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Política

Onyx diz que está descartada, no momento, demissão do ministro do Turismo

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O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, descartou a hipótese de demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), neste momento, alegando que há uma investigação sobre a responsabilidade de criação de candidaturas “laranja” do PSL em Minas Gerais. “O governo observa, mas, nesse momento, não há nada nesse sentido”, disse Lorenzoni em entrevista à Rádio Gaúcha.

Lorenzoni ainda ressaltou as diferenças entre o caso do ministro do Turismo e o recente episódio que levou à exoneração do ex-ministro da Secretaria-Geral Gustavo Bebianno. “O problema do ministro que foi afastado foi muito mais uma ruptura em uma amizade de muitos anos”, afirmou. Ele lembrou que houve um estopim causado por candidaturas em Pernambuco, “mas a razão da exoneração foi uma ruptura na relação de amizade” e, “do ponto de vista que envolve Marcelo Álvaro, é outra coisa” esclareceu o chefe da Casa Civil.

Ainda sobre o ministro do Turismo, Lorenzoni afirmou que é necessário dar tempo para que sejam feitos os esclarecimentos pelas autoridades e a decisão final é de Jair Bolsonaro. “Em um regime presidencialista, a decisão é do presidente”, finalizou.

(Por Esmael)

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Política

PSB confia no taco de Geraldo

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Tem político, no sapato alto da soberba, que se acha Deus. Lula tem certeza. Já se comparou aos judeus perseguidos pelo holocausto. Disse também ser a alma mais honesta do planeta e o mais influente líder do mundo. Nem a cadeia quebrou a arrogância de Lula.

Na passagem pelo Recife, ao invés de calçar as sandálias da humildade, deixou que o cordão vermelho estendido no Pátio do Carmo inflasse seu ego. Saiu da casa de Marília Arraes, já tarde da noite, com o bico excessivamente molhado, anunciando que a petista seria a sua candidata.

Engana-se quem imagina que o PSB vai lamber as botas de Lula para manter o PT na aliança reafirmada em 2018. Firme com a pré-candidatura de João Campos, Geraldo Júlio prioriza os partidos aliados, confia no taco da sua gestão bem avaliada e vai construir o seu tempo, que sabe que não é o tempo de Lula nem do PT.

Sem ceder os anéis – Líderes do PSB nacionais ouvidos, ontem, pela coluna, em Brasília, rechaçam a tese de que poderão dar a Lula os últimos anéis da coroa socialista para evitar uma candidatura do PT no Recife. Márcio França, favoritíssimo na corrida pela Prefeitura de São Paulo pelo PSB, não vai servir de troca de moeda para rifar Marília.

Já engoliu – Decidido a criar um novo partido, o presidente Bolsonaro não moveu uma palha para impor dificuldades na recondução, ontem, do deputado pernambucano Luciano Bivar, na presidência nacional do PSL. Na escolha, por unanimidade, não se ouviu o choro de nenhum parlamentar bolsonarista. Sinais do tempo.

Na jugular – De passagem, ontem, por Brasília, para votar pela recondução de Bivar à presidência do PSL, o pré-candidato do partido a prefeito de Abreu e Lima, Flávio Gadelha, aproveitou para dar uma pauleira no prefeito Pastor Marcos. “É o pior prefeito do Estado, que criou fama por pagar uma folha de 11 meses ao invés de 12”, ironizou.

Baque – O PT tende a sofrer um baque no Nordeste, perdendo um governador para o PDT: Rui Costa, da Bahia. No comando das articulações, o presidenciável Ciro Gomes está bem próximo de bater o martelo. Na Paraíba, o governador João Azevedo também arruma as malas para o PDT, já tendo deixado o PSB.

Empate – Em Araripina, uma pesquisa do Instituto Opinião, postada ontem no meu blog, mostrou um cenário embolado: o prefeito Raimundo Pimentel (PSL) aparece na frente com 26%, mas configurando um empate técnico com Bringel Filho (PSDB) e Tião do Gesso (SD), ambos com 23%.

Drama – A população de Afogados da Ingazeira não suporta mais sofrer com tamanho descaso da Compesa. Água nas torneiras rareia e deixou de ser exclusividade dos bairros em áreas mais altas e afastadas. Tomar banho, só de cuia. E olha lá!(Por Magno Martins)

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Política

Bolsonaro admite que pode presidir novo partido

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O novo partido de Bolsonaro terá seu processo de formação iniciado numa convenção marcada para esta quinta-feira, 21

presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 18, que poderá assumir a presidência da sigla que, ao lado de dissidentes do PSL, irá formar nos próximos dias. Batizada de Aliança pelo Brasil, o novo partido terá seu processo de formação iniciado numa convenção marcada para esta quinta-feira, 21, em Brasília. Questionado sobre a possibilidade de presidir o partido, afirmou: “Acho que sim.”

