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Queda de ponte no Pará: bombeiros retomam buscas por desaparecidos

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Pelo menos cinco pessoas estão desaparecidas

Corpo de Bombeiros do Pará retoma hoje (7), pela manhã, as buscas no Rio Moju, na área em que parte da terceira ponte da Alça Viária desabou após uma balsa colidir com um dos pilares da estrutura. As buscas foram interrompidas ontem (6) por volta de 18h20. Uma testemunha afirmou que dois veículos de passeio teriam caído. Pelo menos cinco pessoas estão desaparecidas.

Com a ajuda da Capitania dos Portos, dez mergulhadores realizaram a varredura na área nesse sábado. Porém, não foram localizados carros nem vítimas. O governador do Pará, Helder Barbalho, e o vice-governador, Lúcio Vale, disseram que o estado continuará com as buscas pelas possíveis vítimas do acidente até que elas sejam localizadas.

Barbalho informou que serão construídas rampas (nos dois lados da ponte) para possibilitar o fluxo de balsas no local onde a ponte foi destruída. Também disse que serão recuperados ainda os portos do Arapari, em Barcarena, e o Porto Bannach, na Avenida Bernardo Sayão, no bairro do Guamá, em Belém.

O acidente

A terceira ponte (no sentido de saída de Belém) do complexo de quatro pontes da Alça Viária, localizada na rodovia PA-483, desabou após uma balsa ter batido em um dos pilares. Segundo relatos de ribeirinhos, dois veículos que passavam na via no momento da colisão, caíram no rio, nenhum tripulante, certificado ou documento da embarcação que atingiu a ponte foi encontrado no local.

As primeiras informações dão conta de que a embarcação, que transportava dendê, teria perdido o controle. “Houve uma primeira tentativa de frear a balsa, mas não teria sido exitosa. Na segunda, teria paralisado o motor da balsa e a partir daí, ela ficou à deriva e colidiu com a ponte”, afirmou o governador, com base no relato de um trabalhador que estava no local.

Ainda segundo essa mesma testemunha, dois carros de passeio passavam pela parte afetada no momento da queda. No acidente, 200 dos 860 metros da ponte desabaram. Barbalho disse ainda que a Polícia Civil já está investigando o caso e que proprietária da balsa já teria sido contatada e estaria indo ao local para prestar esclarecimentos.

A ponte afetada é a terceira de um conjunto de quatro do complexo da Alça Viária construído sobre o Rio Moju. Ela fica na rodovia PA-483 e liga a região metropolitana de Belém com o interior do estado. *Com informações da Agência Pará, do governo do estado. Com informações da Agência Brasil.

Por Notícias ao Minuto

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Brasil

Governo faz mudanças e fica mais barato tirar CNH

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse que o governo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de simuladores para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi aprovada nesta quinta-feira (13) durante a primeira reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Além de acabar com a obrigatoriedade do uso de simulador, o Contran também diminuiu de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para os aspirantes a habilitação da categoria B.
“A gente já vinha falando ao longo do tempo e hoje estamos tirando a obrigatoriedade dos simuladores, que passam a ser facultativos. Será uma opção do condutor fazer a aula ou não. Se ele julgar necessário que aquilo é importante para a formação dele, de que não está seguro de sair para aula prática, ele poderá fazer. Se não quiser, ele não terá que fazer a aula de simulador”, disse o ministro.
O prazo para a implementação da nova regra é de 90 dias. Com a mudança, o condutor terá que obrigatoriamente fazer 20 horas de aulas práticas. Se optar pelo uso do simulador, serão 15 horas de aulas práticas e 5 horas no equipamento.
“O simulador não tem eficácia comprovada, ninguém conseguiu demonstrar que isso tem importância para formação do condutor. Nos países ao redor do mundo, ele não é obrigatório, em países com excelentes níveis de segurança no trânsito também não há essa obrigatoriedade. Então, não há prejuízo para a formação do condutor”, disse Tarcísio.
De acordo com o ministro, a medida visa reduzir a burocracia na retirada da habilitação. O ministro disse estimar uma redução de até 15% no valor cobrado nos centros de formação de condutores.
“Isso é importante para muito centro de formação de condutores que não possuíam o equipamento. Agora eles não vão precisar adquirir o equipamento ou fazer comodato e isso certamente terá um custo na carteira. As aulas de simulador têm um custo diferente, mas dá para estimar que a gente vá ter uma redução de até 15%. A ideia é deixar que o mercado defina isso”, disse.

