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Educação

Com R$ 1,72 milhão em investimentos, Secti e Facepe lançam novo edital para formar mais de 7 mil pessoas nas habilidades de futuro

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A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI) e a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (FACEPE) lançaram o segundo edital para o Programa de Extensão Tecnológica (PET). Em sua primeira edição, foram atendidas quatro mil pessoas, em todas as regiões de desenvolvimento pernambucanas. Para esta versão 2022.1, a meta é alcançar até 7.700 estudantes e professores de Ensino Médio e graduação atendidos pelo programa.

O investimento é de R$ 1,72 milhão, dentro do Plano Retomada, para o financiamento de Bolsas de Estudo para alunos e docentes. Desse total, 30%, no mínimo, é destinado para apoiar propostas das regiões de desenvolvimento do interior do Estado.

O PET integra o Forma.AI, maior política pública da história de Pernambuco voltada para a formação de pessoas nas habilidades de futuro. É um programa consolidado de integração entre academia e setores produtivos. Dos 90 projetos aprovados na sua primeira versão, 31 receberam Menção de Destaque por sua contribuição ao desenvolvimento econômico, social e sustentável do Estado.

Os cursos são formatados de acordo com os principais desafios do mercado e os estudantes aprendem novas competências atuando diretamente na resolução de problemas reais das empresas. O programa é voltado para estudantes e professores de graduação de Instituições de Ensino Superior (IES) de Pernambuco e de Ensino Técnico e Médio nas Escolas Técnicas Estaduais (ETEs) e Escolas de Referência de Ensino Médio (EREM’s), juntamente com negócios que integram as cadeias produtivas de maior participação no Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.

Será promovida uma jornada de formação de 4 meses de duração. A primeira etapa, com turmas de até 100 alunos, terá um mês de capacitação, com até 60 horas/aula. E em uma segunda fase, com um grupo menor, de 10 estudantes selecionados por melhor desempenho, que participarão de atividades de extensão tecnológica nas empresas envolvidas em cada módulo.

“O PET mobiliza de forma pioneira as Escolas Técnicas e de Referência em Ensino Médio da rede pública estadual, além das Instituições de Ensino Superior e empresas de todas as regiões de Pernambuco. É um programa fundamental dentro de nossa diretriz de promover a interiorização do desenvolvimento científico e tecnológico. E o sucesso dessa iniciativa é resultado direto da integração de todo o ecossistema de Inovação. Todos juntos, construindo o futuro do nosso Estado e tornando Pernambuco em referência na formação de capital humano”, destacou o secretário de CTI, Lucas Ramos.

“O mercado de trabalho hoje é completamente diferente do que era há cinco anos. Com o PET, estamos preparando os estudantes para essa nova realidade, para os novos desafios da Economia cada vez mais digital. Importante destacar que estamos no início do segundo mês de 2022 e já lançamos quatro editais que atuam diretamente na promoção do desenvolvimento socioeconômico de Pernambuco, a partir do fomento à pesquisa científica, à tecnologia e à Inovação. A capacidade com que o Estado avança nesse sentido, colocando a formação de pessoas em primeiro lugar, é nosso grande diferencial”, reforçou o presidente da FACEPE, Fernando Jucá.

“O PET tem um objetivo claro de fortalecer a extensão tecnológica em Pernambuco, abrindo espaço não apenas para estudantes e professores de Instituições de Ensino Superior, mas integrando as unidades da rede pública de Ensino Médio e Técnico. Também focamos na formação em novas tecnologias habilitadoras que têm impactado diariamente na forma como trabalhamos, estudamos, consumimos, vivemos em sociedade. Aprendemos com a primeira versão em 2021, monitorando todo o programa e melhorando o processo. Por isso, nossa expectativa de ampliar a base de beneficiados nesta segunda edição”, complementou o diretor de Ambientes de Inovação e Formação Superior da SECTI, Carmelo Bastos.

Como se inscrever?