O desfecho já era esperado. Desde a semana passada, quando o anúncio da nova sigla foi feito, parlamentares já diziam que Bolsonaro assumir a presidência da sigla seria o caminho mais natural e óbvio. “O partido é do presidente Bolsonaro e das pessoas que são fiéis ao que ele sempre defendeu”, resumiu a deputada Carla Zambelli (PSL-SP), na semana passada.

A criação da sigla é o desfecho de uma disputa que começou em outubro, com uma declaração do próprio presidente. A apoiadores, ele afirmou, que o presidente do PSL, Luciano Bivar, estava “queimado para caramba”. A afirmação, que estava longe de ser um deslize, foi a deixa para iniciar um rápido desgaste, seguido da solução esperada pelo grupo do presidente.

A expectativa é de que, dos 53 deputados do PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu, 27 o acompanhem na nova legenda. O grupo bolsonarista deverá permanecer no PSL até que o novo partido esteja aprovado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A estratégia se explica. Caso os parlamentares deixem agora a sigla, há o risco de perda do mandato.

Assim como na eleição de Bolsonaro, a ideia é se valer do apoio da tecnologia para colher assinaturas necessárias para a criação da nova sigla, em vários Estados do País. Também ficou definido que o presidente Bolsonaro vai usar redes sociais, dele e de aliados, para chamar pessoas dispostas a atuar na coleta de assinatura para a criação do partido.

Por enquanto, a ideia é de que a executiva do partido tenha 15 integrantes. Além de 27 bolsonaristas dispostos a migrar para a nova legenda, haveria outros 10 parlamentares, hoje em outros partidos, interessados em ir para o Aliança pelo Brasil, segundo informou Zambelli.

Ao deixar o PSL, parlamentares estão conscientes de que perderão tempo na TV e também fundo partidário. Mas, para a deputada, esse é um fato menor. Ela argumenta que muitos dos políticos do PSL se elegeram sem essas condições e com financiamentos de campanha por meio de “vaquinhas”. Algo que, de acordo com ela, poderá ser repetido.(POR ESTADAO CONTEUDO)

 

 

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Política

Preço de Lula ao PSB será alto

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Aos ansiosos em relação ao prumo que o ex-presidente Lula tomará nas eleições do Recife, um conselho: é bom esperar sentado. Maquiavélico, o petista adotará a mesma estratégia de 2018, quando usou Marília como ameaça em Pernambuco para levar o PSB na maioria dos Estados ao palanque do PT.

Da cadeia, tirou de cena o candidato favorito do PSB a governador de Minas, Márcio Lacerda, em apoio a Fernando Pimentel (PT), derrotado no segundo turno. Em 2020, vai exigir a cabeça de Márcio França (PSB), favorito nas pesquisas em São Paulo.

Agora deputada federal, Marília vale mais do que como vereadora. Lula, portanto, vai cobrar alinhamento eleitoral e político do PSB, quebrando a busca dos socialistas por independência no campo da esquerda. Vai pedir e levar tudo, porque para o PSB o que está em jogo não é só a Prefeitura do Recife, mas a candidatura do filho de Eduardo Campos.

Pés no Recife – Estrela de primeira grandeza na nova constelação da Câmara dos Deputados, a paulista Tábata Amaral, em processo de expulsão do PDT por ter votado a favor da reforma da Previdência, está colocando a cara no Recife pela primeira vez, na próxima sexta-feira. Na pauta, o seminário sobre mulher na política promovido pelo MDB.

Efeito lulista – Santo sagrado nos currais eleitorais do Nordeste, o ex-presidente Lula teve que atender a uma chuva de pedidos para posar ao lado de prefeitos candidatos à reeleição e postulantes ao mesmo cargo entre o Agreste, Zona da Mata e Sertão. Eles diziam que uma foto ao lado de “mito” era quase um passaporte para eleição.

Rendição – Os grandes e até poderosos jornais antes da internet começam a se render ao Governo Bolsonaro. A Folha de São Paulo, em editorial, comemorou os dados da economia brasileira. “Nem de longe é a salvação da lavoura, mas já serve como um alívio”, destacou, referindo-se à tímida reação do comércio e agricultura.

O ANTIPSB – Em Paulista, o PSB, que encerra o segundo mandato de Júnior Matuto, já tem um adversário de peso: Yves Ribeiro, que deixou a seara socialista para ingressar no PSB contra o candidato oficial. É bom lembrar que o MDB é da cozinha palaciana do PSB.

Gafe – Lula molhou o bico no almoço com o PSB da cozinha de Renata Campos e no discurso andou trocando as bolas. Citou Sérgio Rezende, pernambucano, como melhor ministro de Ciência e Tecnologia, esquecendo que foi na mesma pasta que Eduardo ressuscitou.

Sem mudança – Diferentemente do que noticiamos a Secretaria Executiva de Ressocialização continua com a advogada Albenice Gonçalves no comando da Gerência Técnica Jurídico-Penal. Entendi errado. Achei que ela havia sido nomeada recentemente. (Por Magno Martins)

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