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Saúde

Três alimentos (surpreendentes) que queimam gordura

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Com certeza você vai gostar dessa lista!

Com a proximidade do verão, do Natal e dos seus doces, está na época de tentar eliminar o excesso de gordura corporal – principalmente aquela adquirida no confinamento -, para que o ‘desastre’ não seja tão grande. E embora não haja um alimento que vá derreter instantaneamente todos aqueles quilos indesejados, existem alguns que são capazes de dar um impulso.

Quem o diz é a Eat This, Not That!. Vamos a eles:

1)Guacamole

Sim, agora tem mais um motivo para comer guacamole. Os abacates não são apenasricos em vitamina B6, que combate o cortisol, o hormônio do estresse, que pode desencadear a gordura da barriga, mas também fornecem gordura monoinsaturada. Esta é uma gordura saudável que, de acordo com um estudo da Diabetes Care, pode impedir a distribuição da gordura corporal à volta da barriga.

2) Chocolate amargo

O chocolate ajuda a queimar gordura? Sim, está com sorte!O chocolate pode aumentar a produção de compostos polifenólicos saudáveis para o intestino.

3)Mostarda

Cientistas do Instituto Politécnico de Oxford, na Inglaterra, descobriram que comer uma colher de chá de mostarda pode aumentar o seu metabolismo em até 25%, horas após a sua ingestão.

Por Notícias ao Minuto

 

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Saúde

Vaivém de Queiroga sobre vacinação de jovens confunde a população

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Depois de suspender a vacinação contra a covid-19 de adolescentes sem comorbidades, alegando a ocorrência de eventos adversos na imunização desse grupo que já acontecia país afora, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se contradisse ontem ao afirmar que um evento adverso da vacina não é justificativa para paralisar a campanha de vacinação ou relativizar os benefícios da imunização. Mesmo assim, a pasta da Saúde mantém a suspensão da vacinação dos jovens de 12 a 17 anos. A orientação, contudo, vem sendo ignorada pela maioria dos estados e capitais.
“A gente teve um efeito adverso, e a mim cabe avaliar esses efeitos adversos da vacina. Eles existem e não são motivos para suspender campanha de vacinação ou relativizar seus benefícios, mas a autoridade sanitária tem que avaliar esses casos até para que façam as notificações devidas”, afirmou Queiroga a jornalistas, em Nova York, onde acompanha o presidente Jair Bolsonaro.
Na semana passada, quando ordenou a suspensão da vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades, Queiroga disse que era por uma questão de “cautela” e de falta de “evidências científicas sólidas” que garantissem que não havia riscos para esse grupo.
O ministro chegou a citar a morte de uma adolescente de São Paulo, que recebeu a vacina da Pfizer dias antes do óbito. No entanto, segundo uma análise divulgada pelo governo do estado, a morte da jovem de 16 anos não teve relação com a vacina, tendo sido decorrência de uma doença autoimune denominada púrpura trombótica trombocitopênica (PPT).
Mesmo com a análise do governo paulista, o Ministério da Saúde ainda não voltou atrás na decisão e diz que aguarda a conclusão da análise do caso ser feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Ontem, representantes da Anvisa se reuniram, em São Paulo, para obter mais informações sobre o caso da morte da adolescente. A conclusão da agência é de que, até o momento, “os achados apontam para a manutenção da relação benefício versus risco para todas as vacinas autorizadas no Brasil, ou seja, os benefícios da vacinação excedem significativamente os seus potenciais riscos”.
O Correio questionou se a análise feita pelo PNI já estava finalizada e se houve mudança na orientação, mas em nota, o ministério informou somente que vai “priorizar a vacinação das faixas etárias com maiores riscos de desenvolverem formas mais severas da doença”. “Portanto, neste momento, a pasta orienta que a vacina covid-19 seja aplicada apenas em adolescentes com comorbidades”, completou.
Confusão
A decisão causou controvérsia e reforçou a imagem associada ao Ministério da Saúde desde o início da pandemia: a de que passa mensagens confusas. Uma pesquisa feita no início do mês mostrou que essa é a percepção da maioria dos jovens. Cerca de 52% acreditam que as informações e mensagens do governo e das fontes sanitárias a respeito da pandemia são confusas.
A pesquisa foi feita no início de setembro e ouviu 4 mil jovens entre 12 e 24 anos de idade usuários do aplicativo Yubo, que é voltado para a geração Z e tem 2,5 milhões de usuários no Brasil. A pesquisa abordou pontos ligados à imunização contra a covid-19 e, mesmo antes da insegurança criada pela pasta em relação à vacinação de adolescentes, uma pequena parte deles, 19,4% afirmou que não iriam tomar a vacina.
Dentro desse universo de 776 jovens que indicaram que não se iriam se vacinar, 34% disseram que querem esperar mais um pouco para ver o que aconteceria com outras pessoas sendo imunizadas antes de tomar uma decisão; 24% achavam que ainda não fizeram as pesquisas necessárias com as vacinas; 16% não sabem a vacina certa para eles; 15% possuem preocupação com efeitos colaterais da Pfizer; 11% possuem preocupação com os efeitos colaterais da CoronaVac; 5% possuem preocupação com os efeitos colaterais da AstraZeneca, e 7% acreditam que não precisam de vacina pois não pretendem sair de casa.
A epidemiologista Ethel Maciel, pós-doutora pela Universidade Johns Hopkins e professora da Universidade Federal do Espírito Santo, classifica a suspensão da vacinação contra a covid-19 de adolescentes sem comorbidades uma irresponsabilidade do governo. “Considero a atitude do governo muito irresponsável. Ajuda no movimento antivacina e parece uma tentativa de colocar em dúvida os imunizantes”, afirma.
Diario de Pernambuco

