Conecte-se Conosco

Saúde

Vacina contra H1N1 não pode ser aplicada em bebês de até 6 meses

Publicado

em

bebe

A principal recomendação dada pela especialista para os pais manterem as mãos, o rosto e as cavidades nasais limpas ao ter contato com o bebê.

A imunização contra o vírus H1N1 já está disponível para crianças, mas tem um grupo que não pode participar da vacinação nem na rede pública nem na particular: são os bebês com menos de 6 meses que, embora não possam tomar a dose, também podem ter sérias complicações ao serem infectados.

“Os componentes da vacina não são adequados para eles e a recomendação do fabricante é que a vacinação seja feita em crianças acima de 6 meses. Mas o sistema imunológico deles é mais frágil, principalmente se não estiverem em aleitamento materno”, explica Sonia Liston, pediatra do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos.

A principal recomendação dada pela especialista para os pais manterem as mãos, o rosto e as cavidades nasais limpas ao ter contato com o bebê. “Os pais devem lavar bem as mãos e o rosto, fazer uma lavagem nasal e bochechos antes de pegar as crianças. O álcool em gel também é importante.”

Segundo Sonia, a família deve evitar locais com aglomeração e, como essas crianças costumam receber muitas visitas, o ideal é tentar evitar o contato com pessoas resfriadas. “A gente sabe que todos querem ver, mas é bom evitar as visitas aos recém-nascidos, perguntar se ninguém está gripado e pedir gentilmente para que lavem as mãos.”

A pediatra diz que os pais devem tomar a vacina para evitar a infecção. Caso o pai ou a mãe peguem a doença, a recomendação é usar máscara. A mãe deve continuar amamentando mesmo se estiver infectada. “Se ela ficar debilitada e não conseguir amamentar, pode tirar o leite e dar em uma mamadeira”.

Com informações do Estadão Conteúdo.

Saúde

Crescem casos de vírus respiratório em crianças, diz Fiocruz

Publicado

em

O boletim InfoGripe, da Fiocruz, divulgado nesta quinta-feira (11), mostra aumento da incidência do VSR (vírus sincicial respiratório), que afeta principalmente crianças, em todos as regiões do país. Segundo os dados do boletim, os casos de Srag (síndrome respiratória aguda grave) no país têm um sinal de leve crescimento nas tendências de longo prazo (últimas 6 semanas) e de curto prazo (últimas 3 semanas).
O VSR é o principal agente causador de bronquiolite em bebês, uma doença respiratória comum e altamente contagiosa cujos sintomas principais são tosse e falta de ar. Em geral, os casos são leves, mas podem resultar em internações hospitalares.

A ocorrência de Srag por VSR em crianças de até dois anos supera a incidência de Srag associada ao Covid nessa faixa etária. A incidência de Covid afeta principalmente crianças e idosos, porém, em relação à mortalidade, a população com mais de 65 anos é a principal impactada.

Segundo Marcelo Gomes, pesquisador do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz) e coordenador do InfoGripe, “nas crianças de até dois anos de idade, os óbitos associados ao VSR superam aqueles associados à Covid nas últimas oito semanas epidemiológicas, refletindo o cenário da circulação viral do período”.

Ainda de acordo com a nota, 18 unidades federativas apresentam crescimento de Srag no longo prazo, são elas: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e Sergipe apresentam crescimento apenas em crianças pequenas, o que pode ser mascarado pela queda na população adulta.

Em 2024, foram notificados 29.702 casos de Srag, 12.903 (43,4%) eram positivos, 11.545 (38,9%) negativos e 3.392 (11,4%) aguardam resultado laboratorial. Nas últimas quatro semanas, os vírus que mais prevaleceram entre os casos positivos foram: VSR (48,6%), Covid-19 (21,9%), Influenza A (18%) e Influenza B (0,3%). Entre os casos de morte com resultado positivo para algum vírus respiratórios, tem-se influenza A (25%), influenza B (0%), VSR (11,2%), e Covid-19 (60,6%).

São Paulo, Brasília e Rio registram aumento de casos de gripe. Em São Paulo, entre os dias 24 de março e 6 de abril, houve um aumento de 3,7 pontos percentuais na positividade, que saltou de 27,4% para 31,1% em uma semana. Foi o que aconteceu também com Brasília e com o Rio de Janeiro, cidades que obtiveram aumento de 7 e 2,6 pontos percentuais, respectivamente, no mesmo período.

Fonte: FOLHAPRESS

 

 

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo

Saúde

Eduardo da Fonte se coloca à disposição de hospitais do SUS para solucionar possíveis impasses do Governo Federal

Publicado

em

O Hospital do Câncer de Pernambuco, referência no estado, divulgou nessa terça (09/04) que vem enfrentando alguns entraves por parte do Ministério da Saúde e que, com isso, se tornaria inviável a manutenção de cirurgias especializadas, como cabeça e pescoço, e as cirurgias ortopédicas. Prontamente, o deputado federal Eduardo da Fonte se colocou à disposição do HCP para solucionar o problema e soube, no final do dia, que a Secretaria de Saúde já está solucionando a questão.

Nas palavras de Eduardo da Fonte: “Vamos continuar acompanhando os desdobramentos do caso até a solução se efetivar e estou à disposição do HCP e de qualquer hospital do SUS para destravar junto ao Governo do Estado e ao Governo Federal questões importantes da saúde”, pontuou o deputado.

Por Blog Ponto de Vista

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo

Saúde

Você não precisa de perfumes íntimos

Publicado

em


A vagina é autolimpante e possui um pH equilibrado naturalmente. O uso de perfumes íntimos, duchas ou produtos perfumados pode desequilibrar essa flora delicada, aumentando o risco de irritações, infecções e desconfortos.

Priorize uma boa higiene íntima com água morna e sabonete neutro, evitando o uso de produtos com fragrâncias artificiais. Dessa forma, você mantém o equilíbrio natural da sua região íntima, garantindo saúde e conforto.

Por Giannini Carvalho-Ginecologista

           

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe os nossos aplicativos gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9155-5555.

Continue lendo
Propaganda

Trending

Fale conosco!!