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Suposto terrorista é morto no Canadá

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Imagem de Aaron Driver ao deixar um tribunal em Winnipeg, em fevereiro de 2016 (Foto: John Woods / The Canadian Press / via AP Photo)

Imagem de Aaron Driver ao deixar um tribunal em Winnipeg, em fevereiro de 2016 (Foto: John Woods / The Canadian Press / via AP Photo)

Um suposto simpatizante do Estado Islâmico (EI) que planejava um atentado suicida em alguma das principais cidades do Canadá morreu nesta quarta-feira (10) durante um confronto com a polícia em Strathroy, a 225 km ao oeste de Toronto, segundo a Efe.

A emissora pública canadense CBC identificou o suposto terrorista como Aaron Driver, de 24 anos, a quem as autoridades estavam monitorando há dois anos, quando ele mostrou pela primeira vez sua simpatia pelo grupo jihadista.

Anteriormente, a polícia havia relatado uma operação que frustrou uma “ameaça terrorista em potencial”, mas sem dar mais detalhes sobre a identidade do suspeito ou da tal ameaça.

“Na manhã de hoje, a polícia recebeu uma informação confiável sobre uma potencial ameaça terrorista. Um suspeito foi identificado e tomaram medidas adequadas para garantir que não há nenhum perigo para as medidas de segurança pública”, informou a polícia.

A CBC divulgou uma imagem de um homem com capuz, obtida através de “uma mensagem do governo advertindo sobre um potencial ataque terrorista no Canadá”.

Segundo a emissora, o homem da foto é Driver, um jovem de Winnipeg e conhecido simpatizante do EI. Ele tinha sido identificado pela primeira vez pelo serviço secreto canadense em 2014, quando começou a escrever mensagens de apoio ao grupo jihadista no Twitter sob o pseudônimo de Harun Abduranham.

Aaron Driver foi detido em junho de 2015 e posteriormente colocado sob liberdade condicional para limitar seus movimentos já que as autoridades temiam que pudesse participar de atos terroristas, de acordo com a Efe.

A emissora CTV revelou que Driver planejava utilizar um explosivo para realizar um atentado suicida em uma área pública, embora não se revelou se na operação policial algum artefato foi apreendido.

A polícia realizou a operação no início da quarta por temer que Driver colocasse seu plano em prática na hora do rush em algum lugar frequentado por um grande número de pessoas.

O ministro de Segurança Pública, Ralph Goodale, disse em comunicado ter informado ao primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, da operação para “confirmar que a segurança pública tem sido protegida e continuará a ser”.

Lobos solitários
Dois soldados canadenses foram assassinados em outubro de 2014 por lobos solitários – como são conhecidos terroristas que agem sozinho-, na província de Quebec e na capital do país, Ottawa, segundo a France Presse.

O primeiro destes terroristas atropelou com um veículo dois soldados, matando um deles, em Saint-Jean-sur-Richelieu, 40 km a sudeste de Montreal. Dois dias depois, outro indivíduo atirou contra um soldado nos arredores do Parlamento. Os dois autores dos ataques foram mortos.

Após estes ataques, o governo conservador da época ampliou os poderes da polícia para frustrar planos de atentados e impedir a partida de jovens radicalizados que busquem se somar às fileiras do EI na Síria.

O Canadá se somou em setembro à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos para combater o EI.

O país reduziu seu envolvimento no conflito após a chegada ao poder em 2015 dos liberais deJustin Trudeau, que ordenou a retirada dos aviões caça da zona, embora tenha aumentado o número de instrutores militares canadenses no Iraque.

Trudeau reafirmou em várias ocasiões o compromisso de seu governo “na luta contra o terrorismo sob todas as suas formas”.

(Do G1 SP)

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Biden anuncia novas sanções contra Rússia após dois anos de guerra

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O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, anunciou nesta sexta-feira (23) que Washington emitirá mais de 500 novas sanções contra a Rússia, à medida que seu país busca aumentar a pressão sobre Moscou para marcar o segundo ano da guerra na Ucrânia.

Os Estados Unidos também imporão novas restrições de exportação a quase 100 entidades por fornecerem apoio à Rússia e tomarão medidas para reduzir ainda mais as receitas de energia russas, disse Biden em comunicado.

As medidas buscam responsabilizar a Rússia pela guerra e pela morte do líder oposicionista Alexei Navalny, afirmou Biden, enquanto Washington procura continuar a apoiar a Ucrânia, que está enfrentando escassez aguda de munição e vê a ajuda militar dos EUA sendo adiada por meses no Congresso.

“Elas garantirão que Putin pague um preço ainda mais alto por sua agressão no exterior e repressão em casa”, disse Biden sobre as sanções.

As medidas de hoje terão como alvo indivíduos ligados à prisão de Navalny, bem como o setor financeiro da Rússia, a base industrial de defesa, redes de compras e evasores de sanções em vários continentes, segundo o presidente norte-americano.

As sanções são as mais recentes de milhares de alvos anunciados pelos Estados Unidos e seus aliados após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro de 2022, que matou dezenas de milhares de pessoas e destruiu cidades.

“Após dois anos de guerra, o povo da Ucrânia continua lutando com tremenda coragem. Mas eles estão ficando sem munição. A Ucrânia precisa de mais suprimentos dos Estados Unidos para manter a linha contra os ataques implacáveis da Rússia, que são possibilitados por armas e munições do Irã e da Coreia do Norte”, disse Biden.

“É por isso que a Câmara dos Deputados precisa aprovar o projeto de lei suplementar de segurança nacional bipartidário, antes que seja tarde demais”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

 

 

           

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Ameaça nuclear? Putin é “um FDP maluco”, diz Biden

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, proferiu insultos contra o presidente russo, Vladimir Putin, durante um evento de angariação de fundos em São Francisco, na Califórnia, na quarta-feira. Na perspectiva do chefe de Estado, Putin é descrito como um “filho da p. maluco” que mantém o mundo em alerta quanto a uma possível ameaça nuclear.

Biden afirmou: “Esta é a última ameaça existencial. É o clima. Temos um sujeito maluco como o Putin e outros, e temos que estar sempre preocupados com um conflito nuclear”, conforme citado pela agência Reuters.

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, considerou que as declarações do presidente norte-americano podem ser vistas como uma tentativa de se assemelhar a um “cowboy de Hollywood”, o que, segundo ele, “degrada”.

“O uso de tal linguagem contra o líder de outro Estado pelo presidente dos Estados Unidos é improvável que prejudique o nosso presidente, o presidente Putin. Mas isso degrada aqueles que usam esse vocabulário”, afirmou Peskov, citado pela mesma fonte.

Ressalta-se que os ataques verbais de Biden têm se intensificado. Na semana passada, ele afirmou que a morte do opositor Alexei Navalny foi resultado de “Putin e seus capangas”, embora a presidência russa tenha negado qualquer envolvimento.

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos anunciou que o país implementará um amplo conjunto de sanções contra a Rússia, não apenas pela morte de Navalny, mas também devido à guerra na Ucrânia, que perdura há quase dois anos.

Navalny, um dos principais críticos de Vladimir Putin, faleceu na prisão, segundo o serviço penitenciário federal da Rússia. O opositor russo, de 47 anos, estava cumprindo pena em uma prisão no Ártico sob “regime especial” e passou mal após uma caminhada, perdendo a consciência.

Fonte:  NOTÍCIAS AO MINUTO BRASIL

 

 

           

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Argentina barra entrada de brasileiros ao alegar que fazem ‘falso turismo’

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A Argentina do presidente Javier Milei começa a restringir o acesso de estrangeiros, depois de décadas de uma abertura que levou milhares de brasileiros a se instalarem no país vizinho para estudar de graça nas universidades públicas. Ao menos 10 mil brasileiros são universitários na Argentina, numa comunidade de 90 mil residentes, aproximadamente, segundo dados do Itamaraty de 2022.

Relatos de quem chegou ao aeroporto de Buenos Aires, mas foi mandado de volta para o Brasil, sob a alegação de que se trata de “falsos turistas”, têm se repetido nos últimos dois meses.

Desde 2004, Brasil e Argentina possuem um acordo bilateral que permite aos cidadãos dos dois países um status especial e direito de permanecer em solo estrangeiro por até 90 dias — podendo ter o prazo prorrogado por mais 90 e o direito de iniciarem suas residências, se assim desejarem, explicou o advogado especialista em questões migratórias Diego Morales, do Centro de Estudos Legais e Sociais da Argentina.

O acordo do Mercosul, assinado em 2002 e em vigor desde 2009, também facilita a circulação e permanência dos residentes de países como Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, e as demais nações agregadas, sob a facilidade de tramitar a residência provisória para depois ascender à permanente (no caso de brasileiros, pelo acordo bilateral, a residência é permanente direto). O objetivo é ajudar na integração dos residentes desses países que estão autorizados a circular pelos integrantes do bloco por um período de 90 dias, prorrogável por mais 90. É nesse período que muitos brasileiros, por exemplo, iniciam o trâmite de residência.

Foi por essa razão que Natália (nome fictício), de 22 anos, desembarcou sozinha no Aeroporto Jorge Newbery, em Buenos Aires, em 30 de janeiro de 2024. A jovem imaginou que seria um dia marcante pois estava cada vez mais próxima de fazer graduação em Artes, em Buenos Aires. Mas a jovem foi comunicada no aeroporto que não poderia entrar no país.

“Como falsa turista? Eu vim estudar artes, tenho minha matrícula na faculdade, hospedagem na residência estudantil, todos os documentos, cartões de crédito, tudo”, disse Natália aos agentes de migração.

“Me colocaram num avião e não me deixaram saber o número do voo. Me fizeram sentir uma bandida. Foi muita humilhação. Era meu sonho. Todas as minhas economias foram para estudar na Argentina”.

Muitos brasileiros vão estudar medicina em universidades reconhecidas mundialmente, como a Universidade de Buenos Aires. O país oferece educação gratuita a qualquer estrangeiro cuja residência esteja tramitando ou já tenha sido aprovada, sem o vestibular tradicional do Brasil — o que atrai milhares de brasileiros o ano todo. Até hoje, seguiram para o país vizinho pela facilidade de acesso que um acordo bilateral garantiu aos cidadãos dos dois países, o que inclui morar, trabalhar ou estudar.

O governo argentino diz que os estrangeiros sem residência que querem entrar no país devem apresentar a documentação necessária — o que inclui a passagem de volta — e podem ser perguntados sobre hospedagem ou como vão cobrir os gastos no país.

Fonte: UOL

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