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Saúde

Quatro signos que traem os parceiros, mas continuam na relação…

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E você, será que está nesta lista infâme? Ou o seu parceiro?

Estes são os signos mais infiéis do zodíaco, mas a sua malícia não fica por aqui – porque para além de não terem qualquer intenção de contar a infidelidade ao seu parceiro, também não tem qualquer propósito de acabar a relação.

Veja, segundo o jornal Metro, os signos que traem, traem e traem…

1. Peixes

É facilmente infiel quando o relacionamento não está correndo como planejou e os conflitos o magoam. Este signo pode tentar ‘aliviar a pressão’ sem pensar em terminar a relação para não magoar ainda mais o outro (a seu ver…). 

2. Gêmeos

Quer atenção e quando não recebe a atenção desejada começa à procura de opções. Como tal, pode chegar a manter triângulos amorosos e só tomará uma decisão definitiva se for pego na sua rede de mentiras e não tiver outra opção. 

3. Libra

Adora seduzir e flertar é algo que o acompanha em qualquer situação social. O indivíduo do signo de libra pode começar relacionamentos quando já está comprometido – sobretudo se ele se sente estagnado e pouco apreciado e paparicado pelo companheiro. 

4. Leão

Trai, mas a verdade é que não se sente orgulhoso com esse tipo de comportamento. Por isso, dificilmente irá assumir a infidelidade, mas sim escondê-la e continuar o relacionamento. Pode decidir trair quando já não sente que recebe paixão e intensidade do parceiro. 

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

Coronavírus pode causar “danos na placenta” das grávidas

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Mulheres grávidas que sofreram de Covid-19 devem ser acompanhadas mais próxima e atentamente pelos profissionais de saúde

descoberta surge após a realização de um estudo que revelou que a doença pode provocar “danos na placenta” – que atua como o ventilador ‘personalizado’ do feto. 

O novo estudo, publicado no American Journal of Clinical Pathology, refere que esses ferimentos podem provocar algumas anormalidades na circulação de sangue entre as mães e os bebês. 

Contudo, os médicos asseguram que estes ferimentos não parecem causar danos no bebê. 

Os investigadores examinaram a placenta de 16 mulheres que haviam testado positivo para o coronavírus SARS-CoV-2 durante a gravidez. 

Exames patológicos revelaram evidências de danos na placenta. 

Mas, notavelmente, a equipa afirmou que esses danos não pareciam acarretar consequências negativas para a saúde dos bebês recém-nascidos; porém, acrescentou que gestantes com um historial de coronavírus requerem um acompanhamento mais rigoroso por parte dos médicos. 

O Royal College of Obstetricians and Gynaecologist, no Reino Unido, salienta que a maioria das grávidas infetadas com o SARS-CoV-2 tiveram uma gravidez normal e saudável e que os bebês nasceram bem e sem sequelas aparentes.

Os especialistas sublinharam igualmente que as gestantes não apresentam um risco acrescido de sofrerem abortos espontâneos devido à Covid-19, e que até ao momento não existem provas científicas de que a doença contribua para o término involuntário da gravidez. 

Por Notícias ao minuto

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Saúde

Coronavírus: Pernambuco é o 3º em nº de cidades com mortes

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Pernambuco é a terceira unidade federativa que mais tem municípios com mortes confirmadas em decorrência das complicações da Covid-19. O dado está no boletim epidemiológico publicado ontem pelo Ministério da Saúde, que divulga semanalmente uma análise detalhada sobre o perfil da transmissão do novo coronavírus no Brasil. Segundo o governo federal, 122 dos 184 municípios pernambucanos já confirmaram óbitos causados pela doença. Isso mostra que, em dois meses (a contar do primeiro registro de vítima fatal por covid-19), 66,3% das cidades do Estado contabilizam mortes relacionadas à infecção. Na frente de Pernambuco, que totaliza 2.669 vidas ceifadas pela doença, estão apenas o Ceará, com 128 municípios com óbitos confirmados, e São Paulo, que lidera o ranking, com 236 cidades que contabilizam vítimas fatais.