Placas

O Contran também reafirmou as mudanças nas placas Mercosul. As alterações ainda estão passando por ajustes técnicos e devem entrar em vigor até o final do ano. Com isso, o prazo para a implantação do novo modelo em todo o país, que era 30 de junho, foi adiado.
Entre as mudanças estão a eliminação de alguns elementos gráficos e a adoção de um QR Code, um tipo de código de barras bidimensional que pode ser ativado por telefones celulares equipados com câmera e outros equipamentos.
O código trará informações mais precisas, a exemplo do local de produção da placa, o estado onde ela foi encaminhada, o veículo emplacado, entre outras informações. Segundo o diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Jerry Dias, o objetivo é garantir mais segurança na identificação do veículo, com todo o processo produtivo passando por um rígido controle.
“O mais importante é que a nova placa possibilita um controle de todo o processo de emplacamento o que minimizará o risco de clonagem de placas. Com isso será possível saber onde a placa foi produzida, qual empresa fez, para onde foi encaminhada e em qual veículo ela está,” disse.
egundo Dias, as mudanças visam dificultar a clonagem de placas e facilitar a fiscalização. “Aumentando a rastreabilidade, vamos dificultar a clonagem. A nova placa não tem condição de ser feita em qualquer lugar, alguém pode até tentar fraudar, mas isso vai ser descoberto na fiscalização, uma vez que não tem como reproduzir o mesmo código. Uma placa que não foi utilizada e for furtada, poderá ser cancelada antes que venha a ser usada em algum veículo. O controle é nacional”, disse Dias.
No Brasil, a placa começou a ser adotada em setembro do ano passado no Rio de Janeiro, no Amazonas, na Bahia, no Espírito Santo, no Paraná, no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul. Segundo o ministro, não haverá obrigatoriedade para que os proprietários de veículos troquem de placa.
“Ninguém vai ser obrigado a trocar de placa. Os carros que estão com as placas antigas, permanecem. Os carros novos é que terão a placa nova. Não vai ter ônus adicional”, disse. Por Agência Brasil

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Brasil

Especialistas ensinam técnicas para eficiência nutricional dos peixes de cativeiro, em RO

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Embora a ração representa cerca de 60% do custo de produção de peixes em cativeiro, o ciclo nutricional na piscicultura é um importante aliado ao produtor de Rondônia.

Segundo Maria Mirtes de Lima Pinheiro, engenheira de pesca, é essencial observar o hábito alimentar dos peixes que o piscicultor pretende criar.

“Peixes onívoros, como o tambaqui, exigem menor percentual de proteína bruta, que é exatamente o ingrediente que encarece as rações. Já os peixes carnívoros, como pirarucu, são mais exigentes nutricionalmente. Exigem rações com maiores teores de proteína bruta e são as rações mais caras dentro do ciclo de produção”, afirma.

Em uma propriedade de Porto Velho, o Rondônia Rural foi conhecer sobre manejo e a correta nutrição dos peixes. A fazenda visitada tem piscicultura consorciada com a pecuária leiteira. O pasto, que se diferencia pela qualidade, recebe irrigação com água que sobra dos tanques.

O ciclo nutricional na piscicultura da propriedade é de responsabilidade do zootecnista Leandro Barbieri. Ele acompanha de perto os processos desenvolvidos no local, desde o armazenamento onde os sacos devem estar em tablado suspenso do chão, em local coberto e arejado, até a distribuição de comida nos tanques.

Temperatura

O pirarucu é a espécie dominante nas lâminas d’água da propriedade. Apesar da espécie ser nativa, exige cuidados bem especiais. Uma delas é saber a temperatura da água dos tanques antes de jogar a ração aos peixes.

Engenheiro mede temperatura da água antes de tratar peixes — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

“A temperatura mais baixa é no período da manhã. Onde não tem raios solares, daí essa temperatura baixa. Ao pirarucu a gente procura observar essa temperatura acima de 26°C. Acima disso a gente já joga ração. Abaixo de 26°C a gente diminui a quantidade de ração pra 50%. A superfície fica muito fria então ele procura não se alimentar muito. Então, pra não ter desperdício de ração, a gente diminui a quantidade”, afirma.

“Granolometria”

Outro fator que o produtor deve levar em conta é a“granolometria”, isto é, o tamanho do pelete da ração.

Ração tem tamanho para cada peixe, segundo especialistas — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Ela tem vários tamanhos, de 0,4 a 16 milímetros, por exemplo. O peixe vai crescendo e, conforme o seu crescimento, o tamanho da boca vai acompanhando esse desenvolvimento.

“O piscicultor deve então oferecer para o peixe rações com tamanho compatível com o tamanho da boca dele, que é pra ele poder capturar esses peletes e poder se alimentar”, diz Maria Mirtes.

Biometria

A engenheira de pesca ainda orienta os produtores sobre a importância de acompanhar o desenvolvimento dos peixes ainda dentro da água e os cuidados com o ganho de peso, a chamada biometria.

Biometria”Biometria, como o nome está dizendo: Bio=vida, Metria=Medida. Ele vai medir o tamanho e o peso do peixe dentro do ciclo de produção. Essas biometrias devem ser regulares e aí o piscicultor determina se vai ser quinzenal, mensal, bimestral, mas regulares, que ele consiga acompanhar esse crescimento e ver se essa ração está sendo eficiente, se ela está oferecendo uma boa conversão alimentar”, ressalta a engenheira de pesca.

Conversão alimentar, segundo a especialista, é a quantidade de ração que o peixe consome para produzir um quilo de carne.

Rondônia Rural explica importância de nutrição de peixes — Foto: Rede Amazônica/Reprodução

Mas se a ração representa cerca de 60% dos custos da piscicultura, muitas vezes o barato pode sair caro.

“Às vezes, quando o piscicultor procura por uma ração mais barata, isso não implica num custo menor de produção. Porque se a ração for ruim, esse peixe não vai ter todos os nutrientes necessários para um bom crescimento e um bom rendimento no ciclo de produção. Ele demora mais pra crescer e pior ele pode influenciar na qualidade da água do meio ambiente”, finaliza. Por Carolina Brazil, Rondônia Rural

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Avião faz pouso de barriga no aeroporto de Manaus e voos são suspensos

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