresenta febre alta, rigidez na nuca, desorientação, tremores, fraqueza muscular e paralisia. Também pode desenvolver encefalite ou meningite (inflamação das membranas do cérebro ou da medula espinhal).

“Como a forma branda da doença é semelhante a várias outras arboviroses, dificilmente se pede um exame. Além disso, a forma grave, neurológica, é semelhante a outras causadas por vírus mais frequentes”, afirma Vieira. “Isso faz com que alguns casos não sejam visualizados”, informa.

Atualmente, não existe tratamento específico para a febre do Nilo. Nos casos leves, é indicado repouso. Já nas formas graves, o paciente deve ser atendido em UTI em observação para suporte e controle de infecções secundárias.

Transmitida pela picada de mosquitos infectados com o vírus a partir de aves migratórias infectadas, a febre do Nilo não “passa” pelo contato com outras pessoas ou animais.

O vírus é transmitido por mosquitos comuns, principalmente do gênero Culex. Para isso, no entanto, é preciso o contato dele com uma ave infectada -diferente do Aedes aegypti, por exemplo, que pode picar um doente e passar a carregar o vírus. “No elo da transmissão, tem que ter uma ave selvagem”, diz.

Para Vieira, essa característica torna mais difícil que haja uma epidemia. Ele ressalta, no entanto, que um aumento na transmissão não pode ser desconsiderado -daí a necessidade de manter a vigilância.

“Muitas vezes, o vírus não alcança nicho ecológico favorável à disseminação em larga escala como ocorreu nos Estados Unidos. Mas temos que ficar atentos, porque temos abundância de vetor, população suscetível e o Brasil é um país que recebe aves de migração”, afirma.

Outra expectativa é que, por ser um flavivírus, espécie de “parente” dos vírus da dengue, zika e chikungunya, parte da população brasileira esteja menos suscetível a formas graves da doença.

Descrita inicialmente na África, a febre do Nilo manteve-se durante décadas restrita aos continentes europeu, africano e asiático, sendo registrada pela primeira vez nas Américas em 1999, de acordo com boletins do Ministério da Saúde.

Dos Estados Unidos, o vírus se disseminou e atingiu o Canadá e o México. A suspeita é que esse avanço tenha ocorrido por aves silvestres.

A situação fez o Brasil criar em 2003 um sistema de vigilância da doença, com monitoramento de possíveis sinais da circulação do vírus em cavalos e aves e vigilância de casos em humanos.

O primeiro caso humano, porém, só foi confirmado em 2014. Na mesma época, exames realizados em aves e cavalos da região indicaram que estes animais também tiveram contato com o vírus.

No ano passado, o vírus também foi detectado no cérebro de cinco cavalos que morreram após apresentar sintomas neurológicos no Espírito Santo. O estado, porém, não teve confirmação de casos humanos.

O que é a febre do Nilo ocidental?

O vírus da Febre do Nilo Ocidental é transmitido por meio da picada de mosquitos infectados, principalmente do gênero Culex (pernilongo), mas também pelo Aedes aegypti.

Estima-se que 20% dos indivíduos infectados pelo vírus da Febre do Nilo Ocidental desenvolvam sintomas, na maioria das vezes leves. A forma leve da doença caracteriza-se pelos seguintes sinais:

Febre aguda de início abrupto, frequentemente com mal-estar

Anorexia

Náusea

Vômito

Dor nos olhos

Dor de cabeça

Dor muscular

Exantema máculo-papular e linfoadenopatia

Um em cada 150 indivíduos infectados desenvolve doença neurológica severa, como meningite. as formas mais graves atingem especialmente pessoas acima de 150 anos. A encefalite é o quadro mais comum entre as manifestações cerebrais. Em menos de 1% das pessoas infectadas o vírus causa uma infecção neurológica grave, incluindo inflamação do cérebro. A síndrome de Guillain Barré também pode se apresentar, assim como em outros tipos de infecção.

Não existe vacina ou tratamento antiviral específico para a Febre do Nilo Ocidental. O tratamento é sintomático para redução da febre e outros sintomas. Para casos leves, analgésicos podem ajudar a aliviar dores de cabeça leves e dores musculares. Fonte: Ministério da Saúde.

(Por Folhapress)

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