Esse recorte do Ministério da Saúde confirma como a epidemia, após ter iniciado pelo Recife, percorre pela Zona da Mata, Agreste e Sertão de Pernambuco. Até ontem, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), 160 municípios (87% dos 184) e o Arquipélago de Fernando de Noronha já contabilizavam casos graves de covid-19. São quadros de síndrome respiratória aguda que causa desconforto respiratório intenso e geralmente exige internamento em leitos de enfermaria ou unidade de terapia intensiva (UTI). Na Zona da Mata, as cidades que mais confirmaram casos graves do novo coronavírus foram Vitória de Santo Antão (244), Água Preta (70), Escada (70) e Palmares (69). No Agreste pernambucano, os pacientes que apresentam quadros mais severos da doença são moradores de Caruaru, com 159 casos desse tipo, Gravatá (49) e Garanhuns (35). Já Arcoverde, Sagueiro e Petrolina são municípios localizados no Sertão que mais reúnem casos graves de covid-19: 32, 37 e 37, respectivamente.

Ontem o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) notificou 33 municípios pernambucanos para adequação da assistência à covid-19. Essas cidades reúnem 115 denúncias, feitas por médicos, contabilizadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). As queixas vão desde falta de equipamentos de proteção individual, equipes incompletas e falta de vagas na UTI – todos os relatos associados à assistência aos pacientes com suspeita e confirmação da infecção.

Em nota, o Cremepe destaca que a interiorização da doença pode gerar muitos casos graves, o que coloca as cidades menores em risco de colapso do sistema de saúde. O Cremepe alertou que a persistência das inconformidades levará a medidas que podem chegar à interdição ética do serviço. “Os relatórios também serão enviados ao Ministério Público de Pernambuco e Tribunal de Contas do Estado”, frisa a nota do conselho.

Ontem o Estado anunciou que o enfrentamento à pandemia de covid-19 será intensificado em junho com três hospitais de campanha e 38 novos leitos de UTIs nas cidades de Vitória de Santo Antão, Garanhuns, Caruaru, Serra Talhada e Goiana. “Temos monitorado diariamente os dados da doença, inclusive a entrada dela no interior, e atuado na vigilância dos casos e também para garantir a estrutura necessária na rede de saúde”, comentou a secretária-executiva de Vigilância em Saúde do Estado, Luciana Albuquerque.

Em Caruaru, serão instalados 104 leitos, sendo 76 de enfermaria, 26 semi-intensivos e dois de estabilização. A unidade de Serra Talhada terá 95 leitos (72 de enfermaria, 22 semi-intensivos e um para estabilização). Já o Hospital de Campanha de Petrolina terá capacidade para 102 leitos (74 de enfermaria, 26 de tratamento semi-intensivo e duas vagas para estabilização). O Estado também assegurou que serão entregues, nos próximos dias, 38 leitos de UTI nas cidades de Vitória de Santo Antão, Garanhuns, Caruaru, Serra Talhada e Goiana. Ao todo, Pernambuco tem hoje 1.447 vagas de assistência hospitalar dedicadas a covid-19, sendo 635 UTIs.

 

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Saúde

Gigantes farmacêuticas se unem para testar remédios contra coronavírus

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Cerca de 450 pacientes de diferentes países, selecionados aleatoriamente, vão participar do experimento

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As farmacêuticas Roche e Gilead se uniram para um estudo que vai avaliar o uso conjunto das maiores apostas das duas empresas no tratamento contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O estudo vai investigar a ação do remdesivir, um antiviral desenvolvido pela Gilead para combater vírus que têm RNA como material genético, associado ao tocilizumab (vendido com o nome Actemra), um antiinflamatório usado no tratamento da artrite reumatoide, doença crônica inflamatória e autoimune.

Cerca de 450 pacientes de diferentes países, selecionados aleatoriamente, vão participar do experimento. O estudo vai dividir os participantes em dois grupos: um que recebe os dois medicamentos e outro tratado com o remdesivir e um placebo. O arranjo vai possibilitar uma observação mais precisa da ação das substâncias.

“Isso é necessário para que possamos ter a evidência mais pura possível”, afirma Lenio Alvarenga, diretor de Acesso e médico da Roche Farma Brasil.

