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Cultura

‘Bingo’ é o campeão de indicações da Academia Brasileira de Cinema

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“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, e “A Glória e a Graça”, de Flávio Ramos Tambellini, aparecem em segundo lugar em número de nomeações, com dez cada um

Quem pensou que a temporada de prêmios tinha encerrado se enganou. Mais de um semestre depois de ser desprezado pelo Oscar, “Bingo – O Rei das Manhãs”, de Daniel Rezende, foi o filme com mais indicações (15) ao prêmio da Academia Brasileira de Cinema, em lista divulgada nesta quinta (19). 

“Como Nossos Pais”, de Laís Bodanzky, e “A Glória e a Graça”, de Flávio Ramos Tambellini, aparecem em segundo lugar em número de nomeações, com dez cada um. “Era o Hotel Cambridge” e “Gabriel e a Montanha” completam a lista dos indicados a melhor filme. 

Entre os filmes estrangeiros estão “La La Land”, de Damien Chazelle, “Blade Runner 2049”, de Denis Villeneuve, “Dunkirk”, de Christopher Nolan, “Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach e o chileno “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastian Lelio. 

Ao todo, serão distribuídos troféus em 25 categorias. A entrega dos prêmios será no dia 18 de setembro, na Cidade das Artes, no Rio. A cerimônia será transmitida ao vivo pelo Canal Brasil.   

Confira a lista com os indicados: 

Melhor filme

“A Glória e a Graça”

“Bingo – O Rei das Manhãs” 

“Como Nossos Pais” 

“Era o Hotel Cambridge” 

“Gabriel e a Montanha”

Melhor direção 

Daniel Rezende, por “Bingo – O Rei das Manhãs” 

Daniela Thomas, por “Vazante” 

Eliane Caffé, por “Era o Hotel Cambridge” 

Fellipe Barbosa, por “Gabriel e a Montanha” 

Laís Bodanzky, por “Como Nossos Pais”

Melhor atriz 

Carolina Ferraz, por “A Glória e a Graça” 

Caroline Abras, por “Gabriel e a Montanha” 

Dira Paes, por “Redemoinho” 

Leandra Leal, por “Bingo” 

Maria Ribeiro, por “Como Nossos Pais” 

Marjorie Estiano, por “Entre Irmãs”

Melhor ator 

Alexandre Nero, por “João, o Maestro” 

Irandhir Santos, por “Redemoinho” 

Jesuíta Barbosa, por “Malasartes e o Duelo com a Morte” 

João Pedro Zappa, por “Gabriel e a Montanha” 

Vladimir Brichta, por “Bingo” 

Melhor atriz coadjuvante

Ana Lucia Torres, por “Bingo”

Camilla Amado, por “Redemoinho”

Clarice Abujamra, por “Como Nossos Pais”

Letícia Colin, por “Entre Irmãs”

Sandra Corveloni, por “A Glória e a Graça”

Melhor ator coadjuvante

Augusto Madeira, por “Bingo”

Cesar Mello, por “A Glória e a Graça”

Cláudio Jaborandy, por “Entre Irmãs”

Fabricio Boliveira, por “Vazante”

Felipe Rocha, por “Como Nossos Pais”

Jorge Mautner, por “Como Nossos Pais”

Selton Mello, por “O Filme da Minha Vida”

Melhor roteiro original

“Divinas Divas”

“Vazante”

“Era o Hotel Cambridge”

“As Duas Irenes”

“Como Nossos Pais”

“Bingo – O Rei das Manhãs”

“Joaquim”

“A Glória e a Graça”

Melhor roteiro adaptado

“Detetives do Prédio Azul”

“Redemoinho”

“O Filme da Minha Vida”

“Real – O Plano por Trás da História”

“Entre Irmãs”

Melhor documentário

“Cora Coralina – Todas as Vidas”, de Renato Barbieri

“Divinas Divas”, de Leandra Leal

“No Intenso Agora”, de João Moreira Salles

“Pitanga”, de Beto Brant e Camila Pitanga

“Um Filme de Cinema”, de Walter Carvalho

Melhor comédia

“Fala Sério, Mãe!”

