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Região Nordeste recebe R$ 44 milhões extras para combate ao Aedes aegypti e à microcefalia

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Os recursos a mais irão se somar ao orçamento destinado às ações de vigilância em saúde

A presidenta Dilma Rousseff sancionou nesta sexta-feira (15) recurso extra de R$ 44.963 milhões à Região Nordeste do país para intensificar as ações e medidas de vigilância, prevenção e controle da dengue, febre chikungunya e Zika, sobretudo, por conta da situação de emergência em saúde pública de importância nacional que o país vive. Com a medida, serão beneficiados 1.794 municípios da Região.

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Os recursos extras, aprovados para todo o país, irão se somar ao orçamento aprovado de R$ 1,27 bilhão destinado às ações de vigilância em saúde. A este montante do orçamento serão adicionados R$ 600 milhões destinados à Assistência Financeira Complementar da União para os Agentes de Combate às Endemias.

COMBATE AO AEDES AEGYPTI – O governo federal tem reunido esforços para o combate ao mosquito Aedes aegypti, convocando o poder público e a população para uma ampla mobilização nacional para conter o mosquito. O governo federal mobilizou 19 ministérios e outros órgãos federais para atuar conjuntamente neste enfrentamento, além da participação dos governos estaduais e municipais.

Com isso, as visitas a residências para eliminação e controle do vetor ganharam o reforço das Forças Armadas e de mais de 266 mil agentes comunitários de saúde, além dos cerca de 44 mil agentes de endemias que já atuavam regularmente nessas atividades. A orientação é para que esse grupo atue, inclusive, na organização de mutirões de combate ao mosquito em suas regiões.

Os repasses de recursos do governo federal para o combate ao mosquito têm se mantido crescentes ao longo dos anos. Somente no ano de 2015, foi liberado para todo o país R$ 1,25 bilhão. Em 2011, este montante era de R$ 970,4 mil, o que representa um aumento de 28,8% nos recursos nos últimos cinco anos. O Ministério da Saúde também investiu, no ano de 2015, R$ 23 milhões na aquisição de inseticidas e larvicidas. Além das ações de apoio a estados e municípios, o Ministério da Saúde realiza a aquisição de insumos estratégicos e kits de diagnósticos, para auxiliar os gestores locais no combate ao mosquito.

DENGUE 2015 – Em 2015, foram registrados 1.649.008 casos prováveis de dengue no país. A região Sudeste concentra o maior número de registros da doença com 62,2% (1.026.226) dos casos de todo o país, seguida pelas regiões Nordeste com 18,9% (311.519), Centro-Oeste com 13,4% (220.966), Sul com 3,4% (56.187) e Norte com 2,1% (34.110). Entre os estados, destacam-se Goiás (2.500,6 casos/100 mil hab.) e São Paulo (1.665,7 casos/100 mil hab.) No total, 22 estados apresentaram aumento no número de casos. Apenas Acre, Amazonas, Roraima, Piauí e o Distrito Federal tiveram redução.

CHIKUNGUNYA – Em 2015, foram registrados 20.661 casos suspeitos de febre chikungunya no país. Desse total, 7.823 casos foram confirmados e 10.420 estão em investigação. Atualmente, 84 municípios de 11 estados estão com transmissão autóctone (circulação) do vírus. Além disso, pela primeira vez no Brasil, foram confirmadas três mortes por chikungunya, sendo duas na Bahia e uma em Sergipe. As três vítimas eram idosas (85, 83 e 75 anos) e apresentavam histórico de doenças crônicas.

As medidas de prevenção para a doença são as mesmas já adotadas para a dengue, que se resume em evitar o acúmulo de água parada. A principal diferença nos sintomas das duas doenças é que, na febre chikungunya, a dor articular, que surge em 70% a 100% dos casos, é intensa e afeta principalmente pés e mãos.

