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Esporte

Romário,Tifanny e Maurren e outros esportistas fracassam nas urnas

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Vários candidatos com história vitoriosa no esporte não conseguiram se eleger em disputas de governo estadual, Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

mundo do esporte fracassou nas eleições de 2018. Uma análise dos mapas eleitorais dos estados mostra que, com algumas exceções, o sucesso nos campos e quadras não se repetiu nas urnas.

Vários candidatos com história vitoriosa no esporte não conseguiram se eleger em disputas de governo estadual, Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

O caso mais emblemático foi o do ex-atacante Romário, que após se eleger deputado federal (2010) e senador (2014), concorreu este ano ao governo do Rio de Janeiro, pelo Podemos. Desta vez, ele fracassou e ficou apenas na quarta colocação, com 8,70% dos votos.

Medalha de ouro no salto em distância na Olimpíada de Pequim-2008, Maurren Maggi fez sua estreia na política nesta eleição, mas não teve sucesso ao buscar um lugar no Senado em São Paulo. Candidata pelo PSB, ela somou 2,9 milhões de votos (8,51% do total) e não conseguiu uma das duas cadeiras que estavam em disputa.

Considerado um dos grandes ídolos da torcida do Corinthians, Marcelinho Carioca buscou uma vaga na Assembleia Legislativa de São Paulo, pelo Podemos. Ao final da apuração, com 28.487 votos, ficou de fora.

Pior desempenho ainda teve seu ex-companheiro de clube, o ex-atacante Luizão, que tentou um lugar na Câmara Federal, pelo PRB-SP, e somou apenas 14.215 votos.

Quem também não conseguiu usar o prestígio no esporte como trampolim para uma carreira política foi a jogadora de vôlei Tifanny Abreu.

Após tornar-se conhecida por ser a primeira transgênero autorizada a atuar na Superliga feminina de vôlei, Tifanny tentou se eleger deputada federal em São Paulo pelo MDB, com o apoio do candidato ao governo Paulo Skaf. Assim como o padrinho, ela acabou fracassando ao ter somente 3.889 votos.

Nome de destaque na bancada federal com atuação no esporte na última legislatura, o ex-judoca João Derly (Rede-RS) não conseguiu a reeleição. Também fracassou ao tentar se reeleger Leonardo Picciani (MDB-RJ), que chegou a ocupar o cargo de ministro do Esporte no governo de Michel Temer.

Mas houve casos de sucesso entre os esportistas que encararam as urnas no último domingo. O maior deles foi o da ex-jogadora de vôlei Leila Barros, que foi a mais votada para o Senado por Brasília, concorrendo pelo PSB.

Com 467.787 votos, Leila do Vôlei (como estava registrada sua candidatura) contribuiu para tirar um dos nomes mais conhecidos da política brasileira, Cristovam Buarque (PPS-DF), que terminou em terceiro lugar.

No Câmara Federal, um caso de sucesso foi o do gaúcho Danrlei de Deus, ex-goleiro do Grêmio e que foi reeleito pelo PSD. Também conseguiu um novo mandato, só que na Assembleia Estadual, o ex-atacante Bebeto, que conquistou sua vaga concorrendo pelo Podemos.

(Com informações da Folhapress.)

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Esporte

São Paulo empata com Atlético-PR e chega a 6 jogos sem vencer

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A torcida compareceu em número modesto ao estádio, mas os pouco mais de 13 mil presentes não pouparam o time de reclamações e vaias, durante e após a partida.

São Paulo segue em fase nada boa no Campeonato Brasileiro. Neste sábado (20), no Morumbi, o time chegou a seis jogos seguidos sem vitória ao não sair do 0 a 0 diante do Atlético-PR, em duelo de pouca qualidade e muitas chances perdidas.

A torcida compareceu em número modesto ao estádio, mas os pouco mais de 13 mil presentes não pouparam o time de reclamações e vaias, durante e após a partida.

Aguirre mexeu bastante no time titular, mas o São Paulo voltou a ter um rendimento abaixo do esperado. O time até criou oportunidades, mas pecou na pontaria e viu o Furacão também levar perigo ao goleiro Jean.

O resultado levou a equipe aos 53 pontos, na quarta colocação, com possibilidade de ficar mais longe dos líderes – o Palmeiras soma 59, contra 56 do Inter e 55 do Flamengo. Já o Atlético-PR, com 40 pontos, está em oitavo.