As inscrições devem ser realizadas pelos professores e professoras integradores, que são os coordenadores efetivos da proposta. São os responsáveis pela articulação com as empresas parceiras, identificando o desafio vivido pelo setor produtivo. Elaboram o projeto de extensão tecnológica que vai formar os estudantes que atuarão na resolução do problema. E submete o plano de curso para avaliação da FACEPE.

As propostas devem ser encaminhadas até o dia 04 de março de 2022. Os resultados serão divulgados no dia 20 de março. Todo o processo de inscrição é digital, através da plataforma Agilfap (https://agil.facepe.br/).

Quais são as tecnologias e setores produtivos alcançados pelo PET?

Cada proposta elaborada deve utilizar, ao menos, uma tecnologia habilitadora 4.0: Inteligência artificial; Ciência de dados e Analytics; Computação em nuvem ou névoa; Robótica e Automação; Manutenção Preditiva; Realidade Aumentada e Virtual; Energias Renováveis; Manufatura Aditiva; Sensores Inteligentes; Internet das Coisas (IoT); Redes 5G e Redes Ópticas; e Gêmeos Digitais.

Já as áreas de aplicação definidas no Edital são: Agronegócio e Laticínios; Biotecnologia e Saúde Digital; Comércio, Serviços e Turismo; Confecções e Moda; Construção Civil e Infraestrutura Urbana; Eletroeletrônicos e Metalmecânica; Energia Renovável e Sustentabilidade; Gesso e Novos Materiais; Governo Digital e Inclusão Social; Indústria de Transformação; Logística e Portuária; e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) (AsCom)

 

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Educação

Pé-de-Meia: ministro da Educação vem a Pernambuco formalizar adesão do Estado ao programa de incentivo financeiro para estudantes

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Ministério da Educação (MEC) e o Governo de Pernambuco vão formalizar adesão ao incentivo financeiro-educacional para estudantes matriculados no ensino médio da rede pública. Conforme antecipado pela coluna Enem e Educação, o lançamento simbólico do programa Pé-de-Meia será nesta quinta-feira, às 9h30, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife.

A governadora Raquel Lyra e o ministro Camilo Santana, junto com as demais autoridades na área de educação, estarão presentes no evento. Na ocasião, serão divulgados critérios e formas de acesso e permanência no programa para os estudantes matriculados no ensino médio público do Estado.

Segundo dados publicados pelo MEC, Pernambuco tem investimento previsto, até 2026, no valor de R$ 479,6 milhões para o programa Pé-de-Meia. A expectativa é que a poupança atenda 167,1 mil estudantes pernambucanos. Esse valor deverá ser ainda maior com a recém-anunciada ampliação do Pé-de-Meia para os estudantes beneficiados pelo Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico).

Secretaria de Educação e Esportes (SEE-PE) informou a coluna Enem e Educação que 177.865 alunos pernambucanos estão elegíveis para receber o benefício. Com o recebimento dos recursos referentes ao incentivo à matrícula (R$ 200) e ao incentivo à frequência do mês, já foram pagos o valor total de R$ 71.146 relativos ao mês de março.

“O valor referente ao mês de abril será encaminhado à nova janela em maio. A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE) atualiza mensalmente a frequência do estudante pelo Sistema Gestão Presente do Ministério da Educação”, explicou a pasta.

O programa Pé-de-Meia já foi oficializado nos seguintes estados: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Pará, Goiás, Amazonas, Bahia, Piauí, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e no Distrito Federal.

COMO FUNCIONA O PÉ-DE-MEIA

Pé-de-Meia prevê o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento, além dos depósitos de R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, que só poderão ser retirados da poupança após a conclusão do ano letivo.

Considerando as dez parcelas de incentivo, os depósitos anuais e, ainda, o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores podem chegar a R$ 9.200 por aluno.

No dia 25 de abril, o Ministério da Educação iniciou o pagamento do segundo incentivo financeiro-educacional do Pé-de-Meia, referente à frequência no mês de fevereiro dos estudantes do ensino médio público.

A parcela do Incentivo-Frequência, no valor de R$ 200, será depositada até 3 de maio, conforme o mês de nascimento do beneficiado, em contas digitais abertas automaticamente pela Caixa Econômica Federal em seu nome.