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Saúde

Pfizer abre caminho para vacinação contra a Covid-19 para crianças a partir de 5 anos

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O laboratório Pfizer/BioNTech anunciou nesta segunda-feira (20) resultados promissores de sua vacina contra a Covid-19 em crianças pequenas e espera obter sinal verde das autoridades reguladoras de saúde em breve.

As vacinas administradas neste grupo contêm uma dose menor, mas geram uma reação “comparável” à observada nos pacientes entre 16 e 25 anos, afirmaram em um comunicado a gigante americana Pfizer e seu parceiro alemão com os resultados de seus ensaios clínicos. “Em participantes com idades entre 5 e 11 anos, a vacina é segura, bem tolerada e tem respostas robustas de anticorpos neutralizantes”, disseram eles.

As empresas também informaram que enviarão os dados às autoridades “o mais rápido possível”. Trata-se dos primeiros dados clínicos para esta faixa etária. As agências reguladoras de medicamentos da União Europeia e dos Estados Unidos autorizaram as vacinas da Pfizer/BioNTech e Moderna, ambas baseadas na tecnologia de RNA mensageiro, a partir de 12 anos.

Foto: Norberto Duarte/AFP

Por Diário de Pernambuco

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Saúde

Vacina da Pfizer/BioNTech é segura para crianças de 5 a 11 anos

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A Pfizer disse nesta segunda-feira (20), que a sua vacina contra a covid-19 funciona para crianças de cinco a 11 anos. A farmacêutica afirmou que buscará em breve a autorização dos Estados Unidos para aplicar o imunizante nessa faixa etária – um passo fundamental para o início da vacinação de crianças.

A vacina fabricada pela Pfizer e seu parceiro alemão BioNTech já está disponível para qualquer pessoa com 12 anos ou mais em vários países, entre eles o Brasil. Mas com as crianças agora de volta à escola e a variante Delta extra-contagiosa causando um grande aumento nas infecções pediátricas, muitos pais estão aguardando ansiosamente para vacinar seus filhos mais novos.

Para crianças em idade escolar, a Pfizer testou uma dose muito mais baixa – um terço da quantidade que está em cada injeção dada agora. Mesmo assim, após a segunda dose, crianças de cinco a 11 anos desenvolveram níveis de anticorpos que combatem o coronavírus, disse o Dr. Bill Gruber, vice-presidente sênior da Pfizer, à Associated Press.