ZIKA – Até o dia 9 de janeiro deste ano, foram registrados 3.530 casos suspeitos de microcefalia relacionada ao vírus Zika. Os casos suspeitos da doença em recém-nascidos são computados desde o início das investigações (em 22 de outubro de 2015) e ocorreram em 724 municípios de 21 unidades da federação. Também estão em investigação 46 óbitos de bebês com microcefalia possivelmente relacionados ao vírus Zika, todos na região Nordeste.

(Do Nill Jr)

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Brasil

Horário de verão muda de data e começará em novembro

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Início do período foi adiado para não atrasar divulgação do resultado das eleições

horário de verão deste ano será menor, por conta das eleições, e começará em 4 de novembro, uma semana após o segundo turno, marcado para 28 de outubro.

Normalmente, o período começava no fim de outubro. No entanto, o Tribunal Superior Eleitoral pediu ao presidente Michel Temer que o horário de verão de 2018 tivesse início somente após o segundo turno para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito.

Moradores dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mais o Distrito Federal terão que adiantar os relógios em uma hora.

O horário de verão irá até 17 de fevereiro de 2019.

Por Notícias ao Minuto

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Tempo para travessia em semáforos aumenta em 12 vias de São Paulo

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Mudanças também incluem mais interrupções para passagem de pedestres em vias

tempo de travessia para pedestres em semáforos de 12 endereços de São Paulo ficou maior nesta segunda (24). De acordo com a prefeitura, a elevação de tempo para a passagem de pedestres nas faixas de segurança foi de 20% em média. As mudanças integram a expansão de um programa de segurança no trânsito, já realizado em outras áreas da cidade.

Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o objetivo é oferecer mais recursos e organização para evitar acidentes e mortes nas vias públicas paulistanas.

Além do tempo maior, os pedestres terão mais ciclos para atravessar. As sinalizações horizontais e verticais nos corredores abrangidos nesta fase da campanha também aumentaram.

Todas as alterações foram anunciadas pela gestão de Bruno Covas (PSDB) nesta segunda, em alusão à Semana da Mobilidade.

Na etapa, foram abrangidas as avenidas Raimundo Pereira Magalhães, Aricanduva, Engenheiro Caetano Álvares, Sapopemba, Senador Teotônio Vilela, Corifeu de Azevedo Marques, Bandeirantes, Eliseu de Almeida, professor Ignácio de Anhaia Mello e Assis Ribeiro, e a estrada de Itapecerica.

Em 2017, quando o projeto de segurança na mobilidade foi iniciado, outros semáforos de 21 corredores de São Paulo já tiveram tempo da travessia de pedestres ampliados. A companhia afirma que tem elencado importantes vias para receber as ações do programa, de acordo com o tráfego que possuem.

Na mesma linha das ações de segurança foi início do projeto Via Segura na avenida Carlos Caldeira Filho, na zona sul. Segundo a CET, implantada no ano passado na avenida M’ Boi Mirim, iniciativa similar foi responsável pela redução de 15 para oito do número de mortes entre julho de 2017 e julho de 2018.

O Via Segura surgiu na Suécia na década de 1990. Em São Paulo, o programa inclui diversas ações com o objetivo de reduzir acidentes e mortes no trânsito, como a maior fiscalização por meio de agentes e radares, e a instalação de câmeras de monitoramento.

Por Folhapress.

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Importunação sexual agora é crime com pena de até 5 anos de prisão

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Pena para estupro coletivo foi aumentada.

presidente da República em exercício, ministro Dias Toffoli, sancionou nesta segunda-feira (24) lei que torna crime a importunação sexual e aumenta a pena para estupro coletivo.

Segundo informações do G1, pela lei sancionada, fica caracterizada importunação sexual o ato libidinoso praticado contra alguém, sem autorização, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro. A pena prevista é de um a cinco anos de cadeia.

O texto sancionado também torna crime a divulgação, por qualquer meio, vídeo e foto de cena de sexo ou nudez ou pornografia sem o consentimento da vítima, além da divulgação de cenas de estupro.

A lei aumenta a pena em até dois terços se o crime for praticado por pessoa que mantém ou tenha mantido relação íntima afetiva com a vítima, como namorado, namorada, marido ou esposa, para evitar casos conhecidos como pornografia de vingança.

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