Anunciado na manhã da quinta-feira (28), o estudo deve iniciar o recrutamento dos pacientes nas próximas semanas. De acordo com Alvarenga, existe a possibilidade de que participantes brasileiros sejam incluídos na pesquisa.

Em artigo publicado no dia 22 de maio na revista científica The New England Journal of Medicine, um dos principais periódicos da área médica, cientistas de institutos de pesquisa, universidades e hospitais norte-americanos mostraram a comprovação de que os pacientes tratados com remdesivir tiveram uma recuperação mais rápida da doença do que aqueles que não receberam o remédio.

Com base em estudos preliminares, Estados Unidos e Japão já haviam autorizado o uso emergencial do remdesivir no início de maio. Na terça-feira (26) o mesmo tipo de uso foi aprovado no Reino Unido.

O remdesivir ainda é considerado um medicamento experimental e foi desenvolvido para o combate do vírus ebola. O produto usado em testes e tratamentos atualmente vem de doações da própria empresa. Segundo a agência de notícias Reuters, um total de 1,5 milhões de frascos do remédio já foram doados pela Gilead.

O uso do anti-inflamatório tocilizumab para tratar a Covid-19 também teve bons resultados, segundo estudos preliminares.

Pesquisadores do hospital Orange Regional Medical Center, nos Estados Unidos, publicaram um artigo em meados de maio que apontou benefícios do uso do tocilizumab para a redução da mortalidade entre pacientes com Covid-19 que haviam desenvolvido a síndrome respiratória aguda grave (SRAG). O artigo, porém, não foi revisado por outros cientistas ainda.

A infecção pelo novo coronavírus gera uma resposta exagerada do sistema imunológico, que libera substâncias inflamatórias em excesso para combater o invasor, e acaba agravando a situação do paciente, danificando ainda mais os órgãos.

Os glóbulos brancos, também chamados de leucócitos, são os responsáveis pela defesa do corpo contra infecções. Essas células liberam as interleucinas, proteínas que servem para modular a resposta imunológica.

“As interleucinas carregam a informação de um lado a outro e coordenam esse exército de defesa, elas têm um papel importante quando o sistema imunológico funciona mais do que deveria”, explica Alvarenga.

“O remédio bloqueia essa comunicação e paralisa a resposta imunológica exacerbada”, completa o médico.

O estudo conduzido pelas empresas vai avaliar se o uso dos dois medicamentos em conjunto potencializa a recuperação ao mesmo tempo que proporciona segurança para o paciente.”Os dois medicamentos têm mecanismos de ação diferentes -antiviral e antiinflamatória. A ideia do estudo é ter ação em pontos diferentes e verificar se um remédio pode potencializar os benefícios ou os efeitos colaterais do outro”, afirma Alexandre Soeiro, cardiologista da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Segundo o médico, que faz parte de um projeto que testa vários medicamentos contra a Covid-19, a união das farmacêuticas para a realização de pesquisas é incomum. “Normalmente, as empresas fazem os estudos de maneira independente. Isso acontece agora devido à situação imposta pela pandemia”, diz.

A Roche também anunciou um estudo global para avaliar a eficácia e a segurança do uso do tocilizumab, sem o remdesivir, contra a Covid-19. O experimento será feito com 450 pacientes escolhidos aleatoriamente da Europa e dos Estados Unidos. A pesquisa conta com dois grupos, um recebe o antiinflamatório e outro, um placebo. Nos dois casos, os pacientes contam com um tratamento padrão para a doença.

O recrutamento de pacientes para esse estudo, realizado em parceria com a Autoridade Biomédica de Pesquisa e Desenvolvimento Avançado (Barda), dos Estados Unidos, deve terminar na próxima semana. O encerramento do experimento está previsto para agosto deste ano, mas, segundo Alvarenga, ele pode ser finalizado antes desse prazo.

No Brasil, o tocilizumab é aprovado pela legislação para o tratamento da artrite reumatoide, uma doença autoimune -fruto de um comportamento anormal do sistema imunológico.

Por Folhapress

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