“Divórcio”

“La Vingança”

“Malasartes e o Duelo com a Morte”

“Os Parças”

Melhor animação

“As Aventuras do Pequeno Colombo”

“Bruxarias”

“Bugigangue no Espaço”

“Historietas Assombradas – O Filme”

“Lino – Uma Aventura de Sete Vidas”

Melhor filme infantil

“Detetives do Prédio Azul”

“Um Tio Quase Perfeito”

Melhor fotografia

Lula Carvalho, por “Bingo”

Felipe Reinheimer, por “Soundtrack”

Gustavo Hadba, por “A Glória e a Graça”

Inti Briones, por “Vazante”

Walter Carvalho, por “O Filme da Minha Vida”

Melhor direção de arte

Carla Caffé, por “Era o Hotel Cambridge”

Cássio Amarante, por “Bingo”

Claudio Amaral Peixoto, por “Entre Irmãs”

Claudio Amaral Peixoto, por “João, o Maestro”

Claudio Amaral Peixoto, por “O Filme da Minha Vida”

Melhor figurino

Ana Avelar, por “Entre Irmãs”

Cássio Brasil, por “Como Nossos Pais”

Cássio Brasil, por “Vazante”

Kika Lopes, por “O Filme da Minha Vida”

Verônica Julian, por “Bingo”

Melhor maquiagem

“Bingo – O Rei das Manhãs”

“Malasartes e o Duelo com a Morte”

“João, o Maestro”

“A Glória e a Graça”

“O Filme da Minha Vida”

Melhores efeitos visuais

“Soundtrack”

“Bingo”

“Joaquim”

“O Rastro”

“Malasartes e o Duelo com a Morte”

Melhor montagem ficção

Bruno Lasevicius e Julia Pechman por “João, o Maestro”

Márcio Hashimoto por “Bingo – O Rei das Manhãs”

Márcio Hashimoto por “Era o Hotel Cambridge”

Rodrigo Menecucci por “Como Nossos Pais”

Sérgio Mekler por “A Glória e a Graça”

Melhor montagem documentário

Abigail Spindel por “Waiting For B”

Eduardo Escorel e Laís Lifschitz por “No Intenso Agora”

Giba Assis Brasil por “Quem é Primavera das Neves”

Juliana Munhoz por “Pitanga”

Natara Ney por “Divinas Divas”

Melhor som

Bruno Armelin, Evandro Lima, Marcel Costa, Pedro Sá, Damião Lopes e Gustavo Loureiro por “Memória em Verde e Rosa”

Felippe Schultz Mussel, Vinícius Leal e Jesse Marmo por “Divinas Divas”

George Saldanha, Bernardo Uzeda e Armando Torres Jr; ABC por “O Filme da Minha Vida”

George Saldanha, François Wolf e Armando Torres Jr; ABC por “João, o Maestro”

Jorge Rezende, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima, Renan Deodato e Armando Torres Jr;

ABC por “Bingo – O Rei das Manhãs”

José Moreau Louzeiro, Simone Alves e Ariel Henrique por “A Glória e a Graça”

Melhor trilha sonora original

Antonio Pinto por “Como Nossos Pais”

Arthur B. Gillette por “Gabriel e a Montanha”

Beto Villares por “Bingo – O Rei das Manhãs”

Pedro Tambellini por “A Glória e a Graça”

Plínio Profeta por “O Filme da Minha Vida”

Melhor trilha sonora

Beto Villares por “Malasartes e o Duelo com a Morte”

Guilherme Vaz e Marco Antonio Guimarães por “Um Filme de Cinema”

Julio Bressane por “Beduino”

Mauro Lima, Fael Mondego e Fábio Mondego por “João, o Maestro”

