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Saúde

Pfizer fala em vacinar ‘milhões de brasileiros’ no 1º semestre de 2021

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O ensaio clínico mostrou que a vacina é eficaz tanto para proteger a população de formas leves e moderadas da doença, quanto das formas graves.

Pfizer pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro emergencial, no Brasil, da sua vacina contra a covid-19 assim que a Food and Drugs Administration (FDA, órgão americano que cuida desse tipo de procedimento) der a liberação nos Estados Unidos. Em comunicado nesta quarta-feira, 18, a farmacêutica disse que fez proposta ao governo brasileiro e informou que teria condições de “imunizar milhões de brasileiros” no 1º semestre de 2021.

Nesta quarta, a empresa relatou que o imunizante apresentou 95% de eficácia na fase três dos testes, o mais avançado para esse tipo de produto. O pedido de registro pela farmacêutica será apresentado com a entrega da documentação final do ensaio clínico de fase 3. A previsão é que o produto já possa ser aplicado nos brasileiros a partir de março do ano que vem.

Em comunicado nesta quarta, a empresa disse ter feito “uma proposta ao governo brasileiro em linha com os acordos fechados em outros países, inclusive na América Latina, que permitiria vacinar alguns milhões de brasileiros no primeiro semestre, sujeita à aprovação regulatória”. O Ministério da Saúde tem afirmado analisar esse e outros imunizantes em fase final de testes.

A Pfizer explicou também que “elaborou um plano logístico detalhado com ferramentas para apoiar o transporte eficaz, armazenamento e monitoramento contínuo da temperatura da potencial vacina”.

O resultado de 95% de eficácia é considerado excelente. O imunizante se mostrou extremamente seguro. Os efeitos adversos registrados com mais frequência foram muito leves, como dor ou incômodo no local da injeção. Problemas como fadiga e dor de cabeça só foram registrados em 3,8% dos casos e foram fugazes.

O registro emergencial significa que a vacina começará a ser usada sem que a fase três tenha sido totalmente concluída. Os voluntários serão acompanhados ainda por mais dois anos para que se possa estabelecer a duração da eficácia do imunizante. Cientistas consideram que, em uma pandemia, essa informação se torna secundária.

Imunizante também protege idosos

Inicialmente, a vacina deve ser disponibilizada para pessoas em grupos de risco, como profissionais de saúde e idosos.”Estávamos trabalhando com uma estimativa de eficácia de 70%; o resultado foi excepcional, significa que de cada cem vacinados, 95 estão protegidas”, contou o infectologista Edson Moreira, coordenador do estudo da Pfizer no Brasil. “Nenhuma vacina é 100% eficaz. Gosto sempre de lembrar do exemplo da vacina da varíola, que tem eficiência de 80%, mas conseguiu erradicar a doença em todo o mundo.”

Além disso, como ressalta Moreira, a vacina se mostrou igualmente eficaz (94%) entre pessoas com mais de 65 anos, justamente os mais vulneráveis ao novo coronavírus. “Isso é muito bom porque, em geral, a eficácia das vacinas diminui com a idade, uma vez que o sistema imunológico envelhece e se torna menos eficiente”, afirmou. “É extremamente importante que possamos oferecer uma proteção dessa magnitude a pessoas desse grupo de risco.”

O ensaio clínico mostrou também que a vacina é eficaz tanto para proteger a população de formas leves e moderadas da doença, quanto das formas graves.

O grande desafio agora diz respeito ao armazenamento e transporte da vacina, que requer temperaturas de menos 70 graus Celsius para se manter estável. Isso pode ser um desafio para países continentais como o Brasil.

“A alternativa que a empresa está oferecendo é transportar as vacinas em contêineres especiais com gelo seco, que manteriam a vacina viável por quinze dias. Além disso, o produto ainda se mantém estável por mais cinco dias em um freezer normal”, explicou Moreira. “É um desafio, mas é o tipo do problema que estávamos loucos para ter de enfrentar. Até pouco tempo atrás não tínhamos vacina, o que era um problema maior.”

Por Estadão Conteúdo

 

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Saúde

Pernambuco registra 12 mortes e 669 casos, nesta sexta(27), por covid-19

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Pernambuco confirmou, nesta sexta-feira (27/11), 669 novos casos da Covid-19 e 12 óbitos.

Dos Casos, 44 (6,5%) estão classificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), portanto internados e/ou mais graves, e 625 (93,5%) são casos leves. Ao todo, o Estado soma 179.308 confirmações (27.927 graves e 151.381 leves). O boletim também registra mais 590 pessoas recuperadas da doença, totalizando 158.850 curas.
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Também foram confirmados, por exames, 12 novos óbitos (sete homens e cinco mulheres), registrados entre os dias 03/08 e 26/11. Com isso, o Estado totaliza 8.999 mortes pela doença. A relação dos casos por cidade pode ser encontrada no boletim da Secretaria Estadual de Saúde do Estado de Pernambuco.

 

 

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Saúde

Pernambuco é o Estado com a menor taxa de mortalidade infantil do Norte/Nordeste.

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Os dados, divulgados nesta sexta-feira (27.11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que iniciativas como o Programa Mãe Coruja e campanhas de vacinação têm dado resultados positivos. Segundo o levantamento, Pernambuco aparece entre os dez Estados brasileiros com menor probabilidade de uma criança não completar um ano de idade. A taxa pernambucana em 2019 foi de 11,4%, a menor já registrada no Estado e menor, inclusive, que a média nacional, que ficou em 11,9%.⁣⁣
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Em 2006, Pernambuco figurava entre os dez Estados com maior taxa de mortalidade infantil do País. Em 13 anos, o índice recuou 48%. Cinco pontos acima da taxa média nacional no mesmo período, que caiu para 43%. Como explicação para a queda da mortalidade infantil ao longo dos anos, o IBGE cita a atenção ao pré-natal, campanhas de vacinação em massa, aleitamento materno, a presença de agentes comunitários de saúde e programas de nutrição infantil. Outros fatores são o aumento de renda, da escolaridade e da proporção de domicílios com saneamento adequado. ⁣⁣
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E tem mais: o Estado também apresentou melhor resultado na expectativa de vida em 2019, comparando com 2018. Enquanto pessoa nascida em Pernambuco no ano de 2019 tem a expectativa de viver até os 75 anos. Já os nascidos em 2018 têm expectativa de vida de 74,6 anos. A Tábuas Completas de Mortalidade 2019 apresenta projeções baseadas em dados coletados no Censo Demográfico de 2010.  (Os são do IBGE)

 

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Saúde

Estudo da Fiocruz aponta que Pernambuco está com tendência de estabilidade nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave

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Pernambuco manterá nas próximas três semanas um quadro de estabilidade, com oscilação, nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). No período de seis semanas, a probabilidade é de queda ou estabilidade, quando se analisa o Estado por macrorregião. Os dados constam num estudo feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicado no boletim Infogripe desta semana.

De acordo com a análise da Fiocruz, Pernambuco figura entre os seis estados em estabilidade/oscilação ou queda para as próximas semanas, enquanto nos outros estados a tendência é de moderação ou forte sinal de crescimento dos casos de Srag em pelo menos uma macrorregião. Atualmente as síndromes respiratórias estão sendo provocadas, principalmente, por complicações da Covid-19.

Em Pernambuco, a expectativa é de estabilidade com oscilação para as quatro macrorregiões, incluindo a de Salgueiro. Já nas próximas seis semanas, a IV Macrorregião, com sede em Salgueiro, Petrolina e Ouricuri, pode ter uma queda moderada das síndromes respiratórias. Do Blog Alvinho Patriota

 

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