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EUA: Inundações deixam dezenas de mortos na Virgínia Ocidental

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Autoridade passa de barco em área inundada em Rainelle, na Virgínia Ocidental, nos EUA, neste sábado (25) (Foto: Steve Helber/Reuters)

Autoridade passa de barco em área inundada em Rainelle, na Virgínia Ocidental, nos EUA, neste sábado (25) (Foto: Steve Helber/Reuters)

As piores inundações do estados norte-americano da Virginia Ocidental em um século já mataram pelo menos 23 pessoas, e os municípios mais devastados receberão uma ajuda, disse o governador Earl Ray Tomblin neste sábado (25).

O número de mortos por inundações de na Virginia Ocidental é o maior de todos os Estados dos EUA neste ano.

Até 25,4 centímetros de chuva caíram na quinta-feira no estado, enviando torrentes de água de rios e córregos através de casas, causando devastação generalizada.

Tomblin declarou estado de emergência em 44 de 55 condados e enviou 200 membros da Guarda Nacional para esforços de resgate. Cerca de 32 mil casas e empresas ficaram sem energia no sábado.

(Da Reuters)

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Juiz canadense concede liberdade condicional a executiva da Huawei

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Meng foi detida por autoridades canadenses no dia 1º de dezembro

Um juiz canadense concedeu, nesta terça-feira (11), liberdade condicional a Meng Wanzhou, 46, diretora financeira e filha do fundador da gigante de tecnologia chinesa Huawei, sob o pagamento de uma fiança de 10 milhões de dólares canadenses.

Meng foi detida por autoridades canadenses no dia 1º de dezembro, a pedido dos Estados Unidos, no aeroporto de Vancouver. O governo americano alega que a fabricante de smartphones infringiu regras à sanção do Irã.

A executiva, no entanto, deve permanecer em uma de suas casas em Vancouver. Como condição para sua libertação, ela precisou entregar seus passaportes e concordar em usar uma tornozeleira com GPS.

Meng aguarda uma possível extradição para os Estados Unidos. Seu advogado, David Martin, argumentou que ela deveria ser libertada sob fiança enquanto aguarda pela audiência de extradição devido a problemas de saúde.

A executiva tem hipertensão, o que a fez ser hospitalizada após a prisão.

Por Folhapress.

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Macron aumenta salário mínimo após protestos de ‘coletes amarelos’

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Em pronunciamento transmitido pelos principais canais de TV, ele disse que o salário mínimo, hoje fixado em 1.500 euros (R$ 6.500), será reajustado em 100 euros (R$ 445)

presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou, na noite desta segunda-feira (10), um pacote de medidas para responder à sequência de manifestações dos “coletes amarelos”, que há quase um mês leva centenas de milhares de pessoas às ruas e estradas do país.

Em pronunciamento transmitido pelos principais canais de TV, ele disse que o salário mínimo, hoje fixado em 1.500 euros (R$ 6.500), será reajustado em 100 euros (R$ 445).

A recomposição do poder aquisitivo é a principal pauta do movimento, que surgiu em oposição ao aumento de uma taxa sobre combustíveis, já revogado na semana passada.

Além disso, o presidente afirmou que a remuneração de trabalhadores por horas extras não será taxada (ou seja, não haverá deduções tributárias) e que anularia a alta de uma contribuição compulsória que incide sobre aposentadorias -a medida valerá para quem recebe até 2.000 euros (R$ 8.900).

Por fim, incentivou empregadores a oferecer um abono de fim de ano a funcionários, pagamento que também estará isento de taxas e deduções.

Por outro lado, Macron voltou a dizer que não recuará da extinção do imposto sobre fortunas (na verdade, convertido em imposto sobre propriedades imobiliárias), uma das de suas primeiras medidas ao chegar ao Eliseu, em maio de 2017.

O fim do tributo é uma das decisões do chefe de Estado mais atacadas por opositores e por integrantes do movimento dos “coletes amarelos”, que o chamam de “presidente dos ricos” e criticam o suposto descolamento da realidade do antigo executivo de um banco de investimentos.

Durante o pronunciamento, Macron abordou essas alegações de insensibilidade social, pedindo desculpas indiretamente.

“Não conseguimos trazer resposta rápida e forte a um sofrimento de mães solteiras, aposentados e trabalhadores que já dura 40 anos. Assumo minha parte de responsabilidade por isso”, afirmou. “Por vezes, posso ter magoado alguns de vocês com minhas palavras.”

Ele se referia a episódios de interação com cidadãos comuns que acabaram em saia justa, como aquele em que, diante da reclamação de um jovem sobre a dificuldade de encontrar emprego na França, disse que poderia achar um posto para ele no ato, atravessando a rua, em qualquer restaurante ou hotel (“eles só querem quem esteja disposto a trabalhar”).

A taxa de desocupação entre franceses de até 24 anos é de 20%, enquanto fica nos 9% na população como um todo.

Também durante o discurso, Macron voltou a condenar a violência de alguns manifestantes (“nenhuma raiva justifica atacar policiais e prédios”) e falou em termos vagos sobre a necessidade de descentralizar o Estado francês e de conduzir um “debate sem precedentes” sobre a identidade nacional e a imigração.

Mencionou ainda a urgência de pautar uma discussão sobre o oferecimento de serviços públicos em todo o território francês.

Nessa seara, os “coletes amarelos”, que mobilizaram 136 mil pessoas no último sábado (8), se queixam de “desertos de hospitais” em algumas regiões e argumentam que o governo não deveria tornar mais onerosos os deslocamentos em carros particulares de quem mora onde há poucos ônibus e trens.

Por Folhapress.

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Protestos na França têm 1.723 detidos e 96 feridos apenas em Paris

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Foi o quarto sábado seguido de manifestações contra o presidente Macron

Os protestos dos “coletes amarelos” reuniram 136 mil pessoas neste sábado (8), em toda a França, segundo o Ministério do Interior do país. Um total de 1.723 pessoas foram detidas, sendo 1.082 apenas em Paris.

Outras 96 pessoas ficaram feridas, dez delas policiais, segundo a polícia.

Entre os detidos, ainda conforme o ministério, ficaram sob custódia 1.220 pessoas. As informações foram divulgadas neste domingo (9).

“Globalmente a violência foi menor que na semana anterior e o nível de tensão diminuiu, mas a situação não é satisfatória”, declarou o porta-voz do Governo, Benjamin Griveaux, em entrevista à emissora “Europe 1”.

É esperado discurso do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a situação, no começo desta semana. Em sua conta do Twitter, ele postou, ainda ontem (8), uma mensagem para agradecer as forças da ordem por sua “coragem e excepcional profissionalismo”.

Foi o quarto sábado consecutivo de manifestações s no país. Os “coletes amarelos” protestam contra a gestão de Macron. “Temos que mudar a República”, disse uma manifestante à CNN. “As pessoas aqui estão famintas. Algumas pessoas ganham apenas 500 euros por mês que não dá para viver. Queremos que o presidente vá embora”, disse.

Por Notícias ao Minuto

 

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