Paulão 7 Cordas por “Memória em Verde e Rosa”

Rica Amabis e Beth Beli por “Pitanga”

Melhor filme estrangeiro

“Blade Runner 2049”, de Denis Villeneuve

“Dunkirk”, de Christopher Nolan

“Eu, Daniel Blake”, de Ken Loach

“La La Land”, de Damien Chazelle

“Uma Mulher Fantástica”, de Sebastian Lelio

Melhor curta de animação

“Animais”, de Guilherme Alvernaz

“O Violeiro Fantasma”, de Wesley Rodrigues

“Peleja do Sertão”, de Fabio Miranda

“Sob o Véu da Vida Oceânica”, de Quico Meirelles

“Torre”, de Nádia Mangolini

“Vênus-Filó a Fadinha Lésbica”, de Sávio Leite

Melhor curta documentário

“Bambas”, de Anna Furtado

“Borá”, de Angelo Defanti

“Candeias”, de Reginaldo Faria & Ythallo Rodrigues

“Em Busca da Terra sem Males”, de Anna Azevedo

“O Golpe em 50 Cortes ou a Corte em 50 Golpes”, de Lucas Campolina

“O Quebra-Cabeça de Sara”, de Allan Ribeiro

“Ocupação do Hotel Cambridge”, de Andrea Mendonça

Melhor curta ficção

“A Passagem do Cometa”, de Juliana Rojas

“Chico”, de Irmãos Carvalho

“De Tanto Olhar o Céu Gastei Meus Olhos”, de Nathália Tereza

“Nada”, de Gabriel Martins

“Tentei”, de Laís Melo

“The Beast”. de Michael Wahrmann e Samantha Nell

“Vaca Profana”, de René Guerra

Por Folhapress

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Cultura

Roberto Carlos lança 1º LP em 22 anos e segue a tradição da cor azul

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‘Amor sin límite’ tem repertório em espanhol

edição em LP do álbum “Amor sin límite”, de Roberto Carlos, chega às lojas do Brasil a partir da próxima sexta-feira (16), com o vinil da cor azul.

Essa é a primeira vez em 22 anos que o cantor e compositor capixaba tem lançado um álbum em LP. O último saiu em 1996.

Desde o álbum de 1980, o azul é cor recorrente nas capas dos discos do Rei.

Por Notícias ao Minuto

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Cultura

Lucas Lucco lança DVD ‘A Origem’ e diz que sempre agradece Luan Santana

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Trabalho com 19 inéditas já revelou o sucesso ‘Briguinha Boba’

Aos 27 anos, Lucas Lucco lança seu segundo CD/DVD repleto de participações especiais e dos mais diferentes gêneros musicais. Com o trabalho, o artista retoma a sua carreira musical com novo fôlego. Ao longo de seus cinco anos de carreira, ele despontou como revelação do novo sertanejo e passou um tempo dedicado à atuação.

Lucco trabalhou em “Malhação” (2016) e na novela “Sol Nascente” (2017), ambas da Globo. No início do ano, ele lançou a parceria “Paraíso” com Pabllo Vittar, enquanto já preparava o novo trabalho: “A Origem – Ao Vivo em Goiânia”.

O artista dedicou anos ao trabalho que traz 19 canções inéditas, do começo ao fim. A primeira música lançada foi “Briguinha Boba”, que já está perto dos 8 milhões de visitas no YouTube. “Posto 24”, parceria com Wesley Safadão, também está entre as cem mais tocadas do Spotify no Brasil. Só na última semana foram mais de 1 milhão de execuções.

Satisfeito com a sua carreira, Lucco diz que sempre agradece Luan Santana por tudo o que conquistou. “Depois do sertanejo clássico que conquistou o Brasil, veio o universitário com César Menotti & Fabiano, com João Bosco & Vinicius, quando eu estava na faculdade, veio João Bosco & Vinicius, até chegar ao novo sertanejo que eu mesmo fiz parte. E isso é ótimo, sempre que eu encontro com Luan eu falo para ele: Você me ajudou a construir tudo isso, e eu vou ajudar alguém a construir algo novo também”, celebra.