AMPLIAÇÃO

A ampliação do público atendido pelo Pé-de-Meia foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 22 de abril. Agora, o programa passará a incluir todos os jovens de famílias inscritas no CadÚnico matriculados no ensino médio público.

De acordo com o governo federal, cerca de 1,2 milhão de estudantes devem ser contemplados, ampliando o número de beneficiários para 3,7 milhões. As equipes técnicas do MEC trabalham agora na elaboração dos novos atos normativos, que irão definir a operacionalização e execução do novo recorte de jovens atendidos. A ampliação do Pé-de-Meia deverá ocorrer no segundo semestre deste ano.

Fonte: JC

 

 

           

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Educação

Festival RioMar de Literatura terá Djamila Ribeiro e Lazáro Ramos

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Festival RioMar de Literatura chega à sua 10ª edição em 16 de maio, homenageando escritores e artistas negros, com a presença de nomes consagrados do cenário nacional.

Entre os convidados estão a autora e filósofa Djamila Ribeiro, o ator e escritor Lázaro Ramos e show do cantor Chico César. O evento ocorre no Teatro Riomar, a partir das 16h, com ingressos por R$ 40 e R$ 20 (meia), à venda no App do RioMar Recife, no site e na bilheteria do Teatro RioMar.

Com curadoria da jornalista Carmen Peixoto, a programação ainda contará com uma homenagem a Machado de Assis na abertura. Será uma apresentação da escritora pernambucana Flávia Suassuna, imortal da Academia Pernambucana de Letras, que vai contextualizar a vida e obra do autor e sua importância dele para a literatura brasileira.

Destaques

Na sequência, Lázaro Ramos fará uma conversa voltada para o público infanto juvenil, com mediação do jornalista pernambucano Pedro Lins. Além de ser considerado um dos principais atores de sua geração, Lázaro Ramos tem experimentado diversas possibilidades da escrita literária, com obras infantis e adultas. Ele já publicou os livros infantis “A velha sentada”, “Cadernos de Rimas do João” e o livro de memórias e reflexões “Na minha pele”, para citar alguns exemplos.

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Chico César – DIVULGAÇÃO
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Djamila Ribeiro – DIVULGAÇÃO
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Lázaro Ramos – DIVULGAÇÃO

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Educação

Lei que obriga municípios a fazerem levantamento com a quantidade de crianças não matriculadas em creche é sancionada

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O Distrito Federal (DF) e os municípios de todo o país, com o apoio da União e dos estados, deverão criar mecanismos de levantamento e de divulgação da demanda por vagas no atendimento à educação infantil de crianças de 0 a 3 anos de idade. É o que estabelece a Lei nº 14.851/2024, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada no Diário Oficial da União dessa segunda-feira (6).

Também caberá aos municípios e ao DF estabelecer as próprias normas, procedimentos e prazos para definir os instrumentos do levantamento. Esses procedimentos incluem a estratégia de busca ativa das crianças não matriculadas até três anos de idade, por meio de cooperação entre diversos órgãos públicos, como de educação, assistência social, saúde e também de organizações da sociedade civil.

Ao ser identificado o quantitativo de crianças não matriculadas, os entes federados deverão planejar a expansão da oferta de vagas, por meio da cooperação federativa. Os recursos federais destinados à expansão da infraestrutura física e à aquisição de equipamentos para a educação infantil serão repassados prioritariamente às redes públicas que realizaram o levantamento da demanda por vagas, e em conformidade com os planos de educação e as diretrizes estabelecidas em lei.

Essa lei traz a oportunidade dos municípios conhecerem as demandas por creche e de que a educação possa se articular com outros setores dentro e fora do governo. Conhecer não só a demanda manifesta, ou seja, as famílias que colocam o nome em uma fila de espera em casos de não haver vaga para todos,  mas também do município conhecer a demanda real por creche. São crianças e suas famílias que não estão buscando por uma vaga, mas que se beneficiariam por esse acesso, por não terem um equipamento perto de casa ou mesmo por desconhecerem esse direito”, explicou a gerente de Políticas Públicas da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Karina Fasson, em entrevista à coluna Enem e Educação.