O São Paulo volta a campo na próxima sexta-feira. O time enfrenta o Vitória no Barradão, em jogo válido pela 31ª rodada. O confronto começará às 19h30 (de Brasília). Já o Atlético-PR recebe o Botafogo na Arena da Baixada. A partida será no sábado, às 21h.

Surpresa de Aguirre, o uruguaio começou o jogo no lugar de Nenê e foi o responsável pelas melhores jogadas ofensivas do time em uma noite de pouca inspiração coletiva. Fez grande lance individual que quase terminou em um gol de Diego Souza, deu um chapéu no meio-campo, brigou com raça na frente e foi o principal perigo do ataque tricolor.

O Atlético-PR botou um pouco mais a bola no chão que o São Paulo e criou chances, mas também pecou na hora de definir. Aos 9 minutos, após boa jogada coletiva, Pablo mandou por cima do alvo. Já aos 17 minutos, Jonathan recebeu linda inversão de Wellington, entortou a marcação de Reinaldo e bateu de esquerda, mas o chute subiu demais. O Furacão ainda assustou em lances de bola parada com jogadas ensaiadas, mas não conseguiu balançar a rede antes do intervalo.

Na melhor jogada do São Paulo no primeiro tempo, Diego Souza desperdiçou uma grande oportunidade. Gonzalo Carneiro fez lindo lance individual pela esquerda, com direito a meia-lua no zagueiro, e cruzou na segunda trave, mas a bola foi um pouco alta demais para Diego. O camisa 9 saltou e cabeceou, mas não conseguiu direcionar bem; a bola tocou na trave e saiu, para desespero dos torcedores no Morumbi.

SÃO PAULO

Jean; Araruna (Liziero), Bruno Alves, Arboleda e Edimar; Luan, Hudson e Diego Souza (Nenê); Rojas, Gonzalo Carneiro (Trellez) e Reinaldo.

T.: Diego Aguirre.

ATLÉTICO-PR

Santos; Jonathan, Léo Pereira e Renan Lodi; Wellington, Bruno Guimarães e Raphael Veiga (Lucho González); Marcelo Cirino (Marcinho), Nikão e Pablo.

T.: Tiago Nunes.

Árbitro: Péricles Bassols Pegado Cortez (PE)

Auxiliares: Clóvis Amaral da Silva (PE) e Cleberson do Nascimento Leite (PE)

Público/Renda: 13.053 torcedores/R$ 495.527,00

Cartões amarelos: Edimar e Nenê (São Paulo); Santos e Nikão (Atlético-PR)

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Esporte

Vettel perde 3 posições no grid do GP dos EUA; Hamilton lidera treinos

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O alemão da Ferrari foi punido por não respeitar o limite de velocidade com bandeira vermelha na pista

Sebastian Vettel pode até ser o mais rápido no treino classificatório deste sábado (20), mas não largará na pole position do GP dos Estados Unidos de Fórmula 1, em Austin. O alemão da Ferrari foi punido por não respeitar o limite de velocidade com bandeira vermelha na pista, no primeiro treino livre para a etapa, nesta sexta-feira (19), e perderá três posições no grid de largada.

O incidente ocorreu por volta do 40º minuto do treino no Circuito das Américas, quando o monegasco Charles Leclerc, piloto da Sauber e que será companheiro de Vettel na Ferrari em 2019, rodou na saída de uma curva e jogou detritos na pista ao retomar o controle do carro. Com o asfalto sujo e molhado por causa da chuva, a direção do GP acionou o aviso de bandeira vermelha.

Como o alemão não conseguiu desacelerar a Ferrari de forma segura, ele acabou punido com a perda de posições no grid. “Os comissários revisaram a evidência em vídeo, posicionaram a informação da telemetria e escutaram o piloto do carro #5 (Vettel), além de representantes da equipe.

A conclusão dos comissários foi de que Vettel realmente falhou em manter a velocidade mínima exigida pelo regulamento da FIA nos setores seis e sete”, explicou o comunicado emitido pela Federação Internacional de Automobilismo.

A punição complica ainda mais a situação de Vettel, vice-líder do Mundial de Pilotos, com 264 pontos, 67 atrás do inglês Lewis Hamilton, da Mercedes. O astro da Ferrari precisa vencer em Austin para evitar que o rival fature o quinto título da carreira já nos Estados Unidos.

TREINOS LIVRES

No segundo treino livre para a corrida, Hamilton ficou mais uma vez na frente. Ele cravou o tempo de 1min48s716, outra vez, sob chuva. Pela manhã, o dono do carro número 44 havia ficado na ponta por alcançar a marca de 1min47s502, quase um segundo e meio a frente do companheiro de equipe, o finlandês Valtteri Bottas.

O francês Pierre Gasly, da Toro Rosso, por sua vez, terminou na segunda posição, ao fazer a melhor volta em 1min49s728. O ‘top-3’ foi fechado pelo holandês Max Verstappen, da Red Bull, que marcou tempo de 1min49s798. Logo atrás, ficou o espanhol Fernando Alonso, da McLaren.

Vettel, que é o único piloto com chances matemáticas de tirar o título de Hamilton, foi apenas o décimo colocado, ao marcar 1min53s912. O alemão ficou imediatamente atrás do companheiro de escuderia, o finlandês Kimi Raikkonen.

O treino classificatório para o GP dos Estados Unidos será neste sábado (20), às 18h (de Brasília). Já a corrida, neste domingo (21), ocorrerá às 15h10.

Por Folhapress.

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Esporte

Filipinho cai em Portugal e Medina fica mais perto de título antecipado

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Para sair de Portugal com mais um título mundial, Medina precisa agora vencer a etapa e torcer para que o australiano Julian Wilson, que também segue vivo no torneio, seja eliminado antes das semifinais

chance de Gabriel Medina conquistar o título do Mundial de surfe (WSL, em inglês) já nesta etapa, em Portugal, aumentou. O campeão de 2014 venceu duas baterias nesta quinta-feira (18) e viu um de seus concorrentes pelo troféu, o compatriota Filipe Toledo, ser eliminado na terceira fase.

Para sair de Portugal com mais um título mundial, Medina precisa agora vencer a etapa e torcer para que o australiano Julian Wilson, que também segue vivo no torneio, seja eliminado antes das semifinais. Caso isso não aconteça, a decisão ficará para a última etapa, em dezembro, no Havaí.

Filipinho, por sua vez, ‘seca’ Medina e torce para que o compatriota não seja campeão em Portugal para manter suas chances de título. Neste cenário, o brasileiro espera o final da etapa portuguesa para saber que combinações na última etapa lhe garantiriam o título.

A disputa da terceira fase esquentou com a entrada de Medina na água, na sexta bateria. O brasileiro venceu o australiano Ryan Callinan por 13,60 e 7,33. Uma interferência foi marcada contra Callinan, mas Medina venceria mesmo se o rival não fosse punido com a perda da pontuação de uma de suas ondas.

Na sétima bateria, Filipe Toledo fez um duelo equilibrado com o francês Joan Duru e vencia até o minuto final. Porém, em sua última onda, Duru conseguiu uma nota 6 e virou o placar para 12,50 a 12,10.

Julian Wilson, por sua vez, venceu o brasileiro Ian Gouveia na 12ª bateria por 13,90 a 7,17. Para chegar às semifinais e garantir chances no Havaí independentemente do resultado de Medina, ele precisará passar por mais duas fases em Portugal.

Já na quarta fase, Medina marcou 11,67 e avançou para as quartas de final ao lado do polinésio Michel Bourez (7,84). O português Frederico Moraese foi eliminado com 3,63. Já a bateria de Julian Wilson contra os compatriotas Owen Wright e Adrian Buchan foi adiada para sexta-feira, quando ocorre uma nova chamada para avaliar as condições do mar às 4h (de Brasília). Os dois melhores avançam para as quartas, que devem ser disputadas na sequência.

Além de Medina, outro brasileiro continua no torneio. Quarto do ranking e sem chances de título, Ítalo Ferreira encara na quartas de final o polinésio Michel Bourez. Já Medina enfrenta o australiano Matt Wilkinson. Também classificados, o francês Joan Duru e o japonês Kanoa Igarashi esperam a disputa da última bateria da quarta fase para conhecerem os adversários.

O ranking do Mundial de surfe trabalha com o descarte dos dois piores resultados de cada surfista no ano, o que aumenta as combinações previstas para a disputa do título. Medina chegou à Portugal como líder da temporada com 51.770 pontos. Filipinho começou a etapa com 51.450 e Julian Wilson com 47.125.

Por Folhapress.

 

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