Dedicado totalmente à música nos próximos meses, Lucco diz que sempre pensa em voltar a atuar. “Agora é dedicação total à música, mas o trabalho como ator chegou naquela época e não tive como evitar, porque eu tinha uma paixão pela atuação. Quando eu achar que devo voltar a algum papel, eu farei. É algo que tem na sua cabeça sim”.

UM RETORNO ÀS ORIGENS

Para chegar ao projeto final do CD/DVD “A Origem – Ao Vivo em Goiânia”, Lucco usou a tranquilidade do seu lar para pensar. Sempre calmo, ele se mantém acompanhado de seus pais e de sua namorada, que são apoiadores de sua carreira.

“Moro em Uberlândia [MG] com a minha namorada, e os meus moram em Patrocínio, minha cidade natal. Eu estava lá em casa e fui encaixando ideias, anotando coisas até sentir que estava pronto. De repente, eu chamei o meu pai dizendo que era a hora de voltar para Goiânia. Passar um tempo no lugar onde eu comecei a minha carreira, onde estão os compositores. Dois meses depois, já estávamos na seleção final das músicas”, afirma Lucco. “Como diz o nome do DVD, ‘A Origem’, eu quis mostrar a base que consegui criar por todos esses anos de carreira, a minha maturidade musical”, diz o artista. 

Desde o início de sua carreira, o artista sertanejo seguiu a ideia de unir ritmos. O novo DVD faz um grande retrato disso. Há participação dos sertanejos Maiara & Maraisa, Gustavo Mioto e da dupla Israel & Rodolfo. Tem o funk de MC Kevinho, a pegada axé de Leo Santana e o ‘forronejo’ de Wesley Safadão. Para passar a mensagem de paz e perdão, ele canta uma música romântica com o padre Fábio de Melo. 

“Imaginei gravar uma grande festa e mostrar a minha essência que é a versatilidade musical. Por isso, tem parcerias inusitadas e mistura de gêneros. Todos com quem eu trabalho nesse DVD eu já conhecia, porque não acho que faça sentido fazer parceria se já não há uma infinidade com o outro artista”, conta Lucco.

O áudio do CD/DVD já está disponível em todas as plataformas digitais. O DVD físico deve chegar às lojas físicas ainda neste mês.

Por  Folhapress.

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Cultura

Capitã Marvel nos cinemas, Brie Larson vem ao Brasil na CCXP

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No evento em São Paulo, será exibido também ‘Aquaman’

protagonista do longa “Capitã Marvel”, da Marvel Studios, Brie Larson virá ao Brasil na CCXP, no dia 8 de dezembro 12 na São Paulo Expo, para falar sobre o filme com estreia prevista para o dia 7 de março de 2019.

Além dela, M. Night Shyamalan, diretor de “O Sexto Sentido”, “Corpo Fechado” e “Fragmentado”, também estará no evento para apresentar seu novo filme “Vidro”, com estreia marcada para dia 17 de janeiro.

No mesmo estande, Rich Moore e Phil Johnston, diretores da animação “WiFi Ralph”, mostrarão pela primeira vez no Brasil o filme, que será lançado no dia 3 de janeiro.

O aniversário de 90 anos da primeira aparição do Mickey Mouse será celebrado com uma apresentação do diretor do Disney Television Animation, que falará sobre os curtas-metragens do Mickey que se passam no Brasil, como “Futebol Clássico” e “Carnaval”.

No estande da Warner Bros. haverá a primeira apresentação do longa “Aquaman”, na sexta-feira (7/12). O filme revela a origem de Arthur Curry, meio homem, meio atlante, que embarca em uma jornada para descobrir quem ele realmente é e se ele é digno de seu destino de se tornar rei.

Por Folhapress

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