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Política

PF prende vice-governador de Minas

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O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), também foi preso há pouco pela Operação Capitu da Polícia Federal, que mira um suposto esquema de corrupção que atuava na Câmara dos Deputados e no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

A PF continua com buscas no gabinete do vice-governador de MG, que também chefiou a Agricultura de março de 2013 a março de 2014. Foram presos, segundo dados da PF, Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ministro da Agricultura; Joesley Batista, executivo da JBS; Ricardo Saud, executivo da JBS; Demilton de Castro, executivo da JBS; João Magalhães, deputado estadual pelo MDB de MG; Neri Geller, deputado eleito pelo PP de MT.

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Política

Coletiva de imprensa de Bolsonaro “some” da agenda oficial de Davos

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O Palácio do Planalto informou que a programação do presidente agora prevê apenas “declaração à imprensa”, sem pergunta de jornalistas

Uma coletiva de imprensa que seria dada pelo presidente Jair Bolsonaro em Davos, na Suíça, “sumiu” da programação oficial do Fórum Econômico Mundial, que começa na próxima semana. A coletiva, que havia sido incluída pelos próprios organizadores do evento em seu site oficial, não aparece mais na agenda prevista para esta terça-feira (22/1).

Segundo a reportagem, os organizadores do fórum ofereceram às autoridades brasileiras um horário para a coletiva de imprensa de Bolsonaro. A coletiva acabou retirada do site porque não estava confirmada por parte do governo.

Se fosse realizada, a coletiva poderia servir para jornalistas questionarem Bolsonaro sobre trecho de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que mostra que em um mês 48 depósitos em dinheiro foram feitos numa conta do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), conforme revelou o Jornal Nacional, da Rede Globo.

Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto informou que a programação do presidente para a terça-feira prevê uma “declaração à imprensa” às 16h. No roteiro, consta que Bolsonaro fará declaração à imprensa, seguido por falas dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Paulo Guedes (Economia). Esse formato não prevê a abertura de perguntas para jornalistas.

O porta-voz do governo de Jair Bolsonaro, general Otávio Santana do Rêgo Barros, informou que o presidente “poderá falar com os jornalistas em ocasiões que se apresentem ao longo da atividade”. “O presidente será o grande destaque da edição deste ano do Fórum Econômico Mundial. Ele será o primeiro chefe de Estado latino-americano e o primeiro Chefe de Estado do hemisfério sul a discursar na abertura da sessão plenária do Fórum Econômico Mundial”, disse o porta-voz.

Nas redes sociais, internautas já questionam o “desaparecimento” da entrevista coletiva do presidente da República.

(Por Metrópoles.com)

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Política

Mourão diz há “sensacionalismo” do MP quanto ao caso Flávio Bolsonaro

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Vice-presidente ainda tentou distanciar o caso do Palácio do Planalto e afirmou que o presidente da República nada tem “a ver com o assunto”

O vice-presidente da República, Antonio Hamilton Mourão (PRB), disparou contra o a Ministério Público do Rio de Janeiro e criticou a investigação do órgão que envolve o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Segundo o vice-presidente da República falta “foco” ao MP. Ele ainda disse que existe “sensacionalismo” e “direcionamento” na investigação envolvendo o filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-assessor e ex-motorista Fabrício Queiroz. As informações são do Jornal O Globo.

“São várias pessoas investigadas nessa operação, na Furna da Onça. As quantias que estavam ligadas ao Flávio eram as menores. As maiores, se não me engano, eram ligadas a um deputado do Partido dos Trabalhadores (PT). E ninguém está falando nisso”, disse Mourão. “Eu acho que está havendo algum sensacionalismo e direcionamento nesse troço. Por causa do sobrenome. Não pela imprensa, que revela o que chega às mãos dela. O Ministério Público tem de ter mais foco nessa investigação”, afirmou o vice-presidente, ao jornal.

Durante a entrevista, Mourão ainda tentou distanciar o caso do Palácio do Planalto. “Esta é uma questão do Flávio Bolsonaro, não tem nada a ver com o governo federal. Esse assunto pertence ao Flávio e aos assessores dele. Vamos aguardar os esclarecimentos que tiverem de ocorrer por parte dele mesmo e da própria investigação que está em curso”, completou.

Um novo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) feito a pedido do MPRJ, fortalece as suspeitas de que servidores devolviam parte de seus salários a parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O documento indica que, em um mês, foram quase 50 depósitos em dinheiro numa conta do deputado estadual e senador eleito pelo Rio de Janeiro.

(Por Metrópole.com)

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Política

Após erros e recuos, aliados querem que Bolsonaro ‘arrume a casa’

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Dirigentes de legendas que estão alinhadas ao novo governo avaliam que os nomes de frente do presidente vêm abusando do direito de errar

Dirigentes de partidos alinhados ao novo governo federal estão assustados com a série de informações desencontradas, recuos e notícias desfavoráveis de membros da gestão Jair Bolsonaro.

Segundo a coluna “Painel”, da “Folha de S. Paulo”, os aliados avaliam que os nomes que estão na linha de frente do governo estão “abusando do direito de errar”, e cobram do presidente um freio de arrumação em sua casa. Se nada for feito, Bolsonaro poderá encontrar dificuldades para conseguir seus objetivos no Congresso Nacional.

Os aliados do novo governo acreditam que ainda há tempo para colocar as coisas no eixo e defendem que a cobrança deve partir de Bolsonaro, pessoalmente.

O incômodo dos aliados é justificado por diversos acontecimentos da gestão Bolsonaro, como o anúncio por parte do presidente sobre o aumento do IOF, revisão da tabela do imposto de renda e uma idade mínima para a reforma da Previdência, questões que foram desmentidas depois. Além disso, teve o recuo sobre a instalação de uma base militar norte-americana em solo brasileiro e a não apresentação de metas após duas reuniões ministeriais.

As notícias de que o ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni usou notas fiscais sequenciais da empresa de um amigo para pedir verba indenizatória da Câmara e a promoção do filho do vice-presidente Hamilton Mourão no Banco do Brasil também causaram desconforto aos aliados do novo governo nesse início da gestão Bolsonaro.

(Por notícias ao Minuto)

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