 DIMENSÕES DO BRASIL

Plano Nacional de Educação (PNE) prevê que, até esse ano, pelo menos 50% da população de 0 a 3 anos de idade tenha uma vaga assegurada em creche. Segundo dados divulgados pela Pnad Contínua, a cobertura chegou a 38,7% nas creches em 2023. No entanto, em função das dimensões do Brasil e da diversidade de cada município, essa meta pode não traduzir as reais necessidades de cada região.

Segundo o Índice de Necessidade de Creche – metodologia desenvolvida pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal para estimar a demanda por vagas em creche dos grupos que mais precisam de atendimento (famílias pobres, monoparentais ou com mães/cuidadores principais economicamente ativos ou que assim o seriam se houvesse creche) – em 2019, 42,44% das crianças de grupos prioritários precisavam de vaga em creche.

Desse total, 17,3% pertenciam a famílias pobres, 3,5% eram crianças não pobres de famílias monoparentais e 21,7% era corresponde às crianças com mães/cuidadores principais economicamente ativos ou que assim o seriam se houvesse creche. Vale ressaltar, contudo, que esse cálculo não leva em consideração outros grupos que podem também demandar uma vaga.

Além disso, o estudo expõe o paradoxo de como a população de maior vulnerabilidade social é pouco atendida por creches no Brasil: em 2019, ano analisado, apenas 24,4% das crianças mais pobres frequentavam creches no país.

ACESSO COM QUALIDADE

“É importante lembrar que a creche é a primeira etapa da educação básica, embora a matricula não seja obrigatória para as crianças e suas famílias, ela é um direito previsto na Constituição Federal, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação. O acesso prioritário as famílias vulnerabilizadas, as políticas publicas de primeira infância é previsto também pelo Marco Legal da Primeira Infância, então garantir o acesso a creche é garantir o direito das crianças e suas famílias”, destacou Karina Fasson.

Promover uma educação infantil de qualidade é que fundamental para o desenvolvimento integral da criança (desenvolvimento cognitivo, físico, social e emocional) e para construir uma base sólida e ampla, que prepare as crianças pequenas para a aprendizagem ao longo da vida. O investimento na primeira infância gera impactos positivos na saúde pública, na redução das taxas de abandono escolar e no combate à pobreza e a criminalidade.

“Para que os municípios possam de fato, cumprir essa lei, vai ser necessário uma articulação intersetorial. Ou seja, vai ser necessário que a educação possa trabalhar em articulação com a saúde, com a assistência social e outros órgãos de proteção a criança”, pontua a gerente de políticas públicas.

Ela ressalta o Marco Legal da Primeira Infância, aprovado em 2016, traz mecanismos de trabalho intersetorial, mas que ainda não são uma realidade em todos os municípios, o que pode ser reforçado agora com a nova legislação sancionada.

Wanezza Soares
Karina Fasson, gerente de políticas públicas Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal – Wanezza Soares

MONITORAMENTO E PERMANÊNCIA

Lei nº 14.851/2024 diz também que o acesso e a permanência das crianças na educação infantil deverão ser acompanhados e monitorados, principalmente dos beneficiários de programas de transferência de renda.

Outro ponto importante é a garantia de transparência e acesso público aos dados do levantamento, que deverão ser amplamente divulgados, inclusive por meio eletrônico. Os municípios e o Distrito Federal deverão também criar listas de espera, a partir do levantamento da demanda. A lista deverá estabelecer critérios transparentes de prioridade no atendimento, que devem levar em conta aspectos situacionais e territoriais locais, situação econômica familiar e a condição de monoparentalidade das famílias.

Os dados do levantamento devem considerar informações de outros sistemas, como das áreas de saúde e de assistência social, dos cartórios e de bancos de dados controlados pelos órgãos e pelas entidades da administração pública federal, como o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (DataPrev), o Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi) e o Meu SUS Digital.

Fonte: JC

 

 

           

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