A dosagem para crianças também se mostrou segura, com efeitos colaterais temporários semelhantes ou mais leves que os experimentados pelos adolescentes, disse ele. “Acho que realmente acertamos no ponto ideal”, disse Gruber, que também é pediatra.

Gruber disse que as empresas pretendem pedir autorização à FDA (órgão que regulamente o uso de medicamentos nos Estados Unidos) até o final do mês para uso emergencial nessa faixa etária. Em seguida, o pedido deve ser encaminhado a reguladores europeus e britânicos.

No início deste mês, o chefe da FDA, Dr. Peter Marks, disse à Associated Press que sua equipe avaliará os resultados do estudo assim que a Pfizer entregar os dados. Marks espera saber em questão de semanas se as injeções são seguras e eficazes o suficiente para as crianças.

Muitos países ocidentais até agora não vacinaram menores de 12 anos, aguardando evidências de qual é a dose certa e que funciona com segurança em crianças menores.

Mas Cuba começou na semana passada a imunizar crianças de dois anos com sua vacina Soberana 2 e os reguladores chineses liberaram duas de suas marcas até a idade de três anos.

Covid-19 em crianças

Embora as crianças corram menor risco de doença grave ou morte do que as pessoas mais velhas, mais de cinco milhões de crianças testaram positivo para a covid-19 nos EUA desde o início da pandemia e pelo menos 460 morreram, de acordo com a Academia de Pediatria Americana. Os casos em crianças aumentaram dramaticamente à medida que a variante Delta varreu o país.

“Sinto uma grande urgência” em disponibilizar a vacina a crianças com menos de 12 anos, disse Gruber. “Há uma demanda reprimida para que os pais possam ter seus filhos de volta a uma vida normal”.

Em Nova Jersey, Maya Huber, de 10 anos, perguntou por que ela não podia ser vacinada como seus pais e seus dois irmãos adolescentes fizeram. Sua mãe, Dra. Nisha Gandhi, médica intensivista do Hospital Englewood, inscreveu Maya no estudo da Pfizer na Rutgers University. Mas a família não diminuiu o uso de máscaras e outras precauções contra vírus até saber se Maya recebeu a vacina real ou um placebo.
Assim que ela souber que está protegida, o primeiro objetivo de Maya é fazer “uma grande festa do pijama com todos os meus amigos”.

Maya disse que foi empolgante fazer parte do estudo, embora ela estivesse “super assustada” em levar uma injeção. Mas “depois de conseguir, pelo menos você se sente feliz por ter feito isso e aliviada por não ter doído”, disse.

Estudo

A Pfizer disse que estudou a dose mais baixa em 2.268 alunos do jardim de infância e crianças em idade escolar. O FDA exigiu o que é chamado de estudo de “ponte” imune: evidências de que as crianças mais novas desenvolveram níveis de anticorpos já comprovados como protetores em adolescentes e adultos.
Isso é o que a Pfizer relatou na segunda-feira em um comunicado à imprensa, mas ainda não em uma publicação científica. O estudo está em andamento e não houve casos de covid-19 suficientes entre as crianças analisadas para comparar as taxas entre os vacinados e aqueles que receberam um placebo – algo que pode oferecer evidências adicionais.

O estudo não é grande o suficiente para detectar quaisquer efeitos colaterais extremamente raros, como a inflamação do coração que às vezes ocorre após a segunda dose, principalmente em homens jovens.
Marks, do FDA, disse que os estudos pediátricos devem ser grandes o suficiente para descartar qualquer risco maior para crianças pequenas.

Gruber, da Pfizer, disse que assim que a vacina for autorizada para crianças mais novas, elas serão cuidadosamente monitoradas para riscos raros, assim como qualquer outra pessoa.

Um segundo fabricante de vacinas dos EUA, Moderna, também está estudando suas vacinas em crianças em idade escolar. A Pfizer e a Moderna também estão estudando crianças ainda mais novas, de até 6 meses. Os resultados são esperados no final do ano.

(Fonte PE